Êxodo: Deuses e Reis
Média
3,7
2054 notas

300 Críticas do usuário

5
49 críticas
4
64 críticas
3
89 críticas
2
39 críticas
1
29 críticas
0
30 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Raquel G.
Raquel G.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de janeiro de 2015
Excelente filme ...
Nota 10 para os efeitos especiais
Christiane B.
Christiane B.

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 11 de janeiro de 2015
Acho tão desnecessário certos filmes com este, por exemplo, ter aquela famosa cena de guerra, espadas, flechas. Tudo que remete à Troia, Drácula e outros. Êxodo é um bom filme, mas ainda prefiro a animação O Príncipe do Egito. É mais emocionante. Êxodo é arrastado e cansativo. Muitas cenas desnecessárias e histórias desconexas - para que inserir um casamento e filho se no final ele fica sozinho. Vale pela atuação brilhante de Bale e do ator que faz Ramsés.
Gabriela C.
Gabriela C.

22 seguidores 11 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 10 de janeiro de 2015
Sem dúvida é um filme grandioso, mas que tem todo o nível de qualidade depositado na atuação de Christian Bale, ele está incrível como Moisés, original e humano, diferente de profetas de outros filmes que aparecem “inalcançáveis”, Bale consegue fazer o enredo se aproximar do verossímil, com um personagem com questionamentos e falhas, além disso atua como um líder militar que enfrenta o reino de Ramsés como um guerrilheiro...
Daise Cristina M.
Daise Cristina M.

4 seguidores 1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 10 de janeiro de 2015
O filme é fraco, chegou a me dar sono. Senti saudades de Charlton Heston e Cecil B. de Mille o tempo todo. Acabei saindo antes do final, não aguentava mais tamanha decepção.
Fabiola R.
Fabiola R.

4 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de janeiro de 2015
Achei o filme fantástico! Amei, porque retratou, na pessoa de Moisés e Faraó, como alguns homens aceitam os mandamentos e a justiça de Deus, mesmo que de forma hesitante, em um ato de fé e aqueles que fazem o contrário.
Na figura de Ramsés pude perceber a dificuldade que nós, pessoas, temos de aceitar a ideia de que a justiça de Deus existe frente aos atos infames cometidos pela humanidade. A justiça, normalmente, é mais bem vinda quando feita pelos homens, na figura do estado, por prisão, forca, injeção letal ou mesmo por justiceiros, mas quando dita “pela mão de Deus”, soa como heresia, levando sua existência a ser questionada, onde Ele é tido como mal, onde não se admite sua existência caso permita este ou aquele infortúnio. E nos casos que o Estado não pode intervir? Quando o algoz é o estado? Quando o algoz aos olhos humanos é invencível? Quando só um milagre resolveria?
A dinastia Ramsés, por mais de 400 anos, escravizou os Israelenses para construir seu império e, na tentativa de conter a natalidade dos mesmos, matava todos os bebes recém-nascidos, primeiro na hora do nascimento, depois, jogando-os no Nilo. Então, quando Ramsés experimentou um pouco da dor que afligira, sem ter homem ou nação pra culpar e vingar, mudo e impotente mediante o sofrimento, ao invés de repensar seus atos, toma Deus como mau, não se arrepende e, consequentemente, não muda. Em nenhum momento demonstra empatia, ou percebe-se vil. Ao contrario, ressente-se, magoado como um filho mimado. Ele é seu próprio deus: detentor do juízo, da vida e da morte. Por isto, o evangelho é tudo sobre arrependimento e mudança. Consciência que se está agindo mal para poder ter uma postura boa. A lição que tive é que a justiça de Deus, mesmo que tardia, vem. Apesar de terrível, ela é mil vezes melhor que a dos homens. Como disse Davi no seu salmo: Antes cair em suas mãos do que na dos meus inimigos, porque mesmo na sua ira tu te compadeces. Li várias críticas que achavam Ramsés, no filme, obtuso, sem expressão, mas pra mim é exatamente esta a forma que pessoas do coração endurecido agem.
Moisés, ironicamente, era Israelense e, por um ato de Fe de sua mãe, foi colocado em um cesto e deixado à deriva no Nilo, até ser encontrado pela filha de Faraó que o criou como um filho. Apesar de ter sido um príncipe do Egito, em algum momento, deixou tudo pra trás e foi viver como Beduíno, até o momento que Deus o chamou. Achei fantástica a releitura da crescente relação entre Deus e Moisés, desde o primeiro encontro até perto de sua morte: hesitante, desconfiada, ora crendo, ora duvidando, ora aceitando e quase sempre questionando. Apesar do dualismo, da constante negação, Moisés acaba se lançando na aventura proposta por Deus, assim como Cristo exemplifica o caso dos dois tipos de filhos: aquele que diz ao pai que fará o que ele pede, vira as costas e não obedece; e aquele que inicialmente se nega, mas logo em seguida, se arrepende e obedece. No fim da historia, parece que a servidão fica de lado, o entendimento acontece. Moises, gradativamente, diz compreender e concordar. A servidão parece esvanecer e a amizade se estabelece... Achei muito parecido com o que Cristo falou a seus discípulos, depois de um bom tempo juntos: “hoje já não vos chamo servos, porque o Servo não sabe o que o Senhor faz, mas de amigos, porque amigos sabem o que o Senhor faz”.
Moises volta para o Egito tentando libertar o povo do seu jeito, fazendo uso das estratégias de guerra que aprendera no Egito. Mas, Deus pede a ele que observe e veja o que ele fará. Então, as pragas que assolaram o Egito, historicamente comprovadas, começam. O filme, de forma fantástica, tenta mostrar que um evento desencadeou o outro. Nada de problemático, pois a ciência atual não pode negar a existência de Deus, já que não prova o contrario. Mas, mesmo a ciência, emudece após a última praga, que institui a páscoa hebraica e, consequentemente, Cristã, apesar de seus significados, para alguns diferentes, para outros complementares.
A ideia de Deus assumir uma imagem de criança, apesar do inicial estranhamento, pode ser vista como coerente afinal Cristo afirmou que para entrar no céu teríamos que ser como elas. Talvez porque só crianças acreditem neste tipo de historia. Moises teve que se fazer uma! Voltar pro Egito, local onde queriam sua morte! Só doido ou criança pra agir assim.
O filme realmente omite importantes detalhes bíblicos, mas não o essencial , que é a capacidade que esta historia tem de provocar reflexões sobre Deus e homens, ao longo de inúmeras gerações.
Rodrigo S.
Rodrigo S.

