Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Leonardo d.
18 seguidores
73 críticas
Seguir usuário
4,0
Enviada em 5 de janeiro de 2015
Porque todos ajudam a perpetuá-la, ninguém escapa da violência: os barões das grandes cidades, a classe média medíocre, os habitantes de uma cidade rural aparentemente pacata e até os cães de guarda. Eis um retrato ruidoso e crítico do crescimento urbano desordenado e desumanizado, que aprisiona mais do que liberta, expoente do cinema nacional maduro, para além das belezas cariocas que a cinematografia da Globo tenta impor.
A proposta era mostrar o cotidiano de algumas famílias e o filme faz isso com realismo e coerência porém ele é chato. E muito. Personagens sem carisma, com exceção do chefe da segurança, e roteiro bobo. Não faz rir, não faz chorar, desperta emoção alguma. Até o casalzinho é sem graça. Passei o filme todo esperando acontecer alguma coisa que não veio. Não gostei.
Fui assistindo ao filme, é como a própria vida,uma linha paralela, da onde submerje alguns apelos ,mas a narrativa apesar sombria e sem qualquer pretensão de chegar ou firmar alguma coisa,vc fica apreensiva com a narrativa e da qualidade de vc acreditar que as diferenças e modalidades de sons intriga o expectador,que acredita em algum climax que não irá acontecer na histó bonita do filme é quando o ótimo ator Gustavo Jahn,põe no colo a garota do momento a atriz Irma Brown, e ela encosta a mão no teto de uma casa,e ele a abraça acertando que áquilo era mesmo uma relacionamento fugazParabéns ao elenco,totalmente desconhecido do filme.Não sei se o diretor tbém desconhecido pra mim é amante dos filme Bergman, acho esse filme tem uma áurea do diretor sueco, e rodado todo na área urbana de Recife,faz do filme uma grande curiosidade e um carimbo notável do jovem diretor Kleber Mendonça Filho,acho que foi uma boa escolha para ser uns dos escolhidos de filme estrangeiro do Brasil ao prêmio do Oscar este ano,só acho que diante de lobismo e infinitos países concorrendo,para tal categoria é uma agulha no palheiro,sem conseguir,mas quem sabe os membros da academia?
Filme horroroso. Retrata vidas totalmente ordinárias. Atuações horrorosas. Tédio total. Sem moral alguma. Quase R$2 mi investidos foram demais para um filme que até minha antiga turma do ensino médio faria melhor. Não tem como assistir até o final. Uma tristeza para o cinema brasileiro, já que este filme se encontra no top 15 de melhores da história do Brasil. Que tenham misericórdia das próximas pessoas que assistirem esse chorume.
Filme confuso, não se decide se é para fazer as pessoas rirem ou ficarem com medo, ou apenas uma critica mal colocada. Muitas coisas que não fazem nexo aparecem repentinamente, juntamente com a trilha sonora que muitas vezes da uma esperança que vá acontecer algo, e simplesmente some.
Um ótimo filme sempre deixa o seu público impressionado, e dessa forma, O Som ao Redor não foge dessa ''regra''. A forma que o filme retrata a vida daqueles moradores (além da relação empregado-pratão e patrão-empregado) é incrível. Sem dúvidas entra para minha lista de melhores filmes brasileiro.
Bem filmado, atores convincentes. Entretanto, é o filme que poderia ser e não foi. Espera-se sempre acontecer algum fato novo, porém não acontece absolutamente nada. O que há é apenas a observação da vida das pessoas.
O som é ruim, não dá para ouvir direito o que dizem. Muitas cenas totalmente desnecessárias e sem nenhum sentido. Por ser um filme premiado, eu esperava bem mais. Não recomendo.
A história se baseia na rotina de personagens quesão "tipos comuns" da classe média pernambucana. A proposta do filme parece ser contemplar o todo de uma comunidade composta por personagens singulares. No entanto, o filme é extremamente lento e a história não tem um núcleo definido. O retrato do cotidiano de classe média é uma ideia bacana, mas no filme isso aparece de forma muito desinteressante, de forma que você não se envolve com nenhuma das personagens apresentadas e nem com o conjunto. O filme parece uma espécie de "documentário ficcional" com muitos eventos aleatórios e sem nenhum enredo central. Vai de pessoa incomodada com cachorro até reunião de condomínio. A ausência completa de um foco na história fez, na minha visão, o filme parecer uma colcha de retalhos de pessoas, com cada vez mais personagens sendo incluídas sem a menor necessidade para a construção da história. Além do trabalho de áudio, que realmente envolve o espectador, destaco como ponto positivo o suspense do último diálogo do filme. A cena, que foi a única que realmente me cativou, auxiliou para pelo menos fazer um fechamento no filme.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade