Até o Último Homem
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4,6
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250 Críticas do usuário

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Ricardo L.
Ricardo L.

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4,5
Enviada em 1 de fevereiro de 2017
Ótimo filme@ indicado a 6 óscar, destaque para a ótima atuação de Andrew Garfield! boa direção de Mel Gibson e o roteiro tem algumas falhas, mas não estraga esse ótimo filme!
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 8 de fevereiro de 2017
É um filme que marca o retorno brilhante de Mel Gibson na direção.E é um filme diferente daquilo que já vimos do diretor.Nada se parece com "Coração Valente",nada se parece com "A Paixão de Cristo",nem mesmo "Apocalypto"."Até o Último Homem" é um filme mais recluso,que opta apenas em contar a verdadeira história do personagem principal.Que arrisca até em alguns momentos de romance juvenil.As cenas de guerra sem nenhum uso de efeito me lembrou bastante "Nascido Para Matar" de Kubrick.Eu valorizo a ideia,por conta de parecer muito mais real do que com ajuda de exagerados efeitos.

Andrew Garfield nos entrega sua melhor performance na carreira.A semelhança entre ele e o verdadeiro Desmon é incrivelmente perfeita.O elenco de apoio se mostra tão bem,quanto a qualquer um em cena.Hugo Weaving no começo passa a impressão que irá decepcionar logo no começo,só que os poucos momentos em que está em cena é capaz de realizar uma de suas melhores atuações em anos.Vince Vaughn fora de suas comédias repetitivas se apresenta de forma interessante.Juntamente com Sam Worthington.
Nelson J
Nelson J

51.035 seguidores 1.978 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de fevereiro de 2017
Biografia do paramédico que se recusava a usar armas e mesmo assim foi herói americana na batalha de Okinawa, quando salvou 75 soldados. O filme apresenta ainda as pessoas retratadas no filme. Muita ação, carnificina, mas o herói merecia uma interpretação mais elevada.
Luiz Antônio N.
Luiz Antônio N.

30.873 seguidores 1.298 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de janeiro de 2017
Até o último homem - eu achando que a cenas de guerra do filme O Resgate do Soldado Ryan eram as mais fortes que eu já tinha visto, mas esse filme supera qualquer um, primeiro que o filme é dirigido por Mel Gibson para mim isso já ganha metade do filme, segundo o que é baseado numa história real surpreendente, e terceiro que já foi indicado para o Oscar desse ano que já está uma batalha complicada, Pois a cada filme que eu assisto é um melhor que o outro
cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de fevereiro de 2017
Este é um filme que presta uma homenagem mais do que merecida a um homem que salvou diversas vidas durante uma batalha sem atirar uma bala. Mel Gibson, porém, pega o roteiro de Robert Schenkkan e Andrew Knight e transforma em algo muito, muito maior. Este é um filme de guerra que realiza uma ode à não-guerra. Ele usa levemente a simbologia cristã, mas seu foco são os princípios morais que regem a carnificina legalizada que é um campo de batalha, e com isso humaniza a condição dos soldados massacrados, mostrando o que tiver que mostrar para passar sua mensagem. É um pouco ufanista? Talvez. Mas quem irá culpá-lo, já que o fanatismo do Japão medieval tornava os soldados inimigos verdadeiros mensageiros do demônio.
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de janeiro de 2017
Está aqui um filme merecedor de oscar, bem dirigido, atuado, produção de primeira linha. A violência não é gratuita e sabe ser engraçado no momento certo, e o drama não apela demais. Mel Gibson é o cara. Filmaço
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.774 seguidores 873 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de junho de 2017
Inimaginável... baseado em fatos reais com depoimentos dos "heróis reais". Nunca existirá alguém assim novamente. Absolutamente recomendado.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 16 de fevereiro de 2017
Se você olhar para Desmond Doss (Andrew Garfield, numa atuação indicada ao Oscar 2017 de Melhor Ator), você vai enxergar alguém sensível, que possui uma certa fragilidade, e que é extremamente fiel aos seus princípios. Será difícil imaginá-lo num ambiente tão inóspito quanto o de uma guerra. Na verdade, quando a personagem anuncia que irá se alistar no Exército norte-americano, durante a II Guerra Mundial, o pensamento que virá à sua cabeça é: “ele não vai sobreviver ao treinamento militar, quanto mais a uma guerra”.

