Após muitos anos sem se ver, Fátima (Juliana Carvalho) resolve visitar a mãe (Zezita Matos), que vive no interior do sertão nordestino. Junto ela leva seu filho natimorto, em uma tentativa de seguir um ritual fúnebre. Só que sua mãe tem dificuldades em enfrentar o fim das coisas, seja a morte do neto ou o marido que jamais voltou.
2,0
Fraco
Mãe e Filha
Pompa fúnebre
por Bruno Carmelo
A busca pelo traço autoral pode causar alguns estragos no cinema. Mãe e Filha parece nascer desta procura por um cinema absolutamente pessoal, ou seja, diferente de qualquer outro, tanto do nicho comercial quanto dos "filmes de festivais". Petrus Cariry, que assina a direção, o roteiro, a montagem e outras funções essenciais à obra, quer fazer deste filme uma experiência única, exigente, criativa.Neste sentido, talvez Mãe e Filha represente uma satisfação pessoal para o diretor e para os outros Cariry, muito provavelmente membros da família, cujos nomes desfilam nos créditos finais. Embora o título lembre um filme de Alexandr Sokurov, embora a natureza em câmera lenta lembre Lars von Trier, ou ainda o existencialismo remeta a Andrei Tarkovski, esta produção cearense está muitíssimo distante destes diretores.O filme adota uma estética, digamos, funerária. Isso poderia ser justificado pelo
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2:02


Segunda vez
É o 2º longa-metragem dirigido por Petrus Cariry. O anterior foi O Grão (2010).
Locação
O diretor Petrus Cariry rodou pela segunda vez na "cidade-fantasma" Cococi. A anterior foi no curta Dos Restos e das Solidões (2006).
Prêmios
FESTIVAL DO RIO2011GanhouMelhor FotografiaMenção HonrosaCINE CEARÁ2011GanhouMelhor FilmeMelhor RoteiroMelhor SomMelhor Produção Ligada ao NordestePrêmio da CríticaFESTIVAL DE CUIABÁ2011GanhouMelhor Fotografia
Nacionalidade
Brasil
Distribuidor
LUME FILMES
Ano de produção
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
3 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
HD
Cor
-
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-