Planeta dos Macacos: O Confronto: Críticas - Página 6
Planeta dos Macacos: O Confronto
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João Victor M.
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5,0
Enviada em 30 de julho de 2014
Muito legal!!! Eu vi 3d melhor ainda u.ú Show!!!O direto tá de parabéns pelo otimo filme tomara q tenha o 3 super ansioso pelo proximo e minha nota foi 9.7 muito bom
O filme não é só o melhor que filme que foi feito nos ultimos 3 anos. Não é só muito superior que as outros concocorrentes. É a volta do passado, exatamente amigo, a volta do passado, é a volta de O Poderoso Chefão, de Casa Branca, de Titanic, de O Vento levou, ainda não entedeu, é o roteiro, a história a frente dos socos e chutes que ficam "Bonitinhos" no 3D. Ele nos fizeram chorar, rir, sentir raiva, alegria e isso sem robos gingantes, ou aliens dando tiro em camera lenta, ok,uma nação de macacos falantes não é muito o melhor exemplo mas o filme encanta por sua história, e honestamente, é o melhor filme do ano até agora, e é um filme a ser batido.
Um filme extraordinário; que mostra a importância de grandes elementos como o trabalho em equipe, a confiança, a autocrítica, o poder das estratégias e a importância da familia. Recomendo de boca cheia, sem dúvidas nenhuma o melhor filme do ano!
Relação animal versus seres humanos. Quando ou até quando o ser humano vai ser intolerante aos animais, o confronto, você se pega em vários momentos, pensando como a crueldade chega a tal ponto e a sobrevivência obriga humanos a tomarem atitudes ou talvez a maldade se sobressaia sobre tal intolerância, planeta dos macacos, mostra claramente, que a guerra é inevitável e que inocentes sempre são os alvos. Matar ou morrer, viver e virar lenda ou ver um rei ser caçado como vilão, democracia ou a lei da sobrevivência? O macaco procura o galho mais forte, humano procuro conforto, a guerra procura uma razão, o confronto é apenas a ponta do iceberg em que os humanos já começaram perdendo e certamente seremos derrotados, não pelos macacos, mas, pela ignorância, filme excelente!
para todos que amam filmes de todos os generos bom, este filme tem suspense,ação,aventura e uma bela musica por assim dizer, dramatica kkkkkkkk o filme todo é otimo para quem gostar de descobrir coisas novas e arriscar o dinheiro do ingresso kkk
O filme planeta dos macacos mostra o que podem fazer traumas não tratados na vida dos seres vivos... Ontem assisti o filme Planeta dos Macacos- o confronto e fiquei impressionado como tem um forte cunho emocional impresso em todo o filme, além dos efeitos especiais trabalhados primorosamente nas fisionomias dos primatas. Tudo começa com um tiro não premeditado de um humano em um dos macacos no meio da floresta e os gatilhos emocionais acionados em todos que haviam sofrido com o cativeiro, principalmente o primata Koba. O macaco mais mal tratado durante os tempos do cativeiro nunca esqueceu como foi machucado e traumatizado por isso e tinha uma aversão aos humanos a ponto de provocar uma rebelião quando quase matou Cesar, que lhe representava o símbolo de ser serviçal e de obediência aos humanos. Muitas pessoas passam assim a vida inteira com suas feridas emocionais sem dar-lhes a devida atenção e acabam transformando suas vidas e vibrações em revolta e amargura. Tem ainda os que desejam nunca mais passar por experiências parecidas, como se só existisse esse tipo de processo na vida: a vivência do trauma e passo a atacar e a trair para se defender dessas situações que podem acontecer novamente. Recomendo esse filme para todos que querem ver, além de efeitos especiais, um enredo muito bem planejado.
Desde a última vez que assisti o filme anterior, no qual César (um macaco), o ator central da história fugiu juntamente com outros macacos do laboratório onde ocorriam experiências usando eles, continuo perplexo (positivamente) após ter assistido esta continuação na qual os animais (macacos) são tão semelhantes aos seres humanos, principalmente nos aspectos de sobrevivência, estratégia e inteligência, sobretudo por terem conseguido se manter nas montanhas próximas à São Francisco, evitando contato com um vírus que exterminava a população mundial.
