Êxodo: Deuses e Reis
Média
3,7
2054 notas

300 Críticas do usuário

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Matheus M.
Matheus M.

17 seguidores 12 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 2 de janeiro de 2015
Um filme na minha opinião com uma boa produção, mas com um roteiro horrível. O filme se salva um pouco depois que começam as pragas. Mas Deus sendo retratado com uma criança não da! Alem de alterarem informações importantes
tiago Mota
tiago Mota

3 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 31 de dezembro de 2014
gostei do filme,mas conteúdo histórico e ficurino foi nota zero maiúsculo,bom figurino,não e figurino bonito é figurino correto e erraram muito,já o conteúdo histórico foi infantil e preguiçoso, pois nem se deram ao trabalho de pesquisar,na época de Ramsés as piramides já eram relíquias,por tanto impossível os "escravos hebreus" terem construídos na época desse faraó, além disso já foi provado que templos e pirâmides foram feitos por profissionais e não por escravos ( grifei escravos hebreus,pois já foi mais que provado que o Egito só mantinham escravos de guerra,o que não diz respeito aos hebreus) e outra na época do médio império época do ramses- o grande havia no Egito uma população média de 400 mil pessoas,logo e impossível ter 400 mil escravos,e nefertite e Tutancâmon são do novo império,por tanto o que mini estatuas dessas pessoalidades estavam fazendo na maquete do templo de Ramsés, sendo que Tutancâmon e nefertiti ainda nem existiam?..... e a sacerdotisa também esta usando um adorno de cabeça que foi exclusivo de nefertiti,aquela trança na cabeça raspada do ministro de guerra era um corte exclusivo para crianças,e não para qualquer criança ...só o príncipe sucessor do trono podia usar,as egípcias normais deveriam usar um vestido que deixasse seu seio esquerdo a mostra,mas isso e relevante.... bem nem consigo listar tudo,mas enfim tudo isso e fácil de entender afinal a obra original tem ainda
Pedro Neto L.
Pedro Neto L.

3 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 31 de dezembro de 2014
"Vemos as coisas conforme nosso estado de espírito"...Mas eu penso que o filme como obra cinematográfica é bom, mas como cinéfilo que sou digo que se o diretor explorasse melhor a história bíblica e também o contexto da história a produção "cairia melhor na graça do povo". Sou cristão e para quem deseja assistir o filme com um senso critico teológico eu não recomendo, pois irá se decepcionar.
Paulo  H.
Paulo H.

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 31 de dezembro de 2014
Infelizmente , a moda agora e Fazer filmes Bíblicos mais "realistas" e viram outros filmes como este , nada contra mais porque quando fazem filmes baseados em livro como crepúsculo por exemplo eles conseguem ser mais fieis a historia do que quando se trata de personagens Bíblicos?

Bom filme e filme e recomendo pra quem quiser ver um filme de ação.
Bia F.
Bia F.

16 seguidores 9 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 30 de dezembro de 2014
Bons efeitos especiais, bons atores, mas não vale o 3D... Tem aquela velha história "o livro é melhor que o filme". É um filme médio.
Luis E.
Luis E.

2 seguidores 2 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 29 de dezembro de 2014
Nada a ver com a bíblia
O filme é muito legal mais em questões religiosas foi como o filme Noe nada a ver tbm com a bíblia
Felipe A.
Felipe A.

15 seguidores 4 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 29 de dezembro de 2014
Talvez as críticas feitas ao filmes sejam um tanto duras, muito provavelmente pelo tanto que se esperava dele, não é um filme de fato ruim, apenas não é um filme bom. Duas horas e meia de filme são de fato uma tortura, uma história fraca, com claras intenções de ser apenas mais um blockbuster hollywoodiano, faltou muito pra entregar o que prometeu.
Yasmin F.
Yasmin F.

