Êxodo: Deuses e Reis
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3,7
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Rosemary M.
Rosemary M.

11 seguidores 29 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de dezembro de 2014
Não é fácil fazer um filme com tema bíblico e agradar a um público amplo. Como cristã, não descaracterizando o livro, ou saindo completamento fora, alguma licença poética aceita-se. Pois, a gente não engole, cada roteiro adaptado de livros seculares? Ao meu ver, este filme nesse sentido foi bem. Enxergo como um relato mais para histórico, com incidentes naturais .....nada naturais. Figurino, efeitos especiais, fotografia, excelentes. Christian Bale, maravilhoso como sempre: um Moisés crível, humano e bem atual, que sofreu uma mudança na sua maneira de enxergar toda a vida. John Turturro ( Faraó Seti) e Joel Edgerton (Ramsés), apesar de não me emocionarem, me chamaram para perto, para saber quem eles eram. Ben Kingsley e Aaron Paul foram eficientes. O resto, me pareciam....um blend de nobres ingleses, romanos e egípcios muuito afetados e enfastiados. Era proposital? spoiler: Sigourney Weaver desperdiçada em uma ponta, que não entendi até agora a razão do papel.....
Outra limitação: a fuga de Moisés do Egito, e algumas cenas, eram arrastadas, sem uma necessidade aparente.Compensando, gostei da visão de Deus como criança; a oração apareceu no filme, como é: uma conversa com interlocutores se aproximando e se permitindo conhecer mais e mais. Diferente e interessante, como as pragas foram apresentadas, e como Deus anunciou a Moisés como faria. No geral, eu enxugaria algumas cenas spoiler: . Mas, ficou a sensação de que Ridley Scott está loucamente querendo fazer um novo Gladiador.... e se for essa a motivação dos filmes épicos dele ( Cruzada, Robin Hood)......
Matheus H.
Matheus H.

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4,0
Enviada em 24 de dezembro de 2014
spoiler: Boa Opção


Depois de Noé, chegou a vez de Moisés aparecer nas telas em 2014. Êxodo: Deuses e Reis narra a história do líder hebreu e sua jornada para libertar seu povo da escravidão egípcia. A maioria das pessoas já conhece a história de Moisés e sabe como o filme vai terminar, sendo que já houve outras adaptações do personagem bíblico no cinema como "Os Dez Mandamentos" (Cecil B. DeMille) "O Príncipe do Egito" (DreamWorks) e entre outros. O filme apresenta bons aspectos técnicos, como os efeitos especiais que são belíssimos, boa estruturação e, em relação ao elenco, Christian Bale tem uma ótima atuação como Moisés, sendo um personagem complexo.

Já Ramsés não expressa totalmente o papel de antagonista, mas tem seus méritos. O longa apresenta um maior grau de fidelidade à Bíblia, ao contrário de Noé que decepcionou por trazer uma história muito diferente da que está nas Escrituras. Êxodo: Deuses e Reis é uma boa opção para um filme de final de ano e por suas características sendo bem estruturado e planejado.
Bruno N.
Bruno N.

7 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 23 de dezembro de 2014
O filme foi bom, esperava mais por estarmos no século 21.Porem a atuação do Christian Bale como personagem principal, foi extraordinariamente esplêndido. (7,0)
Adrielle M.
Adrielle M.

9 seguidores 1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 6 de janeiro de 2015
Fugiu completamente do rumo da história bíblica. Não precisa ser 100% fiel, mas poderia ter, ao menos, seguido as principais coisas...
Rosa Maria Pereira M
Rosa Maria Pereira M

5 seguidores 27 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 22 de dezembro de 2014
Assisti a pré-estréia de Êxodo. Um filme grandioso. O enfoque é muito mais histórico do que religioso, mas totalmente fiel a história bíblica. Como o foco era Moisés, o faraó mais importante da história Egípcia, Ramsés II não recebeu o seu devido valor. Sob o seu comendo o Egito tornou-se o maior império do mundo antigo. Christian Bale como sempre impecável.
Raphael C.
Raphael C.

