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Robson C.
5 seguidores
7 críticas
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5,0
Enviada em 1 de fevereiro de 2017
Não se deixem enganar, pela nota 3 dada pelo crítico do site, filme sensacional, inspirativo e EMOCIONANTE. ótimo roteiro, ótimas atuações, cenas de guerra muito realistas. Desde já torcendo, pelos Oscars de filme e ator.
Que filme... sem palavras para descrever a coragem desse homem, em pensar que se trata de fatos verídicos . Vale muito a pena. Para mim forte candidato a ganhar o Oscar !!!
Está aqui um filme merecedor de oscar, bem dirigido, atuado, produção de primeira linha. A violência não é gratuita e sabe ser engraçado no momento certo, e o drama não apela demais. Mel Gibson é o cara. Filmaço
Galera primeiramente quero dizer que estou num turbilhão de sensações magníficas depois ter visto uma obra de arte dessa, uma grande história real de honra e heroísmo, com direção de Mel Gibson, impecável nos detalhes, que são extraordinários, eu vi moscas nas roupas ensanguentadas de Andrew Garfield, que incrível isso galera, atores totalmente entregues aos seus papais, Vince Vaughn um sargento muito durão, Andrew Garfield sensacional como esse herói soldado Desmond T. Doss, que foi pra guerra sem segurar uma arma e salvou mais de 75 soldados feridos com sua força, bravura, agilidade e sua fé em Deus, Teresa Palmer encantadora como Dorothy mulher de Desmond. Bom galera um dos 10 melhores filmes que eu já vi, as cenas de guerras muito chocantes, a sensação dos soldados em campo de batalha passa muito para o público a insegurança e medo de estarem alí, depois de O Resgate do Soldado Ryan, que tinha as melhores cenas de guerras do cinema, este iguala neste quesito e ultrapassa em alguns pontos, como ratos devorando corpos de soldados despedaçados e moscas nas roupas ensanguentadas dos soldados, um filme extremamente técnico que recebeu 6 indicações ao Oscar, talvez La La Land que vem sendo muito aclamado, leve os melhores prêmios, pois tem 14 indicações, mas merecedor de Bluray Original na minha coleção e grande vencedor pra mim sem dúvidas é Hacksam Hidge ou Até o último Homem.
Depois de "Paixão de Cristo" este é o melhor filme com temática cristã que assisto, pois levando em consideração as produções de filmes cristãos recentes é tudo a mesma coisa, filmes de baixo orçamento com direção e roteiro que deixa a desejar, além da própria mensagem que passam, produções que restringem o evangelho ao crente e não dialogam com o grande público de maneira plausível. Aqui em "Até o Último Homem" (Hacksaw Ridge), o ótimo diretor Mel Gibson (Coração Valente, Paixão de Cristo, Apocalypto), consegue ultrapassar a barreira do preconceito hollywoodiano com produções com essa temática, fazendo um filme de guerra da década de 40 com ideais e bases cristãs presente em seu protagonista, filme esse indicado a 6 Oscars, incluindo melhor filme, diretor e ator. Até o Último Homem vai contar a história real de Desmond T. Doss (Andrew Garfield) um médico do exercito considerado covarde pelos seus amigos por não tocar em armas, devido suas convicções cristãs. Doss foi considerado um herói guerra ao salvar 75 de seus amigos sem disparar um tiro na Batalha de Okinawa. O diretor consegue deixar bem claro a mensagem do longa na primeira cena com um plongée de corpos retalhados na tensão da guerra, e ao fundo recita a passagem bíblica presente em Isaías 40.28-31 que diz basicamente que aqueles que esperam no SENHOR renovam suas forças. Voam alto como águias; correm e não se fatigam, caminham e não se cansam. Essa é a convicção que faz Doss passar por todo seu sofrimento e humilhação em seu treinamento, além da batalha travada na corte marcial que pretendia expulsá-lo do batalhão. Gibson é muito competente em filmar cenas de batalhas campais e não deixar de lado toda a violência produzida nos confrontos, tanto que as cenas de Okinawa são recheadas de explosões, tiros e corpos mutilados de forma visceral aos olhos do público, mas o diferencial de sua produção é justamente a força de vontade do protagonista em ajudar as pessoas e se doar por elas. Em certo ponto podemos comparar o filme como uma espécie de "Paixão de Cristo na Guerra", já que, Doss faz o papel daquele que foi humilhado, ferido e no final traz a redenção, tanto que a cena final é a pura analogia a Cristo no Calvário (cumprindo sua missão salvadora). Até o Último Homem é um filme obrigatório para todos, tem muitas lições edificantes e de fato libertadoras para a vida.
Excelente, espetacular! Esse filme nos traz Mel Gibson dirigindo um filme novamente, e nos traz um elenco de peso. A história do filme é boa, o longa é sobre uma guerra que ocorreu em Hacksaw Ridge, onde tem o soldado Doss que não pega em armas, ele está na guerra para salvar pessoas, ele é diferente de todos, por isso no começo do longa não aceitam ele, só aceitam quando ele salva muitas pessoas. O filme nos traz algo realista de uma guerra, por isso é utilizado muita violência no filme. O filme surpreende o espectador em muitos sentidos. Os atores trabalham muito bem principalmente Andrew Garfield, Sam Worthington e Hugo Heaving. Eu amei esse filme, recomendo!
Até o último homem - eu achando que a cenas de guerra do filme O Resgate do Soldado Ryan eram as mais fortes que eu já tinha visto, mas esse filme supera qualquer um, primeiro que o filme é dirigido por Mel Gibson para mim isso já ganha metade do filme, segundo o que é baseado numa história real surpreendente, e terceiro que já foi indicado para o Oscar desse ano que já está uma batalha complicada, Pois a cada filme que eu assisto é um melhor que o outro
Este é um filme que presta uma homenagem mais do que merecida a um homem que salvou diversas vidas durante uma batalha sem atirar uma bala. Mel Gibson, porém, pega o roteiro de Robert Schenkkan e Andrew Knight e transforma em algo muito, muito maior. Este é um filme de guerra que realiza uma ode à não-guerra. Ele usa levemente a simbologia cristã, mas seu foco são os princípios morais que regem a carnificina legalizada que é um campo de batalha, e com isso humaniza a condição dos soldados massacrados, mostrando o que tiver que mostrar para passar sua mensagem. É um pouco ufanista? Talvez. Mas quem irá culpá-lo, já que o fanatismo do Japão medieval tornava os soldados inimigos verdadeiros mensageiros do demônio.
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