Até o Último Homem
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4,6
5157 notas

250 Críticas do usuário

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vitin
vitin

1 seguidor 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 31 de janeiro de 2017
Uma Obra prima!!! com certeza esse é o melhor filme de guerra desde O Resgate do Soldado Ryan. Me emocionei muito com esse Filmaço.
Jomar Antônio C.
Jomar Antônio C.

4 seguidores 6 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 22 de abril de 2017
- Efeitos Especiais horríveis.
- Personagens com comportamentos esperados.
- Cenas de guerra boas oque quase salva o filme, mas misturadas com umas loucuras exageradas.

Se tudo que acontecia no filme não era surpresa, e não pode ser clichê, porque "filme baseado em história real não tem clichê". É porque é uma história ruim mesmo.
Gabriella Tomasi
Gabriella Tomasi

128 seguidores 106 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 6 de fevereiro de 2017
(...) Mel Gibson dirige mais esta obra, cujo olhar tendencioso de seus personagens somente é compensado pela incrível competência ao retratar os horrores da guerra com o mesmo realismo e intensidade com os quais fora executado o clássico O Resgate do Soldado Ryan.(...)
Roger I.
Roger I.

7 seguidores 39 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 7 de fevereiro de 2017
Muito bom o filme, excelentes interpretações, um pouco de humor, historia real nem dirigida, vale o ingresso, só uma observação, assista dublado. Pra poder prestar mais atenção nas cenas.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 16 de fevereiro de 2017
Se você olhar para Desmond Doss (Andrew Garfield, numa atuação indicada ao Oscar 2017 de Melhor Ator), você vai enxergar alguém sensível, que possui uma certa fragilidade, e que é extremamente fiel aos seus princípios. Será difícil imaginá-lo num ambiente tão inóspito quanto o de uma guerra. Na verdade, quando a personagem anuncia que irá se alistar no Exército norte-americano, durante a II Guerra Mundial, o pensamento que virá à sua cabeça é: “ele não vai sobreviver ao treinamento militar, quanto mais a uma guerra”.

Você vai se envolver tanto assim com esta personagem, pois uma das maiores preocupações do roteiro de Até o Último Homem, filme dirigido por Mel Gibson, é nos fazer entender quem é Desmond Doss. Desta maneira, quando chegamos, posteriormente, ao conflito principal do longa, nós não iremos questionar as suas escolhas e, muito menos, a sua postura e a sua fé.

Acontece que Desmond Doss é Adventista e sonha em ser médico. Como uma pessoa totalmente apegada à sua fé, ele segue, fielmente, os 10 mandamentos que Jesus Cristo nos deixou, com ênfase em dois deles: “amai-vos uns aos outros como eu vos amei” e “não matarás”. É por causa dos seus valores que, ao chegar no Exército, ele se declara um objetor de consciência (pessoas que seguem princípios religiosos, morais ou éticos de sua consciência, que são incompatíveis com o serviço militar) e, em decorrência disso, recusa-se a portar qualquer tipo de arma, solicitando a gentileza de poder cumprir o dever em prol do seu país como médico socorrista.

Até chegar ao conflito (sangrento e retratado com maestria na obra) na Cordilheira Hacksaw (que dá nome ao filme), a jornada de Desmond será de muito sacrifício, dor e sofrimento. Mas, talvez, o obstáculo mais complicado a enfrentar seja a falta de compreensão dos outros à sua escolha. E é justamente na Cordilheira Hacksaw que Doss se transforma num herói de guerra ao salvar 75 militares do Exército norte-americano da artilharia pesada dos japoneses.

A trajetória de Desmond Doss se confunde com a do diretor Mel Gibson. É público e notório o quanto Gibson - um católico fervoroso - lutou, nos últimos anos, contra os seus próprios demônios internos, contra o vício em álcool, para poder reerguer não só a sua vida pessoal, como a profissional. A grande dualidade de Até o Último Homem é confrontar (com o perdão do trocadilho) uma situação de extrema pressão física e psicológica como a de uma guerra com a fortaleza do pensamento de alguém que não quer comprometer aquilo que ele é, mesmo diante de tantos argumentos contrários.

