Cinquenta Tons de Cinza
Média
3,2
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723 Críticas do usuário

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Larissa A.
Larissa A.

9 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de outubro de 2014
o filme mais esperado na minha opinião .... Já li a trilogia ! não vejo a hora de sair o filme aqui no Brasil!
Sharlyne C
Sharlyne C

8 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de outubro de 2017
Não vi química no casal. Achei a interpretação muito forçada, mas no 2 filme eles estão bem melhor.... talvez seja pq mudou de diretor, não posso afirmar (para isso teria que me aprofundar nos filmes que eles dirigiram).
Victor B.
Victor B.

15 seguidores 1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 18 de fevereiro de 2015
Algumas pessoas dizem que existe música boa e música ruim. “Ah, música tal é que é boa”. “Ah, música tal é ruim”. Em regra, o critério para dizer se a música é “boa” envolve sua boa elaboração em termos de letra, melodia, arranjo, uso dos instrumentos e etc. A “ruim” é aquela música mais popular, voltada para bailes e festas. Sob o meu ponto de vista, sempre tive como “critério” a música para ouvir e a música para dançar (as quais podem, sim, se misturar, de acordo com gostos pessoais), não significando que seja, necessariamente, boa ou ruim. E quanto aos filmes, tenho esse pensamento também. Tem aqueles mais bem elaborados em aspectos de direção, roteiro, atuação e etc, bem como aqueles que são populares, voltados para a diversão de massa, ou, simplesmente, feitos para o entretenimento, o que não os desmerece, já que o cinema, em seus primeiros tempos, tinha a diversão como principal finalidade. No entanto, assim como na música, no cinema há filmes ruins em ambos os tipos. Acontece! Fazer o que? E, infelizmente, “Cinquenta tons de cinza”, da britânica Sam Taylor-Johnson, está entre eles. É um filme feito para a diversão do público, sem grandes rebuscamentos, mas é ruim. Inacreditavelmente ruim!
Eu sinto vontade de esclarecer um ponto. É possível que eu me alongue neste texto, como se estivesse defendendo uma tese. A questão é que o filme é baseado num livro que se tornou um “best seller”. Não cabe a mim julgar o porque disto. Apesar de não ser o tipo de leitura que me agrada em termos literários, é um fato que a leitura desse livro agradou a uma quantidade enorme de pessoas. Assim, considerando a grande probabilidade do filme também se tornar um sucesso de público, não quero passar por “do contra”. Estou numa coluna cinematográfica, cuja proposta é criticar filmes, sejam estas críticas positivas ou negativas.
Seguirei a proposta.
Serei, inevitavelmente, irônico ao falar, brevemente, do que se trata o filme. Aliás, não sei se cabe falar em ironia. O filme IMPLORA para ser zoado! E também não sei se cabe falar em “brevemente”. Será só isso MESMO!
“Cinquenta tons de cinza” conta a história de uma moça, Anastasia, que vai, no lugar de sua amiga, entrevistar o bem sucedido Christian Grey. Quando chega ao seu escritório, os dois se tornam, instantaneamente, o maior amor de suas vidas. Grey, então, inicia uma “perseguição” à moça, em virtude dessa paixão avassaladora. Ele lhe revela o gosto pelo BDSM (o sadomasoquismo). Ela aceita se submeter. spoiler: Ele lhe dá tapas na bunda super fortes (tão fortes quanto os de uma mãe na bunda de seu filho de cinco anos), os quais nos dá uma enorme vontade de rir (se uma pessoa não dominadora dá, eventualmente, tapas mais fortes que aqueles, uma pessoa que se diz dominadora deveria se dar ao respeito).
Os dois transam tão vorazmente quanto dois adolescentes aprendendo o que é sexo. E essas cenas de sexo super hiper mega brutal se repetem ao longo do filme umas mil vezes. O filme é CHATO! Irritante, incômoda e aborrecidamente chato!
Os sentimentos são completamente inexplicáveis. Tudo se dá MUITO rápido. Tudo é muito vazio e bobo. As conversas, que supostamente deveriam ser intensas, são rápidas, não esclarecem o porquê daqueles dramas.
Há um ponto que se pode dizer ser uma qualidade. O personagem de Christian é assumidamente machista. Isso é bom no que toca à sua honestidade e autenticidade. No nosso mundo, atualmente, a maioria de nós finge não ser machista. Ele, ao menos, é. E não esconde. O que dói um pouco é que ela também é. Não que as mulheres reais não sejam machistas. Há as que são e as que não são. Mas é incoerente Anastasia ser. Seu tipo de mulher não pede esse sentimento. E, no entanto, tudo o que ela quer é o famigerado príncipe encantado. spoiler: Quando ele um gravíssimo erro um dá um deslize, na cabecinha dela ele vira um sapo e ela sai correndo como uma criança boba.

