Alien: Covenant
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3,3
835 notas

103 Críticas do usuário

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Gwna B.
Gwna B.

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4,0
Enviada em 11 de maio de 2017
Filmaço filme muito bem elaborado, oq mais gostei nele foi o Alien cara que criatividade, atuações impecáveis, vejo muitos falar que tem uma pega indentica a Alien: O Oitavo Passageiro mas não tem nada aver do que adianta a pessoa ser critica e não entender o filme a fundo, impecável digno de um 9,5
Eduardo M.
Eduardo M.

11 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 10 de maio de 2017
Prometheus, que já estava fora da curva Alien original, foi melhor. spoiler: Muito android pra pouco alien só dá David na parada.
Luiz Fernando M.
Luiz Fernando M.

19 seguidores 5 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 20 de maio de 2013
Filme fraco e todo baseado na idéia da franquia Alien. Dá a nítida impressão que mudou apenas o elenco e algumas tramas, mas quase que 80% do filme é nesta linha, a começar pelo inicio do filme com a mesma abertura dos filmes de Alien e os mesmos caracteres de abertura.
Thiago B.
Thiago B.

14 seguidores 9 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 12 de maio de 2017
Decepcionante! Isso resume a espera por uma chance de redenção, após o fiasco que foi Prometheus. O roteiro é muito fraco, os arcos são praticamente inexistente, os personagens não são desenvolvidos, a trama é superficial e a narrativa segue a mesma lógica do prequel. Várias cenas do filme são extremamente previsíveis. Outras cenas tão aguardadas, como por exemplo aquela que mostra spoiler: o extermínio dos Engenheiros ou a morte da Dra. Shawn
são minimizadas a flashbacks preguiçoso que porcamente justificam a sequência dos fatos. A fotografia do filme é linda, tal qual a do seu sucessor. Os efeitos audiovisuais também são sensacionais! Mas como fã Alien eu esperava uma história mais densa, um roteiro mais envolvente, personagens mais interessantes e quiçá um verdadeiro filme de terror espacial.
Nelson J
Nelson J

51.033 seguidores 1.978 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 12 de maio de 2017
Filme apresenta muitos efeitos especiais e cenário grandioso, mas a estória é fraca e totalmente previsível, não se comparando ao original, que mesmo com a limitação tecnológica era muito mais impactante.
Neste filme, David, um humanoide com inteligência artificial ganha sensibilidade e sentimentos, mas questiona a submissão aos humanos que são mortais e se autodestroem. Nesta aventura ele encontrará outro semelhante, mais atualizado tecnicamente, mas desprovido de emoções, seguindo apenas comandos e usando de racionalidade. Neste embate, as emoções serão um fator decisivo, assim como a constatação da necessidade de destruição da humanidade, pois David consegue se relacionar até com as criaturas que dão título ao filme, sem violência, mas os humanos só sabem atirar e refletir pouco. Filme explora os limites civilizatórios do homem.
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 482 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de maio de 2017
Depois de 5 anos de espera, por fim o gênio Ridley Scott nos premia com Alien: Covenant, a continuação de Prometheus, dessa vez um filme mais maduro e mais direto e que tenta explicar os furos deixados em 2012. Apesar do filme ainda voltar nas questões já usadas bastante em Prometheus como religião e ciência, criação e criador, mas é menos focado quanto seu antecessor. Em Covenant, Scott tentou ser mais direto e abrangente no quesito deixado em Prometheus, quando ele tentou dar início as origens do Alien, contando a forma brusca dos alienígenas encontrados no planeta pela Dra. Elizabeth Shaw e companhia.