13 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 29 de dezembro de 2014
O Filme de Ridley Scott ÊXODO – DEUSES E REIS é uma releitura do relato bíblico do livro de êxodo que narra o famoso milagre da travessia do mar vermelho. Contudo, o diretor não seguiu a risca os acontecimentos. Considerando que ele sendo ateu, não teria a mesma visão que um religioso tem, por isso, retirou do filme a imagem de Deus, construída na Bíblia e a rebaixou a uma criança “arrogante”, acabando por retirar também a ação milagrosa de Deus na abertura do mar.
Os erros em relação ao “script” original são evidentes, basta apenas ao leitor ler a Bíblia sagrada que perceberá que a cena da sarça ardente está completamente equivocada, (sob o ponto de vista bíblico), já que Deus foi retratado como uma criança, e a conversa deles foi rápida e o diretor fez com que esse episódio parecesse uma ilusão da cabeça de Moisés, algo como uma “esquizofrenia” ou “delírio”; uma ironia, percebo, pois, na mente de um não cristão, “como poderia Deus falar como um homem por meio de uma planta que não queima?” então deixou que o telespectador decida por si mesmo a questão: delírio ou fato.
Outro, entre tantos equívocos, spoiler: está no fato de que os dez mandamentos foram escritos por Moisés.
Aliás, os dez mandamentos foi um momento peculiar no relato Bíblico, se a direção tivesse feito igual ao original, teria melhorado o filme, já que a entrega deles envolve monte, fogo, trovões e terremotos – os efeitos seriam incríveis. Mas enfim, foram demasiados tropeços.
Quero deixar mais claro outro aspecto. Em determinado ponto do filme passa-se um diálogo entre Moisés e o vice-rei que cuidava da cidade de Pitom. Nele o homem ironiza o povo de Israel dizendo que o próprio nome deles – Israel- significa “brigar com Deus” em contra partida, Moisés refuta afirmando que não é brigar e sim “lutar”. Para tentar deixar mais nítida essa questão explico a vocês, caros leitores. Na verdade quem me esclareceu sobre isso foi o Dr. Rodrigo Silva em uma palestra realizada em Teixeira de Freitas – BA. Explica que o povo de Israel não se curva sem antes questionar, é aquela velha frase “duvidar para crer”, aqueles que obedecem cegamente sem outrora terem tido um encontro com Deus, quase que um confronto, não seguem o exemplo bíblico, como por exemplo a história de Jó e de Jacó, ambos questionaram a Deus, e por isso vieram a entender seus planos e ações. Esse é a síntese do sentido dessa expressão.
Ao ler as outras criticas referente ao filme, percebi que muitas delas dizem mais ou menos assim: “muitos cientistas afirmam que não existem prova científica para a história do mar vermelho”. Curiosa que sou, foi atrás dessas provas, que já tinha lido em algum lugar antes. Foram achadas aquelas que podem ser as rodas das carruagens do exército egípcio, muitos cientistas concordam que pode ser devido às evidencias; foi o arqueólogo Michael Rood quem encontrou através de filmagem subaquática. Os cientistas Carl Drews e Weiging Han fizeram uma pesquisa para descobrir se era possível o mar formar essa coluna de água descrita na Bíblia. Considerando o relevo da época, descobriram que se o vento estivesse a 100km/h, em um período de 12 horas seria possível ocorrer de o vento levantar o mar. Portanto é até mais lógico crer nas colunas de água.
Porém o que mais preocupa é a construção da imagem de Deus feita nessa película. Os sites que discorrem sobre o filme o definem assim: “criança insolente” “birrenta” “autoritário” “arrogância apressada” “Deus infantil” “decidido” “cruel” entre outros. Sabe-se que o Deus de Israel não é assim. Ele quer proteger seus filhos para que não conheça a própria pele as consequências dramáticas do mal. É o Deus amor, por que Ele é o amor, então jamais teria essas características, apesar de ás vezes parecer, já que vemos tudo com o olhar humano limitado. Talvez a aparência de um Deus autoritário tenha a ver com a passagem bíblica que diz: “Deus endureceu o coração de faraó” (Ex. 9:12). Porém é preciso analisar algumas questões. O arqueólogo Dr. Rodrigo menciona que “A ideia de um faraó de coração duro pode ser ainda mais esclarecida se atentarmos para o fato de que o estudo de várias múmias revelou o estranho costume egípcio de colocar dentro do corpo mumificado um escaravelho de pedra bem no lugar do coração” assim o a palavra traduzida por endurecer tem sentido de “tornar em pedra” e não a conotação que o português tem dessa palavra, no sentido de que Deus não deu o livre arbítrio para o faraó.
Esclarecido, então, Deus pelo contrário, não é birrento, mas misericordioso, mandou as pragas a fim de provar que Ele é o único Deus, e retirar o pensamento de faraó que ele é o deus. Cada praga foi uma oportunidade para o líder egípcio de arrepender e deixar o povo ir, mas precisou de dez pragas e o milagre do mar para que entendesse a soberania do Deus de Israel. Então não é infantil um ser que quer perdoar mesmo diante de tantas ofensas a Ele feitas, um ser que opera milagres, que fala com o povo, que mostra o caminho a seguir, através dos mandamentos. Esse é o Deus que Scott negou em seu filme.
Não foi a toa que o filme foi proibido de assistir no próprio Egito e nos Emirados Árabes, pois as autoridades consideraram a reprodução “distorcida” (R7). E é bastante. Entendam que ao fazer um filme baseado em um livro é de se esperar que venham as críticas, pois os leitores querem ver o enredo semelhante ao relato escrito, assim, os que leem a Bíblia, o livro que baseou Ridley, é justo que se pronunciem como qualquer leitor de outro livro o faria.
Portanto, jovens, cuidado ao assistirem essas produções hollywoodianas que são a contrafação a verdade por que “água mole em pedra dura, tanto bate até que fura”, quanto mais assistirmos essas coisas, mais acharemos normal, e um dia iremos acreditar nelas. Esse é o poder da contemplação. Cuidado com as entradas da alma: visão e audição.
Por Yasmin Freitas.
John C.
John C.

