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Beatriz M.
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5,0
Enviada em 25 de julho de 2014
Dirigido por Matt Reeves (Cloverfield), Planeta dos Macacos: O Confronto, continuação de “A Origem”, apresenta um cenário pós-apocalíptico. Os seres humanos foram quase todos dizimados devido a uma gripe símia, desenvolvida em laboratório, que se alastrou pelo mundo; e os macacos, liderados por César (interpretado por Andy Serkis, através da técnica motion capture) agora vivem em liberdade na floresta. Durante os dez anos que passaram desde a batalha entre humanos e macacos na Golden Gate em São Francisco; César tornou-se um líder sábio e justo e que conseguiu desenvolver uma sociedade de macacos harmônica e bem evoluída. Entretanto, tudo isso é abalado quando um grupo de humanos, liderados por Malcolm (Jason Clarke) entra na floresta em busca de uma represa; que é a única chance de continuar gerando energia e garantir a sobrevivência dos humanos remanescentes. Diante desta situação, César se vê em um impasse: deve ajudar os humanos, talvez colocando em risco a vida dos macacos, ou não? Alguns macacos, principalmente Koba (Toby Kebbell) que é o braço direito de César, acredita que eles devem exterminar os humanos o quanto antes. Koba que passou parte da sua vida sendo utilizado em experiências em laboratórios, não confia nos humanos e teme que eles se tornem fortes e controlem o mundo novamente. O confronto no filme não surge apenas no campo físico, mas no de ideias também. César se questiona muitas vezes sobre a questão da guerra, família, confiança e fé. Ele e Malcolm querem evitar a todo custo o confronto e acreditam que humanos e macacos podem conviver pacificamente. Mas, não são todos que pensam assim, e optam por colocar seus interesses e ambições acima de valores como amizade e lealdade. Os efeitos utilizados neste filme prendem a atenção do espectador, principalmente nas cenas dos confrontos. Mas, o grande trunfo do filme está no roteiro inteligente de Amanda Silver, Rick Jaffa (também responsáveis pelo roteiro do primeiro filme) e Mark Bomback que evoca e nos faz refletir sobre questões relevantes presentes em nossa sociedade atual. O filme é tenso e envolvente, e gera expectativa sobre o terceiro filme, que já está confirmado para 2016 e que terá mais uma vez o olhar apurado de Matt Reeves na direção.
A comparação com os antigos Planeta dos Macacos é inevitável, mas começo desmitificando essa comparação covarde, afinal a tecnologia é outra, a maquiagem é outra e os tempos são outros, o pensamento social é diferente do de décadas atrás. Agora que podemos seguir para o Planeta dos Macacos de Andy Serkis, é seguro dizer que é um filme épico e que além de se preocupar com a excelente bilheteria se preocupa com um roteiro verdadeiro e humano. Pensar numa epidemia e no domínio dos primatas é algo difícil fora das telonas, mas em O Planeta dos Macacos - A Origem é perfeitamente possível imaginar. O primeiro filme é tão impactante que se sentar na poltrona para assistir esse é praticamente esperar por mais, e chegando com a adrenalina lá em cima. E para o diretor e os roteiristas isso ficou claro, pois o filme começa com uma caçada dos primatas pela floresta que deixa qualquer caçador de frio na espinha. Já no início também é possível identificar o que o filme nos reserva, César diz a seu filho: "Pense antes de agir", é assustador como um macaco consegue pensar e dizer, mesmo que em sinais, algo que pertence aos humanos: a capacidade de raciocínio. O interessante do filme é observar os sentimentos predominantes nos humanos, a ganancia, o egoísmo e o amor, agora nos macacos desenvolvidos. Mas por onde andam os humanos sobreviventes da epidemia? Alguns se refugiam a alguns kilometros dos macacos, e quando as duas raças se encontram novamente é óbvio que nem os humanos nem os macacos podem fingir que nada aconteceu e apenas dividirem o território - guerras começaram por menos. O mais novo galã do cinema, Cesar, interpretado pelo especialista Andy Serkis (fez o King Kong e o Gollum de O Senhor dos Aneis), pode ser comparado a um ser divino de sabedoria ímpar e um líder nato. As sua tomadas com os macacos e com os humanos são ótimas, com ótimos diálogos e uma atuação digna de indicação ao Oscar de Andy. Mas não é só elogiável sua atuação mas a de todo o elenco, encabeçado por Gary Oldmam que tem papel importante na história. Claro que os efeitos especiais são ótimos, mas o mais importante desse filme é que ele tem a capacidade de impressionar e fazer tremer no sofá, primeiro com o "NO" de Cesar agora com toda a sua sabedoria e paciencia. Se nos outros filme os Macacos eram até simpáticos, nesse, Cesar ganha seguidores e legiões de fãs mundo afora, preparem-se pois um novo líder está surgindo e ele faz parte do não mais impossível Planeta Dos Macacos.
