Rio 2
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4,2
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144 Críticas do usuário

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Thales J.
Thales J.

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4,0
Enviada em 31 de março de 2014
para mim esse filme teve muito mais diversidade de personagens do que o primeiro mas os graficos em 3D deixam a desejar
Skybaggins
Skybaggins

11 seguidores 37 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 31 de março de 2014
As araras azuis voltaram às telonas e a cidade maravilhosa também! Com o sucesso do primeiro longa, uma continuação já era prevista. E ela chegou três anos depois, mais uma vez pelas mãos do brasileiro Carlos Saldanha. Desta vez, o filme se passa em sua maior parte na Floresta Amazônica e procura alertar ao seu público (infantil) sobre os grandes problemas do desmatamento, tratando os humanos como inimigos, como já vimos em alguns filmes da Pixar (Procurando Nemo, Ratatouille, etc.). O longa pode ser inferior ao original, mas ainda assim é muito divertido. Possui referências à clássicos como "Romeu e Julieta" e à obras contemporâneas como "As Tartarugas Ninjas", que, nesse longa são as "tartarugas capoeiristas". O filme conta também com a presença dos personagens já conhecidos: Blu (Jesse Eisenberg), Jade (Anne Hathaway), Linda (Leslie Mann) e Túlio (Rodrigo Santoro), além do vilão Nigel (Jemaine Clement). Outros personagens são introduzidos também. Esse é um ponto forte do longa. Tanto a introdução de novas caras quanto o desenvolvimento de rostos já conhecidos é muito bem feito. Porém, as situações não são tão bem trabalhadas.
Quanto à dublagem, não há problema em ver o filme em português. Aliás, é até recomendado, pois certas piadas foram feitas especialmente para o público brasileiro. Tratando-se do estereótipo brasileiro, que aconteceu muito no primeiro filme, nesse é menos intenso. Claro que existem aspectos da nossa cultura como partida de futebol, carnaval, Reveillon, entre outros. Mesmo assim, o longa possui uma abertura belíssima que se passa na festa de ano-novo carioca, que, mesmo um pouco estereotipada, é muito bonita e não passa muito longe da realidade deste evento.
O visual está novamente incrível. As paisagens e personagens coloridos dão um tom alegre ao filme. Essas cores são bem dosadas na animação. Em cenas tristes, temos ambientes mais escuros, e em alegres, ambientes claros e coloridos. O filme trabalha bastante a questão das cores, afinal, o nome de seu protagonista é uma cor: Blu ("Azul" em inglês). No filme toda as cores são bem trabalhadas e, no final o longa nos entrega um lindo espetáculo visual que não estragarei dando spoilers.
A direção é extremamente eficaz. Desde a primeira cena, no Reveillon, o diretor já mostra seu estilo com a câmera "passeando" pelo cenário com muita fluidez. Ainda consegue criar uma identificação do público com o protagonista. Ainda usufrui de canções (assim como no primeiro longa), incluindo até paródias de músicas famosas, que são mais fáceis de reconhecer ao ver o filme em seu idioma original. É bom ver que com Saldanha e com Padilha, os astros brasileiros estão crescendo lá fora.
O filme é inferior ao seu antecessor mas mesmo assim possui personagens muito bem criados e um respeito tremendo pelo país onde se passa. Se vai ter o terceiro ou não, ainda não se sabe. Mas carioca dá sempre um "jeitinho".
Marcos S.
Marcos S.

17 seguidores 4 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 31 de março de 2014
Acima de tudo, Rio 2 é um filme infanto-juvenil. Desmatamento, espécie em perigo de extinção, disputa de territórios, relações interpessoais (como a de Blu e seu sogro), vingança (Nigel) e decepção amorosa (a de Gabi, a rã "tóxica")...
Muitas informações com um desenrolar quase que irregular no roteiro, Rio 2 aposta em músicas e coreografias surpreendentes do início ao fim. A primeira metade do filme é reservada aos risos e boas piadas, já a segunda metade, além de rápida, o roteiro deixa o bom humor um pouco reservado. Em se tratando de um longa para crianças, o filme passa todas os valores necessários como a importância da família, dos amigos e de como encarar fracassos.
Em respeito à cultura brasileira estamos bem servidos. A festa de reveillón na praia de Copacabana e o roteiro de viajem até o estado do Amazonas foi muito bem mostrado, imprimindo na tela peculiaridades mineiras, baianas, goianas, mato-grossenses e manauaras. A disputa de território encabeçada pelas araras vermelhas nos dá a leve impressão da grande disputa de Parintins-AM, quando todo o mês de junho os bois Caprichoso e Garantido (azul e vermelho respectivamente) lutam numa competição onde todos ganham. Mas um pouco mais da cultura amazonense não faria mal ao longa, já que as araras citam a importância das castanheiras para sua sobrevivência e comem abundantemente o açaí.
Definitivamente se trata de um filme sério, com ritmo um pouco acelerado, mas com conceito de arte chegando na excelência. Em 1h42 de duração, Rio 2 mostra com transparência o "jeitinho brasileiro" que se dá para tudo, até para o combate ao desmatamento da Amazônia.
Caio C.
Caio C.

