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Ricardo L.
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3.227 críticas
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5,0
Enviada em 19 de março de 2018
Linda animação! ganhador do óscar de melhor animação e Canção, mas que merecido. Traços de primeira linha e seu desenvolvimento é impecável. Roteiro é original e de uma sutileza que chama a atenção, comove até os corações fechados. Viva é uma história linda para toda a família.
Animação muito interessante sobre a tradição mexicana do Dia dos Mortos, quando os finados vêm visitar seus parentes vivos, sendo necessário que mantenham suas fotos e se lembrem deles. Ocorre que o pequeno miguel tem talento musical, mas a música foi banida da sua família de sapateiros, pois o tataravô que era músico abandonou a família. Miguel terá que visitar e entender o mundo dos mortos para desvendar a estória da família. Começo e fim excelentes, mas o meio da estória cansa um pouco, com muita pirotecnia e luxo totalmente desnecessários.
Miguel é um menino de 12 anos que quer muito ser um músico famoso, mas precisa lidar com sua família que desaprova seu sonho. Determinado a virar o jogo, ele acaba desencadeando uma série de eventos ligados a um mistério de 100 anos.
uma animação que já está ligada as melhores animações feitas até hoje tanto que já ganhou o Globo de Ouro de melhor animação e possível indicação senão ganhador do Oscar desse próximo ano uma história realmente bonita e que emociona do começo até o fim uma celebração à família Recomendo muito
Uma animação que conta uma história muito rica, com ótimos personagens e um belo figurino. Diverte e emociona ao mesmo tempo, e tem um final bacana. Vale apena assistir!
Um filme sobre família. E é sobre gerações. A Pixar, como (quase) sempre, perfeccionista até nos detalhes das calçadas por onde corre o pequeno e sonhador Miguel e nas rugas de sua bisa. Ah, sim, este é mais um filme sobre buscar o seu sonho apesar de todos os obstáculos e… apesar de estar quase morto. Porém, isso é Disney, então pode se despreocupar. Ninguém vai sequer ficar ferido, exceto o vilão. E um cachorro que é literalente um saco de pulgas que cai por onde quer que se coce.
Bem ousado e temática diferente conta muito a favor do filme, mas com uma paleta de cores neon atrapalha a visão em cenas abertas e entregar as viradas mastigadas diminuem um pouco por ser um filme da Pixar, mesmo assim grande animação.
Para lê a critica completa no link abaixo do blog ParsaGeeks abaixo, só juntar o link: http:// parsageeks.blogspot.com.br /2018/01/cinema-441-viva-vida-e-uma-festa_7. html
Uma belíssima animação, muitas cores, além de emocionante. A tradução do nome do filme, um dos piores já vistos. Achei um pouco forte também o tema morte como foi abordado, mas o filme realmente é muito bom.
A produtora Pixar sempre foi conhecida pela sua peculiaridade em criar obras cuja humanização da narrativa é exaltada pelo carisma sempre presente de seus personagens únicos. No recente VIVA - A VIDA É UMA FESTA temos um resultado típico e grandiosamente satisfatório por diversos elementos, dentre eles, a capacidade em evocar sentimentos usando a morte de forma curiosamente inteligente e sentimental.
A animação contempla a famosa festa dos mortos, emblemática no México pelos trejeitos e roupagem utilizada para homenagear aqueles que se foram. O longa segue o pequeno aspirante a cantor Miguel, que busca entre seus antepassados motivações para entender a repulsa de sua família pela música. A forma como o roteiro trata a saga do protagonista e os laços entre vivos e mortos é notavelmente madura e profunda, com toda a sua graça em não ser apelativa e muito menos assustadora, deixando os pequenos e adultos contemplarem a obra de forma diferenciadas, mas sempre positiva.
O filme é mais um exemplar na lista que se mantém (quase) perfeita em décadas de produções animadas sempre privilegiando a narrativa, mas mantendo o visual sempre em trajetória evolutiva que salta aos olhos. RECOMENDADÍSSIMO!
A animação Viva: A Vida é uma Festa, dirigida por Lee Unkrich, se passa durante um dos feriados mais tradicionais da cultura mexicana: o Dia dos Mortos, que, assim como o nosso Dia de Finados, é celebrado no dia 02 de novembro. Reza a cultura mexicana que, nesta data, os mortos recebem uma permissão divina para visitar os entes queridos e amigos que ficaram no mundo material – e por eles são recebidos com muita música, comida, bebidas, flores, velas e incensos.
No início do filme, vemos a família Rivera se preparando para celebrar esta data. Entretanto, ao contrário de outras famílias mexicanas, os Rivera recebem os seus mortos com um pouco mais de reverência, sem a presença da música. Aliás, no caso deles, a presença da música nos momentos de comemoração é completamente proibida, na medida em que se transformou num fator de muita dor para a família, a partir do momento em que o marido da matriarca abandonou a todos, em especial a filha Mamá Coco (dublada por Ana Ofelia Murguía na versão original).
Numa luta para ir contra a tradição familiar, Miguel (dublado por Anthony Gonzalez na versão original) sonha com o dia em que poderá viver seus dons musicais abertamente. E é justamente assim, sonhando com a bênção que terá de seus familiares, que Miguel embarca numa jornada no mundo espiritual, em que entrará ainda mais em contato com as suas origens e aprenderá a valorizar aquilo que a sua família tem de mais profundo: a tradição, os valores e as crenças.
Viva: A Vida é uma Festa é um filme que faz um contraponto muito interessante entre a valorização da tradição por parte da família Rivera, ao mesmo tempo em que aborda os costumes de uma cultura bastante forte, como a mexicana. É desse embate entre o pensamento novo com a crença mais habitual que encontra-se um dos pontos altos do filme. Ao mesmo tempo, a animação nos comove com uma trama que fala alto ao nosso coração, na medida em que nos mostra que, enquanto estivermos ligados pelo amor e pela lembrança, aqueles a quem amamos sempre se manterão vivos dentro de nós.
Não me lembro de ter me emocionado em uma animação dessa forma. Sensível, de fácil empatia e reconhecimento de casos familiares... mas não é uma animação infantil. única contra indicação vai para fanáticos religiosos... a temática é espírita. lindo demais.
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