Planeta dos Macacos: O Confronto
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4,4
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197 Críticas do usuário

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Ricardo L.
Ricardo L.

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5,0
Enviada em 10 de agosto de 2014
Um dos filmes mais completos já feito! Roteiro quase perfeito, atuações excepcionais, e efeitos especias simplesmente emprisionantes! vai ficar na história com um dos melhores! Uma palavra resume essa obra de arte! Espetacularrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr!
Neto S.
Neto S.

30.587 seguidores 773 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de setembro de 2015
Dez anos após a conquista da liberdade, César (Andy Serkis) e os demais macacos vivem em paz na floresta próxima a San Francisco. Lá eles desenvolveram uma comunidade própria, baseada no apoio mútuo, enquanto os humanos enfrentam uma das maiores epidemias de todos os tempos, causada por um vírus criado em laboratório. Sem energia elétrica, um grupo de sobreviventes planeja invadir a floresta e reativar a usina lá instalada. Malcolm (Jason Clarke), único que conhece bem os símios, tenta agir pacificamente e impedir que o confronto aconteça. Muito Bom , Filme Tem o Mesmo Nivel do Planetas do Macacos: A Origem , Nesse Filme Tem Muitas Cenas de Açao , Muito Bom Nota 8.0
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de julho de 2014
Poucas produções conseguem realizar sequencias melhor ou igual ao original. Da-se para contar nos dedos os filmes que atingem essa façanha. Felizmente Planeta dos Macacos O Confronto entra nessa lista. O filme conta com uma história muito bem construída, dando muita enfase nos personagens. A ação fica em segundo plano assim como foi no primeiro filme. Muito bom, consegue ser reflexivo e divertido ao mesmo tempo.
cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de janeiro de 2017
A raça humana foi dizimada por uma gripe. O fato do vírus ter vindo de um macaco não teria significado nada se esse animal não tivesse agora inteligência e aparentemente uma consciência, ainda que coletiva. Agora vocês vão me perdoar, mas essa "consciência coletiva" dá asas para a imaginação. Você pode falar que o filme é uma metáfora da libertação de grupos étnicos, tribais, religiosos, povos subdesenvolvidos e virtualmente qualquer massa rotulada. Eu prefiro ver apenas um filme sobre macacos, pois obviamente a questão sobre o que o ele representa foge à compreensão do próprio filme e adentra a nossa cultura com todas as forças. Se você tiver obsessões políticas, qualquer que seja sua posição, vai gostar do enredo porque ele lida com força, poder e supremacia (além da possibilidade bem remota de paz).
Luis R.
Luis R.

24.054 seguidores 759 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 25 de agosto de 2014
Ficou do nível do planeta dos macacos:A origem,tem inteligentes sequências de ação e a trama empolga,e continua com efeitos visuais formidáveis!!!!
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de dezembro de 2014
Ótimo filme, com climax no tempo certo, excelentes atuações e boas ambientações.
Carlos Henrique S.
Carlos Henrique S.

13.791 seguidores 809 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 24 de setembro de 2019
O primeiro filme mostrava a origem de toda a evolução dos Macacos em busca de sua autonomia e por consequência do vírus criado para a cura do Alzheimer acabou se voltando contra os humanos por se mostrar mortal.O filme se passa 10 anos após o primeiro e de cara mostra um mundo desesperançoso devastado pelas milhões de mortes,enquanto os macacos vivem na paz,mas os recursos de energia estão acabando e um grupo fica responsável por reativar uma usina que se localiza depois da moradia dos símios causando no reencontro entre eles.O diretor Rupert Wyatt comandaria a sequência mas não gostou do tempo dado e com isso a direção foi para o Matt Reeves que comanda o longa com maestria.O trabalho de efeitos visuais é espetacular,bem polidos e realistas.As cenas de ação são brilhantemente bem dirigidas e bem montadas enaltecendo o trabalho de montagem preciso.Então em quesitos técnicos o longa é espetacular,o roteiro é novamente escrito pela dupla Rick Jaffa e a Amanda Silver além do Mark Bomback,eles criam bem o arco de seus personagens que nos cativa muito como é o caso do César que tem mais uma vez uma carga dramática incrível e um desenvolvimento perfeito,os humanos não ficam de fora pois Jason Clarke e Gary Oldman tem seus motivos e mágoas das perdas.No elenco temos hrandes atuações:Andy Serkis é o melhor,os modos e trejeitos dos animais são absurdamente bem trabalhados além do olhar que diz muita coisa,aliás do diretor dá uns foques nos olhos dos macacos que são assustadoramente expressivos.Gary Oldman também está forte no papel e o Jason Clark tem uma efetiva participação e serve como a ponte entre humanos e símios.A Karin Konoval como a macaca Mourice está muito bem e o vilão do filme é muito bom e bem atuado pelo Toby Kebbell.Visualmente irretocável e deslumbrante,tem cenas de ação muito bem montadas e editadas e um roteiro que constrói bem o mundo devastado e cria um ambiente perfeito para a narrativa.
Ricardo M.
Ricardo M.

