Planeta dos Macacos: O Confronto: Críticas - Página 11
Planeta dos Macacos: O Confronto
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Marcelo L.
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5,0
Enviada em 8 de agosto de 2014
Um filme muito bom, porém eu não vi nenhuma ligação com o primeiro filme a não ser um trecho, porém a história em si não teve um ligação forte com o primeiro.
“Planeta dos Macacos: A Origem”, filme dirigido por Rupert Wyatt, tinha um roteiro que trabalhava diretamente com as similaridades entre o homem e o macaco, na medida em que também enfocava as diferenças entre as duas espécies, principalmente no que dizia respeito aos instintos de defesa animais e a agressividade que são comuns aos dois seres. De uma certa maneira, esse continua sendo o cerne por trás da sequência do filme: “Planeta dos Macacos: O Confronto”, dirigido com segurança e competência por Matt Reeves.
A trama do longa se passa num mundo pós-apocalíptico, em que a espécie humana foi quase dizimada por causa de uma epidemia da chamada “gripe símia” e os poucos sobreviventes humanos vivem em condições inóspitas, sem energia elétrica e uma infra-estrutura que traga o mínimo de dignidade para eles. Enquanto isso, uma nação de primatas geneticamente modificados vivem de uma maneira completamente oposta a dos humanos: plenamente organizada e estruturada politicamente, tendo como eixo principal a figura de seu líder Ceasar (vivido por Andy Serkis).
Se, em “Planeta dos Macacos: A Origem”, os humanos precisavam dos macacos como cobaias de laboratório para a descoberta da cura de doenças; em “Planeta dos Macacos: O Confronto”, os humanos precisam adentrar o território seguro em que vivem os símios de forma a poderem tentar gerar a energia elétrica necessária para que eles tentem o contato com outros grupos de sobreviventes humanos e, quem sabe, possam ser resgatados dali para um local com condições melhores.
Com uma trégua pacífica entre as duas espécies ameaçada pela tensão natural advinda do relacionamento entre o homem e o macaco, temos o desenho de um grande conflito que leva estes dois lados a uma guerra, não só pela sobrevivência, como também pela dominação – especialmente territorial. Neste sentido, é importante prestar atenção à dualidade existente entre os dois personagens centrais desse filme: Ceasar e Malcolm (Jason Clarke), que possuem o equilíbrio necessário entre a compaixão humana e a racionalidade da análise de uma situação que os colocam na posição de liderança em que eles se encontram.
Sem dúvida alguma, assim como no primeiro filme, o roteiro de “Planeta dos Macacos: O Confronto” trata de questões um tanto inteligentes (que passam pela discussão ética e política) e que causam uma reflexão interessante na plateia. Além disso, o grande destaque da obra continua sendo o trabalho de composição dos símios, principalmente o de Ceasar, que confirma o status de Andy Serkis como o ator que melhor sabe trabalhar com a técnica de captura de performance que poderá modificar os rumos do cinema no quesito atuação.
Com certeza vale a pena assistir 'Planeta dos Macacos: O Confronto' sem arrependimentos. O filme tem um roteiro incrível, momento repletos de ações e ótimas atuações. Primeiro o filme começa com excelente cenas marcantes , principalmente as de ações dos primatas e a incrível sociedade construída por eles. O filme já esclarece boa parte daquilo que foi deixado com poucas explicações no filme anterior, ligando os pontos e dando uma novo trama paralelo do trama anterior: Planeta dos Macacos - A Origem , em partes como a falta do personagem Will Rodman (James Franco) e trama ligada personagem ao Cezar. Para quem adora cenas incríveis e marcantes de ação, o filme está longe de decepcionar. O filme apresenta uma reflexão sobre a sociedade humana através do macacos, e explorando totalmente o convívio deles espelhadas a nossa características dentro de uma sociedade. Um dos pontos fortes dos filme é a caracterização dos primatas, desde os excepcional efeitos gráficos para a construções dos primatas como o trabalho desenvolvido para caracterização das personalidades destes, como também a ótimas atuações e as cenas de interação humana com os macacos. Não sei apontar um ponto negativo em relação a direção de Matt Reeves, que soube muito bem aproveitar o roteiro e a obra deixada em suas mãos. Um filme emocionante, filosófico e genial. 'Planeta dos Macacos: O Confronto' com certeza foi uns dos melhores filmes de 2014, se não o melhor se tratando de filmes de gênero comercial. Um filme que não peca em focar no comercial e no entretenimento, trazendo um ótima trama bem desenvolvido e genial para aqueles que espera um ótimo filme que vale a pena assistir mais de uma vez.
Depois de tanto falar no primeiro Planeta dos Macacos surgem as perguntas: esta nova versão não é mais uma cópia mal feita de um clássico? Se eu não vi a original, vou perder muita coisa? A resposta é simples, uníssona e vale para as duas: NÃO!!! Nem mesmo o uso desnecessário de alguns clichês e um ou outro furo na trama tiram o brilho de um dos melhores lançamentos do ano. Tim Burton usou toda a sombriedade criada pelos cenários (na sua maioria complexos e escuros) e a trilha sonora de Danny Elfmanpara transformar um dos ícones do cinema cult em estrela pop. O Filme é muito bom e eu Recomendo!
Não chega a superar o primeiro mas mantém o respeito! Tema bem encaixado e enredo bem desenrolado, boa conexão com o primeiro e efeitos impressionantes!
Oque dizer deste filme? Só coisas boas. Andy Serkis ( Cesar ) incorpora o personagem e nos convence o tempo todo. A estória, efeitos especiais são excelentes. Filme freudiano. Belo!
Anos atrás, quando pude ver a noticia, que um novo filme de Planeta dos macacos seria feito, pensei comigo mesmo : " Lá vem outro filme ruim igual o de 2001"; só que para minha surpresa, planeta dos macacos a origem me surpreendeu e muito. Anos se passam, e é lançado Planeta dos Macacos- O confronto, e para minha surpresa, conseguiu superar o primeiro filme, e entrou na lista de uma das melhores sequencias de um filme já feitas no cinema,na minha opinião a melhor sequencia depois de Cavaleiro das trevas. Planeta dos Macacos o confronto, e um filme cheio de belos efeitos especiais, uma bela fotografia, uma historia que nos prende do começo ao fim, Andy esta perfeito como Cesar, suas expressões e atuação esta impecável,assim como o ator que deu movimentos ao chipanzé Koba,um macaco movido pelo ódio e cego pela vingança contra os humanos, é um filme que possui tudo que um excelente filme deve ter, ação, emoção, traição e um final que nos deixa ansiosos esperando, que uma continuação chegue logo nas telas dos cinemas!
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