Alien: Covenant
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3,3
835 notas

103 Críticas do usuário

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Wellington H.
Wellington H.

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 14 de maio de 2017
zero,decepção total ,como os caras conseguem destruir uma continuação de um ,filme ,,
pensei ,esperava mas ,,pra um boa continuação
de PROMETEUS ..
SO ficou a decepção de pagar caro no cinema
para assist um filme ruim ..
Rodrigo L.
Rodrigo L.

9 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 2 de novembro de 2013
Talvez o público em geral não entenda o gênero, no sentido de Prometheus não ter atendidos o faturamento desejado pela Fox. Mas foi o suficiente para geração de admiradores de Aliens apoiar esses filme, como é meu caso, é garanto NÃO, são poucos... Assim, espero ansiosamente Prometheus 02!!!
Rodrigo G.
Rodrigo G.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de maio de 2017
Gostei muito. Ridley teve coragem de inovar, soltar a agressividade da criatura e terminar diferente do gosto popular. São 3 filmes então paciência pessoal a Juguernalt chegará no lugar certo.
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 15 de maio de 2017
Com os mesmos defeitos de Prometheus, só que com melhores picos de ação e efeito, realmente contar a origem do monstro mais famoso dos cinemas é bem desinteressante.

Critica completa no blog ParsaGeeks.
Hugo D.
Hugo D.

1.892 seguidores 318 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 2 de junho de 2017
É a continuação do fraco Prometheus, que fica mais fraca ainda. Um roteiro muito banal, sem criatividade, com poucos sustos e atuações desastrosas. A Katherine Waterston não empolga como mocinha do filme e isso derruba bastante o interesse ao longo do tempo. Michael Fassbender também não consegue salvar as coisas e, mesmo em dose dupla, não é a grande atração do filme, na verdade nem o alien se destaca, sendo assim o resumo é que o filme é bem fraco e não honra a história da franquia iniciado no final do anos 70.
Thiago C
Thiago C

172 seguidores 152 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 30 de maio de 2017
Ridley Scott retorna mais uma vez à franquia acomodado em apenas replicar o que funcionou nos dois primeiros – e melhores – longas, fazendo pouco caso das perguntas soltas em Prometheus.

Leia a crítica completa no blog Plano Extra.
Caique B.
Caique B.

9 seguidores 8 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 24 de maio de 2017
Faltou o filme ser sobre alien hahaha , atriz sem nenhum medo na presença de um alien , aí não né ...
Gerson R.
Gerson R.

83 seguidores 101 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 27 de julho de 2017
Quando acenderam as luzes da sessão em que eu estava assistindo Alien: Covenant não consegui acreditar que tinha acabado de assistir uma obra vinda de um diretor que já nos proporcionou obras-primas como Blade Runner, Thelma & Louise, Os Duelistas ou o próprio Alien original – mas acreditei se tratar de algo vindo de um cineasta que conseguiu decepcionar com coisas do nível de Até o Limite da Honra ou Robin Hood – a verdade é que eu torcia para que fosse no mínimo um entretenimento apenas “ok” – como a prequel deste filme, Prometheus, ou até mesmo o superestimado Gladiador – sei que me arrisco ao falar assim deste último.

Enfim, Alien: Coventant. O pior filme da franquia Alien. E não é preciso pensar muito para constatar isso – por mais que as partes 3 e 4 tenham sido desastrosas, ao menos, havia alguma boa intenção de criar algo diferente por trás – o que, em nenhuma escala, ocorre com este novo longa da série. O roteiro incrivelmente sem originalidade de John Logan e Dante Harper não é nada mais do que uma cópia do original de 1979, mesclando/adicionando a melhor coisa que sobrou de Prometheus: o androide David de Michael Fassbender. É ele que abre a história, em uma cena com seu criador, o Dr. Weyland (Guy Pearce, sem a maquiagem de idoso que estava no filme anterior e, inclusive, ainda sem explicar o porquê de usar um ator jovem para interpretar um personagem tão velho), que, aparentemente, dava os primeiros “ensinamentos” a David – o tal momento é um flashback na verdade, em meio aos créditos iniciais – que se finalizam tentando resgatar a abertura do clássico, com as letras formando o titulo e a trilha original.

Se passando cerca de 10 anos depois dos eventos de Prometheus, a trama situa-se no ano 2104, onde a nave estelar Covenant viaja no espaço em direção ao planeta Arigae-6 em uma missão de colonização, com cerca de 2000 passageiros a bordo e em direção a este mundo com condições de vida para os humanos. Em certo ponto antes da chegada, o computador central da Covenant detecta um sinal – não identificado, mas de possível socorro, em um planeta próximo – e que também aparenta ter condições de vida. Seduzido pela hipótese de iniciar a colonização logo ali – evitando uma viagem mais longa – o capitão atual (já que o anterior faleceu em um acidente pouco antes de despertarem do hipersono), Oram (Crudup), decide ir até o tal planeta, mesmo contra a vontade da Dra. Daniels (Waterston), esposa do falecido ex-capitão. Chegando lá, encontram a nave que a Dra. Shaw (Rapace) e David fugiram do planeta do filme anterior – e vão descobrir também que estranhas criaturas habitam e atacam tudo que encontram no desolado planeta em que chegaram.