13.444 seguidores 697 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 19 de abril de 2016
Inteligência Símia.

Quando os estúdios da Fox resolveram recomeçar do zero a franquia Planeta dos Macacos, pouco se esperava, em termos de conteúdo, do novo filme. Entretanto, 2011 marcou o lançamento de uma nova geração de símios no cinema, inteligentes e treinados para reagir quase como humanos. Isso serviu como base para o excelente Planeta dos Macacos: A Origem e para sua contnuação direta, ainda melhor.

Muitos anos após "A Origem", a sociedade foi devastada pelo vírus ALZ-113, também conhecido como "febre símia". Poucos pólos conseguiram se imunizar da contaminação, isolando-se em locais com forte poder bélico. É essa a montagem que abre o filme, localizando o espectador com os corridos entre o primeiro e o atual, passando pela devastação que o vírus foi capaz de causar ao longo de dez anos.

Na atual realidade, o macaco Cesar (Andy Serkis) lidera um gigantesco grupo de símios, animais estes que vivem reclusos e sem qualquer tipo de contato com seres humanos. Esse afastamento finda quando um grupo liderado por Malcolm (Jason Clarke) chega a floresta a procura de recursos para ativar uma represa local. O confronto gerado pela ocasião inicia os rumos da narrativa, pois mostra que os macacos estão além daquilo que os humanos conhecem.

O choque proporcionado pela ocasião deixa os humanos na defensiva, tanto pelo volume de animais encontrados quanto pelo receio do retorno do vírus que matou grande parte da humanidade. Sua contraparte, os macacos, também ficam sob alerta, já que a possibilidade de sofrer nas mãos humanas tornou-se, em tese, real. Esse conflito de interesses e medos rege a essência do enredo, pois ambos os lados procuram alternativas para se defender, seja através do diálogo ou da força bruta, vai sempre prevalecer a lei do mais habilidoso.

Na liderança dos humanos está Dreyfus (Gary Oldman), um homem cujo passado está repleto de perdas familiares, algo que se constata quando a cidadela que "governa" receba energia elétrica novamente. Um de seus mais prolíferos liderados é Malcolm, que responde pelo diálogo e conquista da confiança dos macacos; casado com Elmira (Keri Russell), uma mulher que se esforça pára manter os laços afetivos entre ela, o marido e enteado; além de alguns outos que pequena importância no enredo.

Voltando aos símios, Cesar é um líder cujo respeito é inabalável, ele prega que macacos não matam macacos e isso deve prevalecer sob qualquer circunstância, porém, quando isso é quebrado, o responsável pela afronta não é digno da lei em questão. Essa constante causa uma notória reflexão sobre o respeito entre os seres vivos da mesma espécie, haja vista que os macacos se fortalecem pelo desejo de prosperar e se manterem vivos, sempre defendendo sua raça com respeito mútuo. Outro ponto que chama a atenção é o sentimento demonstrado pela família no reino animal, Cesar possui "mulher" e dois filhos, dos quais é capaz de tudo para o bem estar deles, chegando inclusive a confrontar ideologias e aceitar ajuda de humanos, algo fenomenal pela forma como é tratada na telinha.

