Média
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Ótimo filme, com uma história bem elaborada e envolvente. Um filme com muito romance e erotismo, mostrando um pouco do lado masoquista do sexo. Os atores são bons, Jamie e Dakota se saíram muito bem como personagens principais, excelente atuação de ambos. Vale a pena assistir por ser um filme bem diferente e com uma história interessante.
Digamos que, todo, simplesmente todo o barulho, drama, polêmica sobre o filme, não passava de uma simples divulgação ou equívoco. Cinquenta Tons de Cinza é um filme simples, comum e erótico, não muito, mas erótico e aberto no possível. Bem, toda a polêmica sobre o filme é uma farsa, apenas isso. As cenas de Sexo, sim, não tem nada de explícito, mas tem de bonito e comum de se assistir. Tanto a trilha sonora Instrumental e Musica faz do filme não se tornar tão tediosos, além da musica Crazy In Love da Beyonce que torna as cenas de prazer entre os protagonistas algo mais excitante, apimentado e delicioso. O filme não contem a indecência e nem chega a ser deselegante. Apenas tem diálogos afiados, cenas apimentadas, e uma lentidão que chega a ser tediosa, levando a espera abusiva de um final, que por sinal é extremamente espantoso. Faltou cenas importantes, faltou mais Sexo, faltou #50TonsDeCinza. Mas o roteiro ficou ótimo, a fotografia digna de tal produção e um cenário ambicioso. Cinquenta Tons de Cinza não é um filme pornográfico, comparado a Ninfomaníaca, o filme não chega nem perto de Ninfomaníaca em exibição e ousadia. Ao final de tudo que foi dito, ao fim de um filme que não é, e nem chega a ser Masoquista, que por sinal é apresentado de forma dura, assim como o ato sexual masoquista é realizado. Claro, o publico alvo é as mulheres, mas homens ou qualquer pessoas, não vão ver o filme com pensamentos indecentes, pois vai quebrar a cara.
Cinquenta Tons de Cinza é um filme romântico/erótico aberto e sem impureza alguma, sem vergonha de nada. Apenas uma produção erótica bastante apimentada.
Cinquenta Tons de Cinza é um filme romântico/erótico aberto e sem impureza alguma, sem vergonha de nada. Apenas uma produção erótica bastante apimentada.
Dornan é fraco demais, o roteiro não aprofunda o tema do sexo e da submissão e os diálogos e situações geram risos fora de hora (a reunião à meia-luz, a dança ao som de Sinatra e o tapinha na bunda). Cada geração tem o "9 1/2 Semanas de Amor" que merece.
História fraca e sem emoção, serve apenas para os adolescentes com os hormônios a flor da pele.
Cinquenta Tons de Cinza representa tudo que pode haver de pior na indústria cinematográfica de hoje. Imagine os diálogos mais cafonas e constrangedoras da história, envoltos de péssimas atuações e uma história sem emoção alguma que te faz dar gargalhadas ao invés de tensão nos momentos que deveriam ser os mais sérios da obra, de tão ridiculamente executados, o resultado é essa atrocidade cinematográfica que não merece ser vista por ninguém.
Vou nem comentar!!! A meia estrela fala por si só.
Achei uma ótima adaptação do livro.
A história é instigante e as cenas de sexo são muito reais, os atores são ótimos.
Trilha sonora e fotografia são excelentes.
A história é instigante e as cenas de sexo são muito reais, os atores são ótimos.
Trilha sonora e fotografia são excelentes.
Este filme é simplesmente horrível! Eu não acredito que muitas mulheres possam pensar que a história dele é baseada em 'amor"! O que acontece nele não tem nada a ver com amor, e sim com sadomasoquismo! Tenho pena destes jovens de hoje em dia que acham que "amar" é submeter-se ao outro sem reservas, passando por cima dos seus valores e dos seus princípios! Amor é acima de tudo respeitar a quem se ama e nunca submeter o ser amado(a) a situações de humilhações ou coisas parecidas, um casal que se ama pode sim ter fantasias sexuais e procurar realiza-las de comum acordo daquilo que é possível se realizado, levando em conta sempre o amor e o respeito que deve haver entre os casais que se amam! Porque quando acaba o respeito tenham certeza que não tem amor que sobreviva a uma relação assim! Resumindo este filme deveria se chamar 50 tons de merda!! kkkkkkkkkkkkkk
Em primeiro lugar, é preciso deixar claro que filme é filme, livro é livro. Se o filme se quer adaptação de uma obra literária, é preciso bastar-se em si mesmo, ser autossuficiente, ser independente. Se para entender determinadas cenas, é preciso ter o livro sempre à mão, me pergunto: para quê fizeram o filme, então?
“Cinquenta Tons de Cinza” é adaptação do mega-seller erótico homônimo da escritora britânica E. L. James.
