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De uma simplicidade e magia contagiantes o filme se propõe a perguntar: qual o meu lugar no mundo? O que estou fazendo tem sentindo para mim? São esses questionamentos que fazem com que Benjamim (Selton Mello, brilhante como sempre!) queira buscar um outro estilo de vida, suas dúvidas sobre seu talento como artista circense ficam tão nítidas que Mello consegue expressar toda essa aparente apatia somente com a voz.
E o que dizer de Paulo José? Paulo José é um grande ator brasileiro que mesmo com sua doença (mal de Parkinson) conseguiu desempenhar muito bem o papel do palhaço Puro Sangue, e seu olhar paterno para o filho Benjamim é comovente.
E é com muito orgulho que devo dizer que o filme faz menções a cidades do interior de Minas Gerais (meu Estado querido, minha terra amada), cidades como Passos (terra natal de Selton Mello) e Montes Claros são vistas em placas, cidades que conheço bem e poder escutar o sotaque do meu Estado em um filme sem que isso se torne pejorativo, é bom demais da conta!
Cheio de cores e luzes, aquele humor infante que me remeteu a infância de outrora quando eu me debulhava em lágrimas assistindo Os Saltimbancos dos Trapalhões, isso me fez pensar na delicadeza e profundidade em um único filme! Não foi à toa que ele foi tão bem recebido pelo público, pelos críticos e rendeu uma premiação de melhor diretor para Selton Mello no festival de Gramado. Muito Justo!
Este realmente é um grande filme que conta com com um elenco muito bom, e um artista que tenho muito orgulho em dizer que é brasileiro e mais ainda! É mineiro! Selton Mello nasceu para o cinema, ou o cinema nasceu para ele?
Se você acha que o cinema brasileiro resume-se às favelas, tráfico de drogas e às famigeradas comédias românticas da Globo Produções, sugiro que desfaça esses pensamentos porque decididamente O Palhaço e tantos outros filmes (que pretendo comentar em breve) estão aí para mostrar o contrário. O Brasil tem uma forma peculiar de fazer cinema, assim como a Argentina, Itália, Espanha, EUA, etc, nós temos nossa própria cultura que deve ser valorizada. Entristece-me bastante quando escuto alguém dizer que não gosta do cinema nacional, no meu ponto de vista isso é não gostar de ótimos roteiristas, ótimos diretores e ótimos atores, e posso garantir que O Palhaço vai fazer você chorar e aplaudir de pé!
Livre-se dos preconceitos e assista este espetáculo singelo, puro, e apaixonadamente tocante dirigido, escrito e protagonizado por um dos melhores atores de sua geração. Senhoras e Senhores: Selton Mello.
E o que dizer de Paulo José? Paulo José é um grande ator brasileiro que mesmo com sua doença (mal de Parkinson) conseguiu desempenhar muito bem o papel do palhaço Puro Sangue, e seu olhar paterno para o filho Benjamim é comovente.
E é com muito orgulho que devo dizer que o filme faz menções a cidades do interior de Minas Gerais (meu Estado querido, minha terra amada), cidades como Passos (terra natal de Selton Mello) e Montes Claros são vistas em placas, cidades que conheço bem e poder escutar o sotaque do meu Estado em um filme sem que isso se torne pejorativo, é bom demais da conta!
Cheio de cores e luzes, aquele humor infante que me remeteu a infância de outrora quando eu me debulhava em lágrimas assistindo Os Saltimbancos dos Trapalhões, isso me fez pensar na delicadeza e profundidade em um único filme! Não foi à toa que ele foi tão bem recebido pelo público, pelos críticos e rendeu uma premiação de melhor diretor para Selton Mello no festival de Gramado. Muito Justo!
Este realmente é um grande filme que conta com com um elenco muito bom, e um artista que tenho muito orgulho em dizer que é brasileiro e mais ainda! É mineiro! Selton Mello nasceu para o cinema, ou o cinema nasceu para ele?