Desmond Doss nos mostra, de uma maneira muito bonita e resiliente, que se o mundo te oferece dor, intolerância e incompreensão, você deve oferecer justamente a outra face: a do amor, a do altruísmo, a da compaixão e, principalmente, a do não-julgamento.
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.774 seguidores 873 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de junho de 2017
Inimaginável... baseado em fatos reais com depoimentos dos "heróis reais". Nunca existirá alguém assim novamente. Absolutamente recomendado.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 8 de fevereiro de 2017
É um filme que marca o retorno brilhante de Mel Gibson na direção.E é um filme diferente daquilo que já vimos do diretor.Nada se parece com "Coração Valente",nada se parece com "A Paixão de Cristo",nem mesmo "Apocalypto"."Até o Último Homem" é um filme mais recluso,que opta apenas em contar a verdadeira história do personagem principal.Que arrisca até em alguns momentos de romance juvenil.As cenas de guerra sem nenhum uso de efeito me lembrou bastante "Nascido Para Matar" de Kubrick.Eu valorizo a ideia,por conta de parecer muito mais real do que com ajuda de exagerados efeitos.

Andrew Garfield nos entrega sua melhor performance na carreira.A semelhança entre ele e o verdadeiro Desmon é incrivelmente perfeita.O elenco de apoio se mostra tão bem,quanto a qualquer um em cena.Hugo Weaving no começo passa a impressão que irá decepcionar logo no começo,só que os poucos momentos em que está em cena é capaz de realizar uma de suas melhores atuações em anos.Vince Vaughn fora de suas comédias repetitivas se apresenta de forma interessante.Juntamente com Sam Worthington.
Birovisky
Birovisky

229 seguidores 196 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 29 de maio de 2018
O mais incrível é esse homem ter existido mesmo. O que a fé não faz com o homem, independente de crenças, se usá-la de uma forma sã pode ser benéfica a todos em volta. Confiram: h t t p s : / / rezenhando . wordpress . com /2018/05/29/rezenha-critica-ate-o-ultimo-homem-2016/
Andiroba da Amazônia
Andiroba da Amazônia

6 seguidores 47 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 13 de outubro de 2020
Existem histórias reais que não cabem em um filme de tão grandes que são e há, de outra banda, aquelas que não cabem em um filme por pequenas que são, esse é o caso desse roteiro que narra a história de um pedaço da vida de um herói de guerra que salvou vários soldados companheiros de pelotão, na tomada da montanha Haksaw durante a segunda guerra mundial, empreitada complexa e levada à cabo com objetivo de pressionar a rendição dos japoneses, o que na realidade só vai acontecer com o lançamento da bomba atômica, não a primeira mas a segunda bomba, por sinal. Ou seja, embora a montanha seja efetivamente tomada pelos americanos, não há rendição. A peculiaridade da história desse herói reside no fato, inusitado diga-se, de que apesar de se alistar no exército o herói se recusa, por razões pessoais difíceis de entender e que o roteiro não explica, a pegar em armas, algo muito incompreensível e, de resto, estranho. O diretor Mel Gibson, na verdade, parece ter se aproveitado da trama para fazer o que realmente queria: filmar cenas de guerra à semelhança do clássico “O resgate do soldado Ryan”, de 1999, do genial Steven Spielberg, propósito que não consegue. Direção com produção esmerada que garantiu uma indicação de melhor filme no Oscar de 2017.
Phellype Morissette
Phellype Morissette

1.689 seguidores 480 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 2 de julho de 2017
Filme bárbaro! Até aonde vai a sua fé? Que história fantastica desse Desmond Doss, o primeiro "objetor de consciência", sensacional, filme digno de Oscar, elenco top, Andrew Garfield está brilhante nesse filme.
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