O filme trata o sadomasoquismo como um gravíssimo desvio de comportamento, colocando-o como uma perversão. O trata como consequência de alguém que sofreu sérios problemas na vida. Isto é um erro estúpido. Sadomasoquismo é uma relação sexual, uma prática. Perversão é o sadismo por si só. No qual alguém leva dor e sofrimento sem nenhum consentimento da vítima. Não é o caso do BDSM.
Um aspecto bastante pessoal, ou seja, uma opinião subjetiva, se dá quanto ao título do livro e do filme. “Cinquenta tons de cinza”. Em inglês, “Fifty Shades of Grey”. “Shade” é uma palavra ampla, com vários significados (sombra, máscara, tonalidade, obscuridade, etc – sim, eu pesquisei os demais significados). Adotemos aqui o nome adotado em português: “Tom”. No nome em inglês, o uso de Grey é um trocadilho com o sobrenome do personagem Chirstian, já que lá “grey” é cinza, o que enriquece, por si só, o título. Aqui, não há como se verificar nada. É um nome sem sentido algum. Pobre.
A atuação de todos os atores é boa, na medida do possível. Ponto pro filme. No entanto, a direção é fraquíssima. Há momentos em que parece que os atores estão pedindo: “diretora, dirige!” Ela não enriquece as cenas. São muito semelhantes o tempo todo. As mil cenas de sexo são todas iguais. Grey chorando é feio. Ficou feio. Como ele conseguiu atrapalhar um ator com tanto potencial, com tanto talento? Acho que é dispensável falar de roteiro. Como já disse, não conheço o livro. Mas, sendo como for, a adaptação não deixou a desejar. Ela sequer existiu! Foi péssima! Destruiu a história. Senti compaixão dos fãs do livro, que mereciam um filminho melhorzinho.
A plateia, ao menos no dia que fui, me incomodou um pouco. Riam demais. Havia um ou outro ponto engraçado? Havia. Mas riram muitas vezes. E o legal é que quando pararam de rir foi justamente quando começou a primeira das mil cenas de sexo. Ficou bem coerente com a sexualidade brasileira que, até onde sei, é predominantemente conservadora. Pareciam que nunca tinham visto ou feito sexo na vida.
Infelizmente, não me frustrei com o filme. Eu esperava algo ruim e tive. Eu queria algo bom e não tive. É. De certa forma, não foi uma frustração completa.
Ir ao cinema assisti-lo é uma completa perda de tempo. Total, imensa e completa perda de tempo.
Alícia T.
Alícia T.

9 seguidores 1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 22 de fevereiro de 2015
Não gostei do filme, não posso dar a opinião clara pois não li o livro e não sei o que acontece na sequência, mas deduzo que ele vai mudar completamente por ela. Não acho que alguém deve entrar num "relacionamento" assim como a Anastasia faz, não vou dar spoilers, mas ela quer que ele seja diferente com ela, mude por ela. Eu não acredito que as pessoas mudam completamente desse jeito, espero que as pessoas não se iludam com esse filme, isso sim.
Juliana S.
Juliana S.

