A Lenda de Tarzan
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Eduardo Kaneco
Eduardo Kaneco

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2,5
Enviada em 23 de novembro de 2016
Tarzan em forma de super-herói assexuado enfrentando efeitos de computação gráfica

Era grande a expectativa de ver novamente o personagem Tarzan no cinema. Sabia-se que seria uma superprodução da Warner, com o diretor David Yates, experiente em grandes orçamentos, tendo em seu currículo quatro filmes da série Harry Potter, além de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, pronto para estrear em 17 de novembro de 2016.

O melhor de “A Lenda de Tarzan” é a opção de não contar novamente a origem do personagem criado por Edgar Rice Burroughs, que a maioria já conhece e que é revista no filme rapidamente, em flashbacks descontínuos. A estória parte da situação pós resgate de Tarzan (Alexander Skarsgård), quando ele já vive civilizadamente em Londres, casado com Jane (Margot Robbie). Ele é convidado a voltar para o Congo pelo rei da Bélgica, que quer que ele veja como sua colônia está se desenvolvendo sob sua direção. O convite não é suficiente para convencer Tarzan, mas o estadunidense George Washington Williams (Samuel L. Jackson) o persuade a ir para investigar se a população de lá está sendo escravizada. Assim, os dois embarcam na jornada, levando também Jane, que deseja rever o lugar onde morou e os amigos locais.

Acontece que tudo é uma armação de Leon Rom (Christoph Waltz), capanga do rei belga, para entregar Tarzan a uma tribo que deseja vingança porque o homem-macaco matou o filho do chefe. O vilão assassina um amigo de Tarzan e leva Jane como refém, para que Tarzan os siga.

Essa interessante premissa, porém, não consegue vencer os erros de “A Lenda de Tarzan”. Na sequência inicial, quando Leon Rom e seu exército entram no território da tribo que deseja se vingar de Tarzan, o uso exagerado de CGI e a tonalidade sépia das cores parecem copiar descaradamente “300” (2006). Os efeitos especiais sempre representaram o ponto fraco dos filmes de Tarzan. Na fase de Johnny Weissmuller, projeções de fundo e cenas aceleradas com bonecos tentavam tornar reais as interações com os animais selvagens. Nesse novo filme, como essa sequência inicial permite prever, computadores buscam esse feito, sem sucesso, criando gorilas que resultam menos verdadeiros que os dinossauros de Jurassic Park.

Pior ainda é a busca em tornar Tarzan um super-herói, combatendo um também super-vilão. Leon Rom não é um burocrata almofadinha, mas um cruel homem capaz de derrotar um guerreiro africano com facilidade. O super-Tarzan, por seu lado, arremessa para fora de um trem um soldado inimigo com um chute tão potente que arrebenta as paredes. E ainda quase voa pendurado em cipós, saltando de uma altura abismal para aterrissar em cima de um trem em movimento.

“A Lenda de Tarzan” deixa de lado aquela sensualidade pulsante de Johnny Weissmuller e Maureen O’Sullivan, vestindo roupas minúsculas e sempre trocando carícias. Não é por falta de beleza dos atores que interpretam o casal, pois Alexander Skarsgård e Margot Robbie facilmente poderiam ganhar a vida como modelos profissionais. Falta clima e, no caso de Jane, vestimentas mais provocantes. Skarsgård ainda pode provocar arrepios das mulheres, pois expõe seu corpo da cintura para cima em boa parte do filme. Porém, não é suficiente para deixar essa versão menos insípida. Isso o aproxima ainda mais de um filme sobre super-heróis como “Os Vingadores” (2012).

Por Eduardo Kaneco
Everton S.
Everton S.

3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de novembro de 2016
Filme muito bom, achei muito original. As cenas foram muito bem feitas e a trilha sonora é espetacular.
Joju
Joju

4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de novembro de 2016
Achei maravilhoso os efeitos, muito reais. A atuação da linda Margott foi sensacional. Eu esperei que contasse a historia do Tarzan na África mas o filme conta o outro lado. Espero que eles façam o 2 contando toda a história do início.
Lúcio T.
Lúcio T.

