Filme envolvente, que consegue repetir o sucesso do primeiro filme, suas qualidades técnicas sao incontestaveis e Matt Reeves na direcao nos entrega um filme peculiar cheio de argumento e com os conflitos psicologicos do macaco Cesar com seus proprios semelhantes, sentindo na pele tudo aquilo que ele ja havia observado nos seres humanos, a inveja, a intriga, a ingratidao a decepcao, sentimentos que ele imaginava só existir do lado humano mas que aflorou em seu habitat durante o desenrolar do filme, os atores que representavam os humanos no filme nao comprometem, mas nada assim que possamos dizer como esptaculares atuacoes, faltou esse algo mais pro filme ser considerado excelente, com destaque para o ator que representou o chimpanzé Kuba, perfeito em todo o filme fazendo frente ao protagonista César.
Se no filme anterior a franquia Planeta dos Macacos nos frustrou por nos trazer um clímax que basicamente residia numa simples fuga, ao invés de desenvolver como se deu a predominância dos macacos sobre os homens, este novo filme nos brinda agora não apenas com a sequência satisfatória dos acontecimentos do filme anterior, mas também com uma interessante discussão sobre o que nos torna especiais como raça e qual a semelhança que a raça insurgente guarda de nós, afinal de contas.
Escrito por Rick Jaffa, Amanda Silver e Mark Bomback e dirigido por Matt Reeves, Planeta dos Macacos – o Confronto começa mostrando as consequências devastadoras que o vírus criado no filme anterior tiveram entre os humanos, deixando uma pequena parcela de sobreviventes residindo próximos à floresta onde os macacos se estabeleceram, evoluíram e construíram toda uma cultura e hierarquia, sob a liderança e proteção de Ceasar, e sob a vigilância ambígua e suspeita do macaco Koba.
Esta “comunidade”, no entanto, vê-se ameaçada no momento em que um grupo de exploradores humanos encontram-se em seus domínios, estabelecendo-se uma tênue relação entre o grupo de Caesar e os sobreviventes humanos liderados por Malcolm (Jason Clarke) e Dreyfus (Gary Oldman), e que implicará, por uma série de circunstancias fortuitas, no embate entre os dois grupos. E é neste ponto, afinal de contas, que o filme ganha complexidade ímpar: na relação de Caesar com seus subordinados e sobretudo com seu filho, destacando que, no final das contas, são os macacos, como os evoluídos, que se mostram intransigentes e intolerantes, igual aos humanos que os antecederam.
Apesar de ter gostado mais do primeiro, esse longa não deixa de ser uma continuação coerente, com ótimos efeitos especiais e que traz uma atmosfera pós-apocalíptica estupenda abrangendo todos os questionamentos possíveis, além de proporcionar excelentes reviravoltas na narrativa. Os trejeitos e movimentos dos atores que dão vida aos macacos ficaram excepcionais, bem como, a fotografia que nos dá a dimensão de um futuro sombrio. Perfeito. Diversão garantida.
Continuação de Planeta dos macacos:a origem(2011),o filme se passa 10 anos depois do primeiro filme quando a humanidade foi quase extinta pela gripe símia,uma espécie de gripe que foi criada em laboratório originada de macacos. Malcolm(Jason Clark),e um grupo de humanos se vê em problemas depois que se encontram uma nação de macacos no meio de uma floresta em são francisco que eles vão ate lá na esperança de consertar uma represa que pode produzir energia que pode ajudar eles a contatar os possíveis outros sobreviventes no mundo,para tentar reeconstruir o planeta.O filme e dirigido por Matt Reeves(Cloverfield).O filme consegue acertar nas mesmas coisas do seu antecessor:nos efeitos visuais,na direção,no roteiro,nas atuações,na fotografia e também errar na mesma coisa que seu antecessor na duração que podia ter uns 10 minutos a menos,e no ritmo que tem o ritmo mais parado que tenta por si desenvolver na base da tensão,mesmo com estes erros o filme e um bom programa de diversão principalmente para os fãs da saga.
Os efeitos são bons e muito, tudo no filme é ótimo, contanto a história é fraca e previsível. Quando começamos o filme temos nossas expectativas de um ótimo filme, mas conforme o filme acontece percebemos muita previsibilidade, porém mesmo com isso o filme ainda é de qualidade e ainda temos esperança de um ótimo final, o que não acontece, o final é muito ruim, pois é inconclusivo, ficamos sem saber exatamente o que ocorre no final...
São raras as sequencias que conseguem superar sua predecessora. além de melhor qualidade visual que já foi ótima no primeiro filme, esse ainda melhora no enredo, trazendo uma trama cheia de tensão, e com belas reviravoltas. A captura de movimento que da vida as macacos é de sublime interpretação, coisa que não ocorre com os atores que fazem os humanos, mas passam por média. Ainda por cima apresenta boa reflexão sobre a interação social e como sempre haverá discórdia e pensamentos conflitantes, não importa qual sociedade e nem quão evoluída ela seja. Além de mostrar o inicio da guerra entre macacos e humanos da franquia o filme é uma guerra psicológica e se em uma guerra só há perdedores, Planeta dos Macacos o Confronto é imperdível. ;D
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