Média
2,0
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O Globo
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Variety
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Chicago Sun-Times
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New York Times
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Omelete
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Rubens Ewald
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Screen International
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CineClick
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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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O Globo
Viradas de roteiro com um pé atolado no sobrenatural fazem a credibilidade e a seriedade da trama tropeçarem no artificialismo.
Variety
O toque gentil e impessoal [do diretor] faz dele o cineasta ideal para este tipo banal de ficção. [...] "Um Porto Seguro" oferece uma experiência sem surpresas, mas agradável.
Chicago Sun-Times
Este filme é louco. [...] Ou os diretores perderam a razão, ou eles acham que nós perdemos a razão, para comprar essa trama melosa.
New York Times
Quem são essas pessoas? Como em um reality show de romances, a maioria dos tópicos de discussão são absurdos. Sem menção à política, religião, dinheiro ou gostos culturais, os personagens são belos vazios, que convidam os espectadores a projetarem suas fantasias.
Omelete
Hallström emula o que Terrence Malick tem de mais instagrâmico com a Estética do Bayou de Nicholas Sparks, pessoas lindas no mato, ela mexendo no cabelo e rindo por qualquer coisa, levada para banhos de água fresca com ele, no lindo lago do amor.
Rubens Ewald
Extremamente previsível [...] Francamente não ha muito o que comentar, é o que pretendia ser e pronto.
Screen International
A intriga não acrescenta muito à história, e mesmo se os filmes de Sparks são conhecidos por atuações satisfatórias, este aqui, com poucas estrelas de renome, deve se encaixar entre os sucessos mais modestos das adaptações do autor.
The Hollywood Reporter
O primeiro problema deste filme é que o romance é banal demais para despertar interesse do público. [...] Além disso, os dois personagens principais são tão perfeitos que não existe nenhum obstáculo real à união dos dois.
CineClick
Nossas piores expectativas são correspondidas. Vem o riso, o constrangimento, aquele sentimento de ter perdido alguns minutos de sua vida por nada. Depois da experiência, tive de admitir: se tem um cara sem medo do despropósito e do disparate, este é Nicholas Sparks.
The Guardian
Esta história de amor excessiva e raivosa tem uma quantidade ridícula de clichês, seus personagens são gastos e repetidos, e a grande reviravolta no final é absurda - não em um bom sentido.