594 seguidores 242 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 1 de novembro de 2016
Sempre curti esse lance de sair por ai balançando entre paredes ou árvores, escalar eles por igual e a natureza. Não sei dizer se tal vontade está em meu sangue (.....frase de impacto..... óóóóóh!) ou se começou quando virei fã de carteirinha do Homem-Aranha. Como na vida real (a minha) a gravidade gosta demais de mim devido ao meu superpeso, não pratico nenhum esporte correspondente às minhas vontades, devido a isso, admiro quem o faça e aprecio personagens fictícios como o Amigão da Vizinhança e o Rei da Selva, o Tarzan (não, não é o Simba, se bem que sou fã da animação de chorar toda vez que vejo e o Simba, é um Leão e tal animal é o Rei da Selva por direito e no desenho, Simba escala, anda sobre cipós, entre arvores......é, é fácil de se confundir). E depois de 18 anos, temos novamente um enredo em live-action do marido da Jane (sim, o último foi em 1998 chamado TARZAN E A CIDADE PERDIDA do qual eu nunca ouvi falar. Eu que achei que fosse a versão de 1984, GREYSTOKE: A LENDA DE TARZAN, O REI DA SELVA com o ator Christopher Lambert, lembras? Da hora este filme!) e este comandado pelos diretores David Yates e Reinhard Klooss e mais cinco roteiristas (cinco?) e resultado foi deveras satisfatório, mas não o esperado (por mim). Fotografia é nota 10! Que espetáculo da natureza para nossos olhos todo o cenário de Congo, na África. O elenco possui alguns grandes nomes como o queridíssimo Samuel L. Jackson (que interpreta George Washington Williams, um correspondente dos EUA, mas na verdade um espião em uma missão para recrutar um herói para salvar uma nação.....hum?.....sei.....seria por acaso a serviço da SHIELD? Uma vaga nos Vingadores?.....), a linda, sexy, competente Margot Robbie (já eternizada na pele de Arlequina nos cinemas) e ela é a Jane Porter (hum.....tamanha beleza só pode ser magia então.....Harry? Ah não, é Porter não Potter, mas quase), o ótimo Christoph Waltz sendo o vilão mais uma vez (conhecido por seu trabalho em BASTARDOS INGLÓRIOS de 2009), Djimon Hounsou (booooom ator, eu o conheci através do DIAMANTE DE SANGUE de 2006, mas ele fez outros grandes filmes) e o simpático coadjuvante Jim Broadbent (ele só é coadjuvante!). Já o protagonista, para mim, é total desconhecido o ator Alexander Skarsgård (.....mulheres suspirando ao fundo.....). Ele fez o marido, quer dizer, o quase marido e sim noivo corno em MELANCOLIA (2011) e o pessoal mais o conhece pela série de vampiros TRUE BLOOD sendo o personagem Eric Northman. Já como Tarzan, não decepciona, fazendo boas caras e bocas. A trama agrada, possuindo duas subtramas: vingança e conquista. O problema é o roteiro (sempre o verdadeiro vilão), que nos traz diálogos sem sentido e alguns chegam a ser bobos, coisas inexplicáveis, situações impossíveis (ei, eu sei que se trata de um filme do Tarzan, mas se o nosso herói cruza uma selva em menos de um minuto, até engulo, mas um cara comum que nem o personagem de Jackson, não. Poxa, difícil de acreditar que depois de abandonado por Tarzan, ele saiba exatamente onde ir e ainda por cima chega cinco minutinhos depois do Tarzan? Pelas barbas do Profeta, né?) e um dos pecados mortais: a língua nativa! Até tentam convencer com alguns diálogos e uma justificativa, mas o que mais falam é o inglês e desculpa, não convenceu. Outra coisa que pecou feio foi em algumas cenas que foi utilizado os Efeitos Visuais para mostrar cenários ou animais, por exemplo, a cena em que eles estão para pegar o trem, é nítido que aquela paisagem não existe. Daí a leve decepção, mas outras coisas são legais como as lembranças do passado para mostrar sua origem, a história por si só em ser um nova aventura e não o começo delas, a Trilha Sonora (adoro músicas africanas), a caracterização do casal de personagens Tarzan e Jane nas recordações (achei que ficou muito parecido com a animação da Disney), temas atuais como preconceito, ganância, acobertamento político, desmatamento e a atuação de Samuel L. Jackson como Nick Fury, ops, quero dizer George W. Bush, ok, errei de novo, George W. Williams (ufa!)...
Phelipe A.
Phelipe A.

