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Angelo Delazare
3 críticas
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0,5
Enviada em 14 de fevereiro de 2021
Que filme chato! Muito raso e sem sal. Esses cultzinho que dizem que é bom tão delirando. Nada de terror, nada de suspense e a história é previsível demais.
Trama curiosa que passa longe de ser um bom filme de suspense. Johnny Depp está bem em sua atuação, a fotografia é bonita, a trilha sonora razoável, no entanto, o filme deixa a desejar por não oferecer fortes momentos de climax (algo indispensável em filmes de suspense). No desenrolar da história, o filme perde a sua força e passa a ficar um tanto apelativo (me refiro as cenas onde personagens aparecem voando), soterrando a expectativa gerada pelo cinéfilo. Diria que este filme foi um deslize de Polanski.
Excelentes atores e atrizes. Erredo intrigante que empolga do início ao fim. Excelente música de suspense. Além de uma direção impecável de Polanski. Grande filme.
Sou fã deste filme, assisti já muitas vezes e para min o melhor de Johnny Depp, História muito boa, todo seu enredo maravilhoso, ótimo enredo e Roman Polanski como sempre dando sempre seu toque de arte. Infelizmente não vemos mais filmes como este nos dias de hoje.
Poderia ser um bom filme, mas a verdade é que se perde com o final e isso marca muito. Na minha opinião o Polanski tem dificuldades em fechar os seus filmes.
Um grande filme. Uma trama tensa, inteligente e intrigante. Aliás bem a cara de seu diretor: o genial Roman Polanski. Um filme que renova o gênero terror, assim como Polanski já havia feito no surpreendente O Bebê de Rosemay, um dos grandes clássicos do terror. Nesse filme, Polanski nos traz uma história totalmente inovadora, sobre um livreiro, que é contratado por um magnata, para verificar a autenticidade de um livro, que contém elementos satânicos que evocam o próprio Senhor das Trevas, e se é conhecido como o Livro sobre os 9 portais do Reino das trevas. Johnny Depp vive o livreiro Dean Corso (que inspirou meu nome no AC, inclusive), que após receber essa tarefa, se vê em meio a uma conspiração, que engloba o sobrenatural, poder, sexo, assassinato, e muito mistério, em uma trama muito bem desenvolvida e super bem conduzida por Polanski. É um filme que não deve ser visto como um simples terror, e sim como um jogo de Xadrez, onde cada peça vai sendo lançada em seu tempo, até o surpreendente Xeque-Mate. A trilha sonora, também é um ponto positivo a destacar, pois atenua ainda mais a tensão presente no filme, que ajuda a transformar cada morte em um novo e sinistro quebra-cabeças, pronto para ser montado. O figurino também está perfeito, tal como a fotografia, que é sempre um ponto importante nos filmes de Polanski. A atuação de Johnny Depp, beira a perfeição, de forma que ele consegue captar com precisão, e passar ao espectador a mudança de Dean Corso, de um homem cético, que não crê em absolutamente nada, para um sujeito totalmente obcecado pelos segredos referentes ao nove portais. Essa é inclusive, na minha opinião, uma das mais brilhantes atuações da carreira de Depp, pena que não é tão conhecida. O desfecho do filme é perfeito, e deixa no ar uma dúvida, o que o torna ainda mais sinistro. Em resumo, O Último Portal é um grande filme, que merece ser visto por todos os amantes do Cinema Arte, sem dúvida alguma, um dos filmes mais espetaculares que tive o previlégio de assistir.
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