52 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de fevereiro de 2015
Porque é perfeito.
É o filme é muito bom e bem feito. Os atores são perfeitos nos papéis principais.
Acsa C.
Acsa C.

40 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 13 de fevereiro de 2015
Oi!
Li os três livros duas vezes cada , confesso que apesar de a trama ser um pouco mal escrita, eu gosto do desenvolvimento dos livros e da história que existe além do sexo dos protagonistas . Existiam muitas cenas importantes que deveriam ter tido uma maior atenção pra que pessoas que não leram o livro pudessem ver sentido e compreendessem o teor do relacionamento do casal . Muitos têm criticado a atuação morna de Jamie Dornan, porém eu não o culpo, culpo a roterista do longa metragem que mal explorou o livro evitando diálogos importantes que caracterizam os personagens, ele mal conversa ! Não conseguiu de fato marcar sua interpretação por falta de falas que com certeza não foram colocadas no seu texto para decorar . Assim como esqueceram de dar mais atenção em cenas como a do jantar na casa dos pais de Christian onde ele leva ela para o píer, que simplesmente passou por que tinha que passar .
Sei que se trata de uma adaptação , em momento algum gerei expectativa de uma reprodução fidedgna e literal do livro . O fato é que sagas com maiores detalhes é maior número de páginas como a de Harry Potter foram também adaptadas e os filmes conseguiram prender a atenção do expectador que nunca leu o livro dando informações que permitissem a quem assistisse ao filme, compreender o teor e se interessar pelos personagens e pela história!
Eu e a sala inteira do cinema notoriamente esperávamos mais , tudo passa muito rápido , não da nem pra ficar com a cena marcada na cabeça . Apesar de eu ter achado que o filme deixou muito a desejar , não contra-indicaria o mesmo! Pois a minha opinião se baseia na frustração de ver um filme com tantas possibilidades reduzido ao mais simples possíve, dá impressão que foi mais para se arrecadar mesmo, já que as prévias e trailers nos instigaram a pensar que o filme seria super semelhante é mais fiel possível ao livro! AH ! Ela nem ganha o Black Berry, e ele também não usa black Berry usa iPhone kkkkk l . Francamente E.L. James que acompanhou toda a construção do filme deveria ter exigido uma melhora na representação da trama , com mais vinhos , jantares, dominação , diálogos e calor !
Todavia , a atuação da Dakota ficou tão perfeita que nem parece que ela está atuando , tamanha é sua naturalidade .
Gostei do filme , é um bom filme . Eu esperava amar essa produção mas não poderei ainda colocar a mesma como top 1 da minha lista de romances . Espero ansiosamente pelas outras sequências e que muitas coisas sejam aprimoradas para a minha alegria assim como a de todos os leitores da trilogia .
Tere Yadid S.
Tere Yadid S.