O roteiro até tenta continuar a discussão filosófica iniciada em Prometheus de ir em busca de nossos criadores (e tentar entende-los) quando foca em Walter (interpretado por Michael Fassbender também), o androide da Covenant, mais especificamente quando este encontra David – resultando, infelizmente, em alguns diálogos decepcionantes – do tipo “eles são gentis, basta serem gentis com eles”, se referindo aos ainda em formação Aliens, que nos já sabemos que NUNCA serão gentis, por tudo que fizeram nos filmes anteriores e com histórias passadas no futuro de Covenant – enfim, essa é só a ponta do iceberg das falhas do filme.

Se Prometheus pecava por começar interessante e descambar para soluções comuns da metade pro final, Covenant é comum do inicio ao fim – não existem surpresas (há a tentativa de uma bem cretina ao final), não há nada que justifique ser tido como uma ficção científica que faça pensar – o que torna ridículo as cenas que tentam mostrar como os nativos do planeta recém descoberto foram mortos – aliado ainda a conduta extremamente sem sentido que David adquiriu – dá onde realmente vem seus ditos sentimentos? Ou sua capacidade de julgar a raça humana e ser juiz e executor ao mesmo tempo? Mesmo sendo até curioso notar as diferenças de comportamento entre os dois androides – Walter não é arrogante como David, por exemplo – aparentemente, com o roteiro escrito as pressas, não houve tempo para desenvolver bem isso.

Mas a falta de originalidade atinge o resto dos personagens – e com mais força ainda. A Dra. Daniels de Katherine Waterston é uma personagem incrivelmente fraca e (não achei uma palavra melhor) chorona – soando irritante muitas vezes, já que é impossível sentir pena dela pela morte do marido se o roteiro o matou antes mesmo de nos o conhecermos – tornando difícil sentir a dor da personagem – que, de resto, tenta (é claro) ser durona igual a Ripley de Sigourney Weaver, em uma composição que nunca foge do comum – não por culpa da atriz, creio eu. E o Oram de Billy Crudup, que tenta impor respeito dos demais tripulantes apenas por se sentir inferior – o que o leva a tomar decisões precipitadas e se mostrar (mais um) medroso – daquele tipo de personagem que se torna um “tanto faz” para a narrativa. Os demais (não leia as próximas linhas se ainda não viu o filme) são apenas criações para morrer mais tarde – com exceção do Tennesse de Danny McBride, que compõe, no terceiro ato, uma certa relação de amizade interessante com a Daniels – mas é só – e, vale lembrar, Alien e Aliens, O Resgate se sobressaiam muito com relação a criação precisa de personagens, que, de fato, despertavam no público uma vontade de torcer por eles – coisa que NENHUM consegue em Covenant.

Parece que a falta de fôlego em contar uma boa história afetou tanto Scott que ele deixou de lado até as cenas de ação e tensão – se o visual da criatura do Alien se mostra comum – nada muito diferente dos filmes passados – é ainda mais triste notar os movimentos um tanto estáticos em algumas passagens – numa aparente falta de capricho por parte dos animadores digitais, que deixam os aliens um tanto... infantis, ou com um aspecto que nos remete a isso – e acaba não impressionando também pela concepção pouco original do design interior (idêntico ao de Alien, O Oitavo Passageiro, mas isso não é um problema) e exterior (lembrando muito a nave de Interestelar e/ou Gravidade até) da Covenant – até mesmo as reconstituições das ruínas do planeta encontrado se mostram bem comuns – nada diferente de ruínas do império romano – jamais se aprofundando em continuar a história dos Engenheiros, vistos em Prometheus.

Com poucos sustos e surpresas – com uma violência moderada até mesmo para a série – é decepcionante notar como Scott conduz de forma pouco inspirada uma cena que remete ao clássico momento onde o Kane de John Hurt “concebia” o alien – sim, tem tentativa de susto com pulo na cara do “facehugger”, o alien ainda pequeno tentando “procriar”. Mas nada que me deixou tão envergonhado quanto a cena em que um certo personagem tenta medicar um outro, infectado pelo vírus alien – com direito a trapalhadas do tipo escorregar no sangue, prender o pé na porta, chorar de um lado pro outro perguntando o que fazer... enfim... uma das muitas tentativas frustradas de fazer suspense – assim como uma quase patética cena do alien interrompendo o sexo de dois personagens no chuveiro – no pior estilo Sexta-Feira 13. Sem falar na solução final que simplesmente é a mesma coisa de outros três filmes da franquia. Triste.

