Planeta dos Macacos: O Confronto
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4,4
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Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de julho de 2014
Poucas produções conseguem realizar sequencias melhor ou igual ao original. Da-se para contar nos dedos os filmes que atingem essa façanha. Felizmente Planeta dos Macacos O Confronto entra nessa lista. O filme conta com uma história muito bem construída, dando muita enfase nos personagens. A ação fica em segundo plano assim como foi no primeiro filme. Muito bom, consegue ser reflexivo e divertido ao mesmo tempo.
Rafael R.
Rafael R.

14 seguidores 35 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de agosto de 2014
Fui assistir PLANETA DOS MACACOS: O CONFRONTO

Imagine que você tenha que ir ao banheiro para defecar. Foi? Imaginou? Pois bem.

Calma! C vai entender.

Imagine agora que você não vai defecar DE QUALQUER MANEIRA né? Mas sim, colocando um papelzinho ou um jornalzinho debaixo de você “COMO SE FOSSE COLHER UM POUQUINHO PARA EXAME LABORATORIAL QUE O MÉDICO PEDIU”. Imaginou? Conseguiu?

Segura aí, segura aí que tu já vai entender...

Imagine agora que você, ao terminar de SOLTAR O BARRO, você aproveita e URINA sobre seus próprios detritos. Mas tipo, uma coisa assim, sem querer. Saca? Tipo, uma coisa, digamos, acidental. Ok?

Pois bem.

Daí você, que é uma pessoa inteligente, deve estar se perguntando:

“-ôôô doidão? Tá doido brou? Que isso? O que o filme PLANETA DOS MACACOS tem a ver com essa doidera toda aí que tu ta falando? E o que eu faço agora com ESSAS FEZES TODA aqui no banheiro? Tô fazendo o que tu ta mandando brou. Tu escreve e eu faço aqui a parada TODA, sacou? Vai lá, fala aí...Que que eu faço com esse BARRO todo que eu soltei aqui?”

Isso aí, leitor é assim mesmo, OBEDECE DIREITINHO...Faça o seguinte agora:

-Pegue um pedacinho desse detrito que está aí no banheiro contigo(NÃO COLOQUE PERTO DO NARIZ, POR FAVOR), leve-o até o seu notebook, ligue-o, espere a inicialização do sistema operacional, abra o drive de DVD, coloque esse pedacinho DE BARRO ou detrito, ou fezes, ou n°2, ou o que é expelido pelo seu organismo após seu corpo não precisar mais, OU SEI LÁ O NOME QUE VOCÊ DÁ AÍ NO SEU ESTADO...Mas pegue e COLOQUE NO COMPARTIMENTO DO SEU DRIVE DE CD DO LEPTOP...

Aguarde alguns segundos...

Se aparecer a seguinte mensagem:

“Você está entrando num ambiente do PLANETA DOS MACACOS. Deseja continuar?”

Clique em “Ok”, ou “CONTINUAR”.

O seu computador começará a ler e você assistirá PLANETA DOS MACACOS: O CONFRONTO.

Pronto, os dois: Tanto os “detritos” que saíram de você, quanto o “Planeta dos Macacos”, são INSEPARÁVEIS e seu computador lendo O BARRO que você soltou, começará a rodar o filme PLANETA DOS MACACOS normalmente.

Filme sem nexo, sem pé nem cabeça, sem sentido algum.
Parece que o autor tentou sintetizar, condensar, compendiar A ESCRAVIDÃO ocorrida no mundo com o que OS MACACOS passaram com os seres humanos...Poupe-me, né galerinha? Comparações loucas Né?

SPOILER: Vou relatar parte do filme, pule para “Isso aqui eu posso falar...”
Acho bizarro uma evolução TÃO RÁPIDA ASSIM. Até a linguagem de sinais, eles(macacos), aprenderam...Ora, não sabem falar? Que se comuniquem FALANDO ENTÃO ora bolas !!!!!