10 seguidores 4 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 31 de março de 2014
Um filme chamado rio foi lançado em 2011 com o proposito de agradar a crianças brasileiras, felizes sabendo tambem que filmes animados fazem parte do Brasil,a ideia de saldana foi boa no primeiro filme mas não sei se foi incrivel,por mim razoavel.

Agora "Rio 2" foi bem melhor do que o primeiro animação,aventura e comedia no mesmo tempo sem contar com otimas cenas,cenarios incriveis,tudo muito a ideia de Saldana era fazer um filme para crianças ele se superou pois tirei opnião de muitos adultos e eles disseram que curtiram demais esse filme.

O filme começa com o ano novo e muitos passaros felizes alegres brincando,e como já vimos blu e jade tem filhos (2 meninas e 1 menino) para complicar as coisas "a famila cresceu e a aventura tambem"
como diz o tema do filme no entrei na sala de cinema eu pensei que seria mais um filme de crianças com cenas de comedia, mas o filme é muito mas do que isso.

sinceramente o filme tem em todo tempo aventura,sem deixar de ter comedia.
Tambem é um filme de muito romance,sim entre blu e jade,eu sinceramente achei que esse tal de "romance" ia deixar o filme sonolento e bem musical,mas não o romance é seguido de comedia e ao mesmo tempo ação.

Filme bom para mim,vale a pena sair de casa com seus filhos para assistir RIO 2 pois é uma animação diferente do que foi o primeiro (claro na minha opnião) mesmo sendo filme para 'criança'.

NOTA:8,7
Filadelfo S.
Filadelfo S.

3 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 31 de março de 2014
filme maravilhoso,com um enredo inteligente, não apelativo. faz uma viagem muito bacana pelas regiões do Brasil. vale muito a pena assistir.
Luiz Fernando W.
Luiz Fernando W.

15 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 31 de março de 2014
Não foi tão bom quanto o primeiro mas valeu pelo ingresso promocional (todos pagam meia no domingo). Até as crianças não saíram muito empolgadas pelo que percebi. Mas resumindo, foi um bom programa de final de semana!!!
Carol S.
Carol S.

4 seguidores 23 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 31 de março de 2014
Mais uma vez um desenho bem sucedido ganha uma sequencia. Desta vez é a animação "Rio", que foi feita pelo mesmo diretor da quadrologia "Era do Gelo". Desta vez as araras e outros bichos vão para a Amazonia conhecer suas origens. O desenho é bastante enrolado, ao contrário do primeiro que parecia ser mais dinamico, além do mais o excesso de músicas estraga com boa parte da animação, e a trilha sonora é bastante fraca também com muito samba e outros ritmos que não agradam a maioria do publico alvo, já que as crianças atuais preferem artistas como Demi Lovato, Katy Perry e Paramore, que são artistas pop, estilo que agrada mais a eles. Outro ponto negativo é o excesso de cor azul, que torna tudo muito cansativo, poderiam ter feitos mais bichos coloridos e paisagens com mais cor. Infelizmente pode haver uma sequencia, já que terá uma boa bilheteria, mas pode ter certeza que conseguirá ser pior que "Rio 2"
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 31 de março de 2014
Depois do enorme sucesso de Rio com uns 500 milhões arrecadado no mundo, teria uma sequencia sem dú, aqui esta ela: Rio 2 , um ótimo filme para a criançada com sequencias elaboradas e muita muita música. Dessa vez o simpático Blue volta com sua esposa Jade, mais seus três filhotes( Bia, Thiago e Carla ) . Apesar do título , a historia se passa pouco no Rio , indo na maior parte do tempo na Amazonia. O cenário com todas aquelas cores encanta muito e há muitas sequencias musicais ótimas, para alguns o filme vai ser cansativo, mas a garotada vai fazer a festa e os papais também vão curtir muito.
Ana Paula S.
Ana Paula S.

