Êxodo: Deuses e Reis
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3,7
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Antonio G.
Antonio G.

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2,5
Enviada em 26 de dezembro de 2014
Uma grande produção, com atores consagrados porem deixou a desejar. O tema escolhido é muito rico e poderia ser muito mais explorado, porem havia uma certa preocupação de desmistificação. Essa preocupação fez com que em determinados momentos o enredo ficasse um pouco confuso. Inicialmente Moisés se torna um rebelde e em seguida o filme toma outra vertente com um Moisés mais pacifico. Algumas situações como o fato de Moisés e o faraó sobreviverem ao impacto da onda no mar vermelho enquanto todos os soldados foram trucidados deixaram o filme sem nexo. Assim diante de um tema tão rico em detalhes faltou competência para explora-lo com maior eficiência.
Enos F.
Enos F.

17 seguidores 6 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de dezembro de 2014
Bem, finalmente assisti ao filme Êxodo: deuses e reis, de Ridley Scott, com roteiro de Adam Cooper, Bill Colage e Steven Zaillian. Pra começar, o filme não dá tédio. Pois estamos falando de Ridley Scott que é um belo diretor e o filme acompanha tal direção. O filme é épico, bem acabado, com fotografia/efeitos especiais de alto nível. Mas infelizmente aos religiosos [um tanto fervorosos] o filme não é "cristão", ele mescla um tanto ciência e religião/mito. O filme é interessante ao que o diretor propõe: recontar a história de Moisés a partir de novas possibilidades. A história do Egito com as paisagens e alguns costumes são quase perfeitos.Nisso ele faz com maestria, porque afinal ninguém nunca saberá o que fato aconteceu à 1.300 a.C (mais de 4 mil anos nos dias atuais). Mas sabe-se que o "mito" de fato existe, e foi a partir de alguma realidade. Fé para alguns e ciência para outros (ou a mistura de ambos) explica o que de fato ocorreu naquele período "fatídico". Isso faz o filme ser excelente? Não, o filme é bom/muito bom mas tem erros um pouco exagerados ou desnecessários. Fazendo um pouco de "spoiler", spoiler: God "é visto" como um menino com aspectos de Yaveh, um pouco bizarro pra mim.
O "profeta Moisés" respeitado em todas as religiões, é reduzido a um "ex-principe do Egito de origem hebraica" que por saber que era de uma "raça inferior" viu-se acabar praticamente o rumo de sua vida. O - eterno Batman - Christian Bale fez o que pode, mas o "roteiro" não consegue exaltar Moisés. Igual a Noé, Moisés é humanizado, mas é muito inseguro, talvez seja pela "inércia" teórica/teológica sobre a idéia de Deus na atualidade. Se ele apareceu antes, porquê hoje ele sumiu? Moisés nem passa perto de um líder que seguiu seu povo perante à uma "abertura do Mar Vermelho", [a passagem do Mar Vermelho é polêmica, aviso desde já] ficando como um "líder militar" de ações meramente e/ou militares. No mais, Joel Edgerton como Ramsés consegue representar uma "frieza" de forma considerável. Mas o filme não consegue ter protagonistas. Tampouco Moisés como Ramsés. Josué e até "God" (ou seu mensageiro/anjo) não conseguem ter atenção especial. Os efeitos especiais apenas "visam" explicar fenômenos naturais e deixando de lado, os "possíveis" sobrenaturais (ficando em duvida em algumas pragas e obviamente ao "Moisés falar com Deus")
Talvez meu 53% lado cristão dê o veredicto da nota e da opinião..
Mas o filme é muito bom, desde que você não espere um filme meramente "cristão". Vale a pena.
Talvez por eu ter assistido o épico e [parece que eterno e mais perfeito] "Dez Mandamentos" de Cecil B. DeMille (1957) e o "épico" Charlton Heston como Moisés sempre fique lembrado na minha cabeça, a nota é boa, mas não entra no rol dos melhores dos melhores
Alvaro Triano
Alvaro Triano

