Êxodo: Deuses e Reis
Média
3,7
2054 notas

300 Críticas do usuário

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Samuel  A.
Samuel A.

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5,0
Enviada em 31 de dezembro de 2014
Nosso Esse Filme Mistura Historia Da Bliblia E Com Um Enredo E Com Cenas Com Muita Ação .
Marcos K.
Marcos K.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de dezembro de 2014
Achei o filme espetacular. Uma superprodução cinematográfica, me lembrando muito alguns filmes antigos, como Cleópatra, por exemplo. O elenco dispensa apresentações. O único "senão" foi Moisés e Ramsés serem engolidos por uma onda gigantesca e terem sobrevivido. Afora isso, um grande filme. Aconselho aos amantes do gênero assistir.

Marcos Klévis
Porto Alegre/RS
Bruna S.
Bruna S.

2 seguidores 10 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de dezembro de 2014
muito bom... amei... 3D então, com efeitos maravilhosos... muito bom.mesmo.
Tammy T
Tammy T

5 seguidores 10 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 2 de janeiro de 2015
Um verdadeiro filme épico. Nele tivemos o prazer de assistir grande produção, grande atuação e grande roteiro. Trata-se de história, independente de religião! É um filme que não me canso de assistir. Infelizmente, como já foi dito, o faraó Ramsés (O Grande) teve uma aparição terciária. Esperava mais, uma vez que na história, realmente foi o maior faraó da História do Antigo Egito. Contudo, os principais interpretaram magnificamente bem, o que já era de se esperar em se tratando de Bale, Edgerton e Turturro. Gostaria que Scott dirigisse outros como esse, porque vale a bilheteria. Como fã, já aguardo o DVD. Recomendo!
Diego F.
Diego F.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de dezembro de 2014
Maravilhoso não importando a religião, uma historia muito interessante e adaptada para maior realidade e também lindos e encantadores efeitos de animação.
Jose A.
Jose A.

8 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de dezembro de 2014
A História é Bíblica, mas houve uma maneira retocada e mais moderna de ser apresentada. Efeitos fantásticos, música tipo Gladiador, fotografia maravilhosa, filme atraente, não se dá um bocejo! Na saída do cinema, algumas pessoas me disseram que adoraram o filme. Eu recomendo com nota máxima. Vou assistir mais uma vez, vou avisar meus amigos para irem, também.
Brenda Anielly
Brenda Anielly

3 seguidores 15 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de dezembro de 2014
Excelente interpretação. Movimentado, com novos olhares, mas ao mesmo tempo fiel a história originária de Moisés e Rammasés. Cumpriu o que o mundo cinematograficó poderia prometer dentro de uma história respeitada. Vale lembrar: É um filme! Não um documentário. Impressionar com novas histórias irreais é fundamental p estimular a bilheteria jovem.
Abner Zen M.
Abner Zen M.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de dezembro de 2014
Interessantíssimo, boa reconstituição da época, figurino que deverá levar Oscar, roteiro idem, filme é longo mas vc nem percebe. Efeitos especiais mto bons e na medida. Nos faz pensar como hj nós NÃO saberíamos fazer uma guerra, nos defender, sem aparatos eletrônicos! Vale muita a pena assistir!
Bitt B.
Bitt B.

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de dezembro de 2014
ACREDITO QUE ESTE FILME É MAIS REALISTICO QUE A PRÓPRIA BIBLIA OTIMO!!!
AGORA SE É VERDADE OU NÃO??? ISSO É UM FILME!!!
Airton Reis Jr.
Airton Reis Jr.

25 seguidores 66 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de dezembro de 2014
"Êxodo: Deuses e Reis", de Ridley Scott, é um excelente filme que, para variar, foi incompreendido pela maior parte da crítica brasileira. É uma obra inovadora que humaniza as histórias bíblicas, retirando a magia e introduzindo a natureza e a psiquê como protagonistas e como os verdadeiros instrumentos da ação divina. Assim é que Moisés (Christian Bale) um eficiente general egípcio, amado por Seti (John Turturro), o faraó, e integrado à corte egípcia descobre que sua vida não passou de uma mentira e que, na verdade, é parte da prole de um povo escravizado pela sociedade que admira e à qual defende. Exilado, possivelmente pelo ciúme que despertava no herdeiro do trono, Ramsés (Joel Edgerton), vê-se obrigado a rever os seus paradigmas e então decide tornar-se ele próprio o instrumento da libertação do seu povo. E é então que Scott apresenta a maior inovação nas leituras cinematográficas dos episódios bíblicos: a própria vontade de Moisés de exercer o protagonismo que lhe foi cerceado com o exílio é personificada através de uma criança voluntariosa, com a qual dialoga para por em prática a missão que se auto impôs, restando à Natureza e ao Universo (observe os figurinos do menino para verificar a associação deliberada ou não com as mitologias orientais, como o budismo, que associam vontade e natureza) o papel de coadjuvantes para que ele ponha em prática o seu plano e, afinal, liberte o seu povo da escravidão, sem magia, valendo-se de um recurso que projeta essa vontade e fé realizadora em um alter ego infantil, algo que a crítica nacional e estrangeira interpretou erroneamente como a representação divina na forma de "um deus menino autoritário e cruel". O diretor cogita: seria o voluntarismo pueril e infantil o verdadeiro motor da fé, não como simples esperança, mas como poder realizador? Sem dúvida, uma obra cinematográfica inovadora, equilibrada e eficiente na transmissão de sua mensagem a quem quiser prestar atenção.
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