Covenant é de longe bem melhor que Prometheus, apesar do filme ainda se esbarrar bastante em diálogos intermináveis e cansativos e algumas cenas, principalmente no início, serem bastante arrastadas e monótonas, mas ainda assim quando o filme engrena fica muito bom. O longa traz de volta a beleza dos cenários em CGI, os belos efeitos especias bem trabalhados (apesar de em Prometheus ser um pouquinho melhor) e a densa trilha sonora também está presente. O uso de câmeras também melhorou, a forma de filmagem dos personagens em ação ficou mais correta e mais perfeita, principalmente nas partes finais e lutas contra o Alien, onde os focos de câmeras são muito bem utilizado e muito ajustado (principalmente no jogo de câmeras que envolve a visão do Alien). O clima sombrio e macabro em algumas partes são ótimos, nos entregando cenas muito bem elaboradas e agonizantes (como a cena do pequeno Alien dilacerando dentro da nave), onde podemos notar terror misturado com sofrimento e bastante sangue (típico dos antigos filmes do Alien). Um grande acerto de Scott!!!

Dessa vez estamos no ano de 2104 a bordo da nave colonizadora Covenant, que tem como objetivo chegar ao planeta Origae-6, mas um pequeno acidente durante o percurso faz com que o androide Walter (Michael Fassbender) desperte todos a bordo. Informados sobre um planeta próximo que abrigaria vida humana, eles decidem ir até lá para investigar o local considerando até mesmo a possibilidade de deixar de lado a viagem até Origae-6 e se estabelecer por lá. O que eles não imaginam é o que o novo local pode lhe oferecer.

O longa começa funcionar muito bem após a tripulação desembarcar no novo planeta, coisas que foram deixadas para trás sem explicações em Prometheus começam a fazer sentido, e o desenrolar da trama começa a agradar ainda mais os seus expectadores. Tudo aquilo que acompanhamos em Prometheus quando a Dra Shaw e o androide David foram os únicos sobreviventes no planeta começam a se encaixar, ainda mais quando somos impactados com a cena entre os irmãos Walter e David (ambos interpretados por Michael Fassbender) e põe a prova tudo o que imaginávamos ao final de Prometheus quando David e a Dra Shaw meio que firmam um trato de ele leva-la a outros planetas em busca das respostas de criação e criador.

Michael Fassbender em Covenant está magnífico, assim como já havia sido destaque em Prometheus, dessa vez ele tem participação direta em todos os acontecimentos envolvendo o Alien e colonização do planeta descoberto a 10 anos pela nave Prometheus. Fassbender tem uma atuação fantástica e rouba todas as cenas, consegue trazer toda atenção pra si em cada cena que acompanhamos, a participação dele está mais envolvente e mais abrangente. Você se impressiona com o antigo David e o novo Walter, cada um com um propósito diferente, a forma como David comanda a colonização do Alien no novo planeta é muito boa, você acaba encaixando peças deixadas para trás em Prometheus que faz todo sentido em Covenant. Assim como já falei em vários filmes do Michael Fassbender, ele é um dos melhores atores dessa nova geração (sou seu fã de carteirinha) e em todo trabalho que ele desenvolve podemos notar sua grandiosidade e competência.

Em Alien: Covenant não temos uma protagonista como foi a Dra. Elizabeth Shaw (Noomi Rapace), ou algum personagem que se destaque (além claro de Fassbender), todos tem sua contribuição para a trama, mas nada impactante. Temos Daniels (Katherine Waterston) que tem uma boa atuação ao lado do Tennessee (Danny McBride), principalmente nas cenas finais e luta contra o Alien invadindo a nave, por sinal a melhor parte de todo o filme, que nos remete muito aos antigos filmes da franquia, onde tínhamos toda luta, agonia e desespero por parte dos tripulantes da nave quando o Alien adentrava ao local. Muito boa essa parte!!!

Portanto o consagrado cineasta Ridley Scott nos entrega uma obra bem trabalhada e bem executada, em que algumas cenas nos leva de volta aos antigos filmes do Alien, ainda com alguns probleminhas, mas que não ofusca o brilho do filme, eu gostei, é muito bom!!!

Agora é aguardar ansiosamente a continuação da franquia Alien e aproveitar o tempo para conferir de novo um por um dos filmes antigos.
Rafael L.
Rafael L.

