A Menina que Roubava Livros
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4,5
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Vanusa G.
Vanusa G.

12 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de fevereiro de 2014
O filme deixou um pouco a desejar em alguns detalhes do livro que davam um Q especial . Mas, por outro lado , se redimiu em questao de deixar muitos fatos super realistas. Acho que esse foi o ponto forte, o realismo.
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 1 de fevereiro de 2014
Um bom filme, um drama, bem feito e bem dirigido e com ótima produção. Conta a história de uma menina, provavelmente filha de judeus, tirada de seus pais para viver com um casal sem filhos alemão. O tema principal é a vida em uma cidade alemã, na segunda guerra mundial, sobre o domínio dos nazistas. Entre os artistas principais podemos citar Geoffrey Rush, excelente como Hans Hubermann; Sophie Nélisse, como Liesel Meminger (papel principal) e Nico Liersch, como Rudy. Nada de novidade, apenas a repetição de tudo que já vimos sobre a face cruel do nazismo, a perseguição aos judeus. Concorre ao Oscar pela trilha sonora. Interessane.
Kamila A.
Kamila A.

7.940 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 17 de fevereiro de 2014
Baseado no aclamado best-seller mundial escrito pelo austríaco Markus Zusak, “A Menina que Roubava Livros” se passa durante a II Guerra Mundial, na Alemanha, e descreve o relacionamento de uma jovem garota com seus pais adotivos, com os seus vizinhos e com um jovem judeu que é escondido pelos seus pais adotivos no sótão da residência em que a família vive. A adaptação cinematográfica dirigida por Brian Percival mantém a mesma essência da sinopse do livro escrito por Zusak.

De uma certa maneira, “A Menina que Roubava Livros” tem um viés parecido com um outro filme que também se passa durante a II Guerra Mundial: “O Leitor”, de Stephen Daldry. Ambas as obras possuem como personagens principais duas pessoas bem solitárias, que não deixam os outros se aproximarem delas, que possuem dificuldades de leitura e que, curiosamente, encontram nos livros a saída para um mundo diferente que elas não conheciam, para a conexão com outras pessoas que vão se tornar extremamente importantes para elas e que vão ajudar no processo delas de amadurecimento e de crescimento, num período histórico altamente complicado e que dificultava justamente o espaço para o nascimento de um pensamento próprio – uma vez que as pessoas eram praticamente levadas a pensar o que o regime nazista gostaria que elas tivessem em mente.

Por isso mesmo, um dos lados mais interessantes em “A Menina que Roubava Livros” é que a obra oferece um ponto de vista diferente sobre um acontecimento histórico tão bem explorado pelas diversas formas de arte, como a II Guerra Mundial. Entretanto, reconhecemos em Liesel Meminger (Sophie Nélisse), sua personagem principal, não só traços de Hanna Schmitz (a personagem que Kate Winslet interpretou em “O Leitor”), como também de Anne Frank, jovem autora de um dos livros mais contundentes sobre o Nazismo na Alemanha da II Guerra Mundial – “O Diário de Anne Frank”.

Fica difícil avaliar uma adaptação de um livro que não tive a oportunidade de ler, mas a sensação que ficou em mim ao assistir ao filme “A Menina que Roubava Livros” foi a de que ficou faltando alguma coisa durante a transposição da narrativa literária para a cinematográfica feita pelo roteirista Michael Petroni. O trabalho de Brian Percival como diretor foi muito bem feito, com a ênfase no cuidado com a reconstituição de época (notadamente com a direção de arte, os figurinos e a fotografia), e com a linda trilha sonora composta pelo lendário John Williams. Porém, a história do filme, por mais que tenha alguns momentos verdadeiramente emocionantes (como o reencontro entre Liesel e Max, por exemplo), nunca decola e nunca envolve o espectador por completo. O que é uma pena, especialmente se tratando do legado que o livro de Markus Zusak possui.
Jonathan G
Jonathan G

50 seguidores 92 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 10 de fevereiro de 2014
Um filme realistico mas que não consegue transmitir uma empatia por seus personagens.
Almir S.
Almir S.

306 seguidores 214 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 12 de abril de 2014
MUITO BOM. Ficou muito boa essa adaptação, sem falar que a atriz mirim é uma excelente atriz.
Natália A.
Natália A.