6 seguidores 6 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 10 de janeiro de 2015
O filme é bom. Faltou emoção ao filme. Não teve nenhum momento de encher os olhos de lágrimas. A ideia de representar Deus como um menino não caiu bem no meu ponto de vista. E no que seria o ponto alto do filme que é a travessia do Mar Vermelho, não foi. Esperava ver o povo chegar a Terra Prometida. Mas entendo também que segundo a Bíblia levou muitos e muitos anos para se chegar lá, tanto que o filme termina com Moisés ainda no caminho para aCanaã. Não é um filme que verei de novo e que comprarei para minha coleção. Mas foi um boa experiência.
Oliveira G.
Oliveira G.

6 seguidores 1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 9 de janeiro de 2015
Apesar dos efeitos serem perfeitos o filme tem roteiro fraco. A formula cientifica utilizada para explicar as sete pragas do Egito deixa a fe mais uma vez de lado. agora ruim mesmo foi Noe.
Joseane S.
Joseane S.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 9 de janeiro de 2015
Para quem gosta de efeitos especiais, esse é um bom filme, mas para quem é conhecedor da história biblicamente este filme é uma verdadeira decepção! Retratar Moisés como uma pessoa desenvolta em oralidade e com postura de autoritário é o cúmulo do absurdo já que na bíblia ele é justamente o oposto disso e é exatamente a partir dessa sua insegurança que o Senhor começa a aparecer em toda história, o que falta nesse filme é um pouco mais na observação do que já está escrito na bíblia, sendo então assim criado uma obra mais fictícia do que se possa imaginar, causando decepção em quem busca de certa forma fidelidade às Escrituras!
Lucas S.
Lucas S.

7 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 9 de janeiro de 2015
Foi um bom filme, porém não se bateu a parte do final em que ao invés de o mar vermelho se abrir, ele apenas fica com a maré baixa, e quando quase todos israelitas atravessam o mar, vem uma tsunami do nada. E dos que ainda estavam dentro do mar, só se salvaram Moisés e o rei.
Monika
Monika

12 seguidores 14 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de janeiro de 2015
A produção do filme é um show, ficamos grudados na telona admirando os detalhes. Quanto a história, novamente não foi respeitado ao pé da letra, como consta na Bíblia, mas sinceramente, numa visão geral é irrelevante as mudanças feitas, enfim gostei bastante.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa