Planeta dos Macacos: O Confronto
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4,4
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197 Críticas do usuário

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Gundeheint
Gundeheint

10 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de julho de 2014
Filme bastante interessante para quem curtiu o primeiro filme e gosta de Planeta dos Macacos. De negativo, achei a trama do filme simples e a falta de uma melhor explicação para o que houve com os humanos e o mundo em si, mas recomendo.
Victor T.
Victor T.

14 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de julho de 2014
Planeta dos macacos o confronto não perdeu a linha de sequência em relação ao primeiro longa. Superou as expectativas. A pesar da segunda franquia sofrer mudanças entre os atores tampouco se teve a preocupação de não ter aceitação entre o público! isso porque a história é envolvente e te prende por inteiro. Cesar sem dúvidas ganhará o carisma de qualquer um que vá assistir. O filme ficou mais complexo a evolução dos macacos do primeiro agora deu lugar a formação de "colônias de agrupamentos" eles agora detém o cognitivo e são a maioria. O território será pequeno para esse grande confronto entre humanos e macacos seriam os macacos merecedores da vitória? ou os humanos? os dois lados se dividem com os dois conceitos entre o bem e o mal. O filme fará bastante sucesso que deixará o gostinho de "quero mais". Tem drama, aventura e muita ação, o confronto está apenas começando!
Victor Telles Francisco
Rodrigo D.
Rodrigo D.

2 seguidores 14 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 24 de julho de 2014
Um ótimo filme, daqueles que nem se vê o tempo passar, os produtores trabalharam muito bem nos visuais, o filme tem uma boa duração e aventura do começo ao fim, altas doses de adrenalina e algumas revira-voltas, ótimo filme recomendável para se ver em qualquer ocasião principalmente se estiver visto o primeiro.
hyago M.
hyago M.

1 seguidor 2 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 24 de julho de 2014
Muita gente não deve entender porquê eu dei a nota para esse filme "Planeta dos macacos regular eu vou explicar porquê.Esse filme é bom pois contém cenas de suspense e poucas cenas de luta,bom mais o que me incomoda mais nesse filme é que a aparência dos macacos não ficou muito boa,claro que é difícil fazer um macaco de filme parecer um macaco da vida real.A produção desse filme é muito boa,mais ela poderia ser melhor se a aparência dos macacos fosse mais além da aparência do erro da produção no caso dos macacos o filme é bom o elenco é bom,a forma como o filme mostra a vida dos macacos entre outras coisas é impressionante.
Maísa
Maísa

14 seguidores 12 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 3 de agosto de 2015
Achei o filme muito bom. os efeitos especiais excelente. Achei um pouco cansativo os diálogos dos macacos mas que não torna o filme ruim. Super recomendo.
Mateus S.
Mateus S.

67 seguidores 36 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de julho de 2014
Planeta dos Macacos: O Confronto dá continuidade a Planeta dos Macacos: A Origem. Inicialmente neste filme, vemos os Macacos evoluindo. A criação de uma sociedade com regras, a caça e também a pesca, tudo sobre a liderança de Cesar (Andy Serkys). Do lado dos humanos, vemos as consequências do Vírus Símio, criado em um laboratório e que dizimou a raça humana. Vemos as aflições dos sobreviventes, tudo que perderam e também a tentativa de reestruturação e contato com mundo afora.
Entramos então no roteiro, escrito por Amanda Silver, Mark Bomback e Rick Jaffa. O roteiro é simplesmente fantástico. Além de mostrar muito bem ambos os lados e motivos, os roteiristas também conseguem se aprofundar nos personagens principais, principalmente do lado dos Macacos.
O elenco perde espaço para Andy Serkys (Que faz a captura de movimentos de Cesar). E vamos torcer para que finalmente o trabalho dele seja realmente reconhecido e ele possa pelo menos ser indicado para o prêmio de Melhor Ator.
Adicionado a isso, temos os Efeitos Especiais. Simplesmente magníficos. Em vários momentos do filme, eu vi me perguntando se eram realmente macacos ou computação gráfica, tamanha realidade alcançada. Também temos a direção que mudou. Agora comandando está Matt Reeves ( Cloverfield - O Monstro e Deixe-me entrar), um cara experiente em fazer filmes tensos com um pequeno suspense. O ambiente também criado no filme é fantástico. Do lado humano, a cidade já começa a voltar a ser natureza depois de dez anos. E do lado dos Macacos, temos a mesma floresta vista no final do primeiro filme.
Planeta dos Macacos: O Confronto cumpre as expectativas e deixa com ar de esperando mais, agora que a verdadeira guerra está por começar. Um filme visualmente lindo e também com uma história bem construída. E então, somos todos macacos ou somos todos humanos?
Josinei C.
Josinei C.

13 seguidores 4 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de julho de 2014
O Planeta dos Macacos: O Confronto tem em seu principal atrativo a computação gráfica utilizada para criar os macacos. Cada membro do grupo de Cesar tem um ator para simular as expressões e movimentos, criando uma sensação de realismo muito forte.
A trama se passa quinze anos após o filme anterior, e com o mundo já domado pela epidemia. Então basicamente vemos um filme com dois núcleos, o humano e o dos macacos, ambos com seus conflitos internos e entre si.
Não há muito o que destacar dos personagens do núcleo humano, certas vezes dá a impressão que a maior parte dos personagens humanos são colocados na tela apenas para mostrar que um grupo de humanos existe e precisa ter um conflito com os macacos, não tendo personalidade nenhuma. Coisa esta que não se repete entre os macacos, pois todos são destacados com uma personalidade e destaque.
O líder dos macacos, César se encaixou muito bem no filme, e todas as tramas interessantes giram em torno dele. Por fim, este Planeta dos Macacos mostrou que não só o planeta é deles, como também o filme.
Marcelo  C.
Marcelo C.

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de julho de 2014
O primeiro filme da franquia (Planeta dos Macacos - A Origem) com elenco diferente de sua respectiva continuação, terminava de forma a começar a dominação de São Francisco. César, líder dos símios, terminara o confronto na ponte Golden Gate e partira para a floresta, despendindo-se de seu criador, Will, interpretado no primeiro longa pelo convincente James Franco.

No início do filme é feita uma "ponte" ligando as informações do final do primeiro para preparar terreno para o desenrolar das ações em "Planeta dos Macacos - O Confronto" (Down of The Planet of The Apes). O noticiário informa que metade da população mundial, aos poucos, é dizimada pelo chamado vírus símio.

Enquanto isso, uma comunidade complexa e bem estruturada é apresentada ao espectador. Ocas, diques, edificações de madeira, como numa tribo guerreira. Tudo parece indicar uma história de tensão bem desenvolvida. Os roteiristas Mark Bomback e Rick Jaffa criam uma atmosfera surrealista (com "macacos dos sonhos", ao apresentar a nós uma computação gráfica de encher os olhos.

Koba, um dos macacos da tribo e novo personagem da trama (dentre muitos macacos que são interpretados por um batalhão de atores em live-action), é cruel e não compactua com humanos, é repudiado pela tribo.. César entra em constantes conflitos psicológicos com esse macaco de sangue frio.

Do outro lado da história, um grupo de engenheiros, habitantes de uma cidade pós-apocalíptica, fruto da devastação de um vírus que, na verdade, foi produzido por humanos em laboratório, vive em uma cidade com uma população à beira do desastre, com pouco comida e carência de energia elétrica. Há uma tentativa de negociação com a tribo para a construção de uma usina na floresta onde se localiza a tribo de César e companhia. E essa negociação é aceita, com muito custo.

Nesse entrave, um roteiro firme revela o que é suficiente na trama e não revela um vilão até o primeiro ato. Koba começa a entrar em conflito devido a amizade que César vai construindo com os humanos, a medida que vê que eles não representam uma ameaça. O filhote de César nasce e a trama começa a mesclar sentimentalismo e busca frenética por energia elétrica na cidade de São Francisco

Com reflexões inteligentes e poucos furos, além de um final com um baita gancho pra continuação, a história consegue prender a atenção sem fugir de seu objetivo principal. No mesmo nível do primeiro longa, é claro (sentindo a falta de James Franco), com alguns típicos clichês de blockbuster, a história segue linearmente e todos os fatos podem ser entendidos com clareza. A qualidade técnica também é indiscutível e, claro, o incansável Andy Serkis (Gollum - O Senhor dos Anéis e neste, como César) mostra expressões faciais, que é algo que todos sonham ver em um macaco. Gary Oldman, à parte, também muito inspirado.

Quem dera se macacos tivessem, na vida real, o potencial que tem no filme.
William di Souzah
William di Souzah

59 seguidores 9 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 25 de julho de 2014
Entre medíocres (e em alguns casos: abismais) remakes e reboots de clássicos da ficção científica, 'Rise of the Planet of the Apes"(Planetas dos Macacos:A Origem) foi um filme raro que se destacou. Pode se dizer que é um filme com cérebro e coração. Além de uma abordagem original para um material bem conhecido, o filme tem grandes efeitos visuais. Dito isto, 'A Origem' praticamente perde a cor em comparação a sequência dirigida por Matt Reeves, 'Dawn of the Planet of the Apes'(Planeta dos Macacos:O Confronto). Posso dizer sem medo de errar: o filme é uma obra-prima da Ficção Científica.

