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Luiz Antônio N.
30.873 seguidores
1.298 críticas
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4,0
Enviada em 8 de janeiro de 2018
Miguel é um menino de 12 anos que quer muito ser um músico famoso, mas precisa lidar com sua família que desaprova seu sonho. Determinado a virar o jogo, ele acaba desencadeando uma série de eventos ligados a um mistério de 100 anos.
uma animação que já está ligada as melhores animações feitas até hoje tanto que já ganhou o Globo de Ouro de melhor animação e possível indicação senão ganhador do Oscar desse próximo ano uma história realmente bonita e que emociona do começo até o fim uma celebração à família Recomendo muito
Uma belíssima animação, muitas cores, além de emocionante. A tradução do nome do filme, um dos piores já vistos. Achei um pouco forte também o tema morte como foi abordado, mas o filme realmente é muito bom.
Uma animação que conta uma história muito rica, com ótimos personagens e um belo figurino. Diverte e emociona ao mesmo tempo, e tem um final bacana. Vale apena assistir!
A produtora Pixar sempre foi conhecida pela sua peculiaridade em criar obras cuja humanização da narrativa é exaltada pelo carisma sempre presente de seus personagens únicos. No recente VIVA - A VIDA É UMA FESTA temos um resultado típico e grandiosamente satisfatório por diversos elementos, dentre eles, a capacidade em evocar sentimentos usando a morte de forma curiosamente inteligente e sentimental.
A animação contempla a famosa festa dos mortos, emblemática no México pelos trejeitos e roupagem utilizada para homenagear aqueles que se foram. O longa segue o pequeno aspirante a cantor Miguel, que busca entre seus antepassados motivações para entender a repulsa de sua família pela música. A forma como o roteiro trata a saga do protagonista e os laços entre vivos e mortos é notavelmente madura e profunda, com toda a sua graça em não ser apelativa e muito menos assustadora, deixando os pequenos e adultos contemplarem a obra de forma diferenciadas, mas sempre positiva.
O filme é mais um exemplar na lista que se mantém (quase) perfeita em décadas de produções animadas sempre privilegiando a narrativa, mas mantendo o visual sempre em trajetória evolutiva que salta aos olhos. RECOMENDADÍSSIMO!
Ótimo contexto, estória muito bem elaborada, o filme soube explorar da melhor forma a cultura mexicana e apresentar um grande significado e simbologia ao "Dia dos Mortos". Está cada dia mais complicado achar animações que trazem conteúdos ricos e tão bem elaborados!
Bem ousado e temática diferente conta muito a favor do filme, mas com uma paleta de cores neon atrapalha a visão em cenas abertas e entregar as viradas mastigadas diminuem um pouco por ser um filme da Pixar, mesmo assim grande animação.
Para lê a critica completa no link abaixo do blog ParsaGeeks abaixo, só juntar o link: http:// parsageeks.blogspot.com.br /2018/01/cinema-441-viva-vida-e-uma-festa_7. html
Animação muito interessante sobre a tradição mexicana do Dia dos Mortos, quando os finados vêm visitar seus parentes vivos, sendo necessário que mantenham suas fotos e se lembrem deles. Ocorre que o pequeno miguel tem talento musical, mas a música foi banida da sua família de sapateiros, pois o tataravô que era músico abandonou a família. Miguel terá que visitar e entender o mundo dos mortos para desvendar a estória da família. Começo e fim excelentes, mas o meio da estória cansa um pouco, com muita pirotecnia e luxo totalmente desnecessários.
Como já era de se esperar, a PIXAR entrega mais uma animação tecnicamente perfeita, uma coisa realmente sem igual o padrão visual do estúdio. Porém, no que tange suas estórias e personagens, é notório que nos últimos anos a empresa fundada por Steve Jobs e John Lassester não tem sido muito feliz. Alternando entre sequências pouco inspiradas e filmes ''originais'' que nada mais são do que uma reciclagem de materiais antigos, com raras felizes exceções (Inside Out, 2015). E é aqui que se encontra Coco, mais uma animação simpática e muito bem feita do estúdio, que nada mais faz do que reciclar a receita de animações anteriores da casa. Não arriscando em nada, não trazendo uma única inovação narrativa para seu gênero. Aqui, todas as caixinhas chave da fórmula de animações recentes foram checadas, garantindo a satisfação do público alvo. Mas para alguém em uma faixa etária mais alta, esta é apenas uma aventura bobinha e excessivamente emotiva, maniqueísta mesmo. Conta uma trama afetuosa sobre memória afetiva e ensaia um comentário sobre a mortalidade, mas não vai à nenhum lugar realmente interessante com estas temáticas. Ao menos o humor funciona bem e o personagem principal é carismático, além dos bons números musicais e world building criativo, mas, de novo, nada de diferente do que já vimos vindo da PIXAR...Para encerrar, Vida - A Vida é uma Festa é um ótimo programa pra quem gosta de uma animação simplista e inofensiva com uma mensagem positiva sobre a vida, quem for manteiga derretida vai adorar também. Mas para mim, foi uma experiência bem morna mesmo, gostei muito da estética e música, o que me decepcionou mesmo foi o fato do filme seguir demais a mesma velha cartilha do gênero, as reviravoltas previsíveis, excesso de personagens descartáveis, e um terceiro ato corrido pra lá de clichê. Claro que as crianças e boa parte do público não vai estar nem aí para esses problemas, então meu conselho é esse : Vá ver sem muitas expectativas, não espere um Toy Story ou Ratatouille, e aí você pode aproveitar bastante. Talvez o maior erro desse estúdio lar de tantas mentes brilhantes tenha sido arrasar demais em seus primeiros trabalhos originais, tornando o que viria em seguida nada mais que uma sombra de Obra-primas passadas.
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