Isso aqui eu posso falar com SPOILER pois no próprio trailer do filme JÁ MOSTRA ISSO. O Macaco, pega uma metralhadora E JÁ SABE ATIRAR. E mais, AS BALAS NUUUUUUCA ACABAM !!!! KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Bizarro cara...

Se você colocar uma arma na mão de qualquer pessoa, na boa, ela vai ficar apertando e apertando e apertando e apertando o gatilho E O TIRO NUNCA VAI SAIR...sabe por que? Devido NUNCA TER ATIRADO...
Já viram em filme que a mocinha fugindo do inimigo pega numa arma para se defender E NÃO CONSEGUE ATIRAR? É muito comum isso...Ora, daí colocar macacos PARA DAR TIROS? Que isso brother?

Ah, antes que me esqueça: Uma coisa que devemos começar a buscar e já precisamos disso, COM URGÊNCIA, é de comunicar aos governantes, ministros, autoridades, prefeitos que, devemos ter uma lei, UMA LEGISLAÇÃO QUE PUNA OS MACACOS QUE DÃO TIROS EM SERES HUMANOS. Pena, no mínimo, de 2 a 4 anos de reclusão...Já ta um absurdo isso gente...Como pode? Macacos matam os seres humanos E FICA POR ISSO MESMO? É um mundo da impunidade isso agora? Como assim? Não tem mais câmeras filmando para que as autoridades possam identificar cada macaco que participou do acontecimento?

Onde estamos afinal de contas? Estamos na casa da mãe Joana?

Termino aqui esse texto lembrando que você deve LIMPAR O SEU LEPTOP, pois certamente, ELE NÃO DEVE ESTAR CHEIRANDO NADA BEM.
Rafael R.
Rafael R.

11 seguidores 9 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de julho de 2014
"Planeta dos Macacos: O Confronto" é um dos típicos filmes voltados para a moral ou lições de vida direcionadas a um público específico, neste caso a humanidade. Esse objetivo é bem evidente na trama e ótimo roteiro ajuda muito a conquistá-lo. Sem dúvida, o que atrapalham o filme são cenas que não têm importância para o entendimento da história: em alguns momentos, eu me esquecia que estava assistindo uma ficção científica e pensava que estava vendo um documentário sobre o cotidiano dos primatas.
A busca excessiva pelo sentimento dos macacos me incomodaram um pouco, parecendo, ao meu ver, um drama. Claro que, essas cenas que continham sentimentalismo serviam para mostrar ao espectador as características humanas e de animais que eles possuíam, mas seu excesso acabava por deixar o longa meloso.
O maior destaque do filme, realmente, vai para o roteiro, que passa várias questões filosóficas e sociais a serem discutidas e entretém o público (com exceção das cenas melodramáticas e "de documentários"), os efeitos visuais, que são excelentes, e a retratação dos macacos como seres que, mesmo inteligentes, preservam suas raízes.
"Planeta dos Macacos: O Confronto" é um filme parado, mas que possui uma história concreta e nada tão afastado da realidade. Seus belos efeitos ajudam o espectador a encontrar motivo para continuar a assistir e observar a evolução grandiosa do filme ao longo de cada minuto que se passa, começando das cenas mais "sem graças" e rumando à um final um tanto bom, acompanhado de diversas reflexões das nossas atitudes.
Jorge Eduardo M.
Jorge Eduardo M.

