Planeta dos Macacos: O Confronto
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4,4
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197 Críticas do usuário

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Anderson  G.
Anderson G.

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3,5
Enviada em 9 de junho de 2024
Mais um bom filme de Planeta dos Macacos, mas apenas bom. Este quarto filme da antologia é um filme de meio de história, quase como uma introdução para uma saga que está por vir. Passando alguns bons anos após o primeiro longa (o período exato não é fornecido), ele consegue transmitir uma sensação interessante de continuidade, propondo ideias de legado e uma visão quase messiânica para César. Os novos personagens convencem, embora eu não tenha curtido muito o núcleo humano. O CGI está excelente, impecável, embora não pareça ter havido um grande avanço de qualidade desde o último filme, que foi lançado há sete anos. No entanto, o que era ótimo continua sendo ótimo. É um filme bom, com boas cenas de ação e bons novos personagens. A sensação que fica é que tudo foi uma introdução, uma apresentação do mundo, dos personagens e do contexto para os próximos filmes, um pouco como o que ocorreu recentemente em "Duna 1". Mas o filme ainda é bom, divertido e empolgante.
Rômulo L
Rômulo L

249 seguidores 261 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de outubro de 2018
Duas idéias distintas levaram macaco entrar em confronto com humanos: César foi criado com humano tendo a base do seu convívio à educação e enquanto o Kobe foi capturado na natureza sendo submetido à experiência de laboratório o que deixou com trauma que ao passar do ano foi aumentando seu ódio pela raça humana.
A sede por vingança expressou no macaco Kobe uma idéia Nazista de escravizar e dominar o território desde que ninguém atrapalha seu caminho.
Crismika
Crismika

1.192 seguidores 510 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de outubro de 2015
Confesso que no início do filme achei não ia gostar, pois macaco andando a cavalo e falando, enfim seria um filme muito fantasioso. Mas no decorrer do filme vemos a mensagem que o filme passa, que nem nos humanos e nem nos macacos podemos confiar, sempre tem as pessoas e os animais do BEM e do MAL. Excelente efeitos visuais, roteiro impecável. Imperdível, recomendo a todos...
Vinícius d
Vinícius d

614 seguidores 676 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 7 de maio de 2022
Diálogos muito parados em poucos lugares, da sono é difícil aguentar, o grande barato do Planeta dos Macacos 2001, e os antigos, e a fala divertida e as bizarrices entre os macacos que são curiosas, agora os macacos ficaram sérios demais esse realismo excessivo nos símios que tenta ser o pivô da série toda torna o filme chato. No primeiro filme em 2011 foi ok, mostrando o lado mais científico da evolução da especíe mas aqui trava muito a história, não senti-me atraído e nem simpatizei com Koba ou Cesar. Filme evolui em algum acontecimento importante praticamente nos últimos 40min de filme, sendo o filme quase de 120min. Os atores estão ok, participação do Gary Oldman, Jason Clarke, Keri Russell, todos vão bem nos seus papéis o problema é a história e o passar das cenas está mal feito, mal dirigido por Matt Reeves, Rick Jaffa, Amanda Silver.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 893 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 8 de outubro de 2024
A sequência do primeiro segue os padrões de excelência. Apesar de contarmos apenas com a espetacular atuação de Andy Serkis voltando a interprestar César, temos outros atores que deram show de atuação como: Jason Clarke e Gary Oldman. A direção dessa vez ficou com o experiente Matt Reevesn que soube conduzir e contar a história com muita emoção e tensão. Além do show da equipe artística na computação gráfica que manteve o mesmo nível do primeiro filme. No mais, vemos que se passaram 10 anos e a humanidade foi praticamente dizimada pelo vírus criado no laboratório e agora os humanos possuem raiva dos macacos. Por outro lado, vemos os macacos mais organizados, vivendo em sociedade, cuidado um dos outros e com César ainda na liderança, mas dessa vez mais maduro e com filhos. O filme aprofunda questões sociais a respeito de como os seres humanos por meio do seu ódio sem sentido nos faz agir de forma irracional. Daí trás um bom questionamento: afinal, quem são os primatas? O filme coloca em questão que existe dois grupos de primatas, os que agem com ódio gratuito e outros não. Em ambos os grupos, os humanos se enquadram.
B.Boy Jc
B.Boy Jc

2.969 seguidores 762 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 2 de novembro de 2014
Os primeiros 30 min do filme, achei um pouco tedioso, ele não empolga muito, no decorrer acontece totalmente o oposto. Achei um bom filme.
William
William

160 seguidores 173 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de agosto de 2014
Não chega a superar o primeiro mas mantém o respeito! Tema bem encaixado e enredo bem desenrolado, boa conexão com o primeiro e efeitos impressionantes!
Khemerson M.
Khemerson M.