12 seguidores 2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 1 de fevereiro de 2014
superou minhas expectativas
A maioria dos filmes baseados nos meus livros preferidos foram estragados por roteiristas e diretores.. mas esse não foi completamente, pois como um todo conseguiu seguir um pouco o que estava escrito e com algumas adaptações, lógico que umas boas e outras ruins. Não digo que foi perfeito.. mas tbm não posso dizer que foi uma merda.
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 481 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 30 de julho de 2022
A Menina que Roubava Livros (The Book Thief)

"A Menina que Roubava Livros" foi lançado em 2013, dirigido por Brian Percival (diretor da série Downton Abbey) e roteirizado por Michael Petroni (roteirista de A Rainha dos Condenados). O filme é baseado no romance homônimo de 2005 de Markus Zusak. A história nos traz uma jovem que vive com sua família alemã adotiva durante a era nazista. Ensinada a ler por seu pai adotivo de bom coração, a menina começa a roubar (ou pegar emprestado, como ela mesmo diz) livros e compartilhá-los com o refugiado judeu que está sendo abrigado por seus pais no porão de sua casa.

Eu li o best-seller de Markus Zusak uns anos antes do lançamento do filme e posso afirmar com toda a certeza que o livro é simplesmente uma das coisas mais bela, singela e comovente que eu já li em toda a minha vida, ao mesmo tempo que se destaca como uma obra profunda, cruel e terminantemente emocionante. Verdadeiramente uma obra-prima da literatura.

"A Menina que Roubava Livros" é um verdadeiro drama que se passa durante a segunda guerra mundial, durante o reinado de Hitler, e nos traz uma história comovente da garota Liesel Meminger (Sophie Nélisse), que transforma a vida das pessoas ao seu redor com o poder da leitura. Um drama infantil arquitetado pra nos impactar e nos provocar lágrimas com feitos quase heroicos, quase poéticos, de uma menina que sobrevive aos escombros de uma Alemanha nazista em guerra com a Europa. O longa de Brian Percival traz uma mescla entre as descobertas da jovem Liesel, ao roubar os livros e se aventurar com seu amigo Rudy Steiner (Nico Liersch), com os riscos que a sua família assume ao esconder um judeu, que vive na clandestinidade, amigo do senhor Hans Hubermann (Geoffrey Rush), dentro da própria casa.
Muito da história foi inspirada em momentos vividos pelos pais de Markus Zusak que cresceram na Alemanha durante o nazismo.

Temos aqui uma obra que nos é passada sobre a perspectiva da jovem Liesel, pois vivemos toda a sua história a partir do momento que ela perde o irmão, durante a viagem que ela fazia com sua mãe biológica, uma comunista que se viu obrigada a fugir das garras nazista, o que culminou com a decisão de entregar Liesel para a família alemã. A partir dai nos vemos em uma tocante e singela história, de uma garota que descobriu os livros, descobriu a amizade, o amor, a compaixão, o afeto, a ternura, a família, ao mesmo tempo que também descobre o medo, a angústia e o pavor. Este contraponto é muito peculiar e singelo, pois ao mesmo tempo que Liesel descobria o prazer pela leitura e um mundo de aventuras em sua frente, ela era assolada pelo pânico da guerra e toda destruição e dor que ela causava, e tudo isso sendo vivido na pele de uma criança que só queria se divertir e descobrir o mundo, junto com seu inseparável amigo. Toda essa história sendo nos passado pela visão da pequena Liesel me remete diretamente a obra-prima, "O Menino do Pijama Listrado". Outra obra que nos passa a dor e a destruição da guerra pela visão de uma criança que só queria brincar e se divertir com seu amigo.

Temos alguns pontos muito interessantes na trama: como o fato do filme ser narrado pela Morte, de forma inconstante mas curiosa, pois na obra o autor, através da Morte, tenta provar a si mesmo e ao leitor que a vida, apesar de tudo, vale a pena. Ele se confronta com os fantasmas de seu próprio passado, presentes na trajetória de sua família durante o nazismo. Outro ponto: a forma como o filme retrata a vida dos alemães durante a guerra, que não era pelo fato deles serem alemães e viverem na Alemanha durante a guerra que suas vidas eram fáceis (como muitos de fora poderiam achar). Outro ponto: o filme faz questão de mostrar que nem todos os alemães eram nazistas e um ser perverso e odioso, muito pelo contrário, temos a história do senhor Hubermann, que era contra o nazismo e até se opunha ao regime de perseguição aos Judeus.

Inevitavelmente eu tenho que levantar aquele velho debate entre o filme e a sua adaptação, ou inspiração. Entendo o fato do filme nunca seguir a risca a obra adaptada, acho isso até válido, ter uma certa liberdade criativa, mas sempre respeitando a essência dos acontecimentos da obra original. "A Menina que Roubava Livros" tem uma adaptação regular, acerta em uns pontos e peca em outros, ok, entendo que seria impossível adaptar um livro de quase 500 páginas em um filme de pouco mais de 2hs, mas considero uma adaptação mal feita em algumas partes, como no cena após a explosão, onde o roteiro do filme muda alguns pontos cruciais do livro que eu considero uma grande falha. 90% dos eventos do livro estão no filme, mas de uma forma genérica, mal executada, mal trabalhada, o que me leva a crer em um problema da direção de Brian Percival e principalmente da adaptação de Michael Petroni.
Outra coisa que me incomodou bastante no filme: o fato de todos os personagens falarem em inglês mas com um sotaque alemão, ou pior, no meio de um diálogo em inglês ser constantemente enfiado uma palavra em alemão assim do nada, apenas para contextualizar que o filme se passava na Alemanha e estava sendo vivido por alemães. Um erro grotesco, o que deixou o filme com um tom genérico e reforçou ainda mais toda a sua artificialidade.