98 seguidores 97 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 26 de dezembro de 2014
Não é de hoje que Hollywood tem virado os olhos para produções com “temáticas” bíblicas. O filme de Aronofsky , Noé, foi o primeiro deste ano a fazer uma releitura do patriarca da arca. O novo filme do Sr. Ridley Scott (Blade Runner, Alien, Gladiador, Prometheus) foi criticado por ter um elenco caucasiano para levantar 140 milhões de dólares para a produção. Êxodo não é um filme de origens, ele retrata um Moisés (Christian Bale) adulto, vivido em combates, além de ser recheado de críticas pontuais ao cristianismo, sua interpretação de Moisés está pautada em estratégias militares, ele faz do patriarca (homem mais manso da terra) um verdadeiro guerrilheiro, distorcendo a figura de Profeta e Pastor de ovelhas. Scott preferiu fazer uma releitura do livro de Êxodo de forma mais politizada do que, propriamente, a saída do povo do Egito. Em seu filme, “Êxodo – Deuses e Reis”, os egípcios são o império vigente e os hebreus os terroristas, daí usar de vários recursos digitais para aproximar as flechas incendiárias que os judeus atiram contra as embarcações no Nilo, as imagens que se veem nos noticiários dos mísseis do Hamas cruzando os céus de Israel. O diretor e seus 4 roteiristas (Adam Cooper, Bill Collage, Jeffrey Caine, Steven Zaillian ) utilizam de todo os subsídios alegóricos para explicar uma possível origem dos conflitos entre Israel e Palestina.
Voltando para o lado bíblico, Scott faz uma representação da “Sarça ardente”, apenas como um fogo mítico, uma das passagens mais respeitadas pelos cristãos em Êxodo 3, onde Moisés tem seu encontro com Deus no monte Horebe e vê uma pequena árvore em chamas. Nesse momento temos a visão do diretor sobre Deus, para ele (Ridley Scott) Deus é a figura de uma criança birrenta e petulante, que muitas vezes se mostra impaciente e vingativo. Nesse ponto o longa destila sua critica as religiões, através de um Moisés perturbado por visões, a ponto de deixar sua família e “lutar com Deus” (significado de Israel), dessa forma, ele questiona "Acredita-se em Deus porque Ele existe ou Ele existe porque se acredita n'Ele?".
Mesmo distorcendo o texto e contexto bíblico, Scott faz uma grandiloquente “Dez Pragas do Egito”, ou seriam 8 (Para o diretor), baseadas cientificamente em uma série de calamidades ambientais, onde as “águas em sangue” não passam de grandes e ferozes crocodilos que atacam os egípcios tingindo a água em sangue e puxando as outras pragas de forma concatenada.
Apesar de questionar o divino e partir para o Sionismo, Scott faz um bom filme seguindo sua tendência, com belas batalhas campais e coreografias afiadas, além de um figurino pomposo da época. Pode ser frustrante para algumas pessoas a entrega da tábua dos 10 mandamentos e a abertura do Mar Vermelho, pois são encenados com a sobriedade de um ateu, diante dos quais os exageros de Cecil B. DeMille em “Os Dez Mandamentos” parecem verdadeiros milagres da imagem.
Luciana F.
Luciana F.

16 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de dezembro de 2014
Sem comparar com outros filmes Êxodo: Deuses e Reis é uma super produção com ação do início ao fim.
São 150 minutos de adaptação realista da história bíblica do Êxodo, segundo livro do Antigo Testamento.Moisés (Christian Bale está perfeito), nasceu entre os hebreus na época que o faraó ordenava que todos os homens hebreus fossem afogados. Quando se torna adulto, Moisés recebe ordens de Deus (representado por um menino que toda hora aparece no filme e tem momentos que se torna chato) para ir ao Egito, na intenção de liberar os hebreus da opressão, no caminho enfrenta a travessia do deserto e Mar Vermelho auge do filme.
Deixando o lado religioso assista o filme como uma bela história.
Muitos efeitos e emoção Êxodo leva alguma estatueta.
Paulo M.
Paulo M.

7 seguidores 1 crítica Seguir usuário

1,5
Enviada em 26 de dezembro de 2014
olha o filme é bom, boa imagem, bons efeitos, mas para quem conhece a historia biblica ele deixa a desejar pois muda muitas situacoes e mai nao explica o porque das pragas, quem nunca viu a historia bibilica fica perdido.
outra situacao estranha e totalmente fora do contexto, ESPADA? onde o moises arrumou esta espada?ele depois que fugiu do farao, ficou 40 anos no deserto, ele utilizava um cajado de pastor de ovelhas,usou o mesmo cajados para tocar o rio nilo e transformar a agua em sangue, tocou o mar e um vento abriu o mar e o povo hebreu passou em seco.....no filme uma bagunca ele jogaum espada, o povo passa com agua na cintura.
21 Então Moisés estendeu a sua mão sobre o mar, e o SENHOR fez retirar o mar por um forte vento oriental toda aquela noite; e o mar tornou-se em seco, e as águas foram partidas.
22E os filhos de Israel entraram pelo meio do mar em seco; e as águas foram-lhes como muro à sua direita e à sua esquerda.

