Planeta dos Macacos: O Confronto
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197 Críticas do usuário

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Gabriel V.
Gabriel V.

14 seguidores 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de agosto de 2014
Um dos melhores que já vi, uma história bem planejada trazendo até uma sensação de coisa que poderia acontecer na realidade, muito bom !
Vanderlei S.
Vanderlei S.

7 seguidores 10 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de julho de 2014
Relação animal versus seres humanos. Quando ou até quando o ser humano vai ser intolerante aos animais, o confronto, você se pega em vários momentos, pensando como a crueldade chega a tal ponto e a sobrevivência obriga humanos a tomarem atitudes ou talvez a maldade se sobressaia sobre tal intolerância, planeta dos macacos, mostra claramente, que a guerra é inevitável e que inocentes sempre são os alvos. Matar ou morrer, viver e virar lenda ou ver um rei ser caçado como vilão, democracia ou a lei da sobrevivência? O macaco procura o galho mais forte, humano procuro conforto, a guerra procura uma razão, o confronto é apenas a ponta do iceberg em que os humanos já começaram perdendo e certamente seremos derrotados, não pelos macacos, mas, pela ignorância, filme excelente!
Carlos E.
Carlos E.

16 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 15 de agosto de 2014
Em algumas trilogias o primeiro filme é melhor que o segundo filme, mas isso não acontece em Planeta dos Macacos, pode se dizer que o segundo filme superou o primeiro . César cria uma comunidade de macacos enquanto o mundo se torna um caos, até que um dia sobreviventes vão até a comunidade a procura de energia e isso causa uma mudança drástica na vida dos humanos e na vida dos macacos. Um filme onde não dá pra parar de prestar atenção na tela.
Luiz Eduardo A.
Luiz Eduardo A.

16 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 31 de julho de 2014
muito bom, te prende do início ao fim, excelente trama, fora os efeitos e a imagem que são de primeira...
Estevan Magno 007
Estevan Magno 007

8 seguidores 17 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de fevereiro de 2015
A comparação com os antigos Planeta dos Macacos é inevitável, mas começo desmitificando essa comparação covarde, afinal a tecnologia é outra, a maquiagem é outra e os tempos são outros, o pensamento social é diferente do de décadas atrás.
Agora que podemos seguir para o Planeta dos Macacos de Andy Serkis, é seguro dizer que é um filme épico e que além de se preocupar com a excelente bilheteria se preocupa com um roteiro verdadeiro e humano. Pensar numa epidemia e no domínio dos primatas é algo difícil fora das telonas, mas em O Planeta dos Macacos - A Origem é perfeitamente possível imaginar. O primeiro filme é tão impactante que se sentar na poltrona para assistir esse é praticamente esperar por mais, e chegando com a adrenalina lá em cima. E para o diretor e os roteiristas isso ficou claro, pois o filme começa com uma caçada dos primatas pela floresta que deixa qualquer caçador de frio na espinha.
Já no início também é possível identificar o que o filme nos RESERVA, César diz a seu filho: "Pense antes de agir", é assustador como um macaco consegue pensar e dizer, mesmo que em sinais, algo que pertence aos humanos: a capacidade de raciocínio. O interessante do filme é observar os sentimentos predominantes nos humanos, a ganancia, o egoísmo e o amor, agora nos macacos desenvolvidos.
Mas por onde andam os humanos sobreviventes da epidemia? Alguns se refugiam a alguns kilometros dos macacos, e quando as duas raças se encontram novamente é óbvio que nem os humanos nem os macacos podem fingir que nada aconteceu e apenas dividirem o território - guerras começaram por menos.
O mais novo galã do cinema, Cesar, interpretado pelo especialista Andy Serkis (fez o King Kong e o Gollum de O Senhor dos Aneis), pode ser comparado a um ser divino de sabedoria ímpar e um líder nato. As sua tomadas com os macacos e com os humanos são ótimas, com ótimos diálogos e uma atuação digna de indicação ao Oscar de Andy. Mas não é só elogiável sua atuação mas a de todo o elenco, encabeçado por Gary Oldmam que tem papel importante na história.
Claro que os efeitos especiais são ótimos, mas o mais importante desse filme é que ele tem a capacidade de impressionar e fazer tremer no sofá, primeiro com o "NO" de Cesar agora com toda a sua sabedoria e paciencia. Se nos outros filme os Macacos eram até simpáticos, nesse, Cesar ganha seguidores e legiões de fãs mundo afora, preparem-se pois um novo líder está surgindo e ele faz parte do não mais impossível Planeta Dos Macacos.
Danilo Y.
Danilo Y.

