Planeta dos Macacos: O Confronto
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4,4
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Yuri
Yuri

72 seguidores 525 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de janeiro de 2024
Ótimo filme, porém um pouco abaixo do seu antecessor Planeta dos Macacos: A Origem. Nesse filme, achei que a história deixou um pouco a desejar e não foi tão emocionante como o anterior. O que ajudou muito foi a produção, novamente espetacular. Vale a pena assistir, tem muita ação e te prende do início ao fim, mesmo sendo inferior ao seu antecessor.
Ana Paula d.
Ana Paula d.

18 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 25 de julho de 2014
O filme “Planeta dos Macacos: O Confronto” vem chamando a atenção pelos extraordinários efeitos visuais empreendidos nos cenários e, principalmente, pela captura de movimentos dos atores, dando ênfase à atuação de Andy Serkis que, com olhares profundos e movimentos sutis, confere um ar altivo e misterioso ao seu personagem Cesar, que agora está mais maduro, com alguns pelos brancos e rugas da experiência que viveu junto com seus pares desde que o vimos sumir pelas florestas vizinhas a São Francisco. Quando o novo filme da franquia começa, ficamos sabendo, através de uma breve recapitulação feita com cenas de telejornais, que dez anos se passaram desde a batalha na Golden Gate Bridge e que o vírus da “gripe símia” dizimou praticamente toda a humanidade e e as plantas já tomaram tudo. O confronto do título se dá quando um grupo de humanos que sobreviveram ao devastador vírus penetra em área ocupada pelos acólitos de Cesar a fim de reativar uma usina hidrelétrica e uma nação cada vez maior de macacos geneticamente evoluídos os ameaçam. O roteiro é um tanto quanto interessante, uma vez que possui várias camadas e mescla entretenimento e reflexão social, muitas vezes invertendo os papéis dos humanos com os animais. Indicando que quanto mais construímos civilizações ditas sociavelmente evoluídas, novas intrigas e divisões ideológicas podem surgir entre os seres. O filme deixa claro a dificuldade em compreender e aceitar o outro com todas as suas dificuldades, principalmente quando há problemas mais profundos, com feridas ainda expostas: é mais fácil julgar e apontar os defeitos alheios, pois assim os defeitos próprios passam despercebidos aos olhos de terceiros. O Confronto é de todo permeado por um único sentimento: tensão. A produção conseguiu fazer com que os espectadores ficassem praticamente o tempo todo sentados, sem se mover e sem desgrudar os olhos da telona. O lucro com vendas de pipoca e refrigerantes deve ter sido bem inferior ao esperado. Reeves não só apresentou uma sequência fantástica, como fez melhor e esmagou o antecessor. Sem dúvidas uma super produção inteligente, hipnotizante e eletrizante!
William di Souzah
William di Souzah

59 seguidores 9 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 25 de julho de 2014
Entre medíocres (e em alguns casos: abismais) remakes e reboots de clássicos da ficção científica, 'Rise of the Planet of the Apes"(Planetas dos Macacos:A Origem) foi um filme raro que se destacou. Pode se dizer que é um filme com cérebro e coração. Além de uma abordagem original para um material bem conhecido, o filme tem grandes efeitos visuais. Dito isto, 'A Origem' praticamente perde a cor em comparação a sequência dirigida por Matt Reeves, 'Dawn of the Planet of the Apes'(Planeta dos Macacos:O Confronto). Posso dizer sem medo de errar: o filme é uma obra-prima da Ficção Científica.

A ousadia de "O Confronto", é não ser como os blockbusters dos dias atuais, onde o que importa é ação desenfreada. Ele volta ao estilo do filme original de 1969(que pelo pouco recurso da época focou no roteiro), onde a história contada é tão importante quanto a ação.

Dez anos após os acontecimentos do primeiro filme, a raça humana está ameaçada. Uma doença, dizimou grande parte da população mundial. Sem energia elétrica, um grupo de sobreviventes liderados por Malcolm (Jason Clarke) precisará entrar na floresta dos chimpanzés para negociar com César (Andy Serkis) para tentar reativar uma usina localizada no território dos primatas.

Embora este filme envolve o início de uma guerra entre humanos e macacos, esta guerra poderia representar qualquer guerra entre dois clãs ou facções, com a diferença de ser ideológica, cultural ou ate mesmo pela cor de sua pele.