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 22 de dezembro de 2014
Muito ruim, o antigo filme e o príncipe do egito são muito melhores, dialogos mal feitos, spoiler: não teve tornado de fogo, cajado que vira serpente,
filme muito ruim, melhor ver o antigo!
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 3 de janeiro de 2015
Ao terminar de assistir o filme, não tem como deixar de comparar com Noé, filme épico com personagens da bíblia em forma de ação, e assim como em Noé... o filme falha, a história toda distorcida, origem de Moisés toda errada, o personagem de Ramses é fraco, aliás o ator Joel Edgerton é fraquinho, tem cara de chorão, você não conseguia enxerga-lo como Rei, não sei como um cara carimbado e de sucesso como Riddley Scott escolhe esse ator para ser protagonista junto com Bale, esse sim foi bem, naquele estilo de atuação do Bale, esse longa tem um pouco mais de ação do que Noé, tem inicio interessante e só, você já vai percebendo o quanto eles mudam a história, o problema não é mudar, e sim como você mudou, tirou qualidade, até as pragas do Egito eles mudaram algumas coisas, apesar de serem bem feitas, é uma parte importante da história que eles poderiam ter seguido a risco da história original.

Mais do filme, a ideia de pegar trechos da bíblia e transformar em filmes de ação já é um tanto conturbado, porque você tem que distorce demais a história, imagina se você ainda quer dar toques de humor, o longa tenta de forma desastrada fazer isso com o personagem Ramses, tem alguns pontos positivos, os efeitos são bons, fotografia e ambientação também, mas o destino da história deixa a desejar, continuidade também é um problema no filme, parece esquetes, que nenhuma cena esta ligada a outra, assim... acontece algo forte e em seguida acontece outra parece que ignorando o que aconteceu anteriormente (tirando as pragas do Egito, apesar que feito mais ou menos também), você não sente que esta tudo ligado, a ideia de mostrar a travessia no deserto, mar vermelho, pragas do Egito e mar se abrindo era tão grande que depois parece que eles não sabiam como terminar, fora que arranjaram um Deus criança com sangue nos olhos, deixou a desejar assim como Noé, eles deviam deixar essa ideia de transformar épicos bíblicos em filmes de ação de lado, ou primeiro trabalhar com afinco no roteiro para depois pensar em porradaria e efeitos, o filme só ficou regular.
João Paulo L.
João Paulo L.

1 seguidor 7 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 21 de dezembro de 2014
Fui ontem assistir esse fime !!! (E olha que eu sou um cara que adora cinema e que assisto qualquer tipo de gênero)
na minha opinião é pior que Noé . Todo mundo saindo do cinema reclamando .
O filme não passa nenhuma emoção ..... a sessão 3D não tinha absolutamente nada de 3D .... os efeitos especias totalmente abaixo do esperado ....
Andre P.
Andre P.

7 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de dezembro de 2014
Filme muito bom! Traz a história bíblica de forma possível, Moisés um guerreiro banido com uma grande missão - trazer ao mundo a primeira revelação.
Roberto O.
Roberto O.