7 seguidores 3 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 29 de dezembro de 2014
É um filme de ficção, com um pouco de aventura e uns toques dramáticos. E é baseado na ficção biblica, onde tal historia nunca aconteceu na vida real, nao existem registros historicos, nao ha documentacao confiavel, nao ha evidencias que comprovem a veracidade biblica, nada de nada. Nao ha nem mesmo registro de que a pessoa chamada "Moises" um dia existiu como personagem real. E segundo consta, a mitologia de Moises é muito parecida com a de Sargão II (que viveu muito tempo antes das lendas biblicas). E em estudos arqueologicos promovidos por Israel Finkelstein, foi observado e comprovado de que o Exodo nunca aconteceu de verdade. Nao é para levar o filme e nem a Biblia a sério, devendo ser tratadas apenas como ficção recreativa, sem nenhuma intencao ou pretensão de veracidade. Nem mesmo na Historia Oficial do Egito ou na ciencia da Egiptologia, nao ha nenhuma menção a essas lendas biblicas.
Mr. Clóvis
Mr. Clóvis

3 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 28 de dezembro de 2014
É difícil entender o que se passa na cabeça do diretor e do roteirista quando de deparam diante da grandiosidade de um texto bíblico que é conhecido por milhões de pessoas e já foi um grande sucesso nas telas do cinema.O que fazer? Mais do mesmo? Inovar totalmente? Neste caso Ridley Scott optou por fazer a média com tudo e todos e não agradou a ninguém.
Ridley optou em dar enfase às imagens e negligenciou a estrutura do enredo tornando o filme insípido e sem emoção. Basicamente todos os pontos onde fugiu da estrutura do texto bíblico ele decepciona, criando um enredo empobrecido em relação ao original. Por exemplo, ele opta em não incluir no roteiro todo o embate entre Moisés e o Faraó quanto à necessidade de libertar o povo e as ameaças feitas, praga a praga. Mas é possível retirar isto do texto sem ferir a essência, a motivação das pragas? Ao que parece Ridley tenta demonstrar que não houve ameaças mas que por coincidência tudo aconteceu quanto Moisés apareceu, o que levou Faraó achar que estavam ligadas a ele. Esta fuga do misticismo num filme que tem base mística é tolice e deixa o enredo fraco, sem impacto.
Ridley também falhou ao incorporar emoção aos personagens. Eles parecem estar fazendo um filme. Não tem relacionamentos profundos e reais.
Por fim, sua opção em fazer de Deus expressar-se através de uma criança para inovar não encaixa com o peso das decisões e tensão da ocasião. Deus é um personagem por demais importante no contexto e não podia ser renegado, como foi a uma participação pueril e de pouca expressão.
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