Deuses do Egito
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3,3
1111 notas

94 Críticas do usuário

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Natalia L.
Natalia L.

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0,5
Enviada em 9 de maio de 2016
O filme é feito TODO com computação gráfica bem ruim para um filme de 2016. Não conheço a mitologia egípcia, por isso achei o filme muito sem pé nem cabeça, o filme vai atropelando os acontecimentos. Agora entendi o porque do filme não ficar muito tempo nos cinemas e não ter sido divulgado o bastante. Decepcionada! Pelos atores, achei que seria um filmaço.
Ander C.
Ander C.

6 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 1 de maio de 2016
Ultra ruim, impossivel de assistir. É uma coleção interminavel de efeitos graficos muito ruins. Não consegui passar de 30 mim de filme. E os atores, pleo amor de Deus, atuações fraquissímas.
Magno L.
Magno L.

1 seguidor 15 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 14 de março de 2016
O que foi esperado: O trailer e a presença de Gerard Butler atrai atenções, na esperança de ser um ótimo filme com tema de guerras antigas assim como foi "300", as batalhas de deuses e criaturas mitológicas cheias de efeitos especiais também foi muito esperado.
O que realmente foi: Efeitos especiais de Playstation 2, trama muito comum sem nenhuma surpresa, totalmente cansativo, com 20 minutos já queria sair da sessão, totalmente sem emoção.
Wagner R.
Wagner R.

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 14 de março de 2016
Um dos piores filmes que vi na vida, pobre em criatividade apoiado em cenas e efeitos gráficos que não convencem e que escondem a história chata que vi.
Servio F.
Servio F.

5 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 7 de março de 2016
Deuses do Egito teve como consultoria técnica no roteiro os alunos da escola da afilhada da minha mulher, todos com 7 anos. Como o roteiro deve ter ficado ainda bom, resolveram dar uma piorada pegando a consultoria do Jardim de Infância. De uma certa forma, se for seguir a linha dos clichês hollywoodianos, é uma história que se fecha. A minha nota é um ZERO redondo! O roteiro de um filme, na minha modesta opinião, é a alma da sétima arte. O filme baseia-se na mitologia egípcia , centrado na disputa pelo trono entre o sobrinho Hórus (interpretado por Nicolaj Coster Waldau, o Jamie Lannister de "Game of Thrones") e o seu tio Set, interpretado por Gerard Butler. Dois imensos canastrões que fazem sempre o mesmo papel. A crítica em geral aliviou a produção no sentido do espetáculo visual que é. No meu entender, a fragilidade do roteiro, os personagens que beiram o caricato, não compensam o show de imagens. Já disse mais de uma vez que filmes não podem ser um monte de efeitos especiais que tem uma linha, um fiapo de narrativa, conduzindo a trama. ZERO é até generoso!! Tudo para agradar esposa e enteada favorita...
Juliana M.
Juliana M.

11 seguidores 6 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 26 de fevereiro de 2016
O CGI ta matando Hollywood!!! Quando bem usado ele complementa a obra, mas quando ele é usado erroneamente e exageradamente temos exemplos de atrocidades visuais como essa.
Nem sei por onde começar, pelo roteiro pobre com diálogos horríveis, pelos personagens caricatos e exagerados, pelo visual Playstation 2, pela falta de personificação étnica, pela direção mais ou menos, etc. São inconstáveis as inconsistências desse filme, só digo um coisa, fique em casa e espere chegar na tv ou sair em blu-ray, pois a chances de você se arrepender por ter gastado dinheiro com filme são extremamente altas.
Poderia escrever um longa e negativa crítica sobre esse filme, mas não tive a paciência e coragem de ver o naufrágio desse navio até o final.
Paulo S
Paulo S

10 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 26 de fevereiro de 2016
Querem um filme que explore mitologia? Assistam a Fúria de Titãs de 1981. Esse filme, Deuses do Egito, é um insulto a história, à bela mitologia religiosa dos egípcios. Fui assistir, e não vi nenhuma conexão entre o que foi contado no filme, com a mitologia clássica de Osiris, Horus e Set, pelo contrário, estragou. Deveriam ter pelo menos para deixar mais credível, ter mantido as características étnicas do povo egípcio, que era de pele escura. Era assim que os egípcios imaginam seus deuses, da mesma cor deles - morenos ou negros e não germânicos de olhos azuis e verdes.
Matheus D
Matheus D

