Carol
Média
4,3
795 notas

66 Críticas do usuário

5
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Luiz G.
Luiz G.

1 seguidor 12 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de fevereiro de 2016
Carol tem seu baluarte nas excelentes atuações de Cate Blanchett que, embora apareça menos no filme, é com certeza a personagem mais atraente em todos os sentidos e Rooney Mara que também faz o seu papel de representar uma moça ingênua que pouco sabe o que quer da sua vida.
Ademais, Carol também se destaca por uma direção de fotografia belíssima auxiliada por um cenário e um figurino bem convincentes.
Quanto à trama, ou seja, ao roteiro, pode-se dizer que ele consegue ser concomitantemente progressivo em um tema polêmico, mas sem impactação, isto é, não consegue tocar na ferida e deixar sangrar.
Leonardo L.
Leonardo L.

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de fevereiro de 2016
linda história de amor
escolhas e renúncias
a amizade, a dor de mãe
a luta por sua filha
enfim
viver
simples palavras e diminutas frases para representação do filme
o que com certeza se agrava ainda mais considerando o período e todo o contexto desse filme
um ótimo filme
Luiz C.
Luiz C.

49 seguidores 36 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de fevereiro de 2016
Amor, essa doce inspiração
...
Um filme doce, sutil, delicado, sobre uma penetrante história de amor, nos finos anos 50 novaiorquinos, que vai te fazer flutuar. Essa é a minha definição para "Carol", do diretor Todd Haynes, indicado a seis categorias do Oscar 2016. A trama conta a história de Carol Aird (Cate Blanchett), uma mulher chique e apaixonante, que está para se separar do possessivo marido Harge (Kyle Chandler), com quem tem uma adorável filha. Ela foi levada a esse casamento pelas condições sociais da época, já que, naquele tempo, era quase que impossível traçar um caminho de vida que não fosse o tradicional. Até que um dia, perto do feriado do Natal, ela conhece Therese Belivet (Rooney Mara) em uma loja de brinquedos, e as duas começam a se relacionar. Só que aquela amizade vai além, claro: a mais velha se encanta com a simplicidade e pureza da mais jovem... E a mais nova descobre na mais experiente o real motivo para as palavras: curiosidade, fascínio, amor. Elas se apaixonam, e um intenso romance surge naturalmente como um botão de rosa se transformando na mais fina flor.
 
Mas nem tudo são flores. Se um romance dessa magnitude já é complicado em tempos mais modernos, imagine no retrógrado e familiar anos 50. Além dos preconceitos da época, o ciúme excessivo do futuro ex-marido, aliado à pressão de Carol ter uma filha, dificultam a relação das duas. E, justamente por esses motivos, o enredo ganha ares sensíveis de desilusão, mas com sensibilidade poética retratada com maestria e perfeição. Sem pressa, o roteiro mostra o que realmente precisa ser mostrado. A começar pelo papel que cada uma das atrizes desempenha em cena. A protagonista tem o dom da serenidade, da elegância, do glamour. A coadjuvante tem no olhar e na expressão facial a maneira mais exata para a procura pela liberdade. E Cate Blanchett e Rooney Mara, indicadas às estatuetas de melhor atriz e melhor atriz coadjuvante, respectivamente, atingem o ápice em cena. Como não reparar na forma como Carol toca os cabelos loiros enquanto a neve cai lenta e deslumbrantemente? Ou como não se emocionar quando Therese treme de desejo ao tocar sua amada pela primeira vez? Impecáveis, as duas atrizes se entregam tanto, que mais parece que os papéis foram feitos especialmente para elas.

Se as duas personagens encantam dessa forma, o diretor e sua equipe fazem um trabalho sagaz, para dar o completo ar de obra-prima à produção. O figurino (o charme da época em casacos de pele, luvas, joias...), a trilha (o som transformado em pura poesia), a fotografia (as paisagens do Oeste norte-americano; as ruas, os carros e os prédios de Nova York; o tom calmo e amarelado de uma era de ouro), e o roteiro (adaptado do livro "The Price of Salt", de Patricia Highsmith), todas as outras indicações ao Oscar, dão o tom célebre merecido.

Bem, já posso finalizar, pois não há mais o que se falar... Apenas da delicadeza do amor como menu, da paixão tão sensível a olho nu, do enriquecedor momento desse sentimento cru. A viagem no tempo e a inspiração melódica que "Carol" proporciona surge como um presente aos olhos, à mente, ao coração. É tudo aquilo que pode ser definido como admiração.
Rafaela Carvalho
Rafaela Carvalho

2 seguidores 6 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de fevereiro de 2016
O filme relata a história de duas mulheres, Theresa (Rooney Mara) que possui um relacionamento com um homem no qual não se sente atraída e, por partes, se sente confusa e indecisa com relação a sua vida amorosa e profissional, e Carol (Cate Blanchett), uma mulher atraente e rica, casada e prestes a se divorciar, no qual assume desde o início sua sexualidade e enfrenta um relacionamento abusivo e ciumento por parte de seu marido. No decorrer do filme, os encontros entre as duas mulheres se tornam mais frequentes e a atração entre elas é inevitável.
Depois de inúmeras brigas com seu marido, Carol convida Theresa para uma viagem afim de se livrar de todos os problemas, na qual, no decorrer da viagem elas se tornam cada vez mais íntimas que por fim, se relacionam amorosamente e faz com que trama se torne cada vez mais íntima e sedutora.
Carol enfrenta ações judiciais contra seu marido, que a acusa de questões relacionados a moral, no qual associa a moralidade à sexualidade de Carol, fazendo que entre em disputa a guarda de sua única filha. Um filme que te prende do início ao fim, com diálogos profundos e atraentes, trilha sonora impecável e atuação magnífica das atrizes.
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de fevereiro de 2016
Um lindo e excelente filme. Um drama sobre sexualidade, envolvendo o romance de duas mulheres. O filme é leve e bem ajustado para não causar impacto, bem próprio para a época, 1948. Muito bem dirigido e com momentos fantásticos de expressão facial, só possíveis por se tratarem de duas das melhores atrizes, do momento. Cate Blanchett e Rooney Mara. Jeniffer Laurence, muito bem em Joy, corre o risco de perder. E acho que vai ser barba e cabelo. Carol leva melhor atriz e melhor atriz coadjuvante, com Rooney Mara, surpreendente. É um filme para amantes do bom cinema, e as sessões estão sempre lotadas de apreciadores. Imperdível.
Jake D.
Jake D.