Evidente que as surpresas do filme não residem apenas na parte narrativa, pois os quesitos técnicos também são de cair o queixo. A começar pelos efeitos visuais, a Weta Digital mais uma vez clama pela atenção com seus toques digitais foto realistas ao extremo, os macacos são simplesmente impressionantes, desde comportamentos, pelos e interação com o ambiente, fazendo uso soberbo da iluminação e chuva com notória habilidade de perfeição. Sem contar a captura de performance que faz Andy Serkis mais uma fez ser digno do Oscar por seu Cesar "humano" capaz de transpirar sentimento a cada segundo presente em cena.

PLANETA DOS MACACOS - O CONFRONTO, do diretor por Matt Reeves, é mais uma prova das capacidades narrativas de um filme de ação fora do contexto tradicional. Há profundidade e complexidade na luta entre a natureza e os humanos, no qual fica nítido que de ambos os lados há quem defenda o diálogo ante a brutalidade para imperar a lei do mais forte. O sentimento que paira nessas divergência faz toda a diferença, elevando a produção ao reconhecido status que ganhou nos cinemas. Uma pérola!
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 7 de agosto de 2014
“Planeta dos Macacos: A Origem”, filme dirigido por Rupert Wyatt, tinha um roteiro que trabalhava diretamente com as similaridades entre o homem e o macaco, na medida em que também enfocava as diferenças entre as duas espécies, principalmente no que dizia respeito aos instintos de defesa animais e a agressividade que são comuns aos dois seres. De uma certa maneira, esse continua sendo o cerne por trás da sequência do filme: “Planeta dos Macacos: O Confronto”, dirigido com segurança e competência por Matt Reeves.

A trama do longa se passa num mundo pós-apocalíptico, em que a espécie humana foi quase dizimada por causa de uma epidemia da chamada “gripe símia” e os poucos sobreviventes humanos vivem em condições inóspitas, sem energia elétrica e uma infra-estrutura que traga o mínimo de dignidade para eles. Enquanto isso, uma nação de primatas geneticamente modificados vivem de uma maneira completamente oposta a dos humanos: plenamente organizada e estruturada politicamente, tendo como eixo principal a figura de seu líder Ceasar (vivido por Andy Serkis).

Se, em “Planeta dos Macacos: A Origem”, os humanos precisavam dos macacos como cobaias de laboratório para a descoberta da cura de doenças; em “Planeta dos Macacos: O Confronto”, os humanos precisam adentrar o território seguro em que vivem os símios de forma a poderem tentar gerar a energia elétrica necessária para que eles tentem o contato com outros grupos de sobreviventes humanos e, quem sabe, possam ser resgatados dali para um local com condições melhores.

Com uma trégua pacífica entre as duas espécies ameaçada pela tensão natural advinda do relacionamento entre o homem e o macaco, temos o desenho de um grande conflito que leva estes dois lados a uma guerra, não só pela sobrevivência, como também pela dominação – especialmente territorial. Neste sentido, é importante prestar atenção à dualidade existente entre os dois personagens centrais desse filme: Ceasar e Malcolm (Jason Clarke), que possuem o equilíbrio necessário entre a compaixão humana e a racionalidade da análise de uma situação que os colocam na posição de liderança em que eles se encontram.

Sem dúvida alguma, assim como no primeiro filme, o roteiro de “Planeta dos Macacos: O Confronto” trata de questões um tanto inteligentes (que passam pela discussão ética e política) e que causam uma reflexão interessante na plateia. Além disso, o grande destaque da obra continua sendo o trabalho de composição dos símios, principalmente o de Ceasar, que confirma o status de Andy Serkis como o ator que melhor sabe trabalhar com a técnica de captura de performance que poderá modificar os rumos do cinema no quesito atuação.
Sandro P.
Sandro P.

7.485 seguidores 572 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 29 de junho de 2015
Os efeitos especiais, as cenas de combate e a fotografia do filme são de tirar o chapéu! Interessante fazer uma reflexão ao final do filme. Achei que faltou um pouco mais de drama, ficou abaixo do primeiro. Vamos aguardar a sequência...
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