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As luzes se apagam, o filme começa e você já sabe o que está por vir, afinal, o tema da Fox é tocado em ritmo de samba. Logo em seguida somos levados a dar um passeio pelo réveillon de Copacabana. A cor tradicional da passagem de ano, o branco, só se encontra na parte “humana” da praia. O espetáculo de penas coloridas nos agracia no próximo instante. Assim conhecemos a família de Blu e Jade que cresceu com seus três filhinhos: uma adolescente que vive com os fones no ouvido, outra estudiosa sempre armada com uma enciclopédia e um mocinho levado que adora futebol. Ou seja, a típica família brasileira. Contudo, a vida tranqüila e sociabilizada das ararinhas se acaba quando eles decidem partir em uma viagem rumo a Amazônia, ao lado de Nico, Pedro e Rafael, para ajudar possíveis outros exemplares da espécie que estão por lá. Se aventurando por aqueles lados também estão Túlio e Linda. Assim, com GPS em pés e uma pochete hilária, Blu parte com a família e os amigos, mostrando as maravilhas do interior do Brasil ao passar por Ouro Preto, Brasília e Salvador. No meio disso tudo, Nigel, a cacatua que no momento mais se parece uma galinha, está em busca de vingança. Mas ele não vai sozinho não: ao seu lado vai Gabi, uma rãzinha com um tom todo trágico e Shakespeariano apaixonante e Carlitos, um tamanduá mudo de chapéu coco. Ao chegar à selva a aventura está formada, pois ao mesmo tempo em que descobrimos que o pai de Jade se encontra por lá, vemos também Túlio e Linda se deparando com madeireiros ilegais desmatando a floresta. Como se não bastasse ainda tem o Nigel. Blu se vê perdido nisso tudo, pois embora queira sempre agradar sua esposa sabe que seus modos não se adéquam a mata. Começa então um confronto entre Blu e seu sogro, ou seja, a previsível desavença entre civilização e selvageria. Previsível também é a presença de Roberto, o George Clooney das araras-azuis. Um pássaro carismático e corajoso, amigo de infância de Jade, que faz com que Blu se sinta completamente inadequado. A parte mais engraçada do filme acontece quando Nico, Pedro, Rafael e Carla fazem uma seleção de novos talentos para o Carnaval. As tartarugas lutando capoeira fizeram o cinema gargalhar, assim como a orquestra sinfônica de mosquitos que tem seu fim quando um deles é morto com os dizeres: “AH! É Dengue!”. Para complicar ainda mais a história, o sogro de Blu tem suas próprias desavenças com as araras-vermelhas que são resolvidas de uma maneira bem criativa: a partir de um jogo de futebol. Esse detalhe tem uma riqueza cultural enorme visto que em Parintins, Amazonas, há um famoso festival folclórico onde no fim existe uma disputa entre dois bois: um azul outro vermelho. O desenrolar da história é óbvio: os animais devem se unir para salvar a floresta do desmatamento. Mas isto é abordado de uma maneira tão bonita que o aprendizado é natural. É impossível não sentir um apertinho no coração quando Blu abre as asas e se vê rodeado de destruição. Acredito que a mensagem tenha sido passada sem aquela eco-chatice. Algumas vezes a trama se embaraça e personagens são esquecidos, mas no fim da tudo certo. Sem contar a trilha sonora que é incrível! Dá vontade de levantar da poltrona e sair dançando, os tambores tocam lá no fundo da alma. Ainda assim, é visível que inexiste o charme encontrado no primeiro. Mas dá pra ir ao cinema com a criançada sem resmungar e levar pra casa uma educação ecológica importantíssima aprendida à base de boas risadas, pipoca e refri.
Um filme legal, que faz varios tributos ao Brasil. Achei a historia um pouco lento em certos momentos, mas vale a pena assistir.
Em 2011, a animação dirigida pelo brasileiro Carlos Saldanha, “Rio”, foi uma das grandes surpresas do ano, pois divulgou a vasta cultura carioca e, ao mesmo tempo, entregou uma boa animação, obtendo quase US$500 milhões ao redor do globo. Ao se considerar o sucesso, uma sequência foi algo natural e até bem-vinda, chegando agora, em 2014, com “Rio 2”.
