filme mt bom mas a legenda e um pouco ruim em algumas partes por ela ser branca em algumas partes de neve por exemplo nao da para ler!!! mas o filme e ótimo *-*
O filme é muito bom! Elenco bom, direção, fotografia... Acredito que o único pecado no filme, foi o mal uso de efeitos especiais. Na cena em que a rua que a protagonista morava é destruída por um bombardeio aéreo, por exemplo, as vítimas aparecem sendo salvas com poucos arranhões, apenas sujos. Na vida real, acredito que o resultado fosse bem pior, no mínimo corpos mutilados e/ou com muito sangue.
meu deus esse filme é ótimo muito bom, eu li o livro e ame a adaptação para o filme os personagem e principalmente os atores foram muito bem escolhidos esse filme é uns dos melhores filmes AMEI !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! :)
O filme tem uma fotografia incrível, a história é fiel ao livro e as atuações são competentes. O problema é a adaptação do roteiro do livro p/ o cinema. Infelizmente, o filme ficou arrastado demais.
spoiler: Nem todo bom livro torna-se um bom filme, e é isto que penso de "A menina que roubava livros". Quem achou o filme bom com certeza não tem bom senso ou não leu o livro. É horrível. Diferenças entre o filme e o livro são sempre comuns e aceitáveis, mas as encontradas neste filme chegam a ser monstruosas: acontecimentos e personagens importantes retirados ou alterados. Falta naturalidade e a magia dos momentos simples não existe. Para começar, é dito no livro que Liesel tem olhos castanho-escuros, já a atriz tem olhos azuis (não tiveram nem a decência de colocarem uma lente de contato!). Não é mostrada a cena em que Hans ensina Liesel a enrolar cigarros. Hans apenas lê junto dela o livro Manual Do Coveiros e pimba! Ela já sabe ler. Tommy Muller parece não existir, assim como Pfiffikus. Não é mostrada a cena em que Rosa e Liesel vão recolher as roupas de seus clientes enquanto a mãe adotiva da menina xinga todo mundo. Nem a inimiga de Rosa cuspindo em sua porta toda noite, fazendo Liesel ter de ir até lá limpar. Max nem parece ter passado dois meses com fome, o ator poderia pelo menos ter emagrecido para interpretar o pobre judeu. Mas não. Ele simplesmente aparece lá e cai ao chão. Ilsa Hermann é mais falante, não é mostrada a cena em que Liesel a xinga por seu marido demitir Rosa. É Ilsa quem dá um caderno para Liesel escrever, e também lhe dá um dicionário. Rudy não descobre esse livro. O livro jogado no rio é O Assobiador (aliás, quem joga o livro no rio é Viktor Chemmel, um personagem que parece não existir no filme. Assim como os outros integrantes do bando de ladrões de comida. Sequer aparece Rudy e Liesel roubando comida). Em momento algum Hans levou o acordeão ao abrigo no porão de seus vizinhos, no livro. Em um dos desfiles de judeus, Liesel encontra Max (pelo menos no livro). E Max dá um livrinho contando seu medo à menina, o que é substituído pelo caderno que deveria ter sido dado por Ilsa (citado anteriormente). Alex Steiner só vai para o exército após negar que seu filho vá à escola de elite. No final do livro é citado que Liesel está descalça, já no filme fizeram questão de calçá-la. E muitas outras coisas. Já dá pra ter uma ideia, né?
Ótimo filme, com história comovente e excelentes interpretações do trio de atores principais. Devia estar concorrendo a mais categorias no Oscar e não apenas na de trilha sonora. Único senão: é falado em inglês,quando deveria ser em alemão!!
Bem, já tinha lido o livro e o mesmo já não tinha me emocionado. Histórias da segunda guerra, especialmente envolvendo crianças, já estão batidas e é difícil derramar lágrimas e mais lágrimas com algo que já não é novidade, por mais triste que a situação real tenha sido. Logo, fui ao cinema "protegido" do choro fácil a qual a trama prometia.
Isso me permitiu não cair na pequena armadilha tramada pelo diretor Brian Percival e pelo compositor John Willians. O objetivo? Fazer chorar e ponto. A trama? Ah se possível que façamos algo razoável, deve ter pensado a dupla.
A preocupação em provocar emoção foi tamanha que afetou a importantes pontos do filme. A menina quase não roubou livros e os poucos a qual ela pegou "emprestados" não eram listados de como ela os pegava. Os personagens (até a protagonista) foram apresentados de qualquer jeito, meio correndo, deixando quem não leu o livro sem entender muito bem quem era quem. A guerra, em si, pouco foi vista. E os diálogos se perdiam em meio a situações superficiais dentro de uma trama que poderia ser mais bem explorada.
Tudo é muito bem feito, filmado e interpretado (a protagonista Sophie Nélisse esteve bem), mas faltou o básico, a emoção . Um bom filme nos leva a ela por acompanharmos uma sequencia de fatores que nos fazem pegar simpatia pelos personagens por isso, porém esse infelizmente não foi o caso desse longa
E ainda sim recomendo, o filme é bom, porém poderia ser melhor.
Filme maravilhoso. Inteligente, tocante. Para quem gosya de filme estilo americano com explosões, capotagens e blá blá blá não vá. Este precisa ficar atento e ter cérebro
O filme relata com sensibilidade as agruras dos judeus para se livrarem da tirania nazista e o conflito emocional dos próprios alemães com relação ao regime. Começa lento, com emoções contidas, mas que vão crescendo com o transcurso do tempo. A fotografia é belíssima, especialmente nas cenas de inverno, criando um clima de bucolismo e opressão ao mesmo tempo. A escolha do elenco foi cirúrgica, com destaque para para Sophie Nélisse, que representa com pungência a dolorosa mudança de vida provocada pela guerra. Geoffrey Rush e Emily Watson também estão perfeitos como o casal de personalidades distintas mas que ao longo do filme revelam uma cumplicidade ímpar. Também se mostra interessante o recurso de ter a morte por narradora, já que é uma personagem inseparável da guerra.
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