A ousadia de "O Confronto", é não ser como os blockbusters dos dias atuais, onde o que importa é ação desenfreada. Ele volta ao estilo do filme original de 1969(que pelo pouco recurso da época focou no roteiro), onde a história contada é tão importante quanto a ação.

Dez anos após os acontecimentos do primeiro filme, a raça humana está ameaçada. Uma doença, dizimou grande parte da população mundial. Sem energia elétrica, um grupo de sobreviventes liderados por Malcolm (Jason Clarke) precisará entrar na floresta dos chimpanzés para negociar com César (Andy Serkis) para tentar reativar uma usina localizada no território dos primatas.

Embora este filme envolve o início de uma guerra entre humanos e macacos, esta guerra poderia representar qualquer guerra entre dois clãs ou facções, com a diferença de ser ideológica, cultural ou ate mesmo pela cor de sua pele.

Um pouco mais lento que "A Origem" o filme mergulha no coração de uma questão que tem nos atormentado há séculos: Por que lutar uns contra os outros? Por que sair do nosso caminho para matar uns aos outros? Como estamos respeitando esse espaço territorial? Como é que as nossas ações dão origem a conflitos e nos levam a enfrentar nossos vizinhos? Nossa crise existencial parece ter nos consumido tanto que estamos sempre devastados pela guerra, sempre em conflito. "O Confronto" é um vislumbre do monstro dentro de nós mesmos. Um espelho para nossas ações no passado e no presente.

Com um ótimo roteiro, "O Confronto" enfeitiça do começo ao fim, desde a sua abertura, cheio de angústia ao seu espetacular clímax, cheio de ação. Eu sou normalmente muito crítico em relação ao uso exagerado do CGI, mas o nível de habilidade exibida aqui, simplesmente tem que ser admirado. O CGI é absolutamente fenomenal, há cenas que são quase inteiramente em CGI(como os macacos caçando veados para alimentar a comunidade), mas tudo parece incrivelmente real e vivo. O design de produção dos diferentes ambientes também é excepcional, outra coisa que separa a sequência do original de 2011, que foi menos fantástico.

O trabalho de Reeves e seu exército de artistas de efeitos visuais é excepcional, tanto em termos de realismo dos macacos e quanto do que é visto em todas as cenas. Mas o que é mais importante, não é apenas a qualidade dos próprios efeitos visuais, mas como efetivamente eles são usados ​​para contar a história de "O Confronto".

É bem claro desde o início que os macacos são os verdadeiros astros do filme, enquanto que os seres humanos são como antagonistas casuais. Os personagens humanos, interpretado por Jason Clarke, Gary Oldman, Kodi Smit-McPhee, Keri Russell e Kirk Acevedo, não acrescentam muito. Quando o foco do filme muda para o campo humano, é difícil manter o máximo interesse.

O desempenho surpreendente de Andy Serkis como César é de se questionar quando ele vai ganhar o merecido Oscar?

Essa nova franquia do "Planeta dos Macacos" tem potencial para se tornar uma daquelas trilogias raras como "O Senhor dos Anéis" ou a trilogia original "Star Wars". Espero que o terceiro filme possa reviver o título de "Battle for the Planet of the Apes" porque isso é realmente o único rumo que a história pode ir a partir daqui.

Um sucessor, brilhantemente realizado para um reboot sólido da franquia. "Dawn of the Planet of the Apes" mostra o que pode ser feito quando um diretor talentoso, com um roteiro e elenco forte, cria um blockbuster de verão que não sente a necessidade de apelar para atingir o sucesso.

Ao escrever a resenha de "Transformers:A Era da Extinção" questionei: Será que a 'era da extinção' do título se refere a falta de bons roteiros e originalidade que paira Hollywood nos últimos anos?

"Planeta dos Macacos: O Confronto" me mostrou que não.
Erick Barbosa Lima B.
Erick Barbosa Lima B.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de julho de 2014
Esse filme e do caralhooooooooo, o melhor filme que assistir ate esse mes do ano.
Faz tempo que nao me emociono bastante com o filme parabems a producao e direcao e atores principalmente o que intepretou cesar e o rapaz que articulou com ele no funcionamento da hidreletrica e no conflito ente simio e humano PARABENS A TODOS.
RECOMENDO QUE CRITICOS E AMANTES DE BONS FILMES ASSISTAM!!! DOU A NOTA MAXIMA 100 ESTRELAS
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