114 seguidores 368 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de julho de 2023
Mais um bom filme da saga. Neste segue os grandes efeitos, fotografia, trilha, mas ainda assim achei o roteiro do primeiro melhor. O filme o confronto, tem o conflito não só entre humanos e macacos, mas entre macacos, quando cesar tem sua liderança ameaçada e vai diante de seus princípios buscar sua liderança de volta e a união entre a sua espécie.
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de julho de 2014
Não sou um grande seguidor da série de filmes do Planeta dos Macacos. Vi o primeiro filme com o Charlton Heston há muitos anos atrás, não vi os filmes dos anos 70, não gostei da versão do Tim Burton, mas o agora penúltimo filme da série, A Origem, com o James Franco, é extremamente bom. Este último segue uma linha parecida com seu antecessor. Muitos efeitos especiais para a representação dos macacos, que com o auxílio de atores consegue com esmero reproduzir os movimentos dos símios, dando uma carga dramática notável aos seus semblantes. Andy Serkis repete seu papel como o líder dos macacos, Cesar, de maneira caprichosa. Na verdade, o filme é notável não só pelos efeitos excepcionais, onde as criaturas ganham contornos humanos, sem perder as características dos primatas. O elenco também é muito bom, contando com rostos conhecidos como Gary Oldman, Keri Russell e Kirk Acevedo, mas o que realmente é a melhor parte do filme é sua densidade narrativa e a profundidade dos dilemas apresentados, notórios de reflexão comportamental. spoiler: Se no filme anterior Cesar “aterrorizava”, e causava espanto com poucas palavras pronunciadas, aqui nesse filme ele não só fala diálogos inteiros e complexos em inglês, como se comunica no “macaquês” com seus camaradas, enquanto outros símios também arranham alguma coisinha do inglês.
Mas o espanto maior do filme não é na maneira como esses primatas se comunicam, e sim como se comportam. A tentativa de criar uma sociedade pacífica é desmantelada pela ameaça humana, apesar de seguir os moldes que nós utilizamos com nossa gente. A idealização de família e comunidade segue os mesmos parâmetros dos humanos, e a atrocidade vivida no passado por eles causa medo e revolta. Os símios têm inúmeras razões para temerem os humanos e acabam portando-se como homens. Já os homens temem os macacos pelo simples fatos de eles terem a capacidade de portarem-se como humanos. Os homens temem na verdade o reflexo de si mesmos. Não vou ficar aqui filosofando sobre as inúmeras interpretações do comportamento de rivalidade, raiva e guerra entre humanos e macacos. O filme e muito mais amplo que isso. Há cenas dignas de marcos cinematográficos spoiler: , vide as cenas onde um macaco finge-se de bobo para então cumprir seus objetivos traiçoeiros e primordialmente humanos ou a de um tanque de batalha sendo dominada por macacos
. É um filme de ação que faz pensar, mesmo aqueles que só procuram diversão. Um mergulho na mesquinhez, busca pelo poder e controle, egoismo e crueldade. Tudo isso com toques de blockbuster. Um filme que cumpre seu objetivo e traz um quê a mais. Mais uma prova de que um filme não deve se valer apenas de seus efeitos especiais para ser bom. É preciso uma boa estória. Mesmo tirando os absurdos de realidade (como os macacos falantes, para citar um exemplo simples), consegue na sua narrativa tratar de algo bem próximo e de fácil identificação, tornando algo incrível em crível pelo simples fato de ser muito bem feito. E que venha outros confrontos de realidade tão interessantes como esse.
Neto S.
Neto S.

30.587 seguidores 773 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de setembro de 2015
Dez anos após a conquista da liberdade, César (Andy Serkis) e os demais macacos vivem em paz na floresta próxima a San Francisco. Lá eles desenvolveram uma comunidade própria, baseada no apoio mútuo, enquanto os humanos enfrentam uma das maiores epidemias de todos os tempos, causada por um vírus criado em laboratório. Sem energia elétrica, um grupo de sobreviventes planeja invadir a floresta e reativar a usina lá instalada. Malcolm (Jason Clarke), único que conhece bem os símios, tenta agir pacificamente e impedir que o confronto aconteça. Muito Bom , Filme Tem o Mesmo Nivel do Planetas do Macacos: A Origem , Nesse Filme Tem Muitas Cenas de Açao , Muito Bom Nota 8.0
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 7 de agosto de 2014
“Planeta dos Macacos: A Origem”, filme dirigido por Rupert Wyatt, tinha um roteiro que trabalhava diretamente com as similaridades entre o homem e o macaco, na medida em que também enfocava as diferenças entre as duas espécies, principalmente no que dizia respeito aos instintos de defesa animais e a agressividade que são comuns aos dois seres. De uma certa maneira, esse continua sendo o cerne por trás da sequência do filme: “Planeta dos Macacos: O Confronto”, dirigido com segurança e competência por Matt Reeves.