Planeta dos Macacos: O Confronto dá continuidade a Planeta dos Macacos: A Origem. Inicialmente neste filme, vemos os Macacos evoluindo. A criação de uma sociedade com regras, a caça e também a pesca, tudo sobre a liderança de Cesar (Andy Serkys). Do lado dos humanos, vemos as consequências do Vírus Símio, criado em um laboratório e que dizimou a raça humana. Vemos as aflições dos sobreviventes, tudo que perderam e também a tentativa de reestruturação e contato com mundo afora. Entramos então no roteiro, escrito por Amanda Silver, Mark Bomback e Rick Jaffa. O roteiro é simplesmente fantástico. Além de mostrar muito bem ambos os lados e motivos, os roteiristas também conseguem se aprofundar nos personagens principais, principalmente do lado dos Macacos. O elenco perde espaço para Andy Serkys (Que faz a captura de movimentos de Cesar). E vamos torcer para que finalmente o trabalho dele seja realmente reconhecido e ele possa pelo menos ser indicado para o prêmio de Melhor Ator. Adicionado a isso, temos os Efeitos Especiais. Simplesmente magníficos. Em vários momentos do filme, eu vi me perguntando se eram realmente macacos ou computação gráfica, tamanha realidade alcançada. Também temos a direção que mudou. Agora comandando está Matt Reeves ( Cloverfield - O Monstro e Deixe-me entrar), um cara experiente em fazer filmes tensos com um pequeno suspense. O ambiente também criado no filme é fantástico. Do lado humano, a cidade já começa a voltar a ser natureza depois de dez anos. E do lado dos Macacos, temos a mesma floresta vista no final do primeiro filme. Planeta dos Macacos: O Confronto cumpre as expectativas e deixa com ar de esperando mais, agora que a verdadeira guerra está por começar. Um filme visualmente lindo e também com uma história bem construída. E então, somos todos macacos ou somos todos humanos?
Oque dizer deste filme? Só coisas boas. Andy Serkis ( Cesar ) incorpora o personagem e nos convence o tempo todo. A estória, efeitos especiais são excelentes. Filme freudiano. Belo!
Confesso que no início do filme achei não ia gostar, pois macaco andando a cavalo e falando, enfim seria um filme muito fantasioso. Mas no decorrer do filme vemos a mensagem que o filme passa, que nem nos humanos e nem nos macacos podemos confiar, sempre tem as pessoas e os animais do BEM e do MAL. Excelente efeitos visuais, roteiro impecável. Imperdível, recomendo a todos...
Se no filme anterior a franquia Planeta dos Macacos nos frustrou por nos trazer um clímax que basicamente residia numa simples fuga, ao invés de desenvolver como se deu a predominância dos macacos sobre os homens, este novo filme nos brinda agora não apenas com a sequência satisfatória dos acontecimentos do filme anterior, mas também com uma interessante discussão sobre o que nos torna especiais como raça e qual a semelhança que a raça insurgente guarda de nós, afinal de contas.