26 seguidores 59 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de janeiro de 2015
A carreira de Ridley Scott é uma montanha-russa. Logo em seus primeiros filmes, já escreveu seu nome na história do Cinema. Em 1979, a ficção científica alcançaria outro patamar quando o diretor britânico apresentou ao mundo um conto de terror ambientado no espaço, entrelaçando para sempre esses dois gêneros, com os conceitos inovadores que estabeleceu em Alien – O Oitavo Passageiro. Seu longa seguinte, o igualmente cultuado Blade Runner – O Caçador de Androides (1982), instituiu um visual urbano-futurista até hoje referenciado em inúmeras obras. O road movie Thelma & Louise (1991), com um dos finais mais corajosos e polêmicos já feitos em Hollywood, comprovou a ousadia do eclético cineasta. E Gladiador (2000), vencedor de cinco Oscars, trouxe os épicos de volta. Ele mostrou ainda a delicada questão da retomada de Jerusalém pelos muçulmanos no século XII no também grandioso, porém menos celebrado Cruzada (2005), que merece uma revisitação. O anúncio de que Scott faria uma releitura da história bíblica de Moisés, portanto, gerou um misto de entusiasmo e desconfiança, uma vez que, como a primeira frase deste parágrafo denuncia, os quase 40 anos de carreira do diretor são preenchidos também por vários filmes medianos e até alguns fracassos retumbantes de público e crítica. Qual Ridley Scott, então, dirigiria este aguardado longa: o inspirado ou o equivocado?
Boas e más notícias: como experiência cinematográfica, o filme satisfaz. No quesito fidelidade, contudo, poderá decepcionar àqueles que guardam na memória a imagem de Charlton Heston com o cajado na mão no clássico Os Dez Mandamentos (1956), de Cecil B. DeMille. É sempre válido lembrar, contudo, que o cinema é uma forma de expressão de arte, na qual o autor é livre para criar uma outra versão de fatos já narrados, históricos ou não, e incrementá-los com novos elementos. Do contrário, de que valeria contar de novo a mesma história? O cineasta que conduz a empreitada, portanto, precisa (ou deveria) estar ciente das controvérsias que suas escolhas podem gerar. Que o diga Darren Aronofski, cuja polêmica releitura da história de Noé, lançada em 2014, causou a revolta de diversos grupos religiosos de doutrinas distintas, além de ter decepcionado grande parcela do público, que não identificou naquele patriarca cheio de inquietações vivido por Russell Crowe o bom velhinho que construiu, por ordem de Deus, uma arca para salvar sua família e os demais seres viventes do dilúvio enviado por Ele para ‘lavar’ a Terra. Êxodo – Deuses e Reis, esse mais novo olhar sobre a história de Moisés, também já sentiu o amargo gostinho da rejeição, pois algumas liberdades provocaram inevitáveis discordâncias. A escolha de atores ocidentais para representar egípcios encontrou certa resistência, e a maneira imperialista como o Egito foi retratado fez com que o filme fosse banido por lá. Nestes tempos em que a discussão acerca da intolerância diante da liberdade de expressão está tão em voga, seria ótimo se o simples conceito de diversão e entretenimento fosse levado em conta na hora de se apreciar a um filme, a despeito de suas incongruências. O fato de um longa ser (livremente) baseado nas Sagradas Escrituras torna tudo mais delicado, e só o senso crítico de quem o assiste pode definir sua aceitação ou não. Assim sendo, se você não implicar com as (muitas) incoerências, poderá se deleitar com o deslumbre visual que este novo épico proporciona.
A trajetória do príncipe do Egito, filho adotivo do Faraó, que é exilado pelo próprio irmão – quando este assume o trono e descobre a verdade – e retorna para libertar seu povo, os hebreus (futuros judeus), escravizados por cerca de 400 anos, ganha contornos ainda mais heroicos quando vemos o protagonista como um valente general versado na arte da guerra. Além de hábil em batalhas campais com espada em punho, o Moisés de Christian Bale é austero, decidido e irredutível em suas convicções, alguém que só fará algo se realmente acreditar, do contrário não hesitará em contestar, atitude que toma tanto antes quanto depois de sua conversão. Já seu irmão, Ramsés, vivido com certa sonolência por Joel Edgerton, mantêm durante quase todo o tempo um comportamento similar ao de uma criança mimada. Por falar em criança... a representação visual que Ridley Scott idealizou para Deus é, digamos... singela, deixando aberta a interpretações. Contudo, intrigante mesmo foi ver Moisés só começar a falar com o Criador após ter batido com a cabeça. O cineasta ainda propõe um curioso paralelo: os atentados a bomba (isso mesmo) promovidos pela resistência formada por escravos que Moisés passa a treinar, só desencadeiam represálias por parte do exército liderado por Ramsés. Fica clara a mensagem, que atravessa séculos, de que a violência só gera mais violência, além da clara alusão ao eterno conflito entre judeus e muçulmanos na Palestina.
O elenco conta ainda com grandes nomes, porém pouco aproveitados (Sigourney Weaver mais parece uma figurante de luxo, quase não fala). O embate do longa se dá mesmo entre os dois irmãos (a exemplo de Gladiador, que é focado na rivalidade entre Maximus e Commodus), dos minutos iniciais até o esperado desfecho no Mar Vermelho. Antes de chegar lá, porém, o espectador terá visto as pragas lançadas sobre o Egito de uma maneira visualmente interessantíssima, com o acréscimo da especulação gerada pelo roteiro de que haveria explicações científicas para cada um daqueles fenômenos da natureza. Há a sugestão de que uma praga geraria a outra, que geraria a outra... até chegarmos ao ponto em que argumentos racionais não fazem mais sentido, e não haja outra alternativa para Ramsés senão reconhecer o sobrenatural, e conceder a tão sonhada liberdade ao povo hebreu. E, se há quase 60 anos, no clássico Os Dez Mandamentos, o mundo ficou maravilhado com a abertura do Mar Vermelho, chegou a vez da nova geração se impressionar com o fechamento deste mesmo mar, com efeitos visuais ‘tsunâmicos’.
Equivocado em algumas liberdades que tomou no roteiro e na edição que prejudicou o desenvolvimento de personagens secundários vividos por grandes atores, mas inspirado em certas analogias que fez, e na construção de cenários grandiosos dignos de serem emoldurados e expostos em uma galeria de arte, tamanha a beleza de suas imagens, Ridley Scott concebeu mais um épico memorável em sua carreira, com esta versão que fez para a famosa, bela e profética história de Moisés. Se já faz algum tempo que temos visto mais baixos do que altos nesta montanha-russa que tem sido a carreira do cineasta, pode ter chegado a vez de, quem sabe com uma ajuda divina, subir novamente a montanha.
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