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Carlos P.
268 seguidores
431 críticas
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2,5
Enviada em 31 de janeiro de 2018
Filme bastante regular. Bom de assistir, mas não é um filme que mereça tantas indicações a prêmios e as considerações que teve da crítica. Uma história bela, mas nada muito diferente do que já vimos em outros filmes do gênero. As atuações realmente encantam. Se assistir, não vai achar ruim, deve até gostar, mas não espere uma obra-prima.
É um dos meus filmes favoritos. Daqueles, impossíveis de se enjoar, seja, quantas mil vezes Eu já assisti. Primeiramente, a atuação brilhante de Cate. em seguida, a fotografia e a trilha sonora. uau! creio que a Patricia Highsmith, abençou o filme da onde Ela esteja. uma pena a brilhante Cate não tem ganho o Oscar. JURO. Mas... Recomendo de corpo e alma, esse maravilhoso filme! detalhe importante: o filme é uma evolução de cada personagem! ficar atento, aos olhares e toques. pra mim, não é menos do que uma Obra Prima. De longe ganhou o oscar do meu coração, rs.
Um filme que a sensibilidade é o ponto de partida para contar uma linda história de amor entre duas mulheres. Um filme elegante com uma fotografia impecável valorizados com os excelentes figurinos e uma trilha sonora excepcional para completar com trunfo essa obra de arte. Um road movie sensível para que as personagens vivam o AMOR, que lentamente vai crescendo, crescendo até não conseguirem mais segurar isso dentro do peito. Lindas cenas de amor entre as personagens, impecáveis nas suas interpretações. RECOMENDO A TODOS!!!
Paixão: sentimento provocador, impulsivo, desesperado, inquieto. Faz perder noites de sono em sua ausência, faz valer cada minuto em sua presença. Dói, mas também constrói. Não há como saber, não tem como perceber, não podes escolher. Que mistérios existem ao se apaixonar? E pensar que tudo começa com um simples olhar.....Que bela adaptação do livro “The Price of Salt” de Patricia Higsmith, publicado em 1953 e que o diretor Todd Haynes teve todo o cuidado e delicadeza de trabalhar. Que linda trilha sonora, suave aos ouvidos de quem escuta e certeira nos momentos em que é tocada. Que fotografia primorosa, que charme da equipe deste filme em poder nos fazer viajar no tempo com tamanha perfeição. E que elenco! Nunca achei Cate Blanchett (atriz famosa em CINDERELA de 2015, O CURIOSO CASO DE BENJAMIN BUTTOR de 2008, AVIADOR de 2004 entre outros ) bonita, mas aqui ela está sedutora, elegante, sexy, onipotente, incrível! Sua sedução é quase a lá 007, faltou se apresentar como Aird, Carol Aird, após pedir o clássico drink Martini (sim, ela é a personagem que da nome ao título). E que atuação fantástica! A outra protagonista é a atriz Rooney Mara (fez PETER PAN de 2015, MILLENNIUM: OS HOMENS QUE NÃO AMAVAM AS MULHERES de 2011, A REDE SOCIAL de 2010 e outros) que interpreta o par romântico de Carol, Therese Belivet. Sem palavras para descrever a química entre as duas em cena, que traduzem seu amor sendo simples, sutil, gracioso. Em resumo, um romance, nada mais, nada menos. Nada explícito, nada complicado. Pela época, proibido, mal visto, um escândalo (não só naquela época.....) e mesmo tais dificuldades são apresentadas de maneira leve, como para que não atrapalhasse a admiração crescente entre elas e lógico, o espectador. Carol é uma mulher madura, mãe, prestes a se divorciar por saber exatamente o que quer. Therese é uma jovem que está descobrindo o mundo e se encanta com o olhar de Carol (o que é bem claro pelo diretor ao colocar em cena sempre a personagem de Blanchett com um brilho a mais, pois é assim que é enxergada por sua amada). Um filme bonito, com algumas coisas que ficaram no ar (como ela sabia o quarto do "espião? Ou quem chegou na casa a noite? Talvez desnecessárias, não sei), mas que nos diz que o amor não é apenas entre homens e mulheres, e sim entre seres humanos. O quanto é belo amar, a quem seja, sem se importar. Devemos se entregar mais, ao invés de roubar, matar, prejudicar e sentir a felicidade que isso pode nos dar...
É difícil ver um filme que te faz pensar e repensar sobre seus conceitos, mas esse realmente me 'paralisou' no bom sentido. Filme magnífico, para mim realmente foi diferente, me fez pensar nos pré-conceitos que temos ( que eu tenho). Diferente de tudo que já vi.
Filme maravilhoso! Reunir Cate Blanchett e Rooney Mara foi mais que um acerto, foi reunir duas das melhores atrizes da atualidade em uma verdadeira de arte.
Eu não tenho críticas negativas do filme, porém, queria que o final durasse mais. O filme Carol tem uma demonstração lúcida sobre os sentimentos, o filme nos dar uma percepção otimista perante o amor e parante a vida. Vi duas mulheres loucamente apaixonadas e dispostas ao amor, amor esse que foi interferido por preconceituosos e também pela imoralidade injusta que naquela época continha, ainda sim o filme não deixou de se destacar a sua originalidade sentimental. Parabenizo as atrizes e os atores que participaram do filme, assim como os diretores e todos os profissionais que, trabalharam para que o filme chegasse a uma grandeza considerada. Vejo o filme Carol como um exemplo... Diga não ao preconceito! Ame, mas ame incondicionalmente. Ame, mas ame logicamente.spoiler:
Um dos poucos filmes LGBT que gosto. Atuações tocantes, adaptação tão bem produzida, fotografia linda, filme bom de se ver. Vida longa á essa obra magnífica!
A jovem Therese Belivet (Rooney Mara) tem um emprego entediante na seção de brinquedos de uma loja de departamentos. Um dia, ela conhece a elegante Carol Aird (Cate Blanchett), uma cliente que busca um presente de Natal para a sua filha. Carol, que está se divorciando de Harge (Kyle Chandler), também não está contente com a sua vida. As duas se aproximam cada vez mais e, quando Harge a impede de passar o Natal com a filha, Carol convida Therese a fazer uma viagem pelos Estados Unidos.Carol tem uma bela historia, boas atuaçoes (Cate Blanchett e Rooney Mara estão otimas), otimo figurino, excelente fotografia, mais eu achei o filme apenas legal, filme tem alguns erros de roteiro, e o filme vai ficando cansativo na parte final. Nota 7.0
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