O último portal é um filme de suspense que contou com a direção de Roman Polanski, que também participou do roteiro ao lado de John Brownjohn e Enrique Urbizu. Na trama, acompanhamos Dean Corso (Johnny Depp), um especialista em livros raros, que procurar encontrar e vender para colecionadores. Corso é contratado por Balkan (Frank Langella), que após adquirir um livro raro do século XVI, chamado O último portal, decide provar que sua cópia é original diante de mais 2 existentes na Europa. Porém, o conteúdo do livro é satânico e na medida em que Corso se aproxima de desvendar o mistério, acontecimentos estranhos vão acontecendo. O filme tem inicialmente uma premissa simplista, mas que na medida que a narrativa vai avançando vai ficando complexa. Pois, a missão de Corso vai se complicando na medida em que vai investigando nao apenas as outras 2 cópias que estão com pessoas difentes, mas a própria história por trás do livros que essas pessoas contam e o que vai acontecendo com ela. Alem da forma que Corso acaba se envolvendo nas fatalidades. Vale lembrar que Corso começa a investigar como um grande cético a ideia do satanismo, e que seria um absurdo que o próprio Lúcifer tenha escrito ou desenhados as gravuras dos livros. O elenco é bom, com Deppy no auge e com participação de Emmanuelle Seigner, que serve como uma ponte do ceticismo de Corso para a crença. O grande problema do filme está no desenvolvimento de sua narrativa. Isto pq após todo esse ápice, encontramos uma brusca queda ainda no segundo ato, basicamente temos um epílogo frustrante e um terceiro ato sem sal, com Balkan surgindo de forma já esperada para desvendar suas reais intenções. Intenções essas já esperada. Embora que a fotografia tenha contribuído para o final ter sido visualmente belo, mas a narrativa convence do contrário. O desfecho que nao se resolve e que apenas se encolhe.