O primeiro contato com as pessoas após a fulga foi com um grupo que ia para uma usina de eletricidade que ficava nas terras dos macacos, já que aqueles estavam necessitados dela. O encontro qual quase acabou em tragédia, pois uma das pessoas do grupo teve a reação de atirar em um dos macacos. A sorte dele foi que César ordenou aos demais macacos que não atacassem as pessoas, expulsando-as.
spoiler: Como precisavam da energia e queriam tentar se comunicar com outros sobreviventes, tinham que voltar à usina de alguma forma. Então, uma das pessoas do grupo se ofereceu para voltar ao local no qual ocorreu o primeiro contato com os macacos e mostrar que a intenção das pessoas tinha um objetivo e era pacífica. Mas outra pessoa do grupo manifestou-se por um movimento violento na tentativa de tomar o território. A partir daí, começam as negociações entre os macacos e o grupo na tentativa de viabilizar acordos, mitigar diferençar e criar meis de interrelações entre as naturezas heterogêneas.
Inicialmente as negociações avançaram, até que uma outra pessoa do grupo voltou a levantar a ideia de uma ofensiva violenta contra os macacos, que tomou força, e a guerra se iniciou.
Durante todo o filme eu percebi intensa presença de princípios éticos de parte-a-parte na tentativa de desefa de seus grupos. Além disso, a trama é desencadeada com imagens e sons impressionantes, com ênfase para a qualidade visual e para as batalhas.
Estou ancioso para saber o desfecho desta guerra no próximo filme.
Dirigido por Matt Reeves (Cloverfield), Planeta dos Macacos: O Confronto, continuação de “A Origem”, apresenta um cenário pós-apocalíptico. Os seres humanos foram quase todos dizimados devido a uma gripe símia, desenvolvida em laboratório, que se alastrou pelo mundo; e os macacos, liderados por César (interpretado por Andy Serkis, através da técnica motion capture) agora vivem em liberdade na floresta. Durante os dez anos que passaram desde a batalha entre humanos e macacos na Golden Gate em São Francisco; César tornou-se um líder sábio e justo e que conseguiu desenvolver uma sociedade de macacos harmônica e bem evoluída. Entretanto, tudo isso é abalado quando um grupo de humanos, liderados por Malcolm (Jason Clarke) entra na floresta em busca de uma represa; que é a única chance de continuar gerando energia e garantir a sobrevivência dos humanos remanescentes. Diante desta situação, César se vê em um impasse: deve ajudar os humanos, talvez colocando em risco a vida dos macacos, ou não? Alguns macacos, principalmente Koba (Toby Kebbell) que é o braço direito de César, acredita que eles devem exterminar os humanos o quanto antes. Koba que passou parte da sua vida sendo utilizado em experiências em laboratórios, não confia nos humanos e teme que eles se tornem fortes e controlem o mundo novamente. O confronto no filme não surge apenas no campo físico, mas no de ideias também. César se questiona muitas vezes sobre a questão da guerra, família, confiança e fé. Ele e Malcolm querem evitar a todo custo o confronto e acreditam que humanos e macacos podem conviver pacificamente. Mas, não são todos que pensam assim, e optam por colocar seus interesses e ambições acima de valores como amizade e lealdade. Os efeitos utilizados neste filme prendem a atenção do espectador, principalmente nas cenas dos confrontos. Mas, o grande trunfo do filme está no roteiro inteligente de Amanda Silver, Rick Jaffa (também responsáveis pelo roteiro do primeiro filme) e Mark Bomback que evoca e nos faz refletir sobre questões relevantes presentes em nossa sociedade atual. O filme é tenso e envolvente, e gera expectativa sobre o terceiro filme, que já está confirmado para 2016 e que terá mais uma vez o olhar apurado de Matt Reeves na direção.
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