Jamie Dornan é Christian Gray, um jovem, sexy e bem-sucedido empresário. Dakota Johnson é Anastasia Steele, uma estudante de literatura inglesa, que ao substituir a amiga resfriada, vai entrevistar Gray para um trabalho da faculdade. O que não estava escrito no gibi é que Gray se interessa por Steele como submissa sexual.
A política da trama é simples. Gray quer a todo custo ter Steele sob seu domínio. Steele fica oscilando entre o medo e a curiosidade, até que o sentimentalismo aparece para fazer o filme numa ida e vinda que não se resolve.
“Cinquenta tons de cinza” possui momentos de comédia involuntária. As falas de Gray são de uma canastrice caricata e risível demais, além de ser ocas e patéticas. "Não faço amor, eu f... com força." Hã? Quando ele descobre que Steele é virgem, "ok, precisamos corrigir esse problema". E por aí vai.
Para um homem machista, Gray parece ensinar que as mulheres gostam de ser maltratadas. E, detalhe: que seja podre de rico.
Jamie Dornan mantém sempre a mesma cara de boneco de cera, inalterada, a mesma fala monótona como se fosse tedioso demais contracenar com Dakota Johnson. Nas cenas de sexo, vemos muito mais entrega em Dakota Johnson, embora sua personagem seja passiva e sem profundidade. Mas, mesmo assim, as cenas não convencem, e mostram um sadomasoquismo fingido, asséptico demais.
A diretora Sam Taylor-Johnson, pelo menos no quesito visual, evita o mau-gosto. Tem preferência pelo olhar da câmera no voyeur clássico, tudo sob a chancela da sugestão, do bom-comportamento. Abusa do nu feminino, dos traços delicados de Dakota Johnson, mas está decidida a filmar Dornan despido apenas da cintura para cima. Até porque, nas artes plásticas – de onde veio Taylor-Johnson – o nu masculino é agressivo, e, no entendimento do filme, desnecessário. Os namorados das fãs da saga, pelo menos, podem acompanhar suas musas sem esse tipo de constrangimento, de ver homem pelado na tela grande.
No entanto, o filme é uma história mal contada, a narrativa tropeça. É um filme feito para fãs. O roteiro é um rascunho, um primeiro tratamento. Há momentos que Steele parece segurar as rédeas da relação, esboçando uma inversão de papéis – e são esses momentos os melhores do longa. Porém, depois, o filme afunda na mesma pasmaceira, nos planos publicitários dos artigos de luxo, nas cenas que se arrastam.
Gray vai cercando Steele, seduzindo-a com presentes caros, e outros mimos de muitas cifras. Os elementos de sedução de Gray não se baseiam no que ele é, e sim no que ele tem. Ele é arrogante, seco, diz para Anastasia ficar longe dele, mas é ele que a fica seguindo, constrangendo-a, sufocando-a com o seu luxo. Gray lembra um garoto mimado e encastelado que coisifica pessoas, confundindo sexo e prazer com poder de compra.
É realmente estranho entender porque “Cinquenta Tons de Cinza” tenha feito o sucesso que fez, ainda mais junto às mulheres. De fato, há o forte símbolo do príncipe encantado, de “Bela e a Fera”, da mulher que se emancipa por meio de um homem que está além e acima do seu meio, da sua natureza – uma perspectiva machista, sem dúvida, que parece sobreviver e dividir espaço tranquilamente com as últimas conquistas do feminismo mundial. No entanto, Gray é misógino, despreza e trata a mulher como objeto, e é estranho que justamente esse personagem seja tão fascinante perante o público feminino. Embora Anastasia possua uma trêmula força moral e um anêmico autodomínio.
O plot de “Cinquenta Tons de Cinza” é praticamente o mesmo de “Crepúsculo”. Aliás, a própria E. L. James já falou várias vezes que seu livro começou como uma “fanfic” erótica da saga de Stephanie Meyer. De um lado, a garota sonsa, atrapalhada, insegura; do outro, o monstro misterioso, fascinante e perigoso, às vezes esquivo, às vezes perseguidor. Até que esses dois seres improváveis se esbarram, e nasce daí um relacionamento tortuoso.
O mal de “Cinquenta Tons de Cinza” é sempre se parecer um filme em cima do muro, indeciso, um “enlatado” incapaz de fazer envolver seu público. É um romance sem amor, é sexo sem paixão, é sadomasoquismo sem entrega, é um pornô conservador, é uma garota romântica, mas patética, é um megaempresário dominador que não transmite segurança – personagens perturbados e em zonas de conforto. Assistir “Cinquenta Tons de Cinza” é como tomar uma dose de conhaque sem álcool.
“Cinquenta Tons de Cinza” é adaptação do mega-seller erótico homônimo da escritora britânica E. L. James.
Jamie Dornan é Christian Gray, um jovem, sexy e bem-sucedido empresário. Dakota Johnson é Anastasia Steele, uma estudante de literatura inglesa, que ao substituir a amiga resfriada, vai entrevistar Gray para um trabalho da faculdade. O que não estava escrito no gibi é que Gray se interessa por Steele como submissa sexual.