11 seguidores 12 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de setembro de 2017
Gostei do filme, bastante, o que o pessoal não está entendendo é que o filme é um prequel; uma "sequência" de Prometheus e um prelúdio do primeiro Alien, o maior objetivo do filme foi realmente trazer o contexto em que o Alien foi criado, a história. A única parte em que na minha humilde opinião foi uma falha gigantesca no roteiro, no momento em que eles decidem sair da rota para simplesmente visitar o planeta onde o android David e a Dr. Elizabeth Shaw estavam "presos". Tipo 'What???' poderiam ter sido mais criativos aí. Pessoal que está dizendo que o filme trouxe mais dúvidas do que respostas, haha, gente, o que os produtores puderem fazer para ter mais filmes e lucrar ainda mais, tenham certeza que eles fazem qualquer coisa. Imagem belíssima do filme.
André da S. Ribeiro
André da S. Ribeiro

53 seguidores 43 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de maio de 2017
Ridley Scott repete o sucesso do enredo de Prometheus, e trás novamente uma nave exploratória com uma nova tripulação acompanhado do remanescente Michael Fassbender. O que muda é o objetivo da tripulação, que deixa às coisas bem interessantes de se acompanhar, a grata surpresa é o duplo papel de Fassbender que atuou como Mocinho e Vilão, e isso deixou tudo mais tenso e cativante na obra. A SCI-FI esteve bem presente no filme, com o bom e velho Terror e Suspense que remete às origens da franquia Alien e momentos nostálgicos, que certamente ainda é um bom entretenimento, e é o que fez a franquia se tornar um marco dos filmes de Ficção Científica. Ridley Scott entrega com qualidade, uma boa e esperada continuação tão aguardada e revela alguns mistérios deixados por Prometheus, e nos deixa ansiosos para os próximos acontecimentos da viagem intergaláctica de Covenant.
Roberto O.
Roberto O.