Ridley Scott acaba por manchar seu currículo e a franquia Alien, fazendo um filme tão comum e banal que é difícil acreditar que tenha sido realizado por um cineasta tão experiente. O fato de já ter feito grandes filmes no passado elevou demais seu convencimento de que é um “diretor brilhante” – prova disso é ter aproveitado tão mal Michael Fassbender e seu personagem, que eram a melhor coisa de Prometheus, realmente. Covenant não tem “melhor coisa”. Só resta um final pedindo uma continuação – de forma desleal, já que tenta “enganar” o espectador, que dificilmente estará disposto a esperar a próxima desventura de seus personagens tão mal elaborados e pouco marcantes.
Otavio W.
Otavio W.

451 seguidores 247 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 12 de maio de 2017
Hoje dia de assistir mais uma continuação ou predecessor, ou qualquer coisa do tipo da série Alien, uma série que tenho certo apego por achar os clássicos um tanto aterrorizantes. O início do filme tenta ser dramático ao mesmo tempo que tenta explicar um pouco melhor a origem dos protagonistas, por um lado algo que Prometheus deixou um pouco aberto, mas que pra série Alien não tem uma importância tão significativa, e por outro algo muito movido por sentimentos, esquecendo bem que a tripulação é basicamente feita por cientistas, que deveriam ser um pouco mais frios do que um poço de drama. A continuidade do filme logo se mostra confusa, apesar do filme se mostrar algo voltado à exploração espacial, parece que ninguém está realmente muito preso a isso, várias tomadas de decisão são baseada no ego de cada um, isso mostra uma imensa fragilidade ao filme, tudo foge do que parecia ser, tentando dar um ar de desespero ao filme, mas que passou muito a impressão que os próprios cientistas se enfiavam quase que propositadamente em enrascadas pra deixar tudo com pitadas de terror, uma forçada muito exagerada e que realmente deixou muito de lado algum sentimento de suspense ou terror de verdade, restando só se assustar com poucos jumpscares, que eram muito previsíveis, o que se pode aproveitar aqui são as cenas mais sanguinárias, que são bem explícitas e parecem até um tanto apelativas para serem impactantes, mas sem o clima de terror, não passam de uma coisa sanguinária quase desnecessária. A parte de atuação até tenta se mostrar boa, alguns personagens parecem ter um pouco mais de personalidade, outros são bem fracos, até mesmo Michael Fassbender tem uns momentos sem noção, o que faz no geral o filme ser mediano nesse ponto. Os efeitos são bonitos, mas em grande maioria são quase estáticos, somente nas cenas finais de ação se exige mais, e onde se mostra falho, chegando ao ponto de perceber claramente que há um chroma key de fundo. No geral, um filme bastante fraco, uma continuação digna de Prometheus, que foi algo bem decepcionante, aqui pouco se salva, como alguns efeitos especiais bem bonitos, mas o roteiro é bem fraco e que deixa o filme longe de pertencer de verdade a saga Alien.
Celso M.
Celso M.

346 seguidores 178 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 11 de maio de 2017
O tempo não foi gentil com Ridley Scott. Se tivesse esperado menos para uma continuação e se trouxesse Ripley para o front, talvez se saísse melhor...
Em sua decisão de idealizar "Aliens Covenant", antes de o "Oitavo passageiro" e depois de "Prometheus", se perde em uma obra que tenta explicar as origens destes monstros. As buscas nestas origens se misturam em dualidades de ideias, cenas fracas, deduzíveis, sem a atmosfera de terror e medo, sem a magia do ícone Alien...
Não é um filme ruim, mas não é "Aliens", não é "Prometheus", é algo paralelo que Ridley nos faz engolir sem outra alternativa. Decepcionante.

2104. Viajando pela galáxia, a nave colonizadora Covenant tem por objetivo chegar ao planeta Origae-6, bem distante da Terra. Um acidente cósmico antes de chegar ao seu destino faz com que Walter (Michael Fassbender), o andróide a bordo da espaçonave, seja obrigado a despertar os 17 tripulantes da missão. Logo Oram (Billy Crudup) precisa assumir o posto de capitão, devido a um acidente ocorrido no momento em que todos são despertos. Em meio aos necessários consertos, eles descobrem que nas proximidades há um planeta desconhecido, que abrigaria as condições necessárias para abrigar vida humana. Oram e sua equipe decidem ir ao local para investigá-lo, considerando até mesmo a possibilidade de deixar de lado a viagem até Origae-6 e se estabelecer por lá. Só que, ao chegar, eles rapidamente descobrem que o planeta abriga seres mortais.
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