Escrito por Rick Jaffa, Amanda Silver e Mark Bomback e dirigido por Matt Reeves, Planeta dos Macacos – o Confronto começa mostrando as consequências devastadoras que o vírus criado no filme anterior tiveram entre os humanos, deixando uma pequena parcela de sobreviventes residindo próximos à floresta onde os macacos se estabeleceram, evoluíram e construíram toda uma cultura e hierarquia, sob a liderança e proteção de Ceasar, e sob a vigilância ambígua e suspeita do macaco Koba.
Esta “comunidade”, no entanto, vê-se ameaçada no momento em que um grupo de exploradores humanos encontram-se em seus domínios, estabelecendo-se uma tênue relação entre o grupo de Caesar e os sobreviventes humanos liderados por Malcolm (Jason Clarke) e Dreyfus (Gary Oldman), e que implicará, por uma série de circunstancias fortuitas, no embate entre os dois grupos. E é neste ponto, afinal de contas, que o filme ganha complexidade ímpar: na relação de Caesar com seus subordinados e sobretudo com seu filho, destacando que, no final das contas, são os macacos, como os evoluídos, que se mostram intransigentes e intolerantes, igual aos humanos que os antecederam.
Muito bom. A trama se passa 10 anos depois do A Origem. A doença produzida em laboratório que vitimou o técnico e contaminou o piloto "mala"...adivinha: infestou o planeta inteiro, causando o caos, isolando os seres humanos em grupos com poucos condições tecnológicas para sobreviverem. Bem. Enquanto isso, na Sala de Justiça, Cesar, Maurice, e os descendentes da nave da revolta símia do primeiro filme, vão muito bem, obrigada. Não dependem de naaaaadaaa de energia elétrica, ou digital. Caçam, produzem fogo, armas rudimentares, educam as próximas gerações do seu povo e ..... até o primeiro contato com o ser humano. Que por um acaso, tem que sempre ser o maaais babaca do elenco. E Cesar, que tinha trabalhado o seu " símio " interior, dividido o mundo em macacos bons e seres humanos pestes, vai perceber amargamente, e da pior maneira que não é bem assim. O filme é tenso, tem ação, excelentes atores, mas, sinceramente, o que arrasa, mesmo, é o elenco símio. Principalmente, Andy Serkis, que passa uma credibilidade tão grande, que fica difícil lembrar que quando ele filmou, estava com um macacão esquisito e todo pontilhado..... Na franquia anterior, já tinha chorado com Cornélius, Zira e seu filhinho. Nesse, a intensidade emocional, spoiler: o embate entre Cesar e Koba ( e o que transformou Koba no que ele entendeu que deveria ser...), a amizade entre humanos e macacos que mais uma vez teve que ser desfeita, , me fizeram chorar. A cena final,spoiler: " macaco não mata macaco" - " você não é macaco"...... me lembrou que tipo de ferida emocional pode nos levar à insanidade; e de como odeio guerra. Para mim, é muito mais do que um filme. Dá para fazer um TCC sobre intolerância, feridas emocionais, política, relações humanas.
Achei o filme muito bom. os efeitos especiais excelente. Achei um pouco cansativo os diálogos dos macacos mas que não torna o filme ruim. Super recomendo.
Depois de tanto falar no primeiro Planeta dos Macacos surgem as perguntas: esta nova versão não é mais uma cópia mal feita de um clássico? Se eu não vi a original, vou perder muita coisa? A resposta é simples, uníssona e vale para as duas: NÃO!!! Nem mesmo o uso desnecessário de alguns clichês e um ou outro furo na trama tiram o brilho de um dos melhores lançamentos do ano. Tim Burton usou toda a sombriedade criada pelos cenários (na sua maioria complexos e escuros) e a trilha sonora de Danny Elfmanpara transformar um dos ícones do cinema cult em estrela pop. O Filme é muito bom e eu Recomendo!
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