Êxodo: Deuses e Reis
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3,7
2054 notas

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Gea B.
Gea B.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 18 de janeiro de 2015
O enredo fabuloso intrigante mas manteve o propósito final.Eu particularmente amei o fil
me!
Sergio L.
Sergio L.

4 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 14 de janeiro de 2015
Fui ao cinema com minha esposa assistir o filme: Exodo: Deuses e Reis - já tinha ouvido comentários não muito bons a respeito do filme, mas mesmo assim me arrisquei. Para quem espera uma filme fiel ao livro Sagrado, não percam seu tempo.O filme além de não contar a historia com mais riquezas de detalhes pecou na falta de efeitos especiais. O que salvou o filme foi a experiência 3D, fora isso o filme é uma simples paráfrase mal feita da história biblica. Ainda bem que eu e minha esposa pagamos meia-entrada, assim afrustraçao foi menor. Os filmes antigos que narram esta passagem do exôdo são melhores, tanto quanto a fidelidade bíblica, quanto a de efeitos especiais. Fica a dica!
Cynthia C.
Cynthia C.

9 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 14 de janeiro de 2015
o Filme não apresenta nada de extraordinário, é só uma leitura clássica da Bíblia e a história de Moisés. Pouca ação, filme muito cansativo, sem efeitos visuais marcantes, enfim, uma perda de tempo para mim. E uma perda de tempo para o maravilhoso ator Christian Bale, que desperdiçou seu alento na pele de Moisés.
Sylvestre
Sylvestre

3 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 11 de janeiro de 2015
Tendo em vista o elenco... poderia ter sido bem melhor.
Leonardo d.
Leonardo d.

18 seguidores 73 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de abril de 2015
Embora criador de belas imagens, Ridley Scott, munido de um roteiro esquemático e previsível, toca uma direção convencional (a associação óbvia de Ramsés e uma serpente para evidenciar sua vilania; Ramsés papeando com seu filho "Você dorme bem porque é amado" - uma cena extremamente constrangedora e deslocada que tenta, com superficialidade, perscrutar a personalidade amarga do irmão de Moisés; Deus que aparece apenas para Moisés, que, na perspectiva dos outros, é como se estivesse falando sozinho; o herói cavalgando solitário por vales e montanhas, em plano aberto). Há matéria-prima suficiente para fazer de Moisés um personagem denso e interessante (poderia ter sido mais bem explorada, por exemplo, sua tormenta interior de se descobrir hebreu, passando de opressor para oprimido), mas Scott prefere o lugar-comum de Moisés-abandona-familia-para-lutar-pelo-povo, um chavão hollywoodiano que não produz os efeitos desejados. Em síntese, o filme tenta se sustentar na produção de grandiosidade bíblica, mas não há nada ali que justifique tanto desperdício.
Daniel Morais
Daniel Morais

6 seguidores 15 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 8 de janeiro de 2015
Estou partindo do pressuposto que eu não conheço o que está escrito na bíblia, não por não acreditar, por realmente desleixo de não procurar saber.
Partindo desse ponto, eu analiso o filme da seguinte maneira, esquecendo que o filme foi baseado em passagens bíblicas e etc. O filme é monótono, sem graça, não te empolga, você não fica torcendo para algum personagem, o vilão não consegue ser VILÃO, o mocinho é pouco cativante e blá blá blá.

Eu fui ao cinema assistir esse filme, porque o trailer do filme estava melhor do que o próprio filme, na verdade o trailer me enganou, eu esperava bem mais do filme, eu esperei por mais cenas de ação, por mais cenas emocionantes, por mais cenas de efeitos especiais. Logo eu, que não sou muito fã de filmes de ação, simplesmente pelo fato de serem de ação.

Eu recomendei para os meus amigos que querem assistir o filme e ainda não foram assistir, que não vá, porque o filme é chato e decepcionante. Não enumerei e nem citei nomes, porque o problema do filme não é culpa em si só do diretor, ou só de algum ator ou atriz. A culpa do filme não ser agradável de ser assistido é um conjunto de erros de roteiro, interpretação que não para por aí, mas vamos ficar só nisso, que acho que já é o suficiente.
Marcio R.
Marcio R.

3 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 5 de janeiro de 2015
Na mesma jogada de marketing que Noé só que menos agressiva Êxodo decepciona na tentativa de ser imparcial. Os cansativos 151 minutos de filme não foram suficientes para o diretor de O Gladiador desenrolar e não deixar alguns personagens desconectados na história.
Assim como Darren Aronofsky (Noé) , Ridley Scott é ateu e por esse motivo não se pode esperar muita coisa de Deus no filme, com tudo mesmo sabendo disso e não querendo entrar em detalhes teológicos “onde houve diversas estranhezas” spoiler: achei um tanto desrespeitoso o acontecimento mais conhecido da história de Moisés ser grosseiramente modificado por um esvaziar de mar por conta de um meteoro.
Êxodo só prova que é muito difícil sair um bom filme quando não se acredita na história que ele conta, no máximo um filme mediano por conta de efeitos especiais, belíssimas fotografias e boas atuações como a de Christian Bale.
João M.
João M.

1 seguidor 9 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 5 de janeiro de 2015
Não chega nem aos pés de : os dez mandamentos, esse sim um filmaço.
Decepção com ridley scott
João Pedro C.
João Pedro C.

14 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 5 de janeiro de 2015
História não envolve, e no filme inteiro não conseguia diferenciar hebreus dos egípcios cíveis..muito fraco a história mal contada
Tássia L
Tássia L

10 seguidores 11 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 4 de janeiro de 2015
Assisti o filme Exodo hoje e refletindo cheguei as seguintes conclusões:Sou uma pessoa de sorte por ter sido apresentada aos filmes "antigos" (mas que na verdade são atemporais tamanha qualidade) da época de ouro do cinema.Digo isso porque cada vez mais noto que os filmes são puramente comerciais, um produto que esbanja tecnologia mas que não consegue emocionar o telespectador.
O Exodo é lindo fotograficamente falando, mas é tão valorizado pelos seus efeitos especiais, que a trama e a boa interpretação dos personagens passa a ser uma questão secundária no filme.Sigourney Weaver coitada, se teve dez frases no filme todo foi lucro. Ben Kinsgley também.

Incrível é que o filme Os dez Mandamentos que é datado de 1956 (!!!), não possuía nem metade da tecnologia atual e ainda sim conseguiu (e consegue até hoje) convencer e emocionar quem o assiste através de sua trama e de seus inúmeros personagens cativantes, rigorosamente bem interpretados e carismáticos do começo ao fim.
Neste filme, a boa interpretação vai além da figura de Moisés e do faraó Ramsés, ela está em toda parte como por exemplo no escultor de caráter Josué, a mãe hebreia Yochabel, a apaixonada egoísta e vingativa princesa Nefretiri, o hebreu "vendido" Dathan ...e por aí vai!Sem contar os bons valores que o filme nos transmite, levantando questões como o motivo de um homem ser escravo, se ele é como todos os outros, sendo que o que difere é apenas um título, a retidão de caráter e honra, o brotar do senso de justiça.

Amigos, Exodo é uma boa distração. Os dez Mandamentos é uma obra de arte.Se querem entretenimento, esperem o dvd e aluguem, nada de pagar caro num filme comum cujo diferencial são os efeitos especiais.Agora, se querem entretenimento E SUSPIRAR depois, aluguem Os Dez Mandamentos, vale a pena.
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