Um pouco mais lento que "A Origem" o filme mergulha no coração de uma questão que tem nos atormentado há séculos: Por que lutar uns contra os outros? Por que sair do nosso caminho para matar uns aos outros? Como estamos respeitando esse espaço territorial? Como é que as nossas ações dão origem a conflitos e nos levam a enfrentar nossos vizinhos? Nossa crise existencial parece ter nos consumido tanto que estamos sempre devastados pela guerra, sempre em conflito. "O Confronto" é um vislumbre do monstro dentro de nós mesmos. Um espelho para nossas ações no passado e no presente.

Com um ótimo roteiro, "O Confronto" enfeitiça do começo ao fim, desde a sua abertura, cheio de angústia ao seu espetacular clímax, cheio de ação. Eu sou normalmente muito crítico em relação ao uso exagerado do CGI, mas o nível de habilidade exibida aqui, simplesmente tem que ser admirado. O CGI é absolutamente fenomenal, há cenas que são quase inteiramente em CGI(como os macacos caçando veados para alimentar a comunidade), mas tudo parece incrivelmente real e vivo. O design de produção dos diferentes ambientes também é excepcional, outra coisa que separa a sequência do original de 2011, que foi menos fantástico.

O trabalho de Reeves e seu exército de artistas de efeitos visuais é excepcional, tanto em termos de realismo dos macacos e quanto do que é visto em todas as cenas. Mas o que é mais importante, não é apenas a qualidade dos próprios efeitos visuais, mas como efetivamente eles são usados ​​para contar a história de "O Confronto".

É bem claro desde o início que os macacos são os verdadeiros astros do filme, enquanto que os seres humanos são como antagonistas casuais. Os personagens humanos, interpretado por Jason Clarke, Gary Oldman, Kodi Smit-McPhee, Keri Russell e Kirk Acevedo, não acrescentam muito. Quando o foco do filme muda para o campo humano, é difícil manter o máximo interesse.

O desempenho surpreendente de Andy Serkis como César é de se questionar quando ele vai ganhar o merecido Oscar?

Essa nova franquia do "Planeta dos Macacos" tem potencial para se tornar uma daquelas trilogias raras como "O Senhor dos Anéis" ou a trilogia original "Star Wars". Espero que o terceiro filme possa reviver o título de "Battle for the Planet of the Apes" porque isso é realmente o único rumo que a história pode ir a partir daqui.

Um sucessor, brilhantemente realizado para um reboot sólido da franquia. "Dawn of the Planet of the Apes" mostra o que pode ser feito quando um diretor talentoso, com um roteiro e elenco forte, cria um blockbuster de verão que não sente a necessidade de apelar para atingir o sucesso.

Ao escrever a resenha de "Transformers:A Era da Extinção" questionei: Será que a 'era da extinção' do título se refere a falta de bons roteiros e originalidade que paira Hollywood nos últimos anos?

"Planeta dos Macacos: O Confronto" me mostrou que não.
Alexandre S.
Alexandre S.

153 seguidores 116 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 27 de julho de 2014
Quando resolveram fazer um "reeboot" da franquia, achei meio arriscado e não colocava muitas esperanças, ainda mais depois das enxurrada de críticas em cima da versão de Tim Burton. Mas com "Planeta dos Macacos - A Origem", deixei minhas dúvidas de lado e achei um filme sensacional. Com "O Confronto", a franquia expande os eventos de "A Origem" e eleva a um nível mundial. Dez (10) anos depois dos eventos do primeiro filme, o vírus chamado de "Gripe Símia", que criado em laboratório, acaba dizimando a população humana do planeta. Os macacos, liderados por Cesar, vivem em uma sociedade bem estruturada e longe dos humanos, até que devido a um problema com os humanos restantes em São Francisco, acabam cruzando o caminho dos macacos e acabam afetando esse "tratado de paz" entre as espécies. O destaque do filme, realmente são os macacos, não só pelos efeitos (perfeitos) que contam com um suposto recorde de atores atuando com captação de movimento e com Andy Serkis dando show novamente como Cesar, mas também com a representação da sociedade dos macacos, aonde as "classes" são bem delineadas e a comparação com os humanos, que acabam vendo os macacos apenas como bichos irracionais. Mas infelizmente, o roteiro acaba tornando o último ato do filme bem clichê, mas não estraga toda a obra. Com sequências sensacionais, como a cena inicial que lembra os documentários da "National Geographic" e com uma cena final memorável, "Planeta dos Macacos - O Confronto" mostra que a franquia está bem viva e que tem um caminho brilhante pela frente.
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 25 de dezembro de 2014
Depois de longos anos,macacos e seres humanos se reencontram,mas de uma forma não muito amigável.César (interpretado pelo o fantástico ,Andy Serkis),consegue manter sua boa liderança entre o grupo de primatas.Onde mantém a ordem,e conseguem ser o grande responsável por todos os atos de seus companheiros.Esse novo filme de Matt Reeves consegue manter o bom nível do anterior,e mostra a história bem pensada,de acordo com aquela que terminou em Planeta dos Macacos-A Origem.Temos um novo elenco,que traz Jason Clarke,Gary Oldman e a linda Keri Russell.A fotografia destruída da cidade impressiona juntamente com os tons escuros de dias de chuva,e tudo isso com bons momentos de confronto entre animais de diferentes espécies.
Sidney  M.
Sidney M.

