A Menina que Roubava Livros
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4,5
4142 notas

343 Críticas do usuário

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Harisson G.
Harisson G.

72 seguidores 40 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 3 de março de 2014
Uma boa história que cativa,empolga e emociona. Bela adaptação!
Thalita Uba
Thalita Uba

66 seguidores 52 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 30 de janeiro de 2014
Como já era de se esperar, fui ao cinema com os dois pés e os dois braços atrás, já achando que eu ia detestar tudo. Qual não foi minha surpresa quando eu percebi, logo após alguns minutos de filme, estar diante de uma produção muito bem elaborada, redondinha e bela. O roteiro é bastante fiel ao livro (o que, naturalmente, me agradou muito – assim como certamente agrada quem é fã de carteirinha da literatura), os cenários são lindos e os personagens, muito bem interpretados. Geoffrey Rush e Emily Watson (que fazem Hans e Rosa Hubermann) dão um verdadeiro show, bem como o menininho branquelo e espuleta que interpreta Rudy, o alemão Nico Liersch. Minha única ressalva com relação ao elenco recai sobre a protagonista, interpretada por Sophie Nélisse. Não é que a mocinha seja ruim – muito pelo contrário, ela é muito talentosa –, mas ela simplesmente não é Liesel Meminger. Doce demais, fofa demais, bonita demais. Faltou-lhe a força e o quê de rebeldia que a personagem exigia. Mas nada que prejudicasse demais a história.

spoiler: Uma das coisas que me surpreendeu e agradou foi o fato de eles terem misturado diversos discursos e expressões em alemão em meio às falas dos personagens – os próprios personagens, aliás, apesar de falarem inglês, carregam bastante no sotaque, como se fossem, de fato, originalmente alemães. Bem bacana, ajudou a tirar um pouco aquela cara americanizada que 90% dos filmes de guerra possuem.
Além disso, a fotografia, repleta de tons sóbrios e sombras, deu à filmagem a atmosfera perfeita. Sehr gut!

O excelente trabalho de adaptação de Michael Petroni aliado à direção precisa de Brian Percival garantiram um tiro certeiro no alvo. É um bom filme, que certamente vai agradar tanto o pessoal que não leu o livro quanto a galera que já leu – o que é algo realmente raro de acontecer.
Cássia O.
Cássia O.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 31 de janeiro de 2014
O filmes faz jus ao livro, conseguiram captar a essência da história sem distorções graves, o terror da 2ª guerra com a delicadeza da das atitudes de Liesel me encantou, a atuação dos atores Sophie Nélisse (Liesel) e de Geoffrey Rush (Hans) foram impecáveis!
Jhonathan C.
Jhonathan C.

3.325 seguidores 415 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 1 de maio de 2014
É um grandioso filme. Explora muito bem o tema da Segunda Guerra Mundial, mas sem mostrar tantos detalhes. Os protagonistas (Rush, Watson, Nélisse e Schnetzer) se saíram muito bem. O cenário caiu muito bem. Não espere um filme agitado, e sim um drama simples, leve e descontraído em muito momentos. Boa produção de Brian Percival.
danicarreis
danicarreis

46 seguidores 70 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de fevereiro de 2014
Obviamente, como em 99% das produções baseadas em livros, "A Menina que Roubava Livros" não consegue fazer jus à versão original impressa, porém, na minha opinião, trata-se de um belo filme! A atriz Sophie Nélisse, com seus olhos tão expressivos, personificou com perfeição a Liesel que povoou a minha imaginação na época em que li esse livro, tão bem escrito e que diz tanto à emoção! Geoffrey Rush, um dos melhores atores de sua geração, tem, como sempre, uma atuação incrível, emocional e emocionada! É uma história imperdível, que nos traz à memória os horrores da 2ª Grande Guerra, mas também mostra belíssimos exemplos de humanidade, solidariedade, amizade e amor ao próximo!
Barbara Martins
Barbara Martins