A política da trama é simples. Gray quer a todo custo ter Steele sob seu domínio. Steele fica oscilando entre o medo e a curiosidade, até que o sentimentalismo aparece para fazer o filme numa ida e vinda que não se resolve.
“Cinquenta tons de cinza” possui momentos de comédia involuntária. As falas de Gray são de uma canastrice caricata e risível demais, além de ser ocas e patéticas. "Não faço amor, eu f... com força." Hã? Quando ele descobre que Steele é virgem, "ok, precisamos corrigir esse problema". E por aí vai.
Para um homem machista, Gray parece ensinar que as mulheres gostam de ser maltratadas. E, detalhe: que seja podre de rico.
Jamie Dornan mantém sempre a mesma cara de boneco de cera, inalterada, a mesma fala monótona como se fosse tedioso demais contracenar com Dakota Johnson. Nas cenas de sexo, vemos muito mais entrega em Dakota Johnson, embora sua personagem seja passiva e sem profundidade. Mas, mesmo assim, as cenas não convencem, e mostram um sadomasoquismo fingido, asséptico demais.
A diretora Sam Taylor-Johnson, pelo menos no quesito visual, evita o mau-gosto. Tem preferência pelo olhar da câmera no voyeur clássico, tudo sob a chancela da sugestão, do bom-comportamento. Abusa do nu feminino, dos traços delicados de Dakota Johnson, mas está decidida a filmar Dornan despido apenas da cintura para cima. Até porque, nas artes plásticas – de onde veio Taylor-Johnson – o nu masculino é agressivo, e, no entendimento do filme, desnecessário. Os namorados das fãs da saga, pelo menos, podem acompanhar suas musas sem esse tipo de constrangimento, de ver homem pelado na tela grande.
No entanto, o filme é uma história mal contada, a narrativa tropeça. É um filme feito para fãs. O roteiro é um rascunho, um primeiro tratamento. Há momentos que Steele parece segurar as rédeas da relação, esboçando uma inversão de papéis – e são esses momentos os melhores do longa. Porém, depois, o filme afunda na mesma pasmaceira, nos planos publicitários dos artigos de luxo, nas cenas que se arrastam.
Gray vai cercando Steele, seduzindo-a com presentes caros, e outros mimos de muitas cifras. Os elementos de sedução de Gray não se baseiam no que ele é, e sim no que ele tem. Ele é arrogante, seco, diz para Anastasia ficar longe dele, mas é ele que a fica seguindo, constrangendo-a, sufocando-a com o seu luxo. Gray lembra um garoto mimado e encastelado que coisifica pessoas, confundindo sexo e prazer com poder de compra.
É realmente estranho entender porque “Cinquenta Tons de Cinza” tenha feito o sucesso que fez, ainda mais junto às mulheres. De fato, há o forte símbolo do príncipe encantado, de “Bela e a Fera”, da mulher que se emancipa por meio de um homem que está além e acima do seu meio, da sua natureza – uma perspectiva machista, sem dúvida, que parece sobreviver e dividir espaço tranquilamente com as últimas conquistas do feminismo mundial. No entanto, Gray é misógino, despreza e trata a mulher como objeto, e é estranho que justamente esse personagem seja tão fascinante perante o público feminino. Embora Anastasia possua uma trêmula força moral e um anêmico autodomínio.
O plot de “Cinquenta Tons de Cinza” é praticamente o mesmo de “Crepúsculo”. Aliás, a própria E. L. James já falou várias vezes que seu livro começou como uma “fanfic” erótica da saga de Stephanie Meyer. De um lado, a garota sonsa, atrapalhada, insegura; do outro, o monstro misterioso, fascinante e perigoso, às vezes esquivo, às vezes perseguidor. Até que esses dois seres improváveis se esbarram, e nasce daí um relacionamento tortuoso.
O mal de “Cinquenta Tons de Cinza” é sempre se parecer um filme em cima do muro, indeciso, um “enlatado” incapaz de fazer envolver seu público. É um romance sem amor, é sexo sem paixão, é sadomasoquismo sem entrega, é um pornô conservador, é uma garota romântica, mas patética, é um megaempresário dominador que não transmite segurança – personagens perturbados e em zonas de conforto. Assistir “Cinquenta Tons de Cinza” é como tomar uma dose de conhaque sem álcool.
Não gostei do elenco nada haver, eu preferia o elenco que estavam publicando que achavam que ia ser a Anastasia e o Sr. Grey tem mas haver.
Pois ela é morena dos olhos azuis e ele tem mas cara de ser o poderoso que é:
Matt Bomer e Alexis Bledel eles tem tudo mais haver.
Pois ela é morena dos olhos azuis e ele tem mas cara de ser o poderoso que é:
Matt Bomer e Alexis Bledel eles tem tudo mais haver.
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