A trama do longa se passa num mundo pós-apocalíptico, em que a espécie humana foi quase dizimada por causa de uma epidemia da chamada “gripe símia” e os poucos sobreviventes humanos vivem em condições inóspitas, sem energia elétrica e uma infra-estrutura que traga o mínimo de dignidade para eles. Enquanto isso, uma nação de primatas geneticamente modificados vivem de uma maneira completamente oposta a dos humanos: plenamente organizada e estruturada politicamente, tendo como eixo principal a figura de seu líder Ceasar (vivido por Andy Serkis).

Se, em “Planeta dos Macacos: A Origem”, os humanos precisavam dos macacos como cobaias de laboratório para a descoberta da cura de doenças; em “Planeta dos Macacos: O Confronto”, os humanos precisam adentrar o território seguro em que vivem os símios de forma a poderem tentar gerar a energia elétrica necessária para que eles tentem o contato com outros grupos de sobreviventes humanos e, quem sabe, possam ser resgatados dali para um local com condições melhores.

Com uma trégua pacífica entre as duas espécies ameaçada pela tensão natural advinda do relacionamento entre o homem e o macaco, temos o desenho de um grande conflito que leva estes dois lados a uma guerra, não só pela sobrevivência, como também pela dominação – especialmente territorial. Neste sentido, é importante prestar atenção à dualidade existente entre os dois personagens centrais desse filme: Ceasar e Malcolm (Jason Clarke), que possuem o equilíbrio necessário entre a compaixão humana e a racionalidade da análise de uma situação que os colocam na posição de liderança em que eles se encontram.

Sem dúvida alguma, assim como no primeiro filme, o roteiro de “Planeta dos Macacos: O Confronto” trata de questões um tanto inteligentes (que passam pela discussão ética e política) e que causam uma reflexão interessante na plateia. Além disso, o grande destaque da obra continua sendo o trabalho de composição dos símios, principalmente o de Ceasar, que confirma o status de Andy Serkis como o ator que melhor sabe trabalhar com a técnica de captura de performance que poderá modificar os rumos do cinema no quesito atuação.
Celso M.
Celso M.

346 seguidores 178 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de agosto de 2014
Oque dizer deste filme? Só coisas boas. Andy Serkis ( Cesar ) incorpora o personagem e nos convence o tempo todo. A estória, efeitos especiais são excelentes. Filme freudiano. Belo!
Gui Souza
Gui Souza

10 seguidores 28 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 27 de fevereiro de 2015
Algumas das coisas mais esperadas de qualquer filme de guerra, disputa ou ação são grandes cenas de pancadaria, explosões e disputas, ainda mais quando o confronto é uma palavra-chave para o filme. Contudo, Planeta dos Macacos: O Confronto pouco mostra disso, o filme encontra maneiras muito melhores de nos mostrar suas mensagens.

Assim como o primeiro filme que trouxe a franquia novamente aos cinemas, O Confronto abusa de dramas, sentimentos e diálogos. A maior parte das disputas é resolvida na diplomacia, na tentativa de manter os dois universos, dos humanos e dos macacos, coexistentes.

Não é surpresa, portanto, que o minimalismo impere em várias cenas. Planos longos e com apenas um diálogo ou leve trilha sonora rolando são comuns, especialmente quando focados nos dois núcleos familiares, o de Caesar (Andy Serkis) e Malcolm (Jason Clarke). A maior parte do filme ocorre sem grandes explosões ou pesadas trilhas sonoras, o que torna as reais (e poucas) cenas de ação mais grandiosas. A tomada da cidade pelos macacos é um belo trabalho, criando uma confusão ordenada, sem que as informações apresentadas na tela fiquem ininteligíveis.

