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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Rubens Ewald
O filme já era tenso e prendia a atenção, mas foi ficando cada vez mais forte mesmo sem exagerar na violência. Este Covenant é muito bem vindo e dá esperança que a temporada de verão americano de blockbusters mantenha esse mesmo nível.
Cinemação
"Alien: Covenant" é um filme que não demora para abraçar o “horror de sobrevivência”. E Já que estamos falando de subgêneros do horror, vale mencionar que o tal body horror, tão característico dessa série retorna. São criaturas, transformações e nojeiras para alegrar qualquer fã do gênero.
Cineweb
Essa dimensão cósmico-histórica do roteiro é um dos aspectos mais interessantes, ousados e estimulantes de uma obra que, afinal, poderia não passar de uma aventura – e há momentos gore suficientes para nos lembrar que se trata também de um filme de gênero.
Collider
Scott fica preso entre duas estruturas - o terror de ação nos moldes de "Alien, o 8º Passageiro" e os temas pesados de "Prometheus". Ao ignorar os dois, ele nunca satisfaz completamente. O resultado é bagunçado, sendo ora impressionante, ora irritante.
Observatório do Cinema
"Alien: Covenant" torna-se um filme de suspense muito parecido com O Oitavo Passageiro, ainda que menos intenso. Aquela orquestra de David resulta no medo em sua forma mais pura, assim como o primeiro filme da saga...
Preview
Se você procura novidade, esqueça. A história é aquela que todos sabem de cor e salteado. […] A bem da verdade é que o público quer mesmo é ver os velhos Aliens em ação, e Scott não decepciona.
The Hollywood Reporter
O drama flui maravilhosamente e, diferentemente da maioria das sequência de outras franquias que ficam cada vez maiores, este filme é servido aos espectadores sem uma grama de gordura.
The Playlist
Pouco interessado em sua trama ou seus personagens, Scott explora a história tradicional de "Alien, o 8º Passageiro" como um Cavalo de Troia para investigar a árvore da vida. No caminho, faz acusações graves à humanidade.
Télérama
Não é preciso conhecer os filmes anteriores de cor para apreciar este passeio de trem fantasma. Ao contrário de "Prometheus", contemplativo e um tanto confuso em sua narração, a nova história pretende ser lúdica, sem perder o caráter obscuro.
CineClick
A maioria das cenas de suspense e ação acabam sendo previsíveis e o mesmo acontece com o final. Para compensar, dessa vez temos uma tripulação ainda mais humana, pessoas focadas em começar uma vida nova em outro planeta, sem tantos estereótipos.
Papo de Cinema
Ridley Scott vai direto ao ponto. E tudo isso sem ignorar os questionamentos já levantados, sobre quem somos, de onde viemos e, o mais importante, quem nos criou, mas adicionando outras camadas de reflexão...
Ccine10
[O roteiro] acerta principalmente ao explorar melhor o tom filosófico que a história apresenta, do criador diante da criatura [...] Mas o filme ainda peca em colocar personagens teoricamente superinteligentes fazendo atitudes inconcebíveis.
Chronic'art.com
Esta é a primeira boa surpresa de "Alien: Covenant": depois de um longo prólogo de introdução tão previsível quanto agradável [...], o filme entra sem transição no gênero de sobrevivência sangrenta e acelera o seu ritmo cardíaco com uma selvageria inesperada.
Cinepop
As questões intrigantes levantadas em 1979 e 1986 há muito se foram, e "Alien", assim como qualquer produto vendido aos montes às massas (salvos raros casos), é um item de consumo rápido, infelizmente.
Críticos.Com.Br
Não há muitas razões para gostar de "Alien: Covenant", mas o filme tem qualidades. No gênero ficção científica é até acima da média. Decepcionante, sim, é o filme ser dirigido por Ridley Scott.
O Globo
O diretor Ridley Scott investe nas boas ideias e subverte conceitos de seu “Alien” original, de 1979, o que pode desagradar aos fãs, e rouba outras de “Aliens, o Resgate” (1986), de James Cameron, tudo feito sem muita originalidade.
The Guardian
[...] o filme foi realizado de maneira muito capaz, ancorado por performances fortes e potentes de Katherine Waterston e de Michael Fassbender.
Variety
Até onde vão os atos de criação, o diretor Ridley Scott fez um filme da franquia "Alien" para aquele segmento do público que sempre torceu pelo monstro.
Cinema com Rapadura
Além de induzir o expectador ao erro, a inacreditável multiplicação das evidentes falhas e defeitos que foram cometidos passado são imperdoáveis. Scott claramente não dá a mínima para xenomorfos, facehuggers ou na mitologia que se criou em torno deles.
Estado de São Paulo
Com "Alien: Covenant", para explicar a origem do seu alienígena, [Ridley Scott] tratou de mudar a narrativa e expor o bicho, com auxílio de muita computação gráfica. É seu erro. Desmistificou seu próprio terror ao expor a fera à luz do dia.
Folha de São Paulo
Entre sustos e cenas sangrentas, "Alien: Covenant" ficou restrito à luta dos humanos pela sobrevivência. [...] Pior: o novo "Alien" tenta apresentar um final surpresa que surge constrangedor de tão óbvio.
Omelete
O cineasta não parece, porém, muito interessado em seguir as regras do gênero que ajudou a popularizar; as cenas de matança do Alien frequentemente se resumem ao pós-morte e Scott evita se entregar por completo ao sadismo que se esperaria do seu conto moral.
Screen International
Dirigido - da mesma forma como Prometheus e o Alien original - por Ridley Scott, "Covenant" esgota seu catálogo de clichês, reciclando pontos narrativos...
Critikat.com
Com uma apatia visual surpreendente, "Covenant" abandona o melhor do "Alien" original (o esconde-esconde dentro da nave) e de "Prometheus" (brincadeiras de luzes e imagens) para adotar uma narrativa sem surpresa, na qual a ameaça extraterrestre nunca realmente desperta medo.