Se você acha que o cinema brasileiro resume-se às favelas, tráfico de drogas e às famigeradas comédias românticas da Globo Produções, sugiro que desfaça esses pensamentos porque decididamente O Palhaço e tantos outros filmes (que pretendo comentar em breve) estão aí para mostrar o contrário. O Brasil tem uma forma peculiar de fazer cinema, assim como a Argentina, Itália, Espanha, EUA, etc, nós temos nossa própria cultura que deve ser valorizada. Entristece-me bastante quando escuto alguém dizer que não gosta do cinema nacional, no meu ponto de vista isso é não gostar de ótimos roteiristas, ótimos diretores e ótimos atores, e posso garantir que O Palhaço vai fazer você chorar e aplaudir de pé!
Livre-se dos preconceitos e assista este espetáculo singelo, puro, e apaixonadamente tocante dirigido, escrito e protagonizado por um dos melhores atores de sua geração. Senhoras e Senhores: Selton Mello.
O gato bebe leite, o rato come queijo
Passei as últimas quatro semanas tentando arrumar um jeito de assistir ao filme “O Palhaço”, escrito, produzido, dirigido e estrelado por Selton Mello. Fui a uma locadora que ainda insiste em existir perto de casa, não tinha. Tentei baixar pela internet, mas, como sou totalmente desorganizado tecnologicamente, não consegui. Daí, fui a várias banquinhas dessas de tabajaras, até conseguir um numa qualidade boa. Acho que, pela grande expectativa que estava para ver o filme que é líder em prêmios nacionais neste ano e tem grandes chances de representar o Brasil na disputa de melhor filme estrangeiro do Oscar 2013, não fiquei tão impressionado assim. Mas isso não significa que não tenha tirado uma boa lição desse longa, tão bem-produzido e dirigido e que acaba tocando as pessoas de alguma forma.
É claro que ele vai tocar mais a classe artística – ou até mesmo aqueles que se envolvem mais com a cultura. Mas a mensagem chega até você também. Isso porque o filme conta a história do palhaço Benjamim (Selton Mello) e de seu pai, Valdemar (Paulo José), que formam a divertida e entrosada dupla Pangaré e Puro-Sangue, do circo Esperança. Em meio a viagens pelo interior de Minas, Benjamim passa por uma crise existencial que, acredito eu, qualquer artista – seja ele ator, cantor, dançarino, músico, humorista, palhaço – deva passar: quem eu sou verdadeiramente? Sigo em frente porque a maré está me levando nessa jornada ou busco uma nova plateia? Eu sou artista ou eu seria mais feliz sendo um vendedor de ventiladores em uma loja de eletrodomésticos?
É aí que está o grande lance: em cenas lotadas de simbolismo e significados, dignas de aplauso pela fotografia mágica e pela trilha que completa o ambiente circense e interiorano, o pai lança a mensagem para o filho: “Na vida, a gente tem que fazer o que a gente sabe fazer. O gato bebe leite, o rato come queijo... E eu sou palhaço”. De uma maneira bem particular, eu, Luiz, por mais que tente fugir do jornalismo, por estar estressado com um dia ruim, triste por ter levado uma bronca do chefe ou cansado por ter trabalhado num fim de semana inteiro no plantão na redação, não tenho lugar para ir. Eu me encontrei entre as letras, cheguei à maturidade profissional entre os parágrafos, e poucos são os prazeres existentes que me fazem tão feliz quanto escrever e ser lido.
É assim que vários Benjamins se sentem, sejam eles de qualquer área profissional imaginável. Nem anos de análise tiram a essência que cada um tem guardada em sua caixinha do lado esquerdo do peito. O palhaço de Selton Mello questiona essa essência, assim como muitos de nós, artistas ou não, mas segue o caminho do amor para se encontrar com o humor. Tirando da trilha do filme uma joia de Nelson Ned, “tudo passa, tudo passará. Nada fica, nada ficará. Só se encontra a felicidade quando se entrega o coração”. E é assim que Selton Mello toca o seu coração e o atinge em sua determinada função. O meu foi bem de leve. Imagine se tivesse sido com força...