38 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de fevereiro de 2015
ARTIGO:Cinquenta Tons de cinza
Tere Yadid Sztokbant - tere@psico.net.br
psicóloga, psicanalista e autora do livro “Escolhas e Relações Amorosas”
Após assistir ao filme Cinquenta Tons de Cinza resolvi compartilhar um ponto de vista que não o concebe como um conto de fadas (príncipes não machucam princesas) e nem se detém ao politicamente correto de que um homem jamais poderia bater numa mulher. Já havia me chamado a atenção, no ano passado, a quantidade de pessoas – especialmente mulheres – de vários países, que devoraram os três volumes desse enredo restrito à turbulenta relação de Christian Grey e Anastacia Steele. Tirei o foco da violência contra as mulheres e pensei em alguns aspectos emocionais presentes nesse relacionamento provocativo capaz de exercer tamanho fascínio ou repúdio. Algumas pacientes, inclusive, manifestaram seu desejo de encontrar um parceiro como Christian. Provavelmente porque para além da riqueza, do luxo e dos mimos sedutores, estamos diante de um encontro emocional profundo e transformador.
Explico: as experiências primárias da vida de uma pessoa deixam um registro no inconsciente de todos. O amor e/ou o desamor tem início na dupla mãe-bebê. As experiências afetivas dos primeiros anos formam uma matriz de um modo de se relacionar que direciona a vida amorosa dos adultos.Christian carrega no corpo marcas de queimaduras de cigarro como um registro da violência sofrida em seus primeiros anos: uma mãe viciada em crack que também o deixou passar fome. Essas marcas são o retrato das feridas em sua alma. Ele não permite que elas sejam tocadas. Tocar seu corpo é como colocar o dedo nessas feridas fazendo-o sangrar e reviver uma dor intensa. Christian não pode se livrar delas assim como não pode apagar sua história de abuso, de privação, de maus tratos e de desamparo. Ele apenas comunica sua tristeza através das melodias tristes que toca no piano desde muito pequeno. Como defesa frente ao sofrimento e à baixa autoestima, processos psíquicos inconscientes complexos fizeram com que ele desenvolvesse uma personalidade arrogante junto a um narcisismo defensivo. Não é por acaso que ele se utiliza de penas de pavão para acariciar e excitar suas “presas” – penas lindas e coloridas de um animal que ao se exibir é capaz de capturar o olhar de admiração de todos à sua volta. Faltou-lhe, na verdade, um olhar colorido de uma mãe amorosa que refletisse para ele – tal como um espelho - o seu verdadeiro eu. Um olhar constitutivo que pudesse atribuir um sentindo à sua existência. Ao contrário dessa experiência tão importante, Christian refere-se a um mundo interior composto por uma variação de tons de cinza - uma alusão à vida nebulosa que teve, a um contato frio, destituído de afeto e depressivo. Seus pais adotivos, apesar de amorosos, não conseguiram construir uma relação de intimidade com o filho. Christian volta a sofrer abusos aos 15 anos de idade – dessa vez ligados à esfera sexual – por parte da melhor amiga de sua mãe. Viveu uma relação que se estendeu por seis anos sem ao menos despertar-lhe alguma suspeita do que se passava diante de seus próprios olhos. Assim, a atuação da violência de Christian tem raízes naquelas as quais ele próprio esteve submetido em diferentes momentos da sua formação física, psíquica e emocional. Identificado aos agressores, numa espécie de jogo do contrário, ele passou da impotência à onipotência. O exercício de um controle extremo sobre os outros e do impulso de dominação podem ser compreendidos como uma vingança e como uma compensação de um caos interior. Ao evitar pensar na sua dor emocional ele a coloca na ação. De masoquista ele passa a atuar de forma sádica – ambas faces da mesma moeda. A vida de Christian transcorre dessa maneira até ele conhecer Anastacia. Sua proposta dos jogos sadomasoquistas sofre um abalo quando ele fica sabendo da sua virgindade. Uma virgem parece ter-lhe despertado um anseio de iniciar um relacionamento zerado, fazer um recomeço. Ele busca reparar o impacto de pedir a ela que assine um contrato de permissão para práticas sexuais severas, tratando-a com carinho em sua primeira vez. Desde o início há a presença de um erotismo marcado pelos olhares penetrantes que denunciam a paixão cativante de ambos. Christian num discurso convicto de não “fazer amor” mas de apenas “foder” nega o seu mergulho gradativo e curioso no mundo emocional de Ana e no seu. Ela, com sua meiguice e sinceridade, o leva a baixar a guarda e a se permitir experienciar um novo tipo de ligação. Pela primeira vez ele dorme na mesma cama com alguém, fala sobre lembranças do passado, de seus