101 seguidores 109 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 4 de fevereiro de 2016
Carol... o filme conta a história de Therese Belivet (Rooney Mara) que trabalha em uma seção de brinquedos em uma loja de departamentos, um dia ela conhece Carol Aird (Cate Blanchett), que procura um presente de natal para a sua filha, as duas não estão felizes com suas vidas, e Carol após de divorciar de Harge (Kyle Chandler), convida Therese para fazer uma viagem pelos Estados Unidos. O roteiro desse filme é extremamente bem escrito, com diálogos muito bons, principalmente entre Therese e Carol. A direção de Todd Haynes é muito boa, posso até dizer que é melhor de sua carreira. As atuações em geral são incríveis ótimas, principalmente a de Rooney Mara, ela está impecável no filme. A cinematografia é linda em todos os aspectos e a trilha sonora é incrível. Um problema do filme que encheu um pouco o saco, foi o personagem Dannie, interpretado pelo John Magaro, ele é completamente desnecessário, e as suas cenas não precisavam estar no filme. Carol é um filme belíssimo que infelizmente, foi esnobado no óscar de melhor filme, mas de maneira geral, o filme é maravilhoso e vale a pena ser assistido. Recomendo!
Rafael M.
Rafael M.

2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de janeiro de 2016
Todd Haynes é detalhista nato em sua mais recente obra, nota-se nos primeiros instantes a riqueza da obra através elementos cenográficos mesclando com o semblante de suas personagens. Autor de poucas obras, mas ricas como ‘Velvet Goldmine’ e ‘Longe do Paraíso’, Haynes deixa o espectador à vontade para desmembrar cada passo a seguir. ‘Carol’ é uma história cheia de atitudes e com muitos significados.

A trama gira em torno de Carol, vivida por Cate Blanchett (‘Cinderella’), uma elegante mulher prestes a se separar do marido, mas durante esse tempo de turbulência acaba se envolvendo com a jovem vendedora Therese, Rooney Mara (‘A Rede Social’). Essa aproximação faz com que as duas passem por perturbações em pleno Estados Unidos da década de 50, onde a posição social e a expressão feminina ainda eram escondidas por debaixo do tapete. E nesse caldeirão de sentimentos, Toddy Haynes explora a sexualidade em diversos tons. Therese é jovem, bela, batalhadora, se impressiona de imediato ao olhar blasé de Carol, por sua vez, essa é elegante, fina, temperamento forte, mas romântica ao extremo. Nesse viés são duas mulheres em busca da liberdade física e sexual.

‘Carol’ é um filme lento, poucas ações, mas com grandiosas atitudes. Percebe-se em duas horas de exibição a importância dos diálogos, e a riqueza do silêncio, por sinal o que determina a personalidade das personagens. A cenografia é detalhista ao ponto de mostrar com frescor os restaurantes, as ruas, os carros da década de 50. A trilha sonora de Carter Burwell merece aplausos. Cate Blanchett interpreta com genialidade essa mulher elegante em decadência, acompanhada de Rooney Mara, brilhantemente como uma jovem simples e dedicada a explorar o amor. Enfim, não é por acaso que ‘Carol tem cinco indicações ao Oscar: Melhor Atriz (Cate Blanchett), atriz coadjuvante (Rooney Mara), roteiro adaptado, trilha sonora original e figurino. Merece sua atenção.
Mário Sérgio P.Vitor
Mário Sérgio P.Vitor

96 seguidores 138 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 27 de janeiro de 2016
Fiquei encantado por CAROL. Li, em algum lugar, que o filme só era bonito plasticamente, mas, em contrapartida faltava uma relação comprometida com o amor. Engano de quem escreveu a crítica. CAROL esbanja olhares, sutilezas, climas sedutores. As atrizes estão soberbas em papéis que poderiam soar caricatos. A reconstituição de época, os figuros e a trilha sonora são de babar. Só faltou um pouco para se aproximar de outro filme do diretor, LONGE DO PARAÍSO, que considero uma obra-prima. Mas, faltou pouco .
Nelio M.
Nelio M.

22 seguidores 82 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 26 de janeiro de 2016
Quanta elegância, quanto requinte, quantas coisas bonitas em um filme... Minha vontade era acompanhar pra sempre esse romance. Achei a química delas forte. Simplesmente cativante!!!!!!
Marco C.
Marco C.

9 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de janeiro de 2016
Alguns diretores têm a capacidade de mudar o seu estado de espírito! Te leva pela leveza da câmera, pelos detalhes da cena, pela música. Ai você entra no filme e se depara com a Cate Blanchett mais linda e cativante do que nunca! Que mais você pode querer??
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