Passei as últimas quatro semanas tentando arrumar um jeito de assistir ao filme “O Palhaço”, escrito, produzido, dirigido e estrelado por Selton Mello. Fui a uma locadora que ainda insiste em existir perto de casa, não tinha. Tentei baixar pela internet, mas, como sou totalmente desorganizado tecnologicamente, não consegui. Daí, fui a várias banquinhas dessas de tabajaras, até conseguir um numa qualidade boa. Acho que, pela grande expectativa que estava para ver o filme que é líder em prêmios nacionais neste ano e tem grandes chances de representar o Brasil na disputa de melhor filme estrangeiro do Oscar 2013, não fiquei tão impressionado assim. Mas isso não significa que não tenha tirado uma boa lição desse longa, tão bem-produzido e dirigido e que acaba tocando as pessoas de alguma forma.
É claro que ele vai tocar mais a classe artística – ou até mesmo aqueles que se envolvem mais com a cultura. Mas a mensagem chega até você também. Isso porque o filme conta a história do palhaço Benjamim (Selton Mello) e de seu pai, Valdemar (Paulo José), que formam a divertida e entrosada dupla Pangaré e Puro-Sangue, do circo Esperança. Em meio a viagens pelo interior de Minas, Benjamim passa por uma crise existencial que, acredito eu, qualquer artista – seja ele ator, cantor, dançarino, músico, humorista, palhaço – deva passar: quem eu sou verdadeiramente? Sigo em frente porque a maré está me levando nessa jornada ou busco uma nova plateia? Eu sou artista ou eu seria mais feliz sendo um vendedor de ventiladores em uma loja de eletrodomésticos?
É aí que está o grande lance: em cenas lotadas de simbolismo e significados, dignas de aplauso pela fotografia mágica e pela trilha que completa o ambiente circense e interiorano, o pai lança a mensagem para o filho: “Na vida, a gente tem que fazer o que a gente sabe fazer. O gato bebe leite, o rato come queijo... E eu sou palhaço”. De uma maneira bem particular, eu, Luiz, por mais que tente fugir do jornalismo, por estar estressado com um dia ruim, triste por ter levado uma bronca do chefe ou cansado por ter trabalhado num fim de semana inteiro no plantão na redação, não tenho lugar para ir. Eu me encontrei entre as letras, cheguei à maturidade profissional entre os parágrafos, e poucos são os prazeres existentes que me fazem tão feliz quanto escrever e ser lido.
É assim que vários Benjamins se sentem, sejam eles de qualquer área profissional imaginável. Nem anos de análise tiram a essência que cada um tem guardada em sua caixinha do lado esquerdo do peito. O palhaço de Selton Mello questiona essa essência, assim como muitos de nós, artistas ou não, mas segue o caminho do amor para se encontrar com o humor. Tirando da trilha do filme uma joia de Nelson Ned, “tudo passa, tudo passará. Nada fica, nada ficará. Só se encontra a felicidade quando se entrega o coração”. E é assim que Selton Mello toca o seu coração e o atinge em sua determinada função. O meu foi bem de leve. Imagine se tivesse sido com força...
Finalmente uma comédia boa depois de tantos anos , o palhaço é um filme que tem uma historia bem diferente porem mesmo sendo diferente não tira o fato de ser boa , a atuação de Selton Mello ficou perfeita nesse papel , esse filme comédia brasileira é muito bom não é apelativa como as de costume muito pelo ao contrario é uma comédia boa que você pode ver sem medo de se arrepender pelo o que viu , espero que o Brasil volte a fazer filmes assim .
Recomendo! Um ótimo filme ! Vale lembrar que embora o título seja auto-sugestivo, não se trata de um filme de comédia, mas sim de um drama que também faz rir. Quem vai no cinema e não entende isso e/ou não aceita isso, se frustra à toa.