6 seguidores 19 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de novembro de 2014
Planeta dos Macacos: O Confronto foi um dos melhores(senão o melhor)blockbusters do ano,com um orçamento de 170 milhões,o filme mais parece um drama do que um filme de ação,o que é bom,pois dá mais espaço para o roteiro que no filme é muito bom,mas o filme também tem cenas de ação principalmente no final que tem ótimas cenas de ação,Planeta dos Macacos é um filme excelente,mas para alguns pode se tornar chato por ser mais drama,mas para os que gostam de um filme de ação recheado de cenas de drama,vale(e muito,muito mesmo,muito muito muito mesmo)o ingresso,até para os que esperam muitas cenas de ação,só as que o filme tem já vale(e muito)o ingresso.Valeu até a próxima crítica de Danilo Yan.
Wallace Ricardo Simoura
Wallace Ricardo Simoura

1 seguidor 13 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de julho de 2022
A continuação perfeita para o filme de 2011!
Uma criação de mundo pós apocalíptico sensacional, além de um desenvolvimento perfeito de personagem, seja por parte do núcleo humano como no núcleo dos macacos. Outros pontos fortes são o CGI impecável, cenas de ação incríveis e um roteiro redondo.
Cássio d.
Cássio d.

9 seguidores 3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de julho de 2014
Três anos após o renomado "A Origem", "O Confronto" trás questões parecidas, porém mais evoluídas por assim dizer sobre a humanidade que há em si. O filme inicia-se mostrando como se tornou a vida dos macacos vivendo em sociedade e apenas cerca de quinze minutos depois ouvimos uma voz humana no filme, não que seja chato, na verdade qualquer um que já viu o filme tenho certeza que poderia passar o filme inteiro sem humanos.

Os dois núcleos(macacos e humanos) são mostrados como um espelho. "Como assim?" você me pergunta. César(Andy Serkis) é o líder imponente, o macaco mais forte, inteligente e talvez mais racional do grupo gigantesco que ele lidera( spoiler: realmente gigantesco pois não importa as duzias de macacos que morram, seu numero sempre parece o mesmo ou aumenta
), temos Koba(Toby Kebbell) o macaco que a partir de um ponto do filme se torna vilão(não que isso já não fosse esperado), Maurice(Karin Konoval) em minha opinião é o macaco mais interessante pois parece ser o mais humano(o mais próximo aos macacos apresentados no longa de 1968). Do outro lado temos Malcolm(Jason Clarke) que assim como César acredita na vida pacifica entre macacos e humanos, liderando a equipe de cientistas do filme, Dreyfus(Gary Oldman), parece-se com Koba ao querer a guerra entre as raças mais do que tudo, e assim funciona o espelho.

Porém, se o núcleo dos símios é aproveitado da forma mais intrigante possível, o dos humanos parece ser quase esquecido, mostrando mais Malcolm por ser o protagonista(mas nós não ficamos sabendo muito sobre ele, porém detalhes que parecem ser esquecidos com o tempo são expostos), como eu já expliquei com o espelho, ele parece-se muito com César, até pelo modo de vida, com sua namorada e seu filho, do mesmo jeito que César tem sua parceira e seus dois filhos. Gary Oldman não ganha muito destaque no filme(como já era esperado por muitos, inclusive eu), porém ele só realmente ganha importância no filme na cena final(literalmente no final) e não vale a pena desenvolve-lo. Trazer o núcleo de Dreyfus com seu filho infectado pela gripe símia explica parte da raiva que ele sente, spoiler: mas ele é completamente irrelevante até a cena que ele ajuda a matar Koba com a sua bomba que não serve para nada
.

