O filme segue a risca o estilo de coridas insanas do jogo porém quem para quem é fã da franquia Velozes e Furiosos foi só um aperitivo para distrair enquanto o 7 ainda não chega.
Quem gosta da série de jogos vai gostar do filme. A De Leon é demais! É quase como estar no Hot Persuit, que na minha opinião é um dos melhores jogos da série.
Já não estava esperando muito do filme, depois que vi a critica do AdoroCinema fiquei esperando menos ainda, mas foi totalmente ao contrario, o filme é muito bom, história e trilha sonora também é boa, com direito a Linkin Park no final, na minha opinião chega até ser melhor que um dos filmes do Velozes e Furiosos, recomendo, com certeza vou assistir novamente... mas dica, não perca tempo assistindo em 3D (a não ser que você queira ver os 10 primeiros minutos de Capitão America que parece só aparecer nas copias 3D), porque não faz a minima diferença.
O filme é ótimo! Varias capotagens e carros irados! Um drama muito bom. Mas nem tudo é bom né. A ideia de ter um racha online e ele ser preso no final é muito ruim. E ter um carro pendurado em um apache é muito surreal. E como é que só viram 2 carros e não 3 se tinha todos aqueles carros na estrada. Sem falar na ideia de existir um carro que chega á 430 quilômetros por hora!
O filme, inspirado nos games da EA, apresenta uma premissa interessante e bem sofisticada. Tobey Marshall(Aaron Paul, do Breaking Bad) é um mecânico que, nas horas vagas, disputa rachas e participa de corridas secretas. Depois de uma corrida com seu rival, Dino Brewster(Dominic Cooper), que culmina na morte do seu melhor amigo, é preso. Após dois anos cumprindo pena, é solto e decide correr na De Leon, um importante campeonato ilegal. As cenas com carros são realistas e bem ensaiadas, promovendo imagens impressionantes na tela em 3D. A iluminação é clara e nítida, e aproveita as belas e diversas paisagens em que se passa o filme. Além dos diálogos serem bons(tem um ritmo bom,com o humor bem colocado), o roteiro em si não é interessante. O enredo é um tanto exaustivo,mas não desanimador. O elenco também deixa a desejar. Imogen Poots, não atuou bem, com um sotaque britânico falho e desleixado. Também senti falta de uma trilha sonora nas seqüências de corrida. No entanto, Need For Speed - O Filme é consideravelmente melhor do que boa parte dos filmes da idolatrada franquia Velozes e Furiosos. Esse filme é uma nova esperança para as adaptações de jogos para o cinema.
A franquia de jogos Need for Speed ganhou uma versão cinematográfica que se esforça para estar à altura de seu histórico de bons e sinceros jogos de corrida. As emoções que cada um dos títulos lançados proporcionou aos gamers estão presentes no longa-metragem estrelado por Aaron Paul, o bom ator que ficou conhecido do grande público como Jesse Pinkman em Breaking Bad. O filme tinha um desafio: contar uma história que permitisse as manobras espetaculares com carros igualmente fantásticos. É nesse ponto que encontro a sinceridade dos jogos Need for Speed: são jogos de corrida, sem enredos, apenas com a premissa de permitir ao jogador correr de um jeito – e com carros – que na vida real é quase impossível. O filme, então, precisava de um habilidoso protagonista, um rival e motivações. Tobey Marshall (Aaron Paul) tem como seu rival – este termo serve bem para descrever a relação e, aparentemente, a ideia foi fazer alusão ao recente título da franquia de jogos – o ex-piloto da Indy Dino Brewster, interpretado por Dominic West (Abraham Lincoln: O caçador de vampiros), um caricato playboy sem carisma ou inspiração própria. spoiler: A disputa entre eles envolve talento, sucesso, fama (itens alcançados apenas por um deles, Dino) e uma ex-namorada de Tobey que se torna noiva do piloto famoso. E é só, o que não seria suficiente para motivar as disputas que o filme apresenta do meio para o fim. E para chegar nesse ponto, o roteiro transforma um playboy sem graça num verdadeiro vilão, disposto a matar para não perder um racha.
Essa transformação soa forçada para quem vê a história se desenrolar, assim como a busca do personagem apelidado de “Garganta” (Scott Mescudi) por reconhecimento de suas habilidades pelos amigos. Alívio cômico do filme, o “Garganta” Maverick seria interessante não fosse o que traz embutido em seu papel: negro, é apresentado como o malandro habilidoso e “desprezado” pelos colegas. Isso é ofensivo, para dizer o mínimo. As piadas poderiam ser feitas a partir de outro mote. Como os jogos não tem história, a escolha dos roteiristas foi montar uma – aparentemente às pressas - e contar com o talento de Michael Keaton (De Leon) e sua empolgação para tirar o filme do chão. O personagem e sua corrida representam o alvo de mocinhos e bandidos. O interesse romântico de Tobey, a britânica Julia Maddon (Imogen Poots) surge como uma esnobe representante comercial e se torna o adoçante na amargura do mocinho sedento por vingança. Personagens descompromissados e às vezes controversos, mas que cumprem o papel que se espera de um grupo envolto de carros e desafios: acelerar, improvisar, e executar manobras que subam o nível de adrenalina de quem os assiste. A direção de Scott Waugh mostra o que ele sabe fazer melhor: cenas de ação com dublês, mesmo que as cenas tenham motivações rasas, como tentar expulsar a gringa patricinha do carro. O filme é divertido para quem o assiste apenas usando as memórias das jogadas em frente à TV, mas não convence quem espera que a sétima arte seja representada por uma história profunda e cativante, mesmo que em meio à gasolina e (pouca) graxa que se enxerga em esportivos de luxo. Por fim, o filme se torna sincero como os jogos: tudo acontece pura e simplesmente para que a borracha queime no asfalto.
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