26 seguidores 59 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 8 de julho de 2017
Após o tão badalado retorno de Ridley Scott à franquia que o consagrou ter dividido opiniões quando entrou em cartaz em 2012, a recém-lançada sequência daquela não muito bem-sucedida prequel parece repetir a decepção, mas desta vez cometendo outros erros. Se Prometheus não cumpriu o prometido, Alien Covenant nem sabe o que prometer. Apesar de ter seus bons momentos, este novo filme da série parece se perder no roteiro tanto quanto seus personagens se perdem no inóspito planeta onde vão parar.
A premissa era tão boa, partindo dos mistérios deixados à deriva no já confuso filme anterior, envolvendo os Engenheiros e toda a conceitualização pseudo-filosófica-religiosa-existencial que permeou quase todo aquele longa. Nesta sequência, portanto, acreditávamos que iríamos descobrir, afinal, “qual é” a daqueles seres, o que queriam, e como os temíveis e sanguinários xenomorfos evoluíram para o formato clássico que conhecemos, enquanto que a narrativa, desta vez mais visceral, continua avançando cronologicamente rumo a 2122, ano em que ocorrem os eventos relatados pela Tenente Ellen Ripley a bordo da Nostromo no Alien original, de 1979. Alguns itens da frase anterior não são respondidos neste novo longa... e os que são, carecem de uma criatividade autoral mínima que se esperava do tão prestigiado cineasta britânico que fez dos xenomorfos os aliens mais famosos do cinema, o veterano Ridley Scott.
Covenant (cuja tradução literal seria aliança ou pacto) é o nome da nave-mãe que, no ano 2103, transporta, além de sua tripulação, cerca de 2.000 pessoas, em estado criogênico, rumo a um planeta cuidadosamente estudado e aprovado pelas indústrias Weiland (a famosa “Companhia”) para ser a mais nova colônia de terráqueos. Após um incidente que desperta os tripulantes antes da hora, um sinal supostamente humano é detectado em um planeta próximo. É o suficiente para que todo o trabalho de pesquisa e planejamento envolvendo a missão seja simplesmente deixado de lado para que uma nova rota seja traçada (!). Eles chegam, portanto, ao mesmo planeta onde a sobrevivente da nave Prometheus, Elizabeth Shaw, foi parar, dez anos antes, juntamente com o androide David. Não demora muito para os recém-chegados perceberem a presença de estranhas e agressivas criaturas perambulando por aquelas terras. Como se isso não bastasse, parece haver ainda na região uma terrível infecção de origem desconhecida e com consequências mortais...
A sucessão de ataques que se vê em seguida, apesar de nada originais, e ambientados em cenários igualmente pouco inspirados, pode, sim, provocar alguns sustos, e a variedade de “espécies” também contribui para a criação de tensão em algumas cenas. É o que ocorre em dado momento em que não sabemos como determinado alien, sendo confrontado face a face com certo personagem, vai reagir a tal situação. Já quanto à utilização do CGI para a concepção visual das criaturas, se por um lado pecar pela artificialidade, podendo desagradar aos fãs mais puristas, saudosos das fantasias de borracha utilizadas no primeiro filme (que assustavam de verdade), por outro faz com que apresentem uma agilidade animalesca e um dinamismo locomotivo que dimensionam o perigo a um nível mais imediatista, principalmente os face huggers (que ainda mantém os conceitos visuais básicos instituídos pelo visionário artista plástico surrealista H. R. Giger, que desenhou o Alien para o clássico de 1979), cuja rapidez ameaçadora inevitavelmente remete não só ao primeiro, como também ao segundo filme da série, lançado em 1986, o extraordinário Aliens – O Resgate, de James Cameron (que utilizava efeitos animatrônicos!). É claro que tais cenas apenas lembram as de outrora, o que nos leva ao outro grande problema deste filme, o elenco que, somado ao roteiro, proporciona verdadeiras pérolas!
Os humanos principais da trama formam a equipe de colonização mais insegura, inconsequente e desastrada que já se viu no cinema nos últimos anos. Algumas de suas atitudes beiram o ridículo, como, por exemplo, tocar em um ovo alien que se abre e OLHAR lá dentro, apenas minutos depois de ter matado um espécime adulto e ter visto do que eles são capazes. E se a suposta heroína da vez, vivida por Katherine Waterson (vista recentemente em Animais Fantásticos e Onde Habitam), carece de carisma, o que dizer dos demais? (...)
Os cinéfilos do mundo inteiro, porém, já perceberam nos últimos anos que, se um tal de Michael Fassbender está no elenco de um filme, sua atuação pode render os melhores momentos da produção, e é o que vemos neste longa. A maneira minuciosa com que o ator alemão interpreta os dois androides sintéticos da trama com personalidades tão distintas, o ambíguo David (oriundo de Prometheus, que possui uma predileção pelo sotaque britânico, explicada naquele filme) e o prestativo Walter (servindo à equipe da nave Covenant), desde a introdução do longa, em flashback, envolvendo o primeiro, passando pela interação entre eles no segundo ato, até culminar no surpreendente destino dado aos dois no desfecho, compõem alguns dos melhores momentos do filme.
Por fim, se colocado na balança, medindo seus prós e contras, Alien Covenant
não é assim tão ruim quanto se tem alardeado por aí, embora esteja obviamente a anos-luz de distância da genialidade do original. Irônico é que ambos tenham sido dirigidos, em um intervalo de 38 anos, pelo mesmo cineasta. E Ridley Scott não larga o osso alienígena, o diretor afirma já estar trabalhando na continuidade da franquia com o próximo episódio que talvez ainda não seja o último desta sequência de prequels. Nós tivemos fé, fomos perseverantes, nos empolgamos com os trailers, vimos declarações entusiasmadas de elenco e equipe, acreditamos que poderíamos estar diante de um novo clássico que redimensionasse a carreira deste tão respeitado cineasta. Não foi desta vez... Se existe uma lição que há anos o cinema nos dá com alguns de seus mais aguardados lançamentos é a de que: quanto menor a expectativa, menor a decepção. Ridley, você não me ilude mais. Mesmo assim, me prove que estou errado... e me surpreenda no próximo Alien!
Luiz Antônio N.
Luiz Antônio N.

30.873 seguidores 1.298 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 6 de julho de 2017
A tripulação do navio-colônia Covenant, ligada a um remoto planeta no lado distante da galáxia, descobre o que eles acreditam ser um paraíso inexplorado, mas na verdade é um mundo escuro e perigoso.

Achei um bom filme nada tão surpreendente como imaginava e com um final que achei bem previsível 
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