Mogli - Entre Dois Mundos
Média
3,6
233 notas

34 Críticas do usuário

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Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.774 seguidores 873 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 14 de dezembro de 2018
Uma atuação impressionante na interpretação do pequeno protagonista. Os efeitos dos animais também são dignos de elogios. Mas a história ficou mais densa, longe do original... mesmo assim um gostoso entretenimento.
Marcus F
Marcus F

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de dezembro de 2018
Um filme incrível,tanto pela beleza de sua arte, quanto ao impacto dos sentimentos que a história consegue envolver o telespectador. A releitura das personalidades é incrível, traz uma história muito mais madura,intensa e digna de reflexão.
Como pros temos a arte, a expressividade incrível dos animais (imperceptível a artificialidade),a trilha sonora realmente ótima e o enredo muito bem elaborado (não sobram,no fim, pontas soltas). O que deixo de citar, não deixa de ser bom.
Porém, como é de se esperar, nada é perfeito. O ponto que ressalto como negativo é a atuação de Rohan Chand em determinados momentos, spoiler: como a cena em que ele volta para a selva com o objetivo de matar Shere Khan. O momento em que ele grita invocando-o e antes, junto a alcateia, exemplifica isso.
A expressividade dos artificiais foi melhor que a dele em determinados momentos. Mesmo com este ônus o filme se sai muito bem. Uma grande obra.
Murilo S
Murilo S

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 12 de dezembro de 2018
Não foi fiel ao original. Faltou o rei macaco, a música com Balu, a queda do tronco podre, entre muitas coisas.
Assisti pensando ser uma versar “realista” de um dos desenhos que mais assisti em minha infância.
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 11 de dezembro de 2018
Mogli – Entre Dois Mundos é o primo menos famoso da produção Disney 2016, aonde comparações não tem como deixar de fazer, mas apesar de entregar efeitos especiais que deixam muito a desejar no quesito movimentação e visual dos bichos, em contrapartida, entrega uma história tensa que segue seu caminho bem ciente do que se propôs a apresentar, que seria um Mogli com a maior intensidade possível. Ficou bom.

Para lê a crítica completa no ParsaGeeks, link a seguir: http://www.parsageeks.com.br/2018/12/critica-home-video-mogli-entre-dois.html
Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 10 de dezembro de 2018
Um filme de uma das estórias infantis mais bonitas da história. Aqui temos um formato diferente de tudo que já vimos, com um roteiro não tão redondo, com falhas de desenvolvimento, sendo sombria, algo que no filme tradicional não é, com sangue e cenas de descaso total entre os protagonistas, brigas e forte apelo ao sarcasmo ou seja mais cru e menos límpido. Os efeitos em certos momentos impressiona, já em outros está muito á quem da realidade. Mogli- Entre dois mundos não chega a ser um desastre, mas também não desbanca a ótima animação feito a muito tempo atras.
Jaqueline S
Jaqueline S

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 10 de dezembro de 2018
Não acredito que o lobo albino morreu, mexeu muito com os meus sentimentos, fiquei chorando a noite toda, quem fez isso não tem coração! Pra mim isso estragou o filme... Tô muito triste. Primeiro o Mogli da uma bronca nele falando que ele era anormal, depois mostra a cabeça dele inpalhada, ele que era o mais inocente.... Tô muitoooooooo tristeeeeee socorro. spoiler:
Fernando M
Fernando M

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de dezembro de 2018
Excelente, roteiro e desenvolvimento de personagens, não é um filme infantil se estiver procurando isso assista a versão da Disney.
anderson j
anderson j

302 seguidores 222 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 8 de dezembro de 2018
Andy Serkis está de parabéns. Esse filme é lindo, visualmente e lindo em termos de história. É uma visão mais pesada, com mais crueza e momentos mais carregados de drama e peso. A história é muito bem conduzida e fluída, tudo é bem construído e cria-se logo de cara simpatia pelos personagens e quando algo acontece com algum deles você sofre junto, há dois momentos de rasgar o coração algo que a Disney ATUAL jamais faria mas faz toda a diferença em tela, o filme tem uma beleza poética e visual e musical, cultural também, que logo me lembrou algumas obras de Ang Lee. Os efeitos visuais de início me geraram estranheza, mas logo me adaptei ao estilo estabelecido para o CGI e funcionou bem. O ator que faz o mowgli coloca bastante comprometimento em sua atuação e manda bem, você compra a jornada do menino e suas transformações, outra boa sacada foi mostrar a vila dos homens por dentro, suas culturas e tradições. O final do filme, perdeu algumas chances de criar cenas mais bem elaboradas no embate final, e sheri Khan poderia ter sido mais aterrorizante e imponente, mas é muito satisfatório o desfecho do filme, que é muito bem construído e fechadinho, com início meio e fim, cada ato muito bem construído, pena o filme não ter ganhado chance de exibição nos cinemas, pois esse olhar mais sério dessa bela história consegue ser tão bom quanto o filme clássico de 1968 , e a versão de jon favreau de 2016. Tomara que Andy Serkis algum dia bote suas mãos no Tarzan, antes que a Disney o faça como está fazendo incansavelmente com suas obras animadas. Mowgli consegue ser excelente e se afastar do filme de 2016, tendo novidades e surpresas mesmo que sendo uma história já bastante conhecida, um presente de fim de ano de Andy Serkis onde se pode perceber que ele botou todo seu coração no filme, o resultado é um lindo filme que diverte e emociona na mesma medida. Já quero rever.
Luiz Antônio N.
Luiz Antônio N.

