A Menina que Roubava Livros
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4,5
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Matheus  N.
Matheus N.

29 seguidores 19 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 4 de março de 2014
Bem, já tinha lido o livro e o mesmo já não tinha me emocionado. Histórias da segunda guerra, especialmente envolvendo crianças, já estão batidas e é difícil derramar lágrimas e mais lágrimas com algo que já não é novidade, por mais triste que a situação real tenha sido. Logo, fui ao cinema "protegido" do choro fácil a qual a trama prometia.

Isso me permitiu não cair na pequena armadilha tramada pelo diretor Brian Percival e pelo compositor John Willians. O objetivo? Fazer chorar e ponto. A trama? Ah se possível que façamos algo razoável, deve ter pensado a dupla.

A preocupação em provocar emoção foi tamanha que afetou a importantes pontos do filme. A menina quase não roubou livros e os poucos a qual ela pegou "emprestados" não eram listados de como ela os pegava. Os personagens (até a protagonista) foram apresentados de qualquer jeito, meio correndo, deixando quem não leu o livro sem entender muito bem quem era quem. A guerra, em si, pouco foi vista. E os diálogos se perdiam em meio a situações superficiais dentro de uma trama que poderia ser mais bem explorada.

Tudo é muito bem feito, filmado e interpretado (a protagonista Sophie Nélisse esteve bem), mas faltou o básico, a emoção . Um bom filme nos leva a ela por acompanharmos uma sequencia de fatores que nos fazem pegar simpatia pelos personagens por isso, porém esse infelizmente não foi o caso desse longa

E ainda sim recomendo, o filme é bom, porém poderia ser melhor.
Eduardo A.
Eduardo A.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de fevereiro de 2014
O filme relata com sensibilidade as agruras dos judeus para se livrarem da tirania nazista e o conflito emocional dos próprios alemães com relação ao regime. Começa lento, com emoções contidas, mas que vão crescendo com o transcurso do tempo. A fotografia é belíssima, especialmente nas cenas de inverno, criando um clima de bucolismo e opressão ao mesmo tempo. A escolha do elenco foi cirúrgica, com destaque para para Sophie Nélisse, que representa com pungência a dolorosa mudança de vida provocada pela guerra. Geoffrey Rush e Emily Watson também estão perfeitos como o casal de personalidades distintas mas que ao longo do filme revelam uma cumplicidade ímpar. Também se mostra interessante o recurso de ter a morte por narradora, já que é uma personagem inseparável da guerra.
Vinicius E.
Vinicius E.

18 seguidores 2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2014
A história é muito boa, poderia ter sido mais bem contada. Acredito que o filme deveria ser mais empolgante, instigante, assim como o livro foi. Não entrarei nesse mérito, são coisas, sim, muito diferentes, mas pelo menos essa característica deveria ser mantida, afinal, em certo ponto do filme, meu único pensamento foi: quero uma cama aqui e agora. Entretanto, o desfecho é incrível, realmente muito bom, mas o filme como um todo deixou a desejar.
Mari Mascarenhas
Mari Mascarenhas

2 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 24 de fevereiro de 2014
Apesar de muitos críticos e fãs da obra escrita terem criticado a produção cinematográfica por esta ser pouco fiel ao livro de Zusak, o filme consegue sintetizar as principais lições trazidas pela história e ainda emocionar os espectadores, especialmente no final, ao provocar uma boa reflexão sobre a inevitável e temida chegada da morte, que também é muito bem retratada no decorrer da produção.
Amanda A.
Amanda A.

32 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de fevereiro de 2014
Paresse interessante, vai pra lista.
Procurar, baixar, assistir.
Se for como o livro, eu vou gostar muito.
sarah m.
sarah m.

4 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de fevereiro de 2014
eu sempre fui muito de chorar em filmes que apertam a ferida do nazismo, e esse é um dos mais belos exemplos disso, o filme começa muito bem,com uma narrativa um tanto ''curiosa'' em sua simplicidade esse filme conseguiu tirar lágrimas dos meus olhos, fotografia maravilhosa e atores empenhados, mas como nem tudo é perfeito, faltou explorar mais o lado ladra da liezel :3 recomendo! spoiler: desculpa mas no fim todos morrem menos a Liezel
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 17 de fevereiro de 2014
Baseado no aclamado best-seller mundial escrito pelo austríaco Markus Zusak, “A Menina que Roubava Livros” se passa durante a II Guerra Mundial, na Alemanha, e descreve o relacionamento de uma jovem garota com seus pais adotivos, com os seus vizinhos e com um jovem judeu que é escondido pelos seus pais adotivos no sótão da residência em que a família vive. A adaptação cinematográfica dirigida por Brian Percival mantém a mesma essência da sinopse do livro escrito por Zusak.

De uma certa maneira, “A Menina que Roubava Livros” tem um viés parecido com um outro filme que também se passa durante a II Guerra Mundial: “O Leitor”, de Stephen Daldry. Ambas as obras possuem como personagens principais duas pessoas bem solitárias, que não deixam os outros se aproximarem delas, que possuem dificuldades de leitura e que, curiosamente, encontram nos livros a saída para um mundo diferente que elas não conheciam, para a conexão com outras pessoas que vão se tornar extremamente importantes para elas e que vão ajudar no processo delas de amadurecimento e de crescimento, num período histórico altamente complicado e que dificultava justamente o espaço para o nascimento de um pensamento próprio – uma vez que as pessoas eram praticamente levadas a pensar o que o regime nazista gostaria que elas tivessem em mente.

Por isso mesmo, um dos lados mais interessantes em “A Menina que Roubava Livros” é que a obra oferece um ponto de vista diferente sobre um acontecimento histórico tão bem explorado pelas diversas formas de arte, como a II Guerra Mundial. Entretanto, reconhecemos em Liesel Meminger (Sophie Nélisse), sua personagem principal, não só traços de Hanna Schmitz (a personagem que Kate Winslet interpretou em “O Leitor”), como também de Anne Frank, jovem autora de um dos livros mais contundentes sobre o Nazismo na Alemanha da II Guerra Mundial – “O Diário de Anne Frank”.

Fica difícil avaliar uma adaptação de um livro que não tive a oportunidade de ler, mas a sensação que ficou em mim ao assistir ao filme “A Menina que Roubava Livros” foi a de que ficou faltando alguma coisa durante a transposição da narrativa literária para a cinematográfica feita pelo roteirista Michael Petroni. O trabalho de Brian Percival como diretor foi muito bem feito, com a ênfase no cuidado com a reconstituição de época (notadamente com a direção de arte, os figurinos e a fotografia), e com a linda trilha sonora composta pelo lendário John Williams. Porém, a história do filme, por mais que tenha alguns momentos verdadeiramente emocionantes (como o reencontro entre Liesel e Max, por exemplo), nunca decola e nunca envolve o espectador por completo. O que é uma pena, especialmente se tratando do legado que o livro de Markus Zusak possui.
Thalita S.
Thalita S.

15 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 17 de fevereiro de 2014
Adoro de paixão o livro, mas confesso que me decepcionei um pouco com o filme. O filme é bom, mas se comparado com o livro eu esperava um pouco mais do filme.
Lembrando: Não que eu tenha odiado ou não gostado do filme, apenas esperava que seria um pouco melhor e mais emocionante.
Jéssica  L.
Jéssica L.

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 15 de fevereiro de 2014
Ótimo filme. Como o livro, começa um pouco monótono mas depois fica bem interessante. Emocionante.
Jonathan G
Jonathan G

50 seguidores 92 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 10 de fevereiro de 2014
Um filme realistico mas que não consegue transmitir uma empatia por seus personagens.
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