29.815 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de julho de 2014
Poucas produções conseguem realizar sequencias melhor ou igual ao original. Da-se para contar nos dedos os filmes que atingem essa façanha. Felizmente Planeta dos Macacos O Confronto entra nessa lista. O filme conta com uma história muito bem construída, dando muita enfase nos personagens. A ação fica em segundo plano assim como foi no primeiro filme. Muito bom, consegue ser reflexivo e divertido ao mesmo tempo.
Rafael R.
Rafael R.

14 seguidores 35 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de agosto de 2014
Fui assistir PLANETA DOS MACACOS: O CONFRONTO

Imagine que você tenha que ir ao banheiro para defecar. Foi? Imaginou? Pois bem.

Calma! C vai entender.

Imagine agora que você não vai defecar DE QUALQUER MANEIRA né? Mas sim, colocando um papelzinho ou um jornalzinho debaixo de você “COMO SE FOSSE COLHER UM POUQUINHO PARA EXAME LABORATORIAL QUE O MÉDICO PEDIU”. Imaginou? Conseguiu?

Segura aí, segura aí que tu já vai entender...

Imagine agora que você, ao terminar de SOLTAR O BARRO, você aproveita e URINA sobre seus próprios detritos. Mas tipo, uma coisa assim, sem querer. Saca? Tipo, uma coisa, digamos, acidental. Ok?

Pois bem.

Daí você, que é uma pessoa inteligente, deve estar se perguntando:

“-ôôô doidão? Tá doido brou? Que isso? O que o filme PLANETA DOS MACACOS tem a ver com essa doidera toda aí que tu ta falando? E o que eu faço agora com ESSAS FEZES TODA aqui no banheiro? Tô fazendo o que tu ta mandando brou. Tu escreve e eu faço aqui a parada TODA, sacou? Vai lá, fala aí...Que que eu faço com esse BARRO todo que eu soltei aqui?”

Isso aí, leitor é assim mesmo, OBEDECE DIREITINHO...Faça o seguinte agora:

-Pegue um pedacinho desse detrito que está aí no banheiro contigo(NÃO COLOQUE PERTO DO NARIZ, POR FAVOR), leve-o até o seu notebook, ligue-o, espere a inicialização do sistema operacional, abra o drive de DVD, coloque esse pedacinho DE BARRO ou detrito, ou fezes, ou n°2, ou o que é expelido pelo seu organismo após seu corpo não precisar mais, OU SEI LÁ O NOME QUE VOCÊ DÁ AÍ NO SEU ESTADO...Mas pegue e COLOQUE NO COMPARTIMENTO DO SEU DRIVE DE CD DO LEPTOP...

Aguarde alguns segundos...

Se aparecer a seguinte mensagem:

“Você está entrando num ambiente do PLANETA DOS MACACOS. Deseja continuar?”

Clique em “Ok”, ou “CONTINUAR”.

O seu computador começará a ler e você assistirá PLANETA DOS MACACOS: O CONFRONTO.

Pronto, os dois: Tanto os “detritos” que saíram de você, quanto o “Planeta dos Macacos”, são INSEPARÁVEIS e seu computador lendo O BARRO que você soltou, começará a rodar o filme PLANETA DOS MACACOS normalmente.

Filme sem nexo, sem pé nem cabeça, sem sentido algum.
Parece que o autor tentou sintetizar, condensar, compendiar A ESCRAVIDÃO ocorrida no mundo com o que OS MACACOS passaram com os seres humanos...Poupe-me, né galerinha? Comparações loucas Né?