As questões sociais trazidas são talvez as mais interessantes desde um documentário que traria Nelson Mandela ou Martin Luther King como cânone. Na questão de(como diz César no desfecho) todos serem iguais, a humanidade acaba com tudo e os macacos aparecem para reinventa-lo, porém eles caminham para o mesmo futuro que os humanos, será que no fim todos perdem a sua humanidade e não há diferença entre humanos e símios em geral? César parece muito com um filosofo ao trazer estas questões nas entrelinhas em uma de suas ultimas falas.

César poderia ter morrido neste filme sem problemas, spoiler: não do jeito que quase aconteceu, que foi aceitável se ele tivesse realmente morrido
, mas na minha opinião o arco dele já está acabado, e eu não veria problema em ver uma continuação com um de seus filhos ou outro símio como protagonista.

"Macaco jamais matará macaco", no filme de 1973 essa é a frase mais ouvida no filme, ela é trazida a tona algumas vezes durante este, spoiler: e no final até César burla essa regra quado mata Koba dizendo que ele não é macaco, o que parece ser parte de desistir de sua "humanidade", mas se ele não tivesse feito aquilo, Koba não teria parado e vem-se a velha do questão do bem comum
. As semelhanças com os filmes originais começam a ser notadas neste filme e eu ainda espero que o desfecho final desta nova saga do planeta dos macacos seja o enterro da estatua da liberdade, e acredite, estão caminhando pra isso. Neste filme já vimos a divisão entre raças, os chimpanzés são os lideres, inteligentes e responsáveis, os gorilas, brutamontes, são os guardas e os orangotangos como Maurice são os filósofos, ensinam as crianças e etc.

A captura de movimento é absolutamente sensacional, o filme abre e ficha com uma visão dos olhos de César e eu duvido que alguém consiga apontar uma parte daqueles olhos que não pareça real, quando o exercito de macacos liderados por Koba marcha sobre San Francisco é inacreditável ver tantas pessoas em uma só imagem de captura de movimento.

"Planeta dos Macacos: O Confronto" traz questões sociais e cenas de ação que batem de frente com "Tranformers: A Era da Extinção", também por conta do sucesso de público dos dois e pelo segundo ter sido lançado antes e o primeiro ter de correr atrás.

Muitos compararam o filme a "Dark Knight" que é um filme que funciona sozinho, você também pode ver "O Confronto" sem se preocupar se viu o primeiro filme, porém a comparação entre os dois é quase que incontestável, do mesmo jeito que Harvey vai perdendo sua humanidade e se transformando em duas caras em "Dark Knight", o mesmo acontece com quase todos em "O Confronto", sorte de Gary Oldman estar nos dois. Uma pancada de semelhanças pode ser achada entre os dois filmes como coringa e Koba por exemplo.

O filho mais velho de César, Olhos Azuis é assim como Maurice um dos mais interessantes e também o personagem mais explorado do filme, é incrível como consegue-se construir tanta coisa com tantos poucos detalhes em um filme só. Olhos Azuis é o tipico filho que vai assumir o posto do pai e precisa aprender para se tornar "o homem da casa", mas ele acaba sendo meio que persuadido por Koba durante o filme e precisa tomar decisões interessantes de se ver.

Eu espero que mais de um filme ainda seja produzido, pois não tem como terminar essa história com só mais um capítulo, eu quero ver a origem da zona proibida, o enterro da estatua, a evolução dorsal dos símios e mais.
Raquel E.
Raquel E.

8 seguidores 5 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 1 de agosto de 2014
filme bom,imprevisível com uma estória boa,o movimento dos macacos ficou perfeito,e os atores humanos também foram ótimos.
Matheus O.
Matheus O.

13 seguidores 3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de agosto de 2014
O filme conta uma história interessante, emocionante e aventureira.
Muito bom, mas esperava mais.
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