o farao nunca entrou no Mar.....e pior no filme o farao e moises sao engolidos pelo mar e aparecem boiando, impossivel teriam morrido ou todos teriam sido salvos, boiando.
27 Então Moisés estendeu a sua mão sobre o mar, e o mar retornou a sua força ao amanhecer, e os egípcios, ao fugirem, foram de encontro a ele, e o SENHOR derrubou os egípcios no meio do mar,
28 Porque as águas, tornando, cobriram os carros e os cavaleiros de todo o exército de Faraó, que os haviam seguido no mar; nenhum deles ficou.
29 Mas os filhos de Israel foram pelo meio do mar seco; e as águas foram-lhes como muro à sua mão direita e à sua esquerda.

o diretor do filme como sempre teve seus surtos de historia, ou seja inventou , poderia muito bem ter seguido a historia , mas nao , ele queria mesmo era Surtar.
Portanto o filme é bom, tirando os surtos do diretor
Juliana R.
Juliana R.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de dezembro de 2014
Entretenimento e mágica...Isso é o cinema.Quando assistimos a um filme épico como esse,devemos nos despir de pré conceitos religiosos e/ou ideológicos e nos entregar nas mãos hábeis de um diretor como Ridlley Scott que nos presenteia com um filme como os que eram feitos na era de ouro de Hollywood;ao assistir o filme,quase posso ver Charlton Heston em Ben Hur ou ainda Elizabeth Taylor e Burt Lancaster em "Cleópatra".As imagens,o som,o figurino,a reconstituição do período,tudo primorosamente feito por alguém que realmente leva o trabalho muito a sério!!!!
Um presentão de fim de ano!!!!!!!!
Juliana Rodrigues
Ceilândia Sul- periferia do Distrito Federal
Gisele F.
Gisele F.

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 26 de dezembro de 2014
O filme é, literalmente, épico. Obviamente, não segue passo a passo cada versículo bíblico, o que não tira seu sucesso em retratar a história lá contada. Toda e essência está ali, a ira e inveja de Ramsés, a descrença inicial de Moisés, a luta pela libertação do povo Hebreu. As atuações e a fotografia do filme dispensam comentários, sobretudo a fotografia que é espetacular. As 2:30h de filme podem parecer longas, mas não são. É uma história bem contada e bem desenvolvida, foi uma grata surpresa, sem dúvida alguma.
Madson D.
Madson D.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de dezembro de 2014
Assisti hoje “Êxodo – deuses e reis” e achei um filmaço muito bom. Recentemente Ridley Scott vinha sempre errando o alvo seus últimos filmes foram ruins, tanto “Prometheus” como “O conselheiro do crime”, porém neste filme o diretor se reencontrou com a qualidade. Alguns Católicos mais fervorosos podem criticar o filme por Moisés ser um general tipo Gladiador e alguns aspectos bíblicos terem sido alterados, porém deve-se considerar que o filme é uma obra independente com suas características próprias. É bem fácil aparecer críticas ao filme por achar ele parecido em alguns momentos com o próprio Gladiador, mas eu achei um ponto positivo, pois ele traz seu melhor épico desde o próprio Gladiador. O único ponto que posso falar mal deste filme é a atuação de Christian Bale que não acrescentou nada Moisés poderia ser interpretado por qualquer ator da Record.
Bruno S.
Bruno S.

24 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de dezembro de 2014
Ótimo filme, não tão fiel a bíblia, mais mesmo assim um excelente filme...
Kayo B
Kayo B

62 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de dezembro de 2014
CHEGAMOS AOS CRÉDITOS DE "ÊXODO- DEUSES E REIS"! Atualmente Ridley Scott é quem mais sabe filmar cenas faraônicas de batalhas épicas e em seu novo filme não é diferente. Acho que tenho a liberdade de dizer que o "jeito" do filme é bem diferente de "Noé", que queria mostrar um lado totalmente diferente do bíblico,não que esse filme seja 100% fiel a Palavra de Deus,mas mostra a mensagem. O elenco se encaixa bem, destaque especial para a dupla de protagonistas: Christian Bale como Moisés e Joel Edgerton como Ramsés,nos mostram uma sintonia muito boa. Os efeitos especiais estão sensacionais, o filme é extremamente belo visualmente,ainda mais se for presenciado em 3D ou,como presenciei, em Imax 3D. Os planos aéreos e longos de Scott fazem o filme crescer, especialmente para mim, que acho o Egito uma das terras mais lindas deste planeta.A cena da travessia do Mar Vermelho é linda,de encher os olhos. Mas o filme também não é só maravilha! Scott sempre teve dificuldade para contar uma história, a narrativa as vezes é falha, alguns diálogos são repetitivos, mas nada que tire muito da beleza do longa. E ainda temos Sigourney Weaver,que não faz nada o filme inteiro, é extremamente mal aproveitada. Gostei bastante do filme e recomendo. E apesar de ter 2 horas e 40 minutos, não me cansou como "Interestelar." Nota 8/10.
Obs: "O príncipe do Egito" continua sendo o melhor filme da história de Moisés.
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