SPOILER: Vou relatar parte do filme, pule para “Isso aqui eu posso falar...”
Acho bizarro uma evolução TÃO RÁPIDA ASSIM. Até a linguagem de sinais, eles(macacos), aprenderam...Ora, não sabem falar? Que se comuniquem FALANDO ENTÃO ora bolas !!!!!

Isso aqui eu posso falar com SPOILER pois no próprio trailer do filme JÁ MOSTRA ISSO. O Macaco, pega uma metralhadora E JÁ SABE ATIRAR. E mais, AS BALAS NUUUUUUCA ACABAM !!!! KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Bizarro cara...

Se você colocar uma arma na mão de qualquer pessoa, na boa, ela vai ficar apertando e apertando e apertando e apertando o gatilho E O TIRO NUNCA VAI SAIR...sabe por que? Devido NUNCA TER ATIRADO...
Já viram em filme que a mocinha fugindo do inimigo pega numa arma para se defender E NÃO CONSEGUE ATIRAR? É muito comum isso...Ora, daí colocar macacos PARA DAR TIROS? Que isso brother?

Ah, antes que me esqueça: Uma coisa que devemos começar a buscar e já precisamos disso, COM URGÊNCIA, é de comunicar aos governantes, ministros, autoridades, prefeitos que, devemos ter uma lei, UMA LEGISLAÇÃO QUE PUNA OS MACACOS QUE DÃO TIROS EM SERES HUMANOS. Pena, no mínimo, de 2 a 4 anos de reclusão...Já ta um absurdo isso gente...Como pode? Macacos matam os seres humanos E FICA POR ISSO MESMO? É um mundo da impunidade isso agora? Como assim? Não tem mais câmeras filmando para que as autoridades possam identificar cada macaco que participou do acontecimento?

Onde estamos afinal de contas? Estamos na casa da mãe Joana?

Termino aqui esse texto lembrando que você deve LIMPAR O SEU LEPTOP, pois certamente, ELE NÃO DEVE ESTAR CHEIRANDO NADA BEM.
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de julho de 2014
Não sou um grande seguidor da série de filmes do Planeta dos Macacos. Vi o primeiro filme com o Charlton Heston há muitos anos atrás, não vi os filmes dos anos 70, não gostei da versão do Tim Burton, mas o agora penúltimo filme da série, A Origem, com o James Franco, é extremamente bom. Este último segue uma linha parecida com seu antecessor. Muitos efeitos especiais para a representação dos macacos, que com o auxílio de atores consegue com esmero reproduzir os movimentos dos símios, dando uma carga dramática notável aos seus semblantes. Andy Serkis repete seu papel como o líder dos macacos, Cesar, de maneira caprichosa. Na verdade, o filme é notável não só pelos efeitos excepcionais, onde as criaturas ganham contornos humanos, sem perder as características dos primatas. O elenco também é muito bom, contando com rostos conhecidos como Gary Oldman, Keri Russell e Kirk Acevedo, mas o que realmente é a melhor parte do filme é sua densidade narrativa e a profundidade dos dilemas apresentados, notórios de reflexão comportamental. spoiler: Se no filme anterior Cesar “aterrorizava”, e causava espanto com poucas palavras pronunciadas, aqui nesse filme ele não só fala diálogos inteiros e complexos em inglês, como se comunica no “macaquês” com seus camaradas, enquanto outros símios também arranham alguma coisinha do inglês.
Mas o espanto maior do filme não é na maneira como esses primatas se comunicam, e sim como se comportam. A tentativa de criar uma sociedade pacífica é desmantelada pela ameaça humana, apesar de seguir os moldes que nós utilizamos com nossa gente. A idealização de família e comunidade segue os mesmos parâmetros dos humanos, e a atrocidade vivida no passado por eles causa medo e revolta. Os símios têm inúmeras razões para temerem os humanos e acabam portando-se como homens. Já os homens temem os macacos pelo simples fatos de eles terem a capacidade de portarem-se como humanos. Os homens temem na verdade o reflexo de si mesmos. Não vou ficar aqui filosofando sobre as inúmeras interpretações do comportamento de rivalidade, raiva e guerra entre humanos e macacos. O filme e muito mais amplo que isso. Há cenas dignas de marcos cinematográficos spoiler: , vide as cenas onde um macaco finge-se de bobo para então cumprir seus objetivos traiçoeiros e primordialmente humanos ou a de um tanque de batalha sendo dominada por macacos
. É um filme de ação que faz pensar, mesmo aqueles que só procuram diversão. Um mergulho na mesquinhez, busca pelo poder e controle, egoismo e crueldade. Tudo isso com toques de blockbuster. Um filme que cumpre seu objetivo e traz um quê a mais. Mais uma prova de que um filme não deve se valer apenas de seus efeitos especiais para ser bom. É preciso uma boa estória. Mesmo tirando os absurdos de realidade (como os macacos falantes, para citar um exemplo simples), consegue na sua narrativa tratar de algo bem próximo e de fácil identificação, tornando algo incrível em crível pelo simples fato de ser muito bem feito. E que venha outros confrontos de realidade tão interessantes como esse.
Neto S.
Neto S.

