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Vinipassos
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178 críticas
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2,0
Enviada em 28 de março de 2013
Não entendi como esse filme conseguiu ser tão ruim. A ideia é muito legal, um erro seguido de outro erro e as coisas indo por água abaixo é uma excelente fórmula para uma boa comédia. Mas não nesse filme. Nossa, o personagem do Danton Mello é muito chato, e o do Bruno Mazzeo foi muito mal feito. Destaco apenas o Lucio Mauro Filho que interpreto mt bem o personagem, apesar de não ser mt engraçado e o Gregório Duviviver que tem as falas mais divertidas e as interpreta muito bem, de forma bem engraçada. As trapalhadas dos bandidos são bem boladas, porém mal desenvolvidas, oq deixa o filme chato e sem graça. Sai do cinema com a sensação que não vi o filme por completo, uma sensação de que faltou aquela cena que salvaria o filme e mataria a todos de rir. A única vez q o cinema todo riu foi quando o menino entra na locadora pela segunda vez.
Entrei na sala de cinema com um pé atrás e com esperança de que daria certo, porém, tudo deu errado e me senti lesado por gastar dinheiro com o ingresso e o lanche e ainda deixar de ir a um rodízio de pizza.
É engraçadinho porque tudo acontece o contrário do planejado, mas é o tipo de filme de "sessão da tarde". Se não fosse o Gregório Duvivier e o Fábio Porchat, certamente teria pouca graça! Até o Bruno Mazzeo me decepcionou um pouco.... de repente pelo papel: um político paulista chatinho... rss
Muuuito legal! Que bom ver a comédia brasileira em alta de novo. Os atores são ótimos, os diálogos e situações são muito engraçadas. Vale a pena, recomendo.
Todos os atores estão muito bem na história, que tem uma série de momentos divertidíssimos. Eles conseguiram trazer um pouco da cultura pop e do humor jovem dessa nova geração, unindo com a experiência do diretor Maurício Farias a frente de grandes programas como "Grande Família" e "Tapas e Beijos".
A graça está nos momentos bem desenhados, nos diálogos muito bem escritos pelo Fábio Porchat - que ganhou musculatura nos trabalhos que foi desenvolvendo ao longo da carreira - e na química incrível de todos juntos.
O Gregório Duvivier faz com maestria o papel do Vaguinho, deixando as tiradas e as piadas certeiras caírem como uma luva ao longo da história, que começa num tom mais de thriller e cresce como comédia a partir de um pouco antes da metade para o final.
O Danton Mello também está muito bem no papel de músico fracassado e faz um contrapeso ao perfil dos outros, o que deu ainda mais força à comédia. O filme não é apelativo, não usa o sexo como maneira de conseguir a atenção fácil e fez todos darem gargalhadas em sequência na sessão da pré-estreia em que eu estive.
O Porchat está bem naquele estilo dele, engraçado e expansivo, ganhando o público com seu carisma e seu humor intrínseco, além de ter dado muita força aos diálogos do filme. O Bruno Mazzeo também é uma peça bem colocada na história, no papel do político corrupto que se deu bem na vida pelo caminho errado.
Lucio Mauro Filho é outro que traz mais graça pra história, fazendo um tipo bem engraçado e divertido, além do não tão conhecido, mas de grande talento Felipe Abib, que chegou a pouco tempo às telas, mas já mostrou que veio pra ficar. Na comédia ele também se sai muito bem com o jeito relaxado e simpático de ser. Sem mencionar a Natália Lage, que faz a ponte entre os marmanjos e acaba gerando cenas muito boas.
O filme reúne uma turma que não precisa de adjetivos, tem fôlego do início ao fim - e que vai crescendo junto com a história - e não bate na tecla da comédia simplesmente besteirol, além de ainda ter um fundo de crítica social, mirando o jeitinho brasileiro e as autoridades enviesadas que se intercalam na extorsão.
É ainda o retrato de muitos que se veem em situações diferentes do que haviam sonhado e tentam encontrar uma maneira de sair da fossa pelo caminho errado. Também é o grupo de amigos, aquele que todo mundo tem ou teve na vida, pronto pra se ajudar em qualquer parada, rindo, brincando e esquecendo que os anos passaram. Um encontro de amigos de escola, que juntos voltam - ou pensam que voltaram - a ter a idade do futebol no recreio do colégio, mas acabam se envolvendo numa situação longe de ser brincadeira.
Ficam os risos e a sensação gostosa de querer comentar de novo várias cenas que acabaram de ser gargalhadas. É aquele filme que você vê com os amigos ou com a namorada e depois senta num bar pra rir de novo lembrando. É o que eu classifico de filme "pacote viagem": Vê uma vez, mas ri durante a sessão e no resto da semana.
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