30.873 seguidores 1.298 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 8 de dezembro de 2018
a história do Menino Lobo mostra o Mogli, um garoto criado por uma alcateia após seus pais serem mortos pelo tigre Shere Khan na floresta. A partir disso, o jovem enfrenta os dilemas de ser um humano entre os animais e quase um animal entre os humanos.

uma nova versão fantástica da história do menino lobo achei bem diferente da maioria das versões que tinha visto até hoje até por misturar computação com cenas reais mas foi muito bom mesmo acho que valeu a pena ⭐⭐⭐
Leonardo De C
Leonardo De C

1 seguidor 4 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de dezembro de 2018
Com o tão recente (e muito bem feito) live action de Mogli feito pela Disney, encarei como uma atitude corajosa da Warner e Netflix encabeçarem um projeto tão conhecido e ainda fresco na cabeça da maioria, mas as semelhanças entre os dois filmes param no nome porque o novo filme do Mogli com certeza não foi feito para a criançada.

Filmes originais Netflix raramente me agradam, mas dessa vez eles acertaram em cheio em diversos aspectos. A começar pela escolha de transformar essa versão em algo mais sombrio e menos dócil. Os animais, feitos por computação gráfica possuem trações e aspectos mais grotescos, reais, duros, diferente da versão feita pela Disney, que contava com um designer mais leve, suave e infantil. Trazer aos animais essa realidade já nos distancia completamente das versões que conhecíamos e mostra originalidade.

Entretanto, às vezes, os animais (por serem feitos inteiramente em computador) pareciam falsos, mas não pelo designer antes citada, mas por falta de recursos da produção, ou por terem dado a alguém não tão cuidadoso a tarefa de editá-los. Claro que isso não caracteriza o CGI do filme algo ruim, longe disso, é muito bonito visualmente, mas em algumas cenas peca por falta de cuidado ou de um pouquinho mais de dinheiro envolvido. Isso, com certeza, não atrapalha nem um pouco a imersão no filme e dá pra seguir tranquilamente sem dar muita importância para isso.

A história segue muito bem amarrada e nos mantém atentos ao filme desde os primeiros minutos, apresenta bem os personagens que precisa, não perde o fôlego quando os problemas começam e faz tudo isso de forma natural e coesa, sem que nos faça sentir quando termina o primeiro ato e começa o segundo. É tão natural que o primeiro e segundo ato parecem apenas um, e apenas quem está analisando detalhadamente os aspectos do filme é que vão notar quando termina um e começa outro.

A escolha do elenco também não poderia ter sido melhor, apesar de a atuação de Cate Blanchett, ou melhor, a personagem dela, Kaa, não me cativar, mas não pelo personagem, mas sim porque os movimentos me pareciam pouco naturais. Mas não sei dizer se foi por má entrega da atriz ou pelo CGI posto sobre ela depois. De qualquer forma, todos mandam muito bem, até mesmo o ator mirim que interpreta o Mogli, apesar de que em algumas cenas as expressões dele serem mais exageradas do que deveriam. Nisso, questiono-me até se não foi uma dificuldade da direção em fazer o garoto reagir de determinadas formas, mas de uma forma branda, equilibrada, nem morna demais, nem exagerada demais, mas isso, também, facilmente passará despercebido, pois as cenas onde há exagero, são cenas em que o garoto está com raiva, ou seja, podemos apenas fingir que ele estava com raiva demais e tudo bem.

O filme também faz bom uso das câmeras, e chamo atenção para a cena onde Mogli está na caverna de Kaa, onde a câmera gira conforme a cobra se enrola nos troncos e acho ainda, que aquela cena daria um belo plano sequência. A trilha sonora funciona bem, apesar de às vezes ser inserida de uma forma que não deveria ou ainda numa cena que não precisava.

Dessa vez a Warner fez um excelente trabalho, utilizando da forma certa uma história já tão conhecida. Cativou, criou tensão nos momentos certos, me fez torcer pelos personagens e ainda me deixou com a sensação de não querer ver o filme acabar tão cedo. Com poucos erros compensados pelos outros acertos, dessa vez eu tiro meu chapéu!
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