30.586 seguidores 773 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de setembro de 2015
Dez anos após a conquista da liberdade, César (Andy Serkis) e os demais macacos vivem em paz na floresta próxima a San Francisco. Lá eles desenvolveram uma comunidade própria, baseada no apoio mútuo, enquanto os humanos enfrentam uma das maiores epidemias de todos os tempos, causada por um vírus criado em laboratório. Sem energia elétrica, um grupo de sobreviventes planeja invadir a floresta e reativar a usina lá instalada. Malcolm (Jason Clarke), único que conhece bem os símios, tenta agir pacificamente e impedir que o confronto aconteça. Muito Bom , Filme Tem o Mesmo Nivel do Planetas do Macacos: A Origem , Nesse Filme Tem Muitas Cenas de Açao , Muito Bom Nota 8.0
Kamila A.
Kamila A.

7.940 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 7 de agosto de 2014
“Planeta dos Macacos: A Origem”, filme dirigido por Rupert Wyatt, tinha um roteiro que trabalhava diretamente com as similaridades entre o homem e o macaco, na medida em que também enfocava as diferenças entre as duas espécies, principalmente no que dizia respeito aos instintos de defesa animais e a agressividade que são comuns aos dois seres. De uma certa maneira, esse continua sendo o cerne por trás da sequência do filme: “Planeta dos Macacos: O Confronto”, dirigido com segurança e competência por Matt Reeves.

A trama do longa se passa num mundo pós-apocalíptico, em que a espécie humana foi quase dizimada por causa de uma epidemia da chamada “gripe símia” e os poucos sobreviventes humanos vivem em condições inóspitas, sem energia elétrica e uma infra-estrutura que traga o mínimo de dignidade para eles. Enquanto isso, uma nação de primatas geneticamente modificados vivem de uma maneira completamente oposta a dos humanos: plenamente organizada e estruturada politicamente, tendo como eixo principal a figura de seu líder Ceasar (vivido por Andy Serkis).

Se, em “Planeta dos Macacos: A Origem”, os humanos precisavam dos macacos como cobaias de laboratório para a descoberta da cura de doenças; em “Planeta dos Macacos: O Confronto”, os humanos precisam adentrar o território seguro em que vivem os símios de forma a poderem tentar gerar a energia elétrica necessária para que eles tentem o contato com outros grupos de sobreviventes humanos e, quem sabe, possam ser resgatados dali para um local com condições melhores.

Com uma trégua pacífica entre as duas espécies ameaçada pela tensão natural advinda do relacionamento entre o homem e o macaco, temos o desenho de um grande conflito que leva estes dois lados a uma guerra, não só pela sobrevivência, como também pela dominação – especialmente territorial. Neste sentido, é importante prestar atenção à dualidade existente entre os dois personagens centrais desse filme: Ceasar e Malcolm (Jason Clarke), que possuem o equilíbrio necessário entre a compaixão humana e a racionalidade da análise de uma situação que os colocam na posição de liderança em que eles se encontram.

Sem dúvida alguma, assim como no primeiro filme, o roteiro de “Planeta dos Macacos: O Confronto” trata de questões um tanto inteligentes (que passam pela discussão ética e política) e que causam uma reflexão interessante na plateia. Além disso, o grande destaque da obra continua sendo o trabalho de composição dos símios, principalmente o de Ceasar, que confirma o status de Andy Serkis como o ator que melhor sabe trabalhar com a técnica de captura de performance que poderá modificar os rumos do cinema no quesito atuação.
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