34 seguidores 18 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de janeiro de 2014
Duas, é a quantidade de vezes que a imagem de Hitler aparece no filme. Isso porque não se trata de uma história política que se passa por trás das trincheiras nem de uma lição moral sobre acontecimentos históricos. É um filme sobre palavras e sobre seres humanos. No lugar de tiroteio e campos manchados de lama e sangue, temos pessoas lutando suas próprias batalhas e se esforçando para sobreviver em meio ao contexto de uma guerra e suas consequências. E eu os asseguro: vocês nunca assistiram um filme ambientado na Alemanha nazista como este.
Num cenário completamente branco, sobre as nuvens, ouvimos a voz de nossa narradora pela primeira vez. E num cenário completamente branco, sobre a neve, temos o primeiro vislumbre de nossa protagonista. A partir daqui, elas vão caminhar lado a lado: a Morte e Liesel Mimenger tornam-se companheiras de jornada. E quando a Morte conta uma história, você deve parar para assistir.
A de Liesel começa em uma viagem de trem, em direção a uma pequena cidade. No caminho, ela é surpreendida por um desagradável acontecimento que leva ao roubo de seu primeiro livro. Liesel é uma menina que se vê obrigada a afastar-se da mãe comunista e viver com pais adotivos. E é na casinha da pequena cidade onde seus novos pais moram que ela aprende o valor das palavras e as contradições do ser humano que tanto intrigam nossa narradora.
A ambientação e a caracterização dos personagens são os maiores trunfos do longa, combinadas à qualidade do elenco e aos sutis detalhes e efeitos utilizados para a passagem do tempo.
A primeira parte do filme é bastante lenta e caminha em ritmo de apresentação, envolve o espectador no novo mundo de Liesel como se dissesse: “acomodem-se, sintam-se em casa, essa é sua nova rua, esses são seus novos pais, Rosa e Hans Hubermann, e essa é sua nova vida, agora preparem-se para o que está por vir”. Mas não esperem que as mudanças venham acompanhadas por explosões e ação de guerra. Elas vêm por meio de pessoas, como o judeu Max e sua capacidade de entender os anseios de Liesel. Como já dito, acima de tudo, é um filme humano! Portanto, são as caraterísticas emocionais que sobressaem na trama vista pelos olhos da Morte a observar a vida de uma criança.
Devo admitir que, em diversos momentos, senti falta da narradora. Suas palavras são tão comoventes e pertinentes que o espectador fica a ponto de se afeiçoar a ela, até o momento em que ela aparece em sua melhor forma, afinal, estamos em pleno auge da Segunda Guerra Mundial. Talvez uma maior exploração da narração fizesse com que as cenas fossem melhor estruturadas e os acontecimentos mais bem encaixados uns nos outros. Apesar disso, A Menina que Roubava Livros é extremamente sensível e apresenta a guerra sob uma perspectiva completamente diferente. As muitas frases de efeito (e apelidos carinhosos) não diminuem a importância dos diálogos, que asseguram que o espectador possa rir e, ao mesmo tempo, refletir a vida em meio à guerra.
“Se seu olhos pudessem falar, o que eles diriam?”, pergunta Max a nossa protagonista. Diriam “Os humanos me assombram”, fazendo minhas as palavras da Morte, “mas também me encantam”. E toda essa contradição se mistura aos livros, a um menino com cabelo cor de limão, a um judeu especial, à Morte, ao amor dos pais adotivos, a uma menina corajosa e aos gritos de “Eu odeio Hitler. Ele tem cara de bunda!” para dar vida a um filme delicado, emocionante e com não uma, mas milhares de guerras eclodindo dentro de cada pessoa.

A crítica continua no blog, com ênfase na adaptação.
moreiraum
moreiraum

28 seguidores 32 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2014
Uma outra visão da guerra: alemães que sofreram com Hitler.
Mas peca na língua; por que não usar o alemão para as falas de todos os alemães?
A história é bonita, mas a narrativa poderia ser mais intensa. Essa da Morte narrar foi bem legal.
Mas é um filme emocionante. Vale o ingresso e a pipoca!
Marcio A.
Marcio A.

165 seguidores 134 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de janeiro de 2014
Na maneira poética e inspirada em que o filme é narrado, eis que nasce uma identificação quase que insustentável pela trajetória de Liesel, Que antes de roubar os livros - ou pegar emprestado - como afirma a protagonista deste belíssimo filme, conquista o espectador e revela as qualidades inseridas no livro pelo qual o filme foi adaptado. É impossível não se emocionar com certos momentos que remetem a uma verdadeira declaração de amor a literatura, em total sincronia com as imagens que mesmo nos silêncios parciais, são capazes de encantar - e produzir um efeito interessante e ao mesmo tempo contrastante, visto que até nos momentos mais tensos é possível detectar um toque de poesia. Esta parte fica muito bem representada por Rush - que brilha muito como pai de Liesel - e principalmente pela inocência e personalidade imprimida pela intérprete de Liesel (Sophie Nélisse). A direção de Brian Percival, recorre a grande sacada de oferecer olhos ao espectador no que tange a odisséia narrativa proposta por ele; e é exatamente esta opção que o leva a um delicioso acerto. Simplesmente lindo!
Camila Reis
Camila Reis

64 seguidores 103 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de abril de 2014
Desde já, deixo claro que não li o best-seller, portanto minha crítica se atém ao filme. “A menina que roubava livros” traz uma história focada na pequena Liesel (Sophie Nélisse), que, após ser zoada na escola por não saber ler, começa a dedicar mais tempo à atividade. No início, o que vemos é uma garota ingênua e desengonçada, acolhida por uma mãe (Emily Watson) fria e um pai (Geoffrey Rush) carinhoso e aparentemente também um tanto “puro”. Depois de algum tempo, é notória a mudança sofrida por eles, principalmente por Liesel e Rosa Hubermann (Watson): spoiler: a menina passa a ser esperta e madura, enquanto a mulher já se permite sorrir, brincar, abraçar e beijar, modificações um pouco drásticas para ocorrer “sem motivo”. Claro que os livros abrem a mente e coisa e tal, mas não fazem milagre; ser “inocente” é um traço da personalidade, e tratar assim quem não lê é estereotipagem. No caso de Frau Hubermann, a diferença de comportamento pode ser razoavelmente explicada pelo maior convívio com a “nova filha” e pela iminência da morte (devido à Guerra) – razoavelmente!
Além da valorização da leitura, dois dos pontos mais altos do filme são o narrador, digamos, peculiar e o amor, de fato, que Rudy (Nico Liersch) sente por Liesel – muito fofo e que contrasta com aquele nojo que personagens mirins de outros longas sentem. O entretenimento e a emoção são garantidos ao ver “A menina que roubava livros”. As atuações são medianas, a fotografia é boa e a narração, bastante interessante – e possivelmente responsável por algum choro no decorrer da trama.
Eduardo B.
Eduardo B.

17 seguidores 67 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 31 de janeiro de 2014
Muito bom o filme, agora quero ler o livro, pra ver se foi fiel a adaptação para as telas... Mas eu gostei, é triste e prende a atenção em suas 2 horas e 10 minutos de duração.
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