63 seguidores 135 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de outubro de 2016
O novo filme baseado na conhecida história da criança que é criada por Gorilas na selva africana foi anunciado pela Warner com alguns comentários negativos, mas os primeiros trailers mostraram que o estúdio iria levar esse conto para um patamar muito maior do que estávamos acostumados, com cenas de ação, um CGI que impressiona e um vilão digno de um grande filme a Lenda de Tarzan vai agradar muitas pessoas que irão ao cinema para ver um filme de ação sem Super Heróis.

“A Lenda de Tarzan” se passa após alguns anos desde que o homem conhecido como Tarzan (Skarsgård) deixou as selvas da África para trás para levar uma vida burguesa como John Clayton III, Lorde Greystoke, com sua amada esposa, Jane (Robbie) ao seu lado. Agora, ele é convidado a voltar ao Congo para servir como um adido comercial do Parlamento, sem saber que na verdade ele é uma peça usada em uma ação de ganância e vingança, organizada pelo belga Capitão Leon Rom (Waltz). Porém, as pessoas por trás dessa trama assassina não fazem ideia do que estão prestes a desencadear.

Parece estranha essa premissa, mas tudo é muito bem resolvido e amarrado pelo vilão Capitão Leon Rom (Christoph Waltz) que toma conta do filme em vários sentidos, uma parte pela brilhante e sempre impecável atuação de Christoph Waltz que faz um vilão que em alguns momentos parece frágil e de repente fica assustador e calculista. Com diálogos muito bons com Jane (Margot Robbie) que também faz uma personagem forte e não uma donzela em perigo, em algumas cenas isso vira piada, mostrando que ela não está ali a toa.

O filme se mostra grandioso na maior parte do tempo o que te prende muito, mesmo o romance entre Jane e Tarzan é muito bem explicado e apresentado de maneira simples e fácil de entender, com personagens fortes e interessantes que fazem até mesmo o
protagonista ser menos interessante. Os animais não falam como na animação, mas a forma como Tarzan se comunica com eles mostra um lado mais “real” e muito bonito de se ver.

Alexander Skarsgard não deixou nada a desejar, apenas em alguns momentos sua atuação era apagada, mas não por culpa dele e sim por conta dos grandes atores que estavam ali em cena, era impossível não comparar e ver que mesmo com a boa atuação de Alexander, nomes como Samuel L. Jackson, Christoph Waltz e a própria Margot Robbie roubavam a cena.

No geral A Lenda de Tarzan é um excelente filme para assistir com a família, que passa alguns valores de amizade e respeito para as crianças, e impressiona nas cenas de ação e em alguns diálogos para os adultos. Impressiona, pois eu sinceramente não esperava muito desse filme, com um 3D muito leve que não cansa, piadas bem colocadas “A Lenda de Tarzan” vale o ingresso e você pode assistir com sua família tranquilamente.
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.774 seguidores 873 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de outubro de 2016
Muito legal. Claro que possui exageros... mas vale em nome do visual. Não é mais aquele tarzan que faz pensar na relação dele com os animais... é focado nos efeitos. mas mesmo assim um bom entretenimento.
Ricardo M.
Ricardo M.

13.444 seguidores 697 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 10 de outubro de 2016
Clássico com CG.

Fato, o cinema não se cansa de fazer releituras de grandes clássicos literários que já reinaram nas telinhas. Tarzan é mais um desses ícones que vez ou outra surge readaptado em formato cinematográfico, tendo muitas liberdades tomadas em prol da criatividade narrativa, algo que volta a ser usado nesta produção comandada por David Yates.

Nesta nova adaptação da cria de Edgar Rice Burroughs, Tarzan (Alexander Skarsgård) encontra-se "adaptado" à vida em sociedade, morando em Londres com sua esposa Jane (Margot Robbie). Em paralelo à sua vida tranquila na cidade, a Republica do Congo faz um convite ao parlamento Britânico para que Tarzan simbolize a paz em um território fechado de forma ditatorial pelo então presidente Belga, Leopoldo. Relutante, ele aceita o convite, mas descobre que trata-se de uma estratégia armada pelo Capitão Rom (Christoph Waltz), vassalo de Leopoldo que planeja muito mais com Tarzan do que supostamente pregar a paz.

