Ela
Média
4,4
3744 notas

448 Críticas do usuário

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Tibério M.
Tibério M.

79 seguidores 59 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de janeiro de 2014
Simplesmente belo.

Ela, de Spike Jonze (2013

Theodore (Phoenix) compra um novo sistema operacional desenhado para atender todas as suas necessidades. Para surpresa de Theodore, começa a se desenvolver uma relação romântica entre ele e o sistema operacional.

Spike Jonze nos dar uma visão de como será o futuro que nos espera com essa incrível evolução da tecnologia, pois o filme não é apenas um romance, é uma crônica sobre o avanço tecnológico, cada vez mais nos damos melhor com pessoas via redes sociais e esquecemos de quem está a nossa volta. O que não é tão diferente hoje em dia, mas no filme chega a ser um pouco mais doloroso observar de fora da caixa a realidade em que vivemos e que estamos prestes a conhecer um dia. Mesmo sendo uma visão dolorosa é também uma visão bela e poética. Uma lição de vida para os dias de hoje para que nós não venhamos a perdermos a sensibilidade, o contato, o amor, a graça das coisas e etc.

"Ela" é um lindo filme e é bem leve. São duas horas que se passam brincando. O argumento apresentado é um ponto forte do filme, pois dar para se sentar em uma mesa com os amigos e passar horas e horas debatendo sobre o filme e molhando o bico com uma cerveja bem gelada. Com uma bela trilha sonora, com um roteiro bem explorado e amarrado, com uma excelente atuação de Phoenix e uma boa direção de Jonze. A fotografia está de encher os olhos com as cores que nele se encontra. Cores bem vivas e vibrantes.

Apesar do filme ter ganho o Globo de ouro de melhor roteiro original, o roteiro do filme não é original. Não é original, pois lembra um episódio da minissérie, Black Mirror que se chama "Be Right Back". Nele acontece a mesma história em 'Her' só que é uma mulher atrás de um homem. Ela perde seu namorado em um acidente e passa todas as informações dele para um sistema operacional, só que na minissérie a ideia vai muito mais além, porém em 'Her' o SO consegue transparecer melhor seus sentimentos. É mais verdadeiro! Mas digo aqui que apesar de não ser um roteiro original o filme não é ruim. O filme é de uma sutileza só. Melancólico e muito belo mesmo. É belo e dói... Dói de tão belo que é. Sem exageros, pois como já disse os Beatles: "all you need is love!"
Skybaggins
Skybaggins