As piadas no início, são propositalmente mal encaixadas, soam sem-graça as vezes para refletir o conflito pessoal que o palhaço Pangaré vive, mas isso percebe-se só no final. Trilha sonora bem ajustada, ótima fotografia, atores inusitados como Moacir Franco, Ferrugem, o popular "Zé Bonitinho", dentre outros dão uma cara muito boa a fita. Um filme bem ajustadao e simples, mas com a exata intenção de ser assim.
As piadas no início, são propositalmente mal encaixadas, soam sem-graça as vezes para refletir o conflito pessoal que o palhaço Pangaré vive, mas isso percebe-se só no final. Trilha sonora bem ajustada, ótima fotografia, atores inusitados como Moacir Franco, Ferrugem, o popular "Zé Bonitinho", dentre outros dão uma cara muito boa a fita. Um filme bem ajustadao e simples, mas com a exata intenção de ser assim.
Foi incrível como o Selton Mello usou a simplicidade e, mesmo assim, atingiu um alto nível de entretenimento. O filme em si, não tem um enredo fixo ou uma história complexa, seus ápices são dados em cenas repletas de moralidade e reflexão.
O personagem interpretado pelo mesmo, tem de sair de sua rotina para concluir que sua vida não é monótona ou ruim, mostrando que para a sociedade, as vezes somos somente um documento, uma numeração, e voltando a trama, ele no entanto, tem essa necessidade de se firmar como pessoa perante seu 'RG'. É interessante também, a forma que ele retrata os ventiladores como a própria felicidade, algo que adquiriu com seu esforço.
Filme excelente para os bons entendedores ;)
O personagem interpretado pelo mesmo, tem de sair de sua rotina para concluir que sua vida não é monótona ou ruim, mostrando que para a sociedade, as vezes somos somente um documento, uma numeração, e voltando a trama, ele no entanto, tem essa necessidade de se firmar como pessoa perante seu 'RG'. É interessante também, a forma que ele retrata os ventiladores como a própria felicidade, algo que adquiriu com seu esforço.
Filme excelente para os bons entendedores ;)
Selton Melo fez uma obra prima do universo circense. Sua sensibilidade foi ao extremo, demonstrando à flor da pele o seu bom coração. Ele tem realmente um bom coração. Foi buscar lá bem de dentro de nossas entranhas a genuína tradição do circo do interior, do circo matuto, ingênuo e doce da nossa infância. Eu assisti ao filme no mês passado. Selton Melo o fez com grande maestria. Um grande filme, daqueles que fazem a gente ficar bem e de bem com a vida. Parabéns, mesmo, Selton. Um forte abraço de Fernando D'Oleron, um mero telespectador da cidade de Moreno, em Pernambuco.
Muito bom o filme, simples e objetivo. Pra quem gosta de cinema nacional é uma ótima indicação, Selton Mello sempre é de mais.
Não acreditei quando vi. Selton Mello esta péssimo na direção e como ator - isso que sou fã dele. Palhaçada é ficarem chateados pelo filme nao ter sido indicado ao Oscar. Ainda bem, assim nao passamos vergonha. Filme lento, sem graça é devagar e não acelera nunca... Horrível - não perde nada quem nao assistir.
O Palhaço
O segundo longa de Selton Mello na direção, reforça seu talento e comprova a delicadeza na condução da história e no trabalho com os atores o que nem sempre - ou deveria dizer, na maioria das vezes, não é uma tarefa fácil.
Neste, porém Mello oferece ares mais otimistas do que em sua anterior incursão por de trás das câmeras com o longa 'Feliz Natal' (também fez o curta 'Quando o Tempo Cair'). A história traça a redenção de um palhaço que se encontra em um ‘hiato’ profissional no qual questiona não somente seu desempenho como também sua vida nômade, inerente aos mambembes. Realidade esta que é muito bem pintada pelo filme através das viagens e dificuldades enfrentadas pelos artistas de circo.