Embora já tenha início com um protagonista adulto em vida social, supostamente consolidada, o roteiro de Adam Cozad e Craig Brewer se esforça para fazer jus à origens do personagem ao contar seu passado ao longo do filme em forma de flashbacks. Isso até pontua bem seu objetivo, mas em nada adiciona ao desenvolvimento do protagonista, pois muitas vezes soa como desculpa narrativa para encaixar em um momento que nem sempre condiz com o flashback.

Bom, se problemas de cronologia podem ser deixados de lado em prol da diversão, nesse caso Tarzan pode ser um deleite. Seu grandioso orçamento faz jus a sua ostentação visual. O homem das selvas tem a seu lado um rico universo povoado por animais e plantas em CG misturadas com ambientes reais que, muitas vezes surpreende pela qualidade, em especial dos símios. A ação que se desenrola nesse ambiente usa e abusa de recursos cinematográficos para impressionar, nem sempre alcança seu resultado pela artificialidade, mas funciona.

O elenco carismático ainda conta com Samuel L. Jackson e seu divertido George Washington Williams e Djimon Hounsou como o líder congolês Mbonga.

Apesar de não ser uma obra prima, tampouco acrescentar à mitologia do personagem, A LENDA DE TARZAN é um bom filme que não merece ser descartado por sua falhas. Embora os efeitos visuais primem como o foco principal, a produção ainda diverte.
Sabrina S.
Sabrina S.

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4,0
Enviada em 3 de outubro de 2016
Filme de aventura, ação e romance. Gostei, porém, como quase em todos os filmes atuais a computação gráfica esta atrapalhando um pouco. Muitos efeitos especiais, muitos exageros fazendo com que o filme fuja muito da realidade, mesmo o filme sendo de ficção.
Celso M.
Celso M.

346 seguidores 178 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de setembro de 2016
Um personagem principal, deve de alguma maneira, cativar o telespectador ou vai se tornar incompreendido. Ter tarzan, já sociabilizado e vivendo entre os humanos elitizados foi um grande erro da produção. Não nos simpatizamos com o personagem principal e não se tem apreço por ele, então o filme, muito bem dirigido e espetacular considerando os efeitos especiais, torna-se sem graça. É uma aventura divertida , mas passa disto. Como remake, falhou.
Davison P.
Davison P.

167 seguidores 132 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 22 de setembro de 2016
A lenda de Tarzan
Leon Rom (Christopher Waktz) precisa ir numa aldeia muito isolada na África pra buscar uns diamantes muito valiosos e evitar a falência de seu chefe, chegando lá seu exército é executado e o Chefe da aldeia MBonga (Djimin Hounsou) está com os diamantes, mas exige algo em troca, uma pessoa que fora embora da selva há algum tempo. John Clayton/Tarzan (Alexander Skarsgard) vive civilizadamente agora com sua esposa Jane Clayton (Margot Robbie) mas por insistência em favores e planos políticos de George Washington Williams (Samuel L Jackson) eles fazem uma visita a antiga aldeia onde viveram grande parte de suas vidas, eles são bem recebidos por seus amigos, lembram das coisas boas que viveram ali e se divertem com os amigos, mas durante a noite Leon Rom ataca a aldeia pra sequestrar Tarzan e Jane, mas George consegue evitar que levem Tarzan e vão em busca de salvar Jane e pessoas da aldeia que foram feito de escravos. Bom galera confesso que nunca fui muito fã dessa história, mas como sei que muitos gostam e sou muito fã de Chistoph Waltz e a jovem Margot Robbie resolvi assistir, bom os efeitos especiais tem horas que falham muito, mas tem horas que agradam, Alexander Skarsgard faz um Tarzan muito bom, sem carisma algum e em forma, Waltz mais uma vez impressiona como o vilão, Margot já é uma das melhores atrizes da atualidade e olha que ela é australiana, Samuel L Jackson sempre ótimo, destaco o elenco neste filme e algumas cenas que ficaram muito boas.
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