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Felipe F.
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758 críticas
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2,0
Enviada em 22 de novembro de 2019
Pixels é um caso incrível de uma premissa fantástica que foi extremamente disperdiçada, literalmente jogada na lata do lixo. O filme prefere focar nas piadas bocós de Adam Sandler e sua trupe, do que ao invés de desenvolver a história de modo decente. E por sinal quando faz um esforço mínimo saem cenas boas como a cena com o Donkey Kong. Mas no mais, o longa é pura vergonha alheia, piadas forçadas, e clichês extremos principalmente se tratando do personagem de Sandler. Pixels tem uma trilha sonora bacana, uma história absurda e tosca, um filme que para mim se tornou detestável, graças ao potencial gigantesco que destruíram em tela.
spoiler: Acho que esse filme não é muito diferente de vários outros do Sandler. É um enredo óbvio e pouco elaborado. Temos por exemplo, a cena que o protagonista vai arrumar a TV de um menino e, ao chegar na casa dele, a mãe acabou de separar do marido, e por acaso, é uma loira bonita. Eles acabam brigando boa parte do filme, mas, cá entre nós, era extremamente óbvio que eles iam ter um caso bem no final do filme. Mas, ao menos é engraçado ver o Sandler dando uma de galã, visto que ele falha miseravelmente em repassar a mesma imagem pros espectadores. A premissa de Pixels é bastante interessante. A ideia de jogos de gerações passadas invadirem a Terra é criativa. A forma como os jogos interagem em escalas maiores com as cidades e pessoas também é bem pensada. Vale uma ressalva para os excelentes efeitos visuais. A atuação de todos é genérica. Nada muito convincente, nada muito engraçado, nada muito excelente. Pixels apresenta uma premissa e um visual interessante, mas acaba entretendo tanto quanto qualquer comédia boba.
Pela primeira vez o Adam Sandler se aventura em novos ares:Ficção-Científica, e resultado é mais um filme cheio de piadas sem graça e que torna o Sandler o salvador da pátria.Esse filme é um daqueles que deve ser mais apreciado mais pelas referências da cultura pop do que pela trama em si,ele acompanha um grupo de nerds que quando crianças adorava ir ao fliperama em 1982 e no mesmo ano alguns videos de jogos foram largados no espaço e alienígenas encontraram e consideraram como uma ameaça,eles resolvem 33 anos depois,invadir a terra e em forma de personagem de jogos destruir a terra, cabe agora aos nerds salvar o mundo dessas ameaças.A parte de efeitos especiais são bem feitas e as cenas de ação são bem dirigidas pelo famoso diretor Chris Columbus,mas só isso não basta em um filme,o roteiro é cheio de piadas sem graça e cheio de coincidências,são furos que atrapalham bastante o decorrer da história,as atuações são fracas e em todos os momentos que o filme tenta levar pelo lado romântico não funciona.No geral temos um filme sem graça e que vale apenas assistir apenas pelas diversas referência a cultura pop com jogos e músicas que marcaram a época.
O que fizeram com aquele curta-metragem tão criativo em que bastavam dois minutos para explorar 100% de um conceito? Talvez o nome Adam Sandler resposta essa questão.
Sobre Adam Sandler: quando ocorreram os vazamentos de e-mails da Sony tempo atrás, um deles dizia: Por que continuamos dando dinheiro pra esse cara (Sandler) fazer filmes? Então, pergunto, por que continuamos olhando filmes desse cara? Mas vai lá, dessa vez o filme nos pega pela nostalgia dos tempos dos árcades. Essa nova geração aí nunca deve ter jogado num fliperama de era paleolítica atrás comparada com os recentes games. Mas eu, eu cheguei uma vez a quase apanhar por ter gastado o dinheiro da mesada em fichas, eu quis ir conferir pra ver (ou rever) alguns conhecidos. Não vou dizer aqui quais revi, mas matei algumas saudades ahahaha. Então, voltando ao filme, ééééé, coisa do tipo, bom pra passar tempo, bom em ideia de roteiro e etc. Mas não entendi como alguns personagens eram pra funcionar. O anão de game of thrones, por exemplo, sério que foi só pra isso que ele serviu? O trailer me enganou. Mas pensando pelo lado positivo, o Sean Bean não morre dessa vez? Ou morre? ¯_(ツ)_/¯ Algumas tiradinhas boas aqui, algumas ali, mas umas forçadas. Bah! Forçadas mesmo. Enfim, não vá esperando um retorno mágico de Sandler as comédias, mas vá querendo revisitar um tempo que passou. Ainda to tentando adivinhar os padrões dos filmes do Adam [piada interna].
O filme só fica bom no final devido aos personagens de jogos aparecerem, porem o filme é fraco. Faltou uma estória que fizesse sentido, atores bons com uma estória sem graça, falas sem graça. Simplesmente não gostei.
Muito exageros e cliches, faltando mais entretenimento, atuações mediocres, onde até para crianças ficou fraco, ou seja adam Sandler mais uma vez fez uma de suas porcarias!!!
O que deu certo em 2010,no curta de apenas dois minutos do francês Patrick Jean,não teve o mesmo sucesso no longa de Chris Columbus.Aqui temos a combinação de cultura nerd,nostalgia e efeitos de primeira qualidade.Pra quem viveu a época mágica do videogame,irá se encantar com a aparição de vários personagens marcantes.Aqui temos mais uma vez a presença do ilustre comediante Adam Sandler,que novamente divide um trabalho com Columbus e Kevin James.É notável perceber o roteiro cheio de furos,cenas mal sequenciadas,e a falta de originalidade,principalmente nas piadas antigas de Sandler.Nem Michelle Monaghan,nem Peter Dinklage tem bom aproveitamento.São dois personagens bobos,sem progresso.Nem mesmo as aparições de Pac Man e Donkey Kong noz faz animar.
Apesar da presença do Adam Sandler, este filme só empolga pelo fato da aventura acontecer com jogos que fizeram parte da minha infância (tenho 41 anos). A maioria dos jovens de hoje não conhecem cada personagem dos jogos envolvidos neste filme e ele pode se tornar mais divertido para crianças abaixo dos 10 anos de idade, por ser muito colorido e até divertido pelo enredo da fraca história em si. Um excesso de clichês e piadas sem graça.
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