Apesar do nome, o filme se passa quase todo seu tempo de duração em outro local, a Amazônia. Quando Jade descobre que existem outras araras azuis vivas por lá, faz com que Blu, seus filhos e toda sua turma do longa anterior (até o cão) viajem até o local para conhecer seus semelhantes.
Um dos grandes destaques do filme é, inclusive, o visual da floresta tropical, incrivelmente bela e colorida. Saldanha explora bem a fauna e a flora do local, introduzindo vários novos personagens, como uma orquestra de mosquitos e duas hilárias tartarugas capoeiristas. As poucas novas araras azuis que surgem, e que são desenvolvidas na trama, também se saem bem. O pai de Jane, Eduardo, é muito divertido ao se mostrar um pai autoritário e de porte militar, o que nos faz recordar do personagem de Robert De Niro em “Entrando numa Fria”; há também Roberto, uma arara galanteadora que, obviamente, flerta com Jade, causando ciúmes em Blu. O vilão do longa anterior, Nigel, também está presente, mas desta vez servindo mais de alívio cômico ao lado de Carlitos, um tamanduá, e sua admiradora Gabi, uma rã venenosa.
Os personagens carismáticos continuam em cena, alguns bons e novos são introduzidos, a estética é linda. Tudo certo então, não é? Infelizmente, apesar de todas essas qualidades, o filme peca em um fraco e apressado roteiro. Ao se trocar o tráfico de animais do longa anterior pelo desmatamento, Saldanha deveria aproveitar esse sério problema para, através do filme, divulgá-lo no exterior, mostrando seus horrores e como pode afetar a vida dos animais e pessoas que ali habitam. Lamentavelmente, somos conduzidos por um caminho mais óbvio e cansativo.
Apesar de estar lá, o desmatamento serve apenas como coadjuvante da jornada de Blu para agradar seu sogro e tentar se adaptar ao novo ambiente selvagem a qual deveria pertencer; não muito diferente da trama do seu primeiro filme, soando assim, repetitivo.
Outro ponto negativo são as canções que, com exceção da belíssima cena de apresentação das araras, são menos inspiradas que as do primeiro filme, atrapalhando muitas vezes o ritmo e bom andamento do longa. Esta falta de criatividade acrescenta na exaustão que o filme passa.
O saldo final é positivo, mas não deixa de ser decepcionante que uma trama e personagens com tanto potencial tenham sido mal aproveitados. Fica o desejo para que Saldanha, caso realize um novo capítulo para a franquia, seja mais corajoso ao abordar um problema ecológico, algo que, aliado a sua criatividade e talento, só nos beneficiaria.
Apesar do nome, o filme se passa quase todo seu tempo de duração em outro local, a Amazônia. Quando Jade descobre que existem outras araras azuis vivas por lá, faz com que Blu, seus filhos e toda sua turma do longa anterior (até o cão) viajem até o local para conhecer seus semelhantes.
Um dos grandes destaques do filme é, inclusive, o visual da floresta tropical, incrivelmente bela e colorida. Saldanha explora bem a fauna e a flora do local, introduzindo vários novos personagens, como uma orquestra de mosquitos e duas hilárias tartarugas capoeiristas. As poucas novas araras azuis que surgem, e que são desenvolvidas na trama, também se saem bem. O pai de Jane, Eduardo, é muito divertido ao se mostrar um pai autoritário e de porte militar, o que nos faz recordar do personagem de Robert De Niro em “Entrando numa Fria”; há também Roberto, uma arara galanteadora que, obviamente, flerta com Jade, causando ciúmes em Blu. O vilão do longa anterior, Nigel, também está presente, mas desta vez servindo mais de alívio cômico ao lado de Carlitos, um tamanduá, e sua admiradora Gabi, uma rã venenosa.
Os personagens carismáticos continuam em cena, alguns bons e novos são introduzidos, a estética é linda. Tudo certo então, não é? Infelizmente, apesar de todas essas qualidades, o filme peca em um fraco e apressado roteiro. Ao se trocar o tráfico de animais do longa anterior pelo desmatamento, Saldanha deveria aproveitar esse sério problema para, através do filme, divulgá-lo no exterior, mostrando seus horrores e como pode afetar a vida dos animais e pessoas que ali habitam. Lamentavelmente, somos conduzidos por um caminho mais óbvio e cansativo.