E um dos sucessos do primeiro longa, a sua trama, continua sua trajetória de sucesso aqui. Os símios estão em ascensão enquanto os humanos decaem (pelos mesmos motivos que a humanidade sempre cai diante um apocalipse) e é nesse ponto que o filme encontra seus confrontos. Confrontos que não se limitam apenas a disputa entre as duas espécies pelo controle da Terra, mas que está enraizado em cada personagem, cada grupo. Caesar enfrenta problemas com seu filho e o macaco Koba (Toby Kebbell), que quer apenas a guerra contra os humanos, não se importando com mais nada. Ao mesmo tempo ele tem que controlar o seu povo, mostrar que é o líder e cuidar dos problemas com os humanos, tentando evitar conflitos. O mesmo existe do lado humano. O personagem de Jason Clarke tem que se impor contra seus companheiros, que também querem a guerra, encabeçados por um Gary Oldman relembrando seus tempos de surtos. Nesse ponto as duas tramas se mostram como dois lados da mesma moeda. As semelhanças também estão no cuidado que os dois personagens principais tem com sua família, focados na missão de protegê-las. Na tentativa de resolver todos esses conflitos sem causar perdas para nenhum dos lados. É uma busca pela sobrevivência, nada mais.

Com isso, nós temos o sentimento como maior válvula do filme. O que o leva pra frente. Não é a toa que as melhores cenas são as que mostram as relações entre personagens, tão focadas nisso que tornam a trilha sonora apenas uma acompanhante tímida, focando totalmente no visual e nos diálogos.

Somando-se ao roteiro, temos o visual estupendo criado para o filme. Os macacos estão bem mais individualizados, muito mais “humanos”. Expressões são muito presentes (ainda mais nas cenas em close dos símios) e a sociedade criada por eles apresenta uma evolução enorme, até mesmo com símios médicos, com máscara feita de folhas e tudo, há uma sociedade dividida entre defesa, política, saúde e conhecimento. Filosofia se mostra presente na maior parte do tempo, com busca por conhecimento, não violência contra seus irmãos, tornando ainda mais forte a inserção dentro do universo do filme. No final você se vê apoiando o grupo de Caesar, criando laços com eles, personagens que conseguem ser profundos, mesmo com poucas falas.

Planeta dos Macacos: O Confronto trouxe muito mais do que prometeu. O filme trouxe uma evolução que respeita as suas origens, e não se preocupa em deixar uma trama cheia de portas abertas para uma sequência. O importante é contar a história que eles se dispuseram a contar direito e, para os que querem algo a mais, temos macacos falantes andando em cavalos. Com lanças. ;)
Edson J.
Edson J.

7 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 25 de julho de 2014
Planeta dos Macacos: O Confronto e simplesmente: Otimo! O filme mostra César (Andy Serkis, mais uma vez digitalizado pela técnica de motion capture) e sua trupe em mais uma aventura! No inicio do filme César queria paz, nao queria lutar por medo de muitos macacos morrerem, mas nem sempre se tem tudo o que quer. Por que Koba (Toby Kebbel) tem um odio por humanos. E nesse meio termo entre paz e guerra, que macacos e humanos se tornam amigos. Bom, nem todos macacos nem todos os humanos. E se voce pensou que o filme iria ser ruim por que nao vai ter James Franco, tire essa ideia da cabeça. Jason Clarke, na pele de Malcom, consegue preencher o papel. O filme garante uma dose (bem grande, macacos com armas!) de açao, de romance (essa bem menos) e uma pequna parte de comedia (Koba o bobalhao) e mostra uma parte muito linda de amizade entre Maurice (Karin Konoval) e Alexander (Kodi Smit-McPhee), alem do amor de pai pra filho. E se voce tambem espera que César fale pouco como no Planeta dos Macacos: A Origem, voce se enganou. Nesse, César, Koba e Olhos Azuis (Nick Turnston) falam e se tornam bem tagaleras (menos Olhos azuis). E esse e o filme. Vale a pena ir no cinema e conferir! Boa pipoca ;)
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