A Cor Púrpura
Média
4,5
1495 notas

59 Críticas do usuário

5
39 críticas
4
15 críticas
3
1 crítica
2
4 críticas
1
0 crítica
0
0 crítica
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
itamarmj
itamarmj

6 seguidores 38 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de janeiro de 2014
Se gosta de drama hipnótico? Aqui está um prato cheio!
Fabulosa trama com personagens inesquecíveis.
Prepare o lenço que é choro que não acaba mais.
dionath G.
dionath G.

5 seguidores 24 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de julho de 2014
Personagens próximos da realidade e uma historia comovente e Spielberg,mais uma vez nos presenteia com um filme perfeito.
LC B.
LC B.

10 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de setembro de 2013
A Cor Purple é um filme dirigido e adaptado por Steven Spielberg, baseado no romance de Alice Walker. A história acontece no ano de 1906 em uma pequena cidade dos EUA, uma jovem chamada Celie (Whoopi Goldberg ) é abusada sexualmente pelo seu próprio pai com quem tem dois filhos. Após o nascimento das crianças, Celie torna-se estéril, e seu pai entrega-as para adoção. Celie não é apenas sexualmente abusada, mas também torna-se vítima de violência psicológica, situação que se repete com seu marido Albert ( Danny Glover) , que, por sua vez, seu sofrimento se agrava por acrescentar doses de violência física na relação. Vale ressaltar aqui , que boa parte da agressividade de seu marido é oriundo do seu machismo. Em seus breves momentos de alegria, Celie encontra-se acompanhada pela sua irmã Nettie, de quem nutre um amor incondicional. spoiler: Assediada pelo seu cunhado, Nettie por sua vez, é expulsa de casa e promete sempre manter contato com sua irmã através de cartas
. Vivendo uma vida solitária e humilhada, Celie sempre fica à espera do contato de sua irmã, spoiler: porém seu marido intercepta todas as cartas
. Com o passar do tempo, Albert ( marido de Celie) mantém um caso com uma cantora de blues, Shug Avery (Margaret Avery), quem posteriormente torna-se aliada de Celie.
O filme aborda a questão da opressão em diferentes ângulos, desde da questão da mulher na sociedade até a do negro, o enredo é narrado pela personagem principal que se vê oprimida e sem direito ao minimo de dignidade humana.
William
William

160 seguidores 173 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 4 de julho de 2013
Lindo filme, nos faz refletir como muitas pessoas sofreram/sofrem por simplesmente serem o que são, sejam negras, mulheres ou até crianças, quando se estão à mercê de pessoas supostamente superiores.
Muito emocionante.
Igor Durden
Igor Durden

52 seguidores 96 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Perfeito!!!!!!!!!!!!!!
Ricardo L.
Ricardo L.

63.297 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de julho de 2020
Clássico maravilhoso! Justo nas informações passada e mensagem social e forte e extremamente necessária. Elenco espetacular, com nomes fortes como Whoopi Goldberg, Danny Glover e Oprah Winfrey, todos excepcionais. Roteiro é perfeito numa direção incrível da lenda viva Steven Spielberg. Grande experiência.
Luiz Cappellano
Luiz Cappellano

62 seguidores 104 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 1 de abril de 2016
Roger William Corman nasceu em Michigan em 1926. Iniciou-se em Hollywood, como produtor em 1953, e como cineasta em 1955, com filmes baratos (baixo custo) e rápidos (realizados em pouco tempo), os quais hoje chamaríamos de classe B. Um exemplo clássico é O corvo, ou então A pequena loja de horrores. Foi o responsável pela grande retomada e divulgação dos contos do escritor Edgar Allan Poe e pela ascensão meteórica de nomes como Cristopher Lee, Vincent Price e Boris Karloff. Foi Corman o primeiro a reconhecer o talento e dar oportunidades a John Landis, Francis Ford Coppola, Martin Scorcese, James Cameron, Tim Burton, Ron Howard, Joe Dante, Peter Bogdanovich e Jonathan Demme.

Devido à grande liberdade que proporcionava aos seus assistentes, deu chance à expressão de tendências individuais, e bastante heterogêneas entre si, como os cineastas nomeados acima e, na sua sucessão, nomes como Oliver Stone (Platoon, Apocalipse Now, Alexandre, etc) e Steven Spielberg (Amistad, A cor púrpura, etc), os quais, por sua vez, são responsáveis pela geração de cineastas como Ang Lee (Brokeback Mountain).

Quando temos acesso a este panorama mais amplo, temos também clareza da teia de relações que se estabelece entre todos estes cineastas e vislumbramos o nó que os une: a filiação a Roger Corman.

O jovem Spielberg, dará grande ênfase à temática social, o que o aproxima muito de Oliver Stone e Ang Lee. Na época em que ele ainda não havia alcançado o sucesso comercial, através dos efeitos especiais e da temática cósmica, ele dirigiu Amistad, onde demonstra o seu lado mais sensível, humano e engajado. Anos depois, tão rico e aclamado que não precisava mais fazer filmes para agradar às corporações dos grandes estúdios, recuperou este seu lado mais brilhante e mais nitidamente artístico, ao realizar A cor púrpura.

Trata-se de um retrato pungente e datado da sociedade do sul dos Estados Unidos, sob a ótica dos negros (libertos da escravidão mas não do apartheid social que se seguiu a ela) e que nos mostra a perpetuação das relações de posse/propriedade, especialmente dos homens em relação às mulheres.

A cena em que a cantora do bar pede perdão ao pai, pastor protestante, através da música, onde o coro da igreja batista e a banda do cabaré ecoam juntas, e ela canta um spiritual travestido em blues, é uma das mais belas já filmadas por Spielberg.

A jovem está cantando no bar e, ao longe, escuta o coro da igreja. Ela então se põe a caminho da igreja, sem deixar de cantar, e os músicos do bar a seguem, sem deixar de tocar... Ela caminha ao redor do lago, a paisagem é bucólica... Conforme se aproxima da igreja do pai, tanto ela quanto o coro da igreja aumentam o volume da voz... Ela passa em revista o hinário batista e, do nada, está cantando um spiritual de arrependimento e de contrição. O pai derrama lágrimas...Ambos se abraçam no centro da igreja (que é também o centro da cena e da tomada) e todos que estão dentro do cinema, assistindo a tudo isto, choram copiosamente...

Apenas presenciei choro tão copioso, intenso e tão unânime numa platéia de cinema quando assisti, muitos anos depois, O segredo de Brokeback Mountain.
Sandro P.
Sandro P.

7.485 seguidores 572 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de abril de 2015
Excelente!!! Um dos melhores filmes dos anos 80. Não sei como não ganhou nenhum Oscar... Obrigatório no catálogo de quem gosta de cinema!
Cristiane S
Cristiane S

18 seguidores 81 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 16 de junho de 2013
Um ótimo filme, que narra a estória ( e porque não HISTÓRIA) de uma mulher negra, que vive em pleno anos de 1900, oprimida pelo preconceito e machismo inerentes à época. Para assistir e refletir. Um verdadeiro clássico.
Eliana A.
Eliana A.

2 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 14 de julho de 2012
Achei Esse Filme Simplesmente Maravilhoso, Me Emocionei Do Princípio Ao Fim, Chorei Muito!!!!!!!
A Todos Que Participaram, Meus Parabéns!!!!!!
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa