Êxodo: Deuses e Reis
Média
3,7
2054 notas

300 Críticas do usuário

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Valter D.
Valter D.

16 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 26 de dezembro de 2014
Excelente releitura, emocionante, vale a pena assistir. Showwwwww!!!
Enos F.
Enos F.

17 seguidores 6 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de dezembro de 2014
Bem, finalmente assisti ao filme Êxodo: deuses e reis, de Ridley Scott, com roteiro de Adam Cooper, Bill Colage e Steven Zaillian. Pra começar, o filme não dá tédio. Pois estamos falando de Ridley Scott que é um belo diretor e o filme acompanha tal direção. O filme é épico, bem acabado, com fotografia/efeitos especiais de alto nível. Mas infelizmente aos religiosos [um tanto fervorosos] o filme não é "cristão", ele mescla um tanto ciência e religião/mito. O filme é interessante ao que o diretor propõe: recontar a história de Moisés a partir de novas possibilidades. A história do Egito com as paisagens e alguns costumes são quase perfeitos.Nisso ele faz com maestria, porque afinal ninguém nunca saberá o que fato aconteceu à 1.300 a.C (mais de 4 mil anos nos dias atuais). Mas sabe-se que o "mito" de fato existe, e foi a partir de alguma realidade. Fé para alguns e ciência para outros (ou a mistura de ambos) explica o que de fato ocorreu naquele período "fatídico". Isso faz o filme ser excelente? Não, o filme é bom/muito bom mas tem erros um pouco exagerados ou desnecessários. Fazendo um pouco de "spoiler", spoiler: God "é visto" como um menino com aspectos de Yaveh, um pouco bizarro pra mim.
O "profeta Moisés" respeitado em todas as religiões, é reduzido a um "ex-principe do Egito de origem hebraica" que por saber que era de uma "raça inferior" viu-se acabar praticamente o rumo de sua vida. O - eterno Batman - Christian Bale fez o que pode, mas o "roteiro" não consegue exaltar Moisés. Igual a Noé, Moisés é humanizado, mas é muito inseguro, talvez seja pela "inércia" teórica/teológica sobre a idéia de Deus na atualidade. Se ele apareceu antes, porquê hoje ele sumiu? Moisés nem passa perto de um líder que seguiu seu povo perante à uma "abertura do Mar Vermelho", [a passagem do Mar Vermelho é polêmica, aviso desde já] ficando como um "líder militar" de ações meramente e/ou militares. No mais, Joel Edgerton como Ramsés consegue representar uma "frieza" de forma considerável. Mas o filme não consegue ter protagonistas. Tampouco Moisés como Ramsés. Josué e até "God" (ou seu mensageiro/anjo) não conseguem ter atenção especial. Os efeitos especiais apenas "visam" explicar fenômenos naturais e deixando de lado, os "possíveis" sobrenaturais (ficando em duvida em algumas pragas e obviamente ao "Moisés falar com Deus")
Talvez meu 53% lado cristão dê o veredicto da nota e da opinião..
Mas o filme é muito bom, desde que você não espere um filme meramente "cristão". Vale a pena.
Talvez por eu ter assistido o épico e [parece que eterno e mais perfeito] "Dez Mandamentos" de Cecil B. DeMille (1957) e o "épico" Charlton Heston como Moisés sempre fique lembrado na minha cabeça, a nota é boa, mas não entra no rol dos melhores dos melhores
Luciana F.
Luciana F.

16 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de dezembro de 2014
Sem comparar com outros filmes Êxodo: Deuses e Reis é uma super produção com ação do início ao fim.
São 150 minutos de adaptação realista da história bíblica do Êxodo, segundo livro do Antigo Testamento.Moisés (Christian Bale está perfeito), nasceu entre os hebreus na época que o faraó ordenava que todos os homens hebreus fossem afogados. Quando se torna adulto, Moisés recebe ordens de Deus (representado por um menino que toda hora aparece no filme e tem momentos que se torna chato) para ir ao Egito, na intenção de liberar os hebreus da opressão, no caminho enfrenta a travessia do deserto e Mar Vermelho auge do filme.
Deixando o lado religioso assista o filme como uma bela história.
Muitos efeitos e emoção Êxodo leva alguma estatueta.
Gisele F.
Gisele F.

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 26 de dezembro de 2014
O filme é, literalmente, épico. Obviamente, não segue passo a passo cada versículo bíblico, o que não tira seu sucesso em retratar a história lá contada. Toda e essência está ali, a ira e inveja de Ramsés, a descrença inicial de Moisés, a luta pela libertação do povo Hebreu. As atuações e a fotografia do filme dispensam comentários, sobretudo a fotografia que é espetacular. As 2:30h de filme podem parecer longas, mas não são. É uma história bem contada e bem desenvolvida, foi uma grata surpresa, sem dúvida alguma.
Madson D.
Madson D.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de dezembro de 2014
Assisti hoje “Êxodo – deuses e reis” e achei um filmaço muito bom. Recentemente Ridley Scott vinha sempre errando o alvo seus últimos filmes foram ruins, tanto “Prometheus” como “O conselheiro do crime”, porém neste filme o diretor se reencontrou com a qualidade. Alguns Católicos mais fervorosos podem criticar o filme por Moisés ser um general tipo Gladiador e alguns aspectos bíblicos terem sido alterados, porém deve-se considerar que o filme é uma obra independente com suas características próprias. É bem fácil aparecer críticas ao filme por achar ele parecido em alguns momentos com o próprio Gladiador, mas eu achei um ponto positivo, pois ele traz seu melhor épico desde o próprio Gladiador. O único ponto que posso falar mal deste filme é a atuação de Christian Bale que não acrescentou nada Moisés poderia ser interpretado por qualquer ator da Record.
Kayo B
Kayo B

62 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de dezembro de 2014
CHEGAMOS AOS CRÉDITOS DE "ÊXODO- DEUSES E REIS"! Atualmente Ridley Scott é quem mais sabe filmar cenas faraônicas de batalhas épicas e em seu novo filme não é diferente. Acho que tenho a liberdade de dizer que o "jeito" do filme é bem diferente de "Noé", que queria mostrar um lado totalmente diferente do bíblico,não que esse filme seja 100% fiel a Palavra de Deus,mas mostra a mensagem. O elenco se encaixa bem, destaque especial para a dupla de protagonistas: Christian Bale como Moisés e Joel Edgerton como Ramsés,nos mostram uma sintonia muito boa. Os efeitos especiais estão sensacionais, o filme é extremamente belo visualmente,ainda mais se for presenciado em 3D ou,como presenciei, em Imax 3D. Os planos aéreos e longos de Scott fazem o filme crescer, especialmente para mim, que acho o Egito uma das terras mais lindas deste planeta.A cena da travessia do Mar Vermelho é linda,de encher os olhos. Mas o filme também não é só maravilha! Scott sempre teve dificuldade para contar uma história, a narrativa as vezes é falha, alguns diálogos são repetitivos, mas nada que tire muito da beleza do longa. E ainda temos Sigourney Weaver,que não faz nada o filme inteiro, é extremamente mal aproveitada. Gostei bastante do filme e recomendo. E apesar de ter 2 horas e 40 minutos, não me cansou como "Interestelar." Nota 8/10.
Obs: "O príncipe do Egito" continua sendo o melhor filme da história de Moisés.
Paulo C.
Paulo C.

4 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de dezembro de 2014
Mais uma bela obra do diretor Ridley Scott. Uma visão mais abrangente do sofrimento da época.
Leticia G.
Leticia G.

10 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de dezembro de 2014
O filme, diferente do também baseado em uma história bíblica, Noé, é mais fiel ao que tem relatado no livro sagrado. Mostrando o lado mais humano dos personagens ( principalmente o de Moisés) a história é cheia de ação e bons efeitos especiais. Você ficará preso a tela do cinema do início ao fim!
Mônica C
Mônica C

2 seguidores 11 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de dezembro de 2014
Fotografia de primeira. Ótimos atores. Vale a pena assistir.
Rosemary M.
Rosemary M.

11 seguidores 29 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de dezembro de 2014
Não é fácil fazer um filme com tema bíblico e agradar a um público amplo. Como cristã, não descaracterizando o livro, ou saindo completamento fora, alguma licença poética aceita-se. Pois, a gente não engole, cada roteiro adaptado de livros seculares? Ao meu ver, este filme nesse sentido foi bem. Enxergo como um relato mais para histórico, com incidentes naturais .....nada naturais. Figurino, efeitos especiais, fotografia, excelentes. Christian Bale, maravilhoso como sempre: um Moisés crível, humano e bem atual, que sofreu uma mudança na sua maneira de enxergar toda a vida. John Turturro ( Faraó Seti) e Joel Edgerton (Ramsés), apesar de não me emocionarem, me chamaram para perto, para saber quem eles eram. Ben Kingsley e Aaron Paul foram eficientes. O resto, me pareciam....um blend de nobres ingleses, romanos e egípcios muuito afetados e enfastiados. Era proposital? spoiler: Sigourney Weaver desperdiçada em uma ponta, que não entendi até agora a razão do papel.....
Outra limitação: a fuga de Moisés do Egito, e algumas cenas, eram arrastadas, sem uma necessidade aparente.Compensando, gostei da visão de Deus como criança; a oração apareceu no filme, como é: uma conversa com interlocutores se aproximando e se permitindo conhecer mais e mais. Diferente e interessante, como as pragas foram apresentadas, e como Deus anunciou a Moisés como faria. No geral, eu enxugaria algumas cenas spoiler: . Mas, ficou a sensação de que Ridley Scott está loucamente querendo fazer um novo Gladiador.... e se for essa a motivação dos filmes épicos dele ( Cruzada, Robin Hood)......
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