11 seguidores 37 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de fevereiro de 2014
Spike Jonze surtado! O roteirista e diretor desse filme se superou nas ideias e criou uma história um tanto estranha para os olhares de fora, mas incrível para os espectadores do filme. Essa história consiste em Theodore (Joaquin Phoenix) se apaixonando por uma inteligência artificial (Scarlett Johansson). Num futuro não muito distante (pelo menos é o que se dá a entender), são criados os SOs (provavelmente sigla para sistemas operacionais). Theodore, deprimido por seu recente divórcio, e sem um rumo para sua vida, acaba comprando um. Surpreende-se pela inteligência e sentimentos de sua SO, e acaba por começar uma relação amorosa com ela. O roteiro é realmente espetacular. A forma como Spike Jonze introduz uma ideia completamente estranha fazendo-a parecer natural é realmente de se admirar. O personagem Theodore é extremamente bem trabalhado e seu amor pelo computador não parece algo bobo, como pareceria se o roteiro fosse medíocre. Seus sentimentos são completamente realistas, sua depressão tem um motivo pra existir, o conflito dentro de si mesmo por amar uma pessoa mas também saber que esta pessoa não é "de verdade" também é muito bem pontuado. Por outro lado, também temos o conflito de Samantha, a SO. Que, mesmo amando Theodore, sabe que ela não é o suficiente para ele, pois ela não está ali realmente. O roteiro é realmente fantástico. Não é à toa que está indicado à categoria Melhor Roteiro Original no Oscar deste ano.
Mas mesmo com um roteiro bom, o filme precisa de alguém para representa-lo bem. Joaquin Phoenix dá um show de atuação fazendo o espectador por um momento esquecer que ele é apenas um ator interpretando e começar a achar que aquilo é de verdade. Seu envolvimento com o personagem é realmente perceptível. Sua depressão, seu caminho para a superação, seus sentimentos, seus conflitos, além de muito bem pontuados no roteiro, são muito bem representados por Phoenix. Também temos a atuação de Scarlett Johansson como Samantha. Bom, na verdade o rosto dela não aparece no longa, mas a voz aparece constantemente, tornando-se o computador, o principal personagem coadjuvante. Sua interpretação é boa. Em certos momentos, dá a sensação que há alguém de verdade em outro lugar falando, mas elas são sempre passageiras, o que é muito bom pro desenvolvimento do filme. Atuando no longa também está Amy Adams (Amy), que é uma antiga amizade de Theodore. Está bem, mas o papel é praticamente terciário. Completando o elenco principal, temos Rooney Mara e Olivia Wilde.
Em termos de visual e fotografia, o filme também se destaca. Ele possui alguns efeitos especiais como hologramas e computadores mais avançados, mas não é o foco do filme. Aquilo está ali só para estabelecer o futuro. Não é algo que desvie a atenção do espectador como em filmes de ficção científica por exemplo. Na fotografia e no figurino existem também elementos interessantes. Theodore usa várias cores de roupa, como azul que significa confiança e estabilidade, o amarelo que é a alegria, mas a cor que predomina é o vermelho. Não só nas vestimentas, mas também nos cenários. Ele significa amor, força e guerra. Afinal, dentro dele existia uma "guerra" entre o coração e o cérebro. O filme está indicado ao Oscar de Melhor Design de Produção.
A direção de Spike Jonze é extremamente eficaz. Ele que vinha de filmes como "Quero ser John Malkovich" e "Onde vivem os Monstros", mostrou que ainda é genial não só na direção, mas também no roteiro. A câmera tem uma ligação forte com o protagonista, por exemplo, em momentos de alegria, ela se move dinamicamente, mas em momentos de depressão, ela se mantém estática. Além disso, o filme é parado, praticamente só de diálogos. Mas mesmo assim, o espectador não cansa em nenhum momento durante as duas horas. Isso é um enorme mérito tanto para a direção quanto para o roteiro.
"Ela" é um filme extremamente interessante e profundo, além de muito bem construído e montado. Está indicado para quatro Oscars, incluindo Melhor Filme e Melhor Roteiro Original, merecidos. Afinal a maneira como Spike Jonze transforma uma premissa completamente estranha em algo natural é extremamente fantástica.
Erika
Erika

59 seguidores 107 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 10 de março de 2015
Não sei como público gostou desse filme, para mim é um filme bobo, chato e cansativo.
AndréIsaque
AndréIsaque

17 seguidores 62 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 9 de novembro de 2015
Filme cansativo , supervalorizado por ser um romance entre um humano e a voz de um computador , não é nada além de um romance
Val V.
Val V.

15 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 18 de janeiro de 2015
Legal define bem, só legal,,,, lento, a história é interessante, mas perde a mão... quando passa a ser normal namorar um sistema operacional, podia ter sido muito melhor explorada essa coisa da solidão que invade a vida moderna... vale a pena assistir, mas não espere muito.
Darcy C.
Darcy C.

2 seguidores 3 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 19 de fevereiro de 2014
Filme muito ruim mesmo, cansativo e meio sem nexo lógico. Se aceitamos o que acontece neste filme estamos acreditando no final dos tempos de sentimentos que, embora abstratos são reais, como amor, carinho, e outros
Alexandre T.
Alexandre T.

28 seguidores 18 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 17 de fevereiro de 2014
Muito parado eu acabei dormindo antes do final é mais um daqueles filmes que eles elogiam e o publico geralmene não curte muito
Mel B.
Mel B.

3 seguidores 2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 14 de fevereiro de 2014
Tão ruim que chega a dar vergonha alheia do Joaquin Phoenix. Arrastado, com argumento que beira a tolice. Corram.
Oliver F.
Oliver F.

4 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 7 de junho de 2015
Uma versão mais atual do filme Simone. O filme tinha tudo para ser brilhante, mas é conduzido para o fiasco. Talvez por gostar da realidade e não ser muito fã de distopia(algumas são até legais). Mas Ela é apenas um "sistema Windows", ela não pode decidir a hora de ir embora, é apenas um produto. Ela não veio para mostrar como a vida é bela, pois ele apenas comprou uma tecnologia nova. Eu devo ser muito insensível, odiei mortalmente o filme. Me sinto até mal por não ter capitado a magia da droga do filme horrível.

Por mais que digam que vivemos relacionamento virtuais, pelo meno a pessoa do outro lado existe e pode quem sabe lhe preparar um café da manhã.
Diego B.
Diego B.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 31 de julho de 2014
Esse é com certeza o pior filme que já assisti, antes era buried, mas esse consegue ser pior.
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