62 seguidores 60 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 31 de março de 2014
Fui ver o filme e me deparei com mais adultos do que crianças rsrs eu mesma fui com meu namorado. O filme é tão contagiante que contagia o público adulto. Amei, lindo filme...tão lindo quanto o primeiro
Layra S.
Layra S.

4 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 30 de março de 2014
As luzes se apagam, o filme começa e você já sabe o que está por vir, afinal, o tema da Fox é tocado em ritmo de samba. Logo em seguida somos levados a dar um passeio pelo réveillon de Copacabana. A cor tradicional da passagem de ano, o branco, só se encontra na parte “humana” da praia. O espetáculo de penas coloridas nos agracia no próximo instante. Assim conhecemos a família de Blu e Jade que cresceu com seus três filhinhos: uma adolescente que vive com os fones no ouvido, outra estudiosa sempre armada com uma enciclopédia e um mocinho levado que adora futebol. Ou seja, a típica família brasileira. Contudo, a vida tranqüila e sociabilizada das ararinhas se acaba quando eles decidem partir em uma viagem rumo a Amazônia, ao lado de Nico, Pedro e Rafael, para ajudar possíveis outros exemplares da espécie que estão por lá. Se aventurando por aqueles lados também estão Túlio e Linda. Assim, com GPS em pés e uma pochete hilária, Blu parte com a família e os amigos, mostrando as maravilhas do interior do Brasil ao passar por Ouro Preto, Brasília e Salvador. No meio disso tudo, Nigel, a cacatua que no momento mais se parece uma galinha, está em busca de vingança. Mas ele não vai sozinho não: ao seu lado vai Gabi, uma rãzinha com um tom todo trágico e Shakespeariano apaixonante e Carlitos, um tamanduá mudo de chapéu coco. Ao chegar à selva a aventura está formada, pois ao mesmo tempo em que descobrimos que o pai de Jade se encontra por lá, vemos também Túlio e Linda se deparando com madeireiros ilegais desmatando a floresta. Como se não bastasse ainda tem o Nigel. Blu se vê perdido nisso tudo, pois embora queira sempre agradar sua esposa sabe que seus modos não se adéquam a mata. Começa então um confronto entre Blu e seu sogro, ou seja, a previsível desavença entre civilização e selvageria. Previsível também é a presença de Roberto, o George Clooney das araras-azuis. Um pássaro carismático e corajoso, amigo de infância de Jade, que faz com que Blu se sinta completamente inadequado. A parte mais engraçada do filme acontece quando Nico, Pedro, Rafael e Carla fazem uma seleção de novos talentos para o Carnaval. As tartarugas lutando capoeira fizeram o cinema gargalhar, assim como a orquestra sinfônica de mosquitos que tem seu fim quando um deles é morto com os dizeres: “AH! É Dengue!”. Para complicar ainda mais a história, o sogro de Blu tem suas próprias desavenças com as araras-vermelhas que são resolvidas de uma maneira bem criativa: a partir de um jogo de futebol. Esse detalhe tem uma riqueza cultural enorme visto que em Parintins, Amazonas, há um famoso festival folclórico onde no fim existe uma disputa entre dois bois: um azul outro vermelho. O desenrolar da história é óbvio: os animais devem se unir para salvar a floresta do desmatamento. Mas isto é abordado de uma maneira tão bonita que o aprendizado é natural. É impossível não sentir um apertinho no coração quando Blu abre as asas e se vê rodeado de destruição. Acredito que a mensagem tenha sido passada sem aquela eco-chatice. Algumas vezes a trama se embaraça e personagens são esquecidos, mas no fim da tudo certo. Sem contar a trilha sonora que é incrível! Dá vontade de levantar da poltrona e sair dançando, os tambores tocam lá no fundo da alma. Ainda assim, é visível que inexiste o charme encontrado no primeiro. Mas dá pra ir ao cinema com a criançada sem resmungar e levar pra casa uma educação ecológica importantíssima aprendida à base de boas risadas, pipoca e refri.
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