61 seguidores 74 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de dezembro de 2014
Se no filme anterior a franquia Planeta dos Macacos nos frustrou por nos trazer um clímax que basicamente residia numa simples fuga, ao invés de desenvolver como se deu a predominância dos macacos sobre os homens, este novo filme nos brinda agora não apenas com a sequência satisfatória dos acontecimentos do filme anterior, mas também com uma interessante discussão sobre o que nos torna especiais como raça e qual a semelhança que a raça insurgente guarda de nós, afinal de contas.

Escrito por Rick Jaffa, Amanda Silver e Mark Bomback e dirigido por Matt Reeves, Planeta dos Macacos – o Confronto começa mostrando as consequências devastadoras que o vírus criado no filme anterior tiveram entre os humanos, deixando uma pequena parcela de sobreviventes residindo próximos à floresta onde os macacos se estabeleceram, evoluíram e construíram toda uma cultura e hierarquia, sob a liderança e proteção de Ceasar, e sob a vigilância ambígua e suspeita do macaco Koba.

Esta “comunidade”, no entanto, vê-se ameaçada no momento em que um grupo de exploradores humanos encontram-se em seus domínios, estabelecendo-se uma tênue relação entre o grupo de Caesar e os sobreviventes humanos liderados por Malcolm (Jason Clarke) e Dreyfus (Gary Oldman), e que implicará, por uma série de circunstancias fortuitas, no embate entre os dois grupos. E é neste ponto, afinal de contas, que o filme ganha complexidade ímpar: na relação de Caesar com seus subordinados e sobretudo com seu filho, destacando que, no final das contas, são os macacos, como os evoluídos, que se mostram intransigentes e intolerantes, igual aos humanos que os antecederam.
Leandro M.
Leandro M.

49 seguidores 79 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 28 de julho de 2014
Filmaço! Tem ação e emoção na medida certa. É crível na medida do possível. Imperdível. Estou curioso para ver quantos irão fazer até a conexão com o filme antigo.
Rosemary M.
Rosemary M.

11 seguidores 29 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de maio de 2015
Muito bom. A trama se passa 10 anos depois do A Origem. A doença produzida em laboratório que vitimou o técnico e contaminou o piloto "mala"...adivinha: infestou o planeta inteiro, causando o caos, isolando os seres humanos em grupos com poucos condições tecnológicas para sobreviverem. Bem. Enquanto isso, na Sala de Justiça, Cesar, Maurice, e os descendentes da nave da revolta símia do primeiro filme, vão muito bem, obrigada. Não dependem de naaaaadaaa de energia elétrica, ou digital. Caçam, produzem fogo, armas rudimentares, educam as próximas gerações do seu povo e ..... até o primeiro contato com o ser humano. Que por um acaso, tem que sempre ser o maaais babaca do elenco. E Cesar, que tinha trabalhado o seu " símio " interior, dividido o mundo em macacos bons e seres humanos pestes, vai perceber amargamente, e da pior maneira que não é bem assim.
O filme é tenso, tem ação, excelentes atores, mas, sinceramente, o que arrasa, mesmo, é o elenco símio. Principalmente, Andy Serkis, que passa uma credibilidade tão grande, que fica difícil lembrar que quando ele filmou, estava com um macacão esquisito e todo pontilhado.....
Na franquia anterior, já tinha chorado com Cornélius, Zira e seu filhinho. Nesse, a intensidade emocional, spoiler: o embate entre Cesar e Koba ( e o que transformou Koba no que ele entendeu que deveria ser...), a amizade entre humanos e macacos que mais uma vez teve que ser desfeita,
, me fizeram chorar. A cena final, spoiler: " macaco não mata macaco" - " você não é macaco"......
me lembrou que tipo de ferida emocional pode nos levar à insanidade; e de como odeio guerra.
Para mim, é muito mais do que um filme. Dá para fazer um TCC sobre intolerância, feridas emocionais, política, relações humanas.
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