Depois da explosão de três bombas atômicas, que causaram uma verdadeira catástrofe, a radioatividade provoca esterilidade em todos os homens da terra, com exceção de um miserável qualquer, que dormia dentro de um cano de chumbo. Este é o homem que é convocado para ser o“pai do povo”, cuja missão será dar continuidade a espécie humana.
Jô diretor
É o único filme que Jô Soares dirigiu, além de assinar também o roteiro (em parceria) e interpretar diversos personagens, inclusive o protagonista, chamado O Magnífico Contreras, o ditador da Ilha da Silvéstria.
A ideia para o filme
"Andava de carro quando, um dia, pensei nos monopólios que o Brasil já tivera e havia perdido. Possuíamos o monopólio da borracha e aí a Holanda arranjou uma muda da planta e acabou com a nossa festa. Tínhamos o monopólio do café e o perdemos para a Colômbia. Surgiu, então, a idéia desse monopólio sui generis, que dá ao homem brasileiro a primazia sobre todos os machos do planeta." (Jô Soares)
Driblando a censura
Para driblar a censura, Jô Soares situou sua ditadura bem longe do Brasil e até lhe deu um nome fictício. Não adiantou o filme teve vários cortes, não apenas de imagens, mas também de sons. Quando o filme chegou às salas, lançado no carnaval, para esvaziar ainda mais o público, muitas vezes os personagens abriam a boca e moviam os lábios sem que se ouvisse nenhuma fala.
Nacionalidade
Brasil
Distribuidor
Cinéma International Corporation (C.I.C.)
Ano de produção
1976
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
3 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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