Você vai se envolver tanto assim com esta personagem, pois uma das maiores preocupações do roteiro de Até o Último Homem, filme dirigido por Mel Gibson, é nos fazer entender quem é Desmond Doss. Desta maneira, quando chegamos, posteriormente, ao conflito principal do longa, nós não iremos questionar as suas escolhas e, muito menos, a sua postura e a sua fé.

Acontece que Desmond Doss é Adventista e sonha em ser médico. Como uma pessoa totalmente apegada à sua fé, ele segue, fielmente, os 10 mandamentos que Jesus Cristo nos deixou, com ênfase em dois deles: “amai-vos uns aos outros como eu vos amei” e “não matarás”. É por causa dos seus valores que, ao chegar no Exército, ele se declara um objetor de consciência (pessoas que seguem princípios religiosos, morais ou éticos de sua consciência, que são incompatíveis com o serviço militar) e, em decorrência disso, recusa-se a portar qualquer tipo de arma, solicitando a gentileza de poder cumprir o dever em prol do seu país como médico socorrista.

Até chegar ao conflito (sangrento e retratado com maestria na obra) na Cordilheira Hacksaw (que dá nome ao filme), a jornada de Desmond será de muito sacrifício, dor e sofrimento. Mas, talvez, o obstáculo mais complicado a enfrentar seja a falta de compreensão dos outros à sua escolha. E é justamente na Cordilheira Hacksaw que Doss se transforma num herói de guerra ao salvar 75 militares do Exército norte-americano da artilharia pesada dos japoneses.

A trajetória de Desmond Doss se confunde com a do diretor Mel Gibson. É público e notório o quanto Gibson - um católico fervoroso - lutou, nos últimos anos, contra os seus próprios demônios internos, contra o vício em álcool, para poder reerguer não só a sua vida pessoal, como a profissional. A grande dualidade de Até o Último Homem é confrontar (com o perdão do trocadilho) uma situação de extrema pressão física e psicológica como a de uma guerra com a fortaleza do pensamento de alguém que não quer comprometer aquilo que ele é, mesmo diante de tantos argumentos contrários.

Desmond Doss nos mostra, de uma maneira muito bonita e resiliente, que se o mundo te oferece dor, intolerância e incompreensão, você deve oferecer justamente a outra face: a do amor, a do altruísmo, a da compaixão e, principalmente, a do não-julgamento.
Luis R.
Luis R.

24.054 seguidores 759 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de abril de 2018
Filme tem uma trama muito boa baseada em fatos reais,os personagens empolgam junto com o desenvolvimento da historia,tem cenas bem feitas e marcantes.
Ricardo M.
Ricardo M.

13.444 seguidores 697 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 20 de fevereiro de 2017
Guerra pela Vida.

A versatilidade de Mel Gibson, em frente ou atrás das câmeras, já ficou evidente a muitos anos e diversos trabalho. Felizmente, após um hiato em que a vida pessoal do sujeito voltou a andar na sobriedade, ele ostenta o comando de mais uma pérola do cinema: ATÉ O ÚLTIMO HOMEM. O filme narra a trajetória de Desmond T. Doss (Andrew Garfield), um sujeito simples que resolve se alistar na guerra não simplesmente para ser mais um, mas fazer a diferença em campo de batalha. Doss foi considerado o primeiro Opositor Consciente no front, pois dentre suas habilidades natas, constava resistência soberana a portar uma arma de fogo.

Baseado em uma história real, a impressionante história de Desmond T. Doss surpreende pela abordagem dada pelo roteiro de Robert Schenkkan e Andrew Knight, pois mostram o lado pessoal que forçou o protagonista a decidir salvar vidas, sob qualquer circunstância e independente do lado em que esteja. A história adota uma apresentação mais leve, contando com bom humor (Gibson sabe o que faz) e que vai se desenvolvendo até seu desfecho nada sutil, cheio de elementos comuns às atrocidades presentes na guerra. Doss, de fato, faz toda a diferença em batalha, não somente pelo peso de suas decisões, mas o risco que abraça ao tentar manter-se sempre fiel às suas crenças.

Apesar de não ser uma produção de grande estúdio, as sequências de guerra, fotografia e som certamente não deixam a desejar. A montagem ágil usa e abusa da experiência de sua equipe para compilar uma obra digna da indicação ao Oscar que recebeu. Embora a presença de Garfield possa não ter sido a melhor para o papel, decerto não culminou em desgaste, mantendo a imagem de Desmond Thomas Doss icônica como deve ser.
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