pesadelos. Pela primeira vez ele parece se sentir com coragem de tocar em suas feridas e com o tempo a autoriza a tocá-las. A entrega de Ana ocorre após ela responder que confiava nele. Na verdade, os dois vão construindo uma relação de confiança básica necessária para a descoberta de vínculos verdadeiramente amorosos. As dificuldades de uma pessoa encontram caminhos distintos para serem superadas. Um deles é a reparação. Por exemplo: Christian que passou fome na infância, ajuda crianças vítimas da fome na África fazendo generosas doações. Na vida amorosa a reparação pode ocorrer através de uma relação nova, esperançosa e diferente daquelas carregadas de sofrimento. Experiências compartilhadas permitem a descoberta do amor dentro e fora de si. Esse encontro acontece entre Christian e Ana desde o início. Ambos ficam absortos um no outro interessados em desvendar os mistérios de cada um.
Ana se arrisca. A mãe amorosa de Ana deixa de ir à sua formatura optando em ficar em casa com o atual marido que tinha se machucado.Ana parece não ser tão especial para a mãe quanto seus maridos. Nessa perspectiva, o encanto que Christian provoca em Ana, e parece repercutir em muitas almas femininas, parte da presença constante dela na mente e no coração dele. Existir para alguém é ocupar um lugar especial na vida de uma pessoa e no mundo - uma necessidade humana importante. Esse desejo se potencializa naqueles que tiveram esse tipo de falha em suas primeiras vivências. O desejo passa a ser então o de ter um olhar dedicado, com sintonia e sonho – uma nova edição - tal como uma boa mãe devotada ao seu bebê. A experiência de continuidade e a empatia de Christian e de Ana os levam a ir ao encontro das necessidades físicas e emocionais um do outro, reparando certos danos que sofreram no passado. Bem maior que o valor material dos presentes que ele lhe dá, é esse valor afetivo da presença de um dentro do outro. Não é novidade para ninguém que os relacionamentos amorosos são complexos e todos os encontros inéditos. Os comportamentos sádicos e masoquistas, entre outros tipos de perversão, fazem parte do imaginário coletivo. Aqueles que desconhecem esses seus impulsos naturais podem desenvolver patologias neuróticas por vezes bastante dramáticas. Relações amorosas não seguem uma cartilha, não se encaixam em padrões normativos e julgamentos morais limitam a nossa compreensão. Como Christian e Ana, as pessoas que se arriscam encontram maneiras próprias de conviver com seus desejos contraditórios, com o prazer e a dor. Quero ressaltar que conhecer os próprios impulsos não é sinônimo de sair por aí maltratando, machucando e violentando verbalmente e fisicamente ninguém. Mas poder sentir-se livre da culpa gerada pelas fantasias que perturbam muita gente. É aceitar a condição humana composta não apenas de sentimentos e pensamentos nobres, bondosos e generosos. Claro que eles também existem. E na maioria dos casos predominam. Entretanto, impulsos de vida e de morte coexistem e não são fáceis de serem administrados individualmente e nem na relação com o outro. Portanto, não há de se esperar que os relacionamentos transcorram de forma linear. São dinâmicos cheios de curvas, atalhos e por vezes, abismos, destoando da paz paralisante de uma estrada reta que muitos gostariam de encontrar. Nesses termos esse filme perturba e atrai por revelar tais contradições. As pessoas se identificam nas
vivências de amor, de desamor e podem se remeter à própria história - já que não existe um ser humano sem a sua história.
Ana testa seus limites e termina o relacionamento com Christian quando sente que ele os ultrapassou. Essa atitude estabelece um limite necessário para o surgimento do novo. Ele parece que não contava com isso. A partir da separação ele não consegue mais manter a negação acerca de seus sentimentos e volta a procurá-la. Ana surge em sua vida como uma esperança de ele encontrar uma luz em seu universo sombrio.
Sharon S.
Sharon S.

36 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de fevereiro de 2015
Deixou a Desejar Mais, Porém Foi Bom , Ele Tinha Um Contexto Uma História , Mas Nao Teve Um Filme Bom o Bastante Para a História, Deixou a Desejar !
Felipe V.
Felipe V.

34 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 1 de março de 2015
Muito bem feito... Vale assistir, ansioso para saber se vão gravar os outros livros.
Wendell C.
Wendell C.

18 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 2 de março de 2015
Fraco. Não perderei meu tempo com a continuação. O cara parece mais um louco do que um sedutor. Não tem nada de sensual ou curioso no filme. Decepcionante.
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