Tecnicamente e artisticamente o longa é muito bem trabalhado. Temos uma direção de arte muito rigorosa e completamente dentro dos padrões da época, o que deixou a história ainda mais verdadeira. A fotografia é excelente, dando aquele contraste entre a alegria dos descobrimentos da Liesel com os enquadramentos do pânico da guerra e dos ataques nazistas. A trilha sonora do gênio John Williams é muito peculiar, nos transmite a alegria e a dor ali lado a lado. Não é uma das suas melhores trilhas sonoras, como as obras-primas de "A Lista de Schindler" e "Cavalo de Guerra", mas compõe bem a trama.

O elenco do filme é o ponto mais positivo!
Sophie Nélisse está completamente excelente na pele da jovem Liesel Meminger. Sophie consegue achar o tom exato da sua atuação, nos passando aquela jovem sonhadora, apaixonada pelos livros e assustada com tudo ao seu redor. Nico Liersch também tem uma grande presença em cena, seu personagem Rudy Steiner tem um grande impacto na trama e principalmente na história da vida de Liesel. Era muito gostoso de acompanhar o nascimento daquela amizade verdadeira entre os dois, mas também foi completamente doloroso acompanhar o seu desfecho final. O grande ator Geoffrey Rush deu um show em cena, me deixando completamente maravilhado com a sua grandiosa atuação. Era muito gostoso de acompanhar o nascimento daquele amor de pai para filha e vice e versa, onde Geoffrey atuou com excelência ao lado de Sophie Nélisse. Emily Watson foi a Rosa Hubermann, a mãe adotiva de Liesel. Emily trouxe a figura daquela mãe severa, rígida, que sempre estava de mau humor, mas que no fundo guardava um amor verdadeiro pela Liesel - outra atuação perfeita! Ben Schnetzer era o Judeu fugitivo Max Vandenburg, que desenvolveu uma linda amizade com a Liesel. Um dos pontos alto do filme é sem dúvida a cena que Liesel ler para ele no porão de sua casa enquanto ele estava desacordado. Adorei esta cena, retratou muito bem esta parte do livro.

Na temporada de premiações de 2014, "A Menina que Roubava Livros" recebeu indicações ao Oscar, Globo de Ouro e BAFTA por sua trilha sonora. Sophie Nélisse ganhou o Hollywood Film Festival Spotlight Award, o Satellite Newcomer Award e o Phoenix Film Critics Society Award de Melhor Performance de um Jovem em um Papel Principal ou Coadjuvante - Feminino. Concordo plenamente, Sophie Nélisse representou muito bem a figura da Liesel Meminger e foi merecidamente premiada.

"A Menina que Roubava Livros" é um bom filme, retrata bem esta parte dolorosa da história durante a segunda guerra mundial e do regime nazista, e principalmente por nos ser passado sobre a perspectiva de uma criança, o que deixa a obra com um tom mais verídico. Porém, este filme definitivamente funcionará muito melhor para as pessoas que não leram o livro, pois elas não se importarão com as incongruências referente a obra que foi adaptada, e que eu considero como erros primordiais e até grotescos. [28/07/2022]

"A memória é a escrita da alma - Aristóteles"
Nelson Jr
Nelson Jr

24 seguidores 235 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de setembro de 2020
Um filme muito bem feito! uma direção de arte primorosa..! muito boa trilha sonora..! Fotografia lindíssima,!  um bom elenco , destaque para as crianças Sofhie Nelisse e Nico Liersch .., o roteiro , apesar do clima de guerra , é leve.., flui de maneira harmônica . Creio que tiramos deste filme o valores de bondade , amizade e o horror da guerra ! por alguma razão, o filme é um tanto artificial.., não surpreende e não emociona,  apesar do tema propício., mas é uma bela obra!
Ricardo L.
Ricardo L.

63.289 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de maio de 2015
Um bom filme! apesar de ser lento, mas nos passa uma boa mensagem e a vida de anos atras que consigo trazia muitos sofrimentos causados por uma guerra quase interminável!!! boa HISTÓRIA!!!!
Guillermo M.
Guillermo M.

54 seguidores 103 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 28 de novembro de 2014
Faltou alguma coisa... a paixão dela por livros não consegue cativar o espectador ou efetivamente influenciar a trama.
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