30 seguidores 31 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 21 de fevereiro de 2017
Início de ano lá nos Estados Unidos significa desastre, pois lá geralmente em Janeiro e Fevereiro só saem os piores filmes possíveis, aqui nós não sofremos tanto disso devido aos filmes do Oscar ou lançamentos atrasados, porém de vez em quando essas bombas de início de ano chegam aqui também e “Deuses do Egito” é um exemplo deles, pois esse é realmente o primeiro completo desastre de 2016.
O que temos aqui é um tipo de filme raro, é daqueles que realmente nada se salva e que chegam a fazer rir diante de tanta idiotice, como “Batman & Robin” ou “Mortal Kombat: Aniquilação” por exemplo, e se você já teve o desprazer de assistir um desses dois filmes você provavelmente já sabe agora o que esperar daqui pra frente. Porém o que mais surpreende é que o diretor é o Alex Proyas que dirigiu “O Corvo” em que provou ser um diretor criativo e também “Eu Robô” que não é nada demais mais ao menos diverte, e eu simplesmente não consigo imaginar o que ouve com ele aqui, pois aqui ele parece um diretor aleatório e sem experiência alguma no ramo.
O enredo desse filme é patético de tão genérica e sem graça, e o roteiro tenta desenrolar tantas tramas dentro de um filme só, mais as desenvolve de maneira pobre e preguiçosa, isso porque eu não comentei sobre os diálogos, que são atrozes e o humor que chega a dar vergonha de tão esquisito em pensar que aquilo esta tentando te fazer rir. Também não posso deixar de lembrar que o filme se passa no Egito, porém todos os atores principais são americanos e britânicos. Isso é ridículo, não é a 1º vez nem a última que Hollywood vai fazer isso, porém esse detalhe nem faz diferença, pois não há material algum para os atores trabalharem.
Você tem o Gerard Butler berrando toda hora seu plano maligno sem sentido, tem o Nikolaj Coster-Waldau totalmente perdido em um personagem antipático e sem vida, tem o Brenton Thwaites imitando o Aladdin, e o Chadwick Boseman em uma das piores interpretações afetadas e exageradas que eu já vi, chega a dar dó do ator.
Daí você lembra que esta num filme de ação, em uma superprodução de 140 milhões de dólares, um orçamento bem alto, e espera que ao menos haja boa ação e visuais bonitos, e nem isso ele entrega. Eu não faço ideia de onde todo esse orçamento foi, pois visualmente esse filme é horrendo, ele foi inteiro feito em tela verde e CGI, o que eu já não considero bom pois requer muita habilidade pra funcionar, e o CGI pra piorar é ruim, você não acredita em nada que passa na tela e mais acha que esta vendo um jogo de Playstation 3 mal acabado.
Já a ação em si é uma bagunça sem limites, há momentos que a ação parece “300” com câmera lenta exagerada, depois a ação fica com a câmera rodando a 360 graus entre os atores o os monstros em CGI feios, depois fica aquela ação freneticamente cortada e quando os deuses viram aqueles seres metálicos gigantes parece “Transformers” porém sem nenhum esforço que o Michael Bay tem. Pra resumir, ela tenta se diferenciar toda hora e termina sendo apenas cenas que não são nem um pouco interessantes e que parecem não terminarem nunca.
A minha experiência de ver este filme no cinema foi muito clara, pois só não saí do cinema porque eu priorizo meu dinheiro mesmo com filmes desse nível.
“Deuses do Egito” não funciona como entretenimento, não funciona como filme de ação e até pode servir como Guilty-Pleasure para alguns, daqueles filmes que é tão ruim que é bom. Mais para mim não deu pois ele é tão convencido de ser grandioso e divertido que mal sabe no buraco enorme em que se enfiou, e se concretiza como uma das piores experiências que já tive no cinema se não a pior. Resta saber se haverá algum outro filme pior pra tirar o “Framboesa de Ouro” dele em 2017, pois caso não, nós temos um vencedor.
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