Apesar de estar lá, o desmatamento serve apenas como coadjuvante da jornada de Blu para agradar seu sogro e tentar se adaptar ao novo ambiente selvagem a qual deveria pertencer; não muito diferente da trama do seu primeiro filme, soando assim, repetitivo.
Outro ponto negativo são as canções que, com exceção da belíssima cena de apresentação das araras, são menos inspiradas que as do primeiro filme, atrapalhando muitas vezes o ritmo e bom andamento do longa. Esta falta de criatividade acrescenta na exaustão que o filme passa.
O saldo final é positivo, mas não deixa de ser decepcionante que uma trama e personagens com tanto potencial tenham sido mal aproveitados. Fica o desejo para que Saldanha, caso realize um novo capítulo para a franquia, seja mais corajoso ao abordar um problema ecológico, algo que, aliado a sua criatividade e talento, só nos beneficiaria.
A família cresceu, mas a aventura deixou um pouco a desejar...
Como não poderia deixar de ser, mais um grande sucesso do nosso brasileiro, Carlos Saldanha. Dessa vez Blu e sua família seguem para a Amazônia no intuito de ajudarem Linda e Tulio a salvarem as possíveis ararinhas azuis existentes lá. Contudo a trama se perde e se assemelha com outras produções em diversos momentos, como quando Blu e sua família encontram o pai de Jade, o patriarca Eduardo que "comanda" uma legião de seguidores em plena floresta amazônica. Não tem como não compara-lo ao personagem de Robert De Niro em Entrando Numa Fria, onde ele é o sogro que não consegue ver com bons olhos o genro e tenta fazer com que a filha tenha olhos para outros, como o galã da floresta, Roberto. Além disso, os filhos de Blu e Jade, Carla, Bia e Thiago, respectivamente, possuem características acentuadas, isto é, Carla, a mais velha adora música e tem um super talento, já Bia é mais tímida e intelectual e aparece quase todo tempo com uma enciclopédia nos pezinhos. Já Thiago, é o jogador de futebol, algo que a maioria dos pais querem que seus filhos sejam. Eles formam a típica família de classe média brasileira.
A trama se enrola quando não sabe o que fazer com tantas informações. Eles foram para a Amazônia, passando por diversos lugares do Brasil, como Ouro Preto, Salvador e Brasília, para ajudarem numa busca, contudo, os personagens de Tulio e Linda acabam descobrindo que há madeireiros ilegais no meio da mata e se metem numa baita encrenca, ainda, Nigel, a cracatua, juntamente com Gabi ( a rã) e Carlitos (o tamanduá) estão também na floresta tentando se vingar de Blu. Para complicar mais um pouco, Eduardo tem seus próprios "inimigos", as araras vermelhas, cujas desavenças são resolvidas de maneira bem original.
São muitas informações num único filme e muitas responsabilidades para o pequeno Blu, que precisa agradar a família, aos amigos e ao sogro!! O filme ainda inclui piadas que as crianças provavelmente nem vão entender...
Mas é um filme que agrada a toda família, seja falando de questões ambientais como o desmatamento, e a preservação de animais em extinção (aos adultos) ou das belas canções e aventuras vividas por cada personagem de RIO, (as crianças).
Por tudo isso, vamos nos divertir, vamos ao cinema ver RIO 2!!!
Como não poderia deixar de ser, mais um grande sucesso do nosso brasileiro, Carlos Saldanha. Dessa vez Blu e sua família seguem para a Amazônia no intuito de ajudarem Linda e Tulio a salvarem as possíveis ararinhas azuis existentes lá. Contudo a trama se perde e se assemelha com outras produções em diversos momentos, como quando Blu e sua família encontram o pai de Jade, o patriarca Eduardo que "comanda" uma legião de seguidores em plena floresta amazônica. Não tem como não compara-lo ao personagem de Robert De Niro em Entrando Numa Fria, onde ele é o sogro que não consegue ver com bons olhos o genro e tenta fazer com que a filha tenha olhos para outros, como o galã da floresta, Roberto. Além disso, os filhos de Blu e Jade, Carla, Bia e Thiago, respectivamente, possuem características acentuadas, isto é, Carla, a mais velha adora música e tem um super talento, já Bia é mais tímida e intelectual e aparece quase todo tempo com uma enciclopédia nos pezinhos. Já Thiago, é o jogador de futebol, algo que a maioria dos pais querem que seus filhos sejam. Eles formam a típica família de classe média brasileira.
A trama se enrola quando não sabe o que fazer com tantas informações. Eles foram para a Amazônia, passando por diversos lugares do Brasil, como Ouro Preto, Salvador e Brasília, para ajudarem numa busca, contudo, os personagens de Tulio e Linda acabam descobrindo que há madeireiros ilegais no meio da mata e se metem numa baita encrenca, ainda, Nigel, a cracatua, juntamente com Gabi ( a rã) e Carlitos (o tamanduá) estão também na floresta tentando se vingar de Blu. Para complicar mais um pouco, Eduardo tem seus próprios "inimigos", as araras vermelhas, cujas desavenças são resolvidas de maneira bem original.
São muitas informações num único filme e muitas responsabilidades para o pequeno Blu, que precisa agradar a família, aos amigos e ao sogro!! O filme ainda inclui piadas que as crianças provavelmente nem vão entender...
Mas é um filme que agrada a toda família, seja falando de questões ambientais como o desmatamento, e a preservação de animais em extinção (aos adultos) ou das belas canções e aventuras vividas por cada personagem de RIO, (as crianças).
Por tudo isso, vamos nos divertir, vamos ao cinema ver RIO 2!!!
Quando o filme começa, já mostra o que há por vir. Já começa com uma mudança na tema da Fox (sim, em samba) e numa bela sequência de réveillon na praia no RJ. A trama mostra a vida das Ararinhas Blu, Jade, seus três filhotes quando descobrem que não são mais as únicas de sua espécie e resolvem encontrar esse grupo, mas eles estão na Amazônia. Aí entra o meu destaque do filme, uma bela sequência mostrando a viagem do RJ há Manaus, passando por vários pontos do Brasil, como Brasília, Ouro Preto e Salvador. A trilha sonora continua incrível e a cena de futebol das aves são o grande destaque da animação. Infelizmente está um pouco abaixo do primeiro, mas vale uma conferida ao cinema.
eu quero assistir, acho q é muito legal e então acho q o primeiro filme foi ótimo imagine o segundo deve ser muito lindo
filme lindo, encanta todos os públicos e ainda retrata a beleza do Rio de Janeiro. Apezar de não morar lá, maus faz parte do nosso Brasil
Para quem gosta de filmes de animação, Rio 2 é uma ótima opção à todas idades. Muito boa a relação entre às aves Blu e Jade e seus 3 filhotes (um levado, uma estudiosa e uma adolescente). A viagem das aves do Rio de Janeiro à Amazônia mostra as belezas do interior do Brasil quando passam por Ouro Preto MG, Brasília DF e Salvador BA. Não da para falar da cultura amazônica sem citar a tradicional festa do boi em Parintins-AM, o filme mostra de forma muito criativa um jogo de futebol entre as Ararinhas Azuis (cor do boi Caprichoso) e as Araras Vermelhas (cor do boi Garantido) no meio da floresta. A capoeira aparece sendo jogada por duas tartarugas, cena que arranca muitas gargalhadas. O filme é muito colorido e o visual encantador, vi pais se divertindo muito mais que os filhos no cinema, vale muito a pena assistir. Super indico!!!
Bom filme. mas um pouco abaixo do primeiro, as cenas musicais e o jogo de futebol entre as aves sao os destaques do filme!
Poucas são as animações hoje em dia que passam um certo aprendizado, aqueles que você aprende sem perceber pelo fato de o desenho ser tão bom. Em Rio 2, vemos mais uma vez o Carlos Saldanha fazendo um excelente trabalho, não deixando NADA de fora, falando da realidade do Brasil, como no primeiro Rio, em que o tema era o tráfico de animais, além de mostrar a realidade das favelas do Rio, e este segundo, preservação ambiental. Totalmente sem palavras. Além das cores, canções e momentos divertidos, são aprendidos valores como família, unidade, e preservação do meio ambiente, em que, a criança assistindo, ela pode não estar entendendo, mas tudo ficará em seu subconsciente, e no futuro, os seus pais que os levaram pra assistir esse desenho, vão agradecer.
Parabéns Blue Sky!
Parabéns Blue Sky!
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