A segurança com que controla a película se faz presente tanto nos momentos cômicos (dos mais sutis aos escancarados) assim como nos dramáticos que equilibram o filme e lhe confere uma leveza, porém sem perder o tom autoral e artístico. É como se fosse um mini-clássico com clima de sessão da tarde. Gostoso de assistir.
E como dito lá em cima, também chama atenção o cuidado com os atores. Neste sentido, Selton Mello se aproxima de um diretor rodado tal a sua capacidade de extrair inspiradas interpretações de todos no filme, desde aqueles com pequenas participações, como o impagável delegado interpretado por Moacir Franco ou mesmo a ponta de Ferrugem como um servidor público, chegando aos atores principais com destaque para Paulo José que brilha em cada cena e emociona pela força de vontade que substitui a vivacidade prejudicada por sua doença. Doença que em apenas um momento se torna evidente em todo os noventa minutos do filme.
O único ponto de ressalva é sobre o contraponto vivido pelo palhaço do título, quando este opta pelo mundo ‘normal’. Não que tenha sido mal executado, mas podia ter sido estendido, prolongado, o que resultaria em uma maior contradição e evidenciaria aos espectadores a dificuldade de adaptação do artista ao mundo burocrático nosso de cada dia. Não compromete o ótimo resultado final, mas deixaria o filme mais redondo.
Com estes cartões de visita, Selton Mello pavimenta um bom caminho como diretor que poderá levá-lo a ótimos resultados futuros.
Nota: 8,5
O segundo longa de Selton Mello na direção, reforça seu talento e comprova a delicadeza na condução da história e no trabalho com os atores o que nem sempre - ou deveria dizer, na maioria das vezes, não é uma tarefa fácil.
Neste, porém Mello oferece ares mais otimistas do que em sua anterior incursão por de trás das câmeras com o longa 'Feliz Natal' (também fez o curta 'Quando o Tempo Cair'). A história traça a redenção de um palhaço que se encontra em um ‘hiato’ profissional no qual questiona não somente seu desempenho como também sua vida nômade, inerente aos mambembes. Realidade esta que é muito bem pintada pelo filme através das viagens e dificuldades enfrentadas pelos artistas de circo.
A segurança com que controla a película se faz presente tanto nos momentos cômicos (dos mais sutis aos escancarados) assim como nos dramáticos que equilibram o filme e lhe confere uma leveza, porém sem perder o tom autoral e artístico. É como se fosse um mini-clássico com clima de sessão da tarde. Gostoso de assistir.
E como dito lá em cima, também chama atenção o cuidado com os atores. Neste sentido, Selton Mello se aproxima de um diretor rodado tal a sua capacidade de extrair inspiradas interpretações de todos no filme, desde aqueles com pequenas participações, como o impagável delegado interpretado por Moacir Franco ou mesmo a ponta de Ferrugem como um servidor público, chegando aos atores principais com destaque para Paulo José que brilha em cada cena e emociona pela força de vontade que substitui a vivacidade prejudicada por sua doença. Doença que em apenas um momento se torna evidente em todo os noventa minutos do filme.
O único ponto de ressalva é sobre o contraponto vivido pelo palhaço do título, quando este opta pelo mundo ‘normal’. Não que tenha sido mal executado, mas podia ter sido estendido, prolongado, o que resultaria em uma maior contradição e evidenciaria aos espectadores a dificuldade de adaptação do artista ao mundo burocrático nosso de cada dia. Não compromete o ótimo resultado final, mas deixaria o filme mais redondo.
Com estes cartões de visita, Selton Mello pavimenta um bom caminho como diretor que poderá levá-lo a ótimos resultados futuros.
Nota: 8,5
Sinceramente, dá para dormir... sem profundidade, sem intensidade, tentar fazer